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domingo, 10 de novembro de 2013

A VIOLÊNCIA AUMENTA NO MUNDO: É O QUE MOSTRA O MAPA DA PAZ 2013

Quais são os países mais pacíficos? Que posição ocupa o Brasil nessa lista? Onde houve maior aumento da violência este ano? O mapa da paz, elaborado pelo Global Peace Index 2013, mostra que, infelizmente, a paz está cada vez mais ameaçada no mundo!
Por: Equipe Oásis

As cores da paz no mapa do Global Peace Index 2013

Medir a paz no mundo e colocá-la em números e medidas: é o que faz o Institute for Economics and Peace (Instituto para a Economia e a Paz), com sede na Austrália, juntamente com a Economist Intelligence Unit, todos os anos, desde 2007. A instituição é responsável pelo GPI - Global Peace Index (índice da paz global: http://www.visionofhumanity.org/#/page/indexes/global-peace-index), deixando de lado o pacifismo utópico e estudando concretamente o que é a paz, como ela é distribuída nos cinco continentes e qual é o seu valor monetário. "A nossa missão é individuar e medir os fatores e atribuir um valor econômico para a paz", explica Michelle Breslauer, do IEP.
Como se mede a paz? Isso não é impossível, se a estudarmos em termos de ausência de violência e de políticas voltadas à sua promoção: em primeiro lugar, isso significa que não podemos mais nos basear na ideia de que um país que se abstém da guerra seja necessariamente um país pacífico.

O GPI revela uma classificação de 162 países, baseando-se em 22 indicadores capazes de medir os conflitos em curso (internos e externos), a segurança social (número de homicídios, índice de encarceramento) e as despesas militares. Todos esses dados são sintetizados num mapa interativo que possibilita selecionar os países isoladamente e visualizar os seus dados específicos, classificando-os por indicadores de interesse, confrontando cronologicamente os resultados. Os dados utilizados provém de institutos de aferição considerados confiáveis. O GPI é um instrumento precioso para as organizações internacionais que se ocupam de paz e desenvolvimento. A primeira delas é a ONU.
O GPI 2013 revela que existe mais violência no interno das nações do que entre elas

Violência no mundo aumentou 5%

O que descobrimos com o GPI? Em primeiro lugar que, desde 2008, a violência no mundo aumentou 5%, apesar da diminuição dos conflitos internacionais. Isso porque aumentaram os homicídios, as mortes causadas por conflitos civis, as despesas militares e a instabilidade política. O país que mais chama a atenção é a Síria, que teve a maior deterioração na história do GPI por causa da guerra civil em curso. A seguir vem o México, onde as ferozes lutas entre os cartéis da droga provocaram no ano passado o dobro do número de mortes violentas que aconteceram no Iraque e no Afeganistão. Mas também a primavera árabe, os conflitos internos no Paquistão e n o Afeganistão, os protestos anti austeridade ocorridos na Europa são alguns dos outros exemplos evidentes dessa tendência. Observando-se os indicadores do GPÌ, verifica-se que em cerca de 110 países, do total de 162 aferidos, a paz foi virando fumaça nos últimos seis anos.
Explorando o mapa descobrimos também que, mais uma vez, os primeiros lugares são ocupados pelas democracias pequenas e estáveis: Islândia, Dinamarca, Nova Zelândia, Áustria, Suíça, Japão, Finlândia, Canadá, Suécia e Bélgica são, nessa ordem, as dez mais do pacifismo global. Partindo da parte mais baixa da lista, vamos encontrar países muito instáveis, de tendência autoritária ou em estado de guerra: Afeganistão, Somália, Síria, Iraque, Sudão, Paquistão, República Democrática do Congo, Rússia, Coreia do Norte e República Centro-Africana.

Nada de novo no fronte

Por que os dados do GPI não causam surpresa? Responde Melanie Greenberg, da Alliance for Peacebuilding: "É sempre a mesma questão de quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha: é impossível desenvolver um sistema institucional e sair da fragilidade quando existem conflitos em curso, mas sem desenvolvimento e instituições estáveis é muito fácil cair de novo no conflito". Comprovando esta chave de leitura, o GPI evidencia o fato de que os países que se encontram na extremidade superior da lista tendem a permanecer em seus lugares, e este é o caso, por exemplo, do Japão, que tinha saído da lista dos dez mais depois do terremoto, mas que rapidamente voltou a subir aos primeiros lugares na classificação. Ao contrário, sete país dentre os dez situados na extremidade inferior da lista continuam a piorar. Este é o caso do Afeganistão, que hoje é muito menos pacífico do que em 2008. Outros países que pioram São a Costa do Marfim, o Burkina Faso, o Peru e a Ucrânia. Algumas boas notícias chegam da Líbia, do Sudão e do Chade, que saem gradualmente dos conflitos e começam a subir na classificação.
Deslocando-se para o noroeste do mundo, chama a atenção o posicionamento dos Estados Unidos, que se classificaram numa triste 99ª posição, não apenas por causa dos conflitos internacionais dos quais são protagonistas, mas também – e sobretudo – pelo alto grau de encarceramento, de homicídios e de disponibilidade de armas.

Em melhor situação encontra-se o Brasil, ocupando o 81º da lista. Nosso país encontra-se exatamente no meio da classificação da violência no mundo. Os brasileiros vivem, portanto, uma situação intermediária em relação às outras nações do mundo. Se não é possível andar nas ruas com a mesma segurança que Islândia ou Dinamarca – que ocupam o topo da lista - tampouco vive-se num estado de guerra civil e medo como Somália e Afeganistão, nas últimas posições.
Quanto vale a paz

Idealmente, a paz é incomensurável e representa não apenas a ausência de violência, mas também o índice de desenvolvimento da sociedade e o bem estar das pessoas que a constituem. Mas se tomamos os fatores analisados pelo GPI, a paz possui também um valor quantificável de modo bastante simples. UM exemplo? A Coreia do Norte gasta 20% do seu PIB para a segurança interna. A Islândia gasta apenas 1%.

Segundo os dados do Institute for Economics and Peace a violência custou em 2012 cerca de 9,46 trilhões de dólares, equivalente a 11% do produto interno bruto global, duas vezes mais que o valor da produção agrícola mundial. Se reduzíssemos essa despesa em cerca de 50%, poderíamos anular o débito dos países em via de desenvolvimento.

AUTOR: BRASIL247.COM

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