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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

RELEMBRE 9 CASOS DE ASSASSINOS QUE CHOCARAM O PAÍS COM SEUS CRIMES

Sete semanas após a prisão do vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, de 26 anos, que sustenta ter cometido 29 homicídios em Goiânia, a polícia deteve o ajudante geral Jhonatan Lopes de Santana, que diz ter decapitado cinco pessoas e matado outra em Mogi das Cruzes (SP). O caso pode entrar para a lista de criminosos que aterrorrizaram cidades pelo país com assassinatos em sequência e toques de crueldade. Nela já estão nomes conhecidos como Chico Picadinho, que matava e esquartejava suas vítimas, e Francisco das Chagas, acusado de matar 42 meninos no Pará e no Maranhão.

Em sua obra, a criminóloga e escritora Illana Casoy explica que há basicamente três definições para esse tipo de criminoso:

Serial killer: são os mais famosos. Fazem várias vítimas com o mesmo perfil, seguindo um metódo específico para matar. Um exemplo é o maníaco de Contagem (MG), que estuprava e matava por estrangulamento mulheres magras, morenas, de cabelos longos e lisos.

Matador impulsivo (spree killer): mata de maneira aleatória, é movido pela necessidade de matar, e não pela fantasia que nutre pela vítima. Pode parar de matar tão rápido quanto começou. Um exemplo é Genildo França, que em 1997 matou 14 pessoas numa pequena cidade do Rio Grande do Norte.

Matador em massa: faz várias vítimas em um único local, num único evento. Sua explosão de violência é dirigida para um grupo que acredita tê-lo rejeitado e oprimido. Um caso é o Wellington Menezes de Oliveira, o atirador de Realengo.

Relembre abaixo casos de criminosos que chocaram o país:

Tiago Henrique (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Tiago Henrique Gomes da Rocha (serial killer de Goiânia): O vigilante de 26 anos foi preso no dia 14 de outubro após meses de investigação da polícia sobre uma série de mortes na capital goiana. Apesar de ser chamado de "serial killer", ele não seguia um método específico e nem todas as vítimas tinham uma característica comum. Entre os crimes ligados a ele estão assassinatos de mulheres por um motociclista e mortes de homossexuais e moradores de rua. O Ministério Público de Goiás fez a primeira denúncia criminal contra ele no dia 26 de novembro.

Francisco das Chagas (Flora Dolores/O Estado)

Francisco das Chagas Brito (Caso dos Meninos Emasculados):
Apontado pelas autoridades como o maior serial killer brasileiro, o mecânico maranhense é acusado de matar e mutilar 42 meninos – 30 no Maranhão e 12 no Pará – entre os anos de 1989 e 2003. Brito atraía as vítimas com convites para ir pegar frutas ou caçar bichos no mato. Os crimes ficaram conhecidos como “Caso dos Meninos Emasculados” porque Brito arrancava os órgãos genitais dos garotos, que tinham o mesmo perfil: de quatro a 15 anos e de famílias pobres.

Em alguns casos, ele teria estuprado as vítimas. Também decepava outras partes do corpo, como dedos, e levava como recordação. Brito está preso desde 2003 e foi julgado pela primeira vez em 2006. Em fevereiro deste ano, ele foi a júri pela 11º vez e condenado. Somadas, as penas das onze condenações dão 385 anos de prisão.

Francisco de Assis Pereira (Maníaco do Parque): 

Condenado a quase 150 anos de prisão por matar dez mulheres e pelo estupro e roubo de outras nove, Francisco de Assis Pereira, conhecido como Maníaco do Parque, é o serial killer brasileiro que mais recebeu cartas na prisão. Ele se casou na cadeia com uma das mulheres com quem se correspondia. Atacava suas vítimas no Parque do Estado, na Zona Sul da capital paulista, para onde atraía as mulheres com a promessa de uma sessão de fotografias que as tornaria modelos. Em seis meses, a polícia encontrou oito corpos no parque. Ele estuprava e asfixiava as vítimas.

Pereira confessou seus crimes em 1998 e disse ter matado pelo menos 11 mulheres, mas foi julgado pelo assassinato de dez. Foi condenado pelos crimes de estupro, estelionato, atentado violento ao pudor e homicídio.

'Maníaco da Lanterna' atacava casais no MT (Foto: Arquivo/TVCA)

Cláudio de Souza (Maníaco da Lanterna):
Segundo a polícia, Souza cometeu uma série de ataques a casais de namorados entre os anos de 2001 e 2005 na região norte de Mato Grosso. Ele é acusado de ter matado ao menos nove pessoas. Souza era andarilho e sempre estava armado. Ele se escondia no mato e usava uma lanterna para iluminar a escuridão e abordar os casais.

As vítimas eram atacadas em locais ermos e escuros da cidade, onde iam namorar, e pelo menos cinco mulheres sofreram violência sexual antes de serem mortas. Souza foi preso em flagrante no início de abril de 2008, na periferia de Alta Floresta, onde matou um casal. Ele foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime em maio deste ano. Em 2011, Souza já havia sido condenado à mesma pena pela morte de uma mulher e por tentativa de homicídio contra o namorado dela em Sinop, a 503 km de Cuiabá, onde está preso atualmente.

Leandro Basílio Rodrigues (Maníaco de Guarulhos):
Preso em 2008, aos 19 anos, chegou a confessar ter estuprado e matado 50 mulheres – crimes que não foram todos comprovados. Foi acusado pela morte de Gisele Cabral de Souza, sua última vítima, e outras quatro mulheres. Segundo o Ministério Público, ele poderia ter feito nove vítimas no total: cinco em Guarulhos, duas no Rio e, quando ainda era menor de 18 anos, outras duas em Belo Horizonte. Rodrigues responde por mais 13 crimes, como tráfico, roubo e estupro. "O agente é um assassino em série e nutre pelas mulheres um sentimento de vingança", afirmou a promotoria em denúncia. Segundo a polícia, Rodrigues procurava vítimas que fossem usuárias de crack, como ele, e oferecia drogas para atraí-las. Em 2012, foi condenado a 18 anos pela morte de Gisele.

Maníaco de Contagem no dia de um de seus julgamentos. (Foto: Flávia Cristini)

Marcos Trigueiro (Maníaco de Contagem):
Todas suas vítimas eram mulheres magras, morenas, de cabelos longos e lisos. Foram abordadas no carro e depois estupradas e mortas por estrangulamento. Trigueiro foi preso em fevereiro de 2010, depois que exames de DNA confirmaram a autoria dos crimes. Em um dos casos, a vítima estava com o filho de um ano e meio, que foi deixado em cima do cadáver da mãe e encontrado com vida.Trigueiro já foi condenado a 98 anos de prisão por três crimes.

Wellington atirou nos alunos da escola onde havia estudado, em Realengo (Foto: Divulgação/Seseg)

Wellington Menezes de Oliveira (Atirador de Realengo):
Wellington Menezes de Oliveira tinha 23 anos quando entrou armado na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo (RJ), e atirou contra os alunos. No episódio, conhecido como tragédia de Realengo, 12 crianças foram mortas (10 meninas e 2 menino) e 13 ficaram feridas (10 meninas e 3 meninos) – todas com idades entre 12 e 14 anos. O atirador era ex-aluno da escola e levava dois revólveres calibre 38 e equipamento para recarregar rapidamente a arma.

O sargento da PM Márcio Alves fazia uma blitz perto da escola e foi chamado por um aluno ferido. O atirador foi baleado, caiu da escada e se suicidou. Com base em vídeos gravados por Wellington antes do ataque, o psiquiatra forense Talvane de Moraes concluiu que o atirador sofria de esquizofrenia paranoide. Segundo Talvane, ele era movido por “um sentimento doentio de que ele é uma pessoa muito pura, muito boa, que vai para uma missão importante e que os outros são os covardes”.

Genildo Ferreira de França
O ex-soldado do Exército Genildo Ferreira de França, conhecido como Neguinho de Zé Ferreira, matou 14 pessoas em um dia de fúria no ano de 1997, no Rio Grande do Norte. Ele saiu às ruas de São Gonçalo do Amarante em busca das pessoas que haviam disseminado na pequena cidade a informação de que ele seria homossexual. Sua lista de desafetos tinha 20 nomes. Ele matou 14 e morreu em seguida. Sua esposa foi a primeira vítima, por ter vindo dela o boato sobre sua sexualidade.

França fez duas reféns, uma delas sua filha de cinco anos. Ele foi encurralado pela polícia, liberou as reféns e morreu. Ele chegou a ser baleado pela polícia, mas não se sabe se teria cometido suicídio antes de ser atingido.

Chico Picadinho quando foi preso, há mais de 30 anos. (Foto: Reprodução/TV Globo)

Francisco Costa Rocha (Chico Picadinho):
Em 3 de agosto de 1966, o vendedor de livros e consórcio Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho, matou a bailarina austríaca Margarethe Suida. Ela foi encontrada estrangulada com um cinto de couro preto na banheira de um apartamento da Rua Aurora, região central de São Paulo. O corpo foi mutilado com tesoura, faca e lâmina de barbear. Quando questionado sobre a motivação do crime, Chico disse que a bailarina lembrava a mãe dele. Por esta morte, Chico foi condenado, em 1968, a 17 anos de prisão. Chegou a se casar no presídio, mas se separou antes do nascimento da filha. Após cumprir oito anos de pena, foi posto em liberdade.

Passados dois anos solto, ele voltou a matar. Em 16 de outubro de 1976, estrangulou e esquartejou com serrote, faca e um canivete a prostituta Angela de Souza da Silva. Foi preso 28 dias depois, na Baixada Fluminense (RJ). Chico está até hoje preso no Hospital de Custódia e Tratamento de Taubaté, em São Paulo. Deveria ter sido colocado em liberdade em 1998, quando cumpriu 30 anos de prisão, mas, com base em laudos médicos e psiquiátricos, o Ministério Público de São Paulo interditou Chico Picadinho na Justiça Civil. Em 2014 ele completou 46 anos em reclusão.

AUTOR: G1/SP

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