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sábado, 7 de fevereiro de 2015

AS CRIMINOSAS MAIS FAMOSAS DO BRASIL

Lili Carabina. Betty Faria como Lili Carabina / Via pbs.twimg.com

Djanira Ramos Suzano (1944-2000), conhecida pelo pseudônimo de Lili Carabina, foi uma famosa assaltante de bancos que atuou nos anos 1970 e 80, fazia parte de uma quadrilha que usava fantasias em suas ações criminosas. 

Djanira usava uma peruca loira, maquiagem pesada, óculos escuros e roupas justas para seduzir os guardas de segurança das agências enquanto seus comparsas executavam o roubo. Ganhou o apelido de seus próprios cúmplices, apesar de utilizar sempre uma pistola 9mm, e não uma carabina, durante os assaltos. 

Morreu aos 56 anos no Rio de Janeiro, vítima de um infarte.
Sua história inspirou dois livros escritos por Aguinaldo Silva. (Via Wikipédia eDGABC)

Um dos livros foi adaptado para filme, estrelado por Betty Faria.
Via blogger.com
Jiselda Oliveira, a Gigi.
Via giseldaoliveira.blogspot.com.br

Jiselda Oliveira, a Gigi, apresentava-se como artista plástica, mas é considerada a maior cafetina do Brasil e chefe de uma quadrilha especializada em crimes ligados à exploração sexual de mulheres. No seu catálogo de garotas de programa, estavam atrizes e capas de revistas masculinas. Sua clientela incluía políticos e jogadores de futebol. Foi presa em 2006. (via Wikipédia e Terra).
Maria do Pó.
Via noticias.r7.com

Sônia Aparecida Rossi, ou simplesmente ‘Maria do Pó’, é apontada como a principal criminosa do Estado de São Paulo. 

Maria do Pó conquistou fama em 1999 quando foi envolvida no sumiço de 290 KG de cocaína do IML (Instituto Médico-Legal) de Campinas. A droga era avaliada em R$ 400 mil na época.
A prisão de Sônia aconteceu em 2000. 

Ela foi detida na rodovia Ayrton Senna, regiao de Taubaté, com oito celulares na bolsa e uma pistola semi-automática. Houve troca de tiros durante a perseguição e ela foi baleada na perna.

A traficante já foi condenada a cumprir 36 anos e 11 meses de prisão, mas cumpriu apenas 40 dias, quando fugiu na garupa de uma moto, pela porta da frente do Presídio Feminino de São Paulo.

Ela é a única mulher a figurar entre os 25 mais procurados do Estado. (Via R7 eDGABC)
Jorgina de Freitas.
Via pt.wikipedia.org

Jorgina Maria de Freitas Fernandes era uma advogada e procuradora previdenciária. Organizou um esquema de desvio de verbas de aposentadoria que, após descoberto e altamente divulgado pela mídia, ficou conhecido como Caso Jorgina de Freitas.

Identificada como líder do esquema, ela foi acusada e condenada por integrar uma quadrilha de 25 fraudadores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que, entre o final dos anos 80 e início dos 90, forjou indenizações milionárias nas varas de acidente de trabalho da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.

Foi condenada a 14 anos de prisão em 1992.

A quadrilha, formada por advogados, contadores judiciais, juízes e procuradores autárquicos teria desviado valores astronômicos. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo de 2010, o montante chegaria a R$ 300 milhões (R$1,2 bilhões atualizados). Segundo a Revista ISTOÉ, em reportagem que trazia a primeira entrevista depois da prisão, Jorgina diz que foi usada como bode expiatório.
Neide Maria Maia Lopes, A Fera da Penha.
Via blogger.com

A Fera da Penha é a alcunha pela qual ficou conhecida Neide Maria Maia Lopes, presa pela acusação de seqüestro e assassinato de uma criança de 4 anos em junho de 1960. O caso chocou a sociedade brasileira da época, tendo sido amplamente divulgado pela mídia.

“Neide Maria Lopes teria conhecido Antônio Couto Araújo na estação Pedro II (atual Central do Brasil) em fins de 1959, tendo iniciado relacionamento amoroso por algum tempo. Posteriormente, Antonio lhe revela ser casado, e desiste de abandonar sua família para viver com ela. Para se vingar de Antonio, Neide se aproximou de sua esposa Nilza e da filha do casal Tânia, de apenas 4 anos. Após ganhar a confiança de Nilza, Neide decidiu seqüestrar Tânia.

No início da tarde de 30 de junho de 1960, Neide se dirigiu ao Instituto Joemar, escola onde Tânia estudava. Lá se passando por Nilza, conseguiu ludibriar funcionários e retirou Tânia do local, tendo perambulado com a criança durante o final da tarde e início da noite pelo bairro da Penha. 

Após chegar ao instituto por volta das 14h para levar a merenda de Tânia, Nilza descobriu que sua filha havia sido retirada por outra mulher, e, comunica o sequestro à polícia. Por volta das oito da noite, Neide leva Tânia para um galpão desativado do matadouro da Penha. Munida de um revólver calibre 32, Neide atira na criança à queima roupa. Tentando ocultar o cadáver, Neide incendeia o corpo de Tânia e sai do local pouco tempo depois.” (via Wikipédia)
O caso Dorinha Duval.
Via mlb-s1-p.mlstatic.com

Atriz da Rede Globo (atuou em “O Bem Amado”), casou-se com o ator e diretor Daniel Filho e foi abandonada por ele. Em seu segundo casamento, com o cineasta Paulo Sérgio Alcântara, viveu uma relação conturbada.

O crime aconteceu na madrugada do dia 5 de outubro de 1980, no Rio de Janeiro. 

Dorinha, na época com 51 anos, matou seu marido com três tiros. Ela usou um revólver que Paulo havia comprado após um assalto.

Ela alegava que os tiros teriam sido acidentais, logo após os disparos pediu ajuda a seu amigo José Francisco Scaglioni, que havia jantado em sua casa na noite do crime.

A própria Dorinha ainda levou o marido ao hospital e logo depois retirou-se do local para evitar a prisão em flagrante.

Paulo chegou a ser operado, mas morreu na mesa de cirurgia. Dorinha acabou condenada a seis anos de prisão em regime semi-aberto. (via ISTOÉ)
Suzane von Richthofen.
Via aquariuslife.com.br

Planejou o assassinato dos próprios pais juntamente com os irmãos Cravinhos (Daniel, seu namorado na época, e Christian Cravinhos). Manfred e Marísia von Richthofen foram espancados até a morte com barras de ferro.

Há divergências sobre a motivação: a herança de R$10 milhões deixada pelo casal Richthofen e/ou a proibição do namoro de Daniel e Suzane.

Indícios apontam que Suzane conduziu testes de ruídos na casa para decidir sobre o uso ou não de armas de fogo, traçou a estratégia, desligou os dispositivos de segurança da casa, permitiu a entrada dos irmãos Cravinhos, espalhou documentos e objetos pela casa e arrombou uma maleta de dinheiro do pai para simular um latrocínio.

Depois do assassinato, Suzane e Daniel deixaram Christian perto da casa dele e foram para um motel – primeiro disseram ter feito sexo naquela noite, depois negaram. Saindo do motel, eles buscaram Andreas, irmão de Suzane, que estava em um cibercafé.

Desde que chegou na casa dos Richthofen, a polícia desconfiou do comportamento de Daniel e Suzane e de detalhes da cena do crime. Depois de investigação, Christian foi confrontado a respeito de uma moto 0 km que comprou logo após o crime. Ele foi o primeiro a confessar.

Suzane foi condenada a 39 anos de prisão em regime fechado. Daniel teve a mesma pena e Christian pegou 38 anos de prisão. Os três seguem cumprindo suas penas. (via Blogspot e Folha Online).
Anna Carolina Jatobá.
Sidnei Rodrigues / Via atitudeimagem.com.br

Juntamente com o marido, Alexandre Nardoni, foi condenada pelo espancamento, asfixia e defenestração (quando jogam alguém pela janela) da filha dele, Isabella Nardoni, de 6 anos.

Anna e Alexandre nunca assumiram a culpa pelo crime, então os motivos foram sempre especulação. Os dois afirmam que chegaram na garagem do prédio, Anna ficou com os 2 filhos do casal lá e Alexandre subiu para o apartamento com Isabella. Ele deixou a menina no quarto dos irmãos e voltou para ajudar Anna a subir com as outras crianças, Na versão deles, nesse intervalo alguém teria invadido a casa e atirado Isabella pela janela.

Para a polícia 3 pontos deixavam a versão de Anna e Alexandre nebulosa: a ausência de arrombamento na casa, o fato de que não faltava nada entre os pertences do casal e, finalmente, nenhum indício de que alguém estranho tenha estado no prédio.

A perícia revelou que a causa da morte de Isabella foi parada cardiorrespiratória. Além disso, haviam vestígios de sangue no apartamento do casal, nos dormitórios, corredor, na maçaneta da porta de entrada da residência e no lençol da cama onde Alexandre disse tê-la colocado.

Anna Carolina Jatobá foi condenada a 26 anos e 8 meses de prisão em regime fechado. Alexandre teve uma pena maior – 31 anos, 1 mês e 10 dias. (via Blogspot eUOL).
Elize Matsunaga.
Via meionorte.com

Elize admitiu ter atirado na cabeça e esquartejado o marido, Marcos Kitano Matsunaga – executivo da Yoki. O crime ocorreu no apartamento do casal, enquanto a filha deles, de 1 ano, estava no local. De acordo com a perícia, quando ocorreu a decapitação de Marcos, ele ainda estava vivo.

Elize contratou um detetive para comprovar que o marido a estava traindo. Através de um vídeo apresentado pelo investigador particular, ela confirmou suas suspeitas. Na noite do crime, após chegar em casa e dispensar a babá, Elize confrontou o marido, exaltada. A discussão foi acalorada.

Marcos deu um tapa na esposa e disse que iria interná-la. Elize sacou uma arma e o atingiu na cabeça. Arrastou o corpo para o quarto de empregada, esquartejou, colocou em sacos plásticos, depois em malas.

No apartamento do casal foram encontradas 30 armas. Marcos era colecionador. A arma usada por Elize foi um presente de Marcos a ela.

Elize confessou e a polícia não tem dúvidas: todo o crime foi realizado por ela, sozinha. Como Elize tem curso de técnica em enfermagem, ela utilizou seus conhecimentos para esquartejar o marido, cortando nas articulações do corpo. (viaBlogspot e Veja).
Heloísa Borba Gonçalves, a Viúva Negra.
Via content-portal.istoe.com.br

A advogada Heloísa Borba Gonçalves, conhecida como “Viúva Negra”, é protagonista de uma história de mortes, estelionatos, poligamia e dinheiro. É acusada das mortes dos seus últimos 4 maridos. 

Após a morte de seus companheiros, Heloísa teria herdado pelo menos sete apartamentos em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro; três no Leblon (um deles na praia, de frente para o mar); duas casas no Jardim Botânico; três lojas e um apartamento na Barra da Tijuca (zona oeste). 

Estima-se que os bens herdados por ela cheguem ao valor de R$ 20 milhões.
Hoje também é procurada pela Interpol, (via IG e ISTOÉ).
Maria Bonita.
Via jornalggn.com.br

“Um ano depois de conhecer Maria, Lampião chamou a mulher para integrar o bando. Nesse momento, Maria Bonita entrou para a história. Ela foi a primeira mulher a fazer parte de um grupo do Cangaço. Depois dela, outras mulheres passaram a integrar os bandos.

Maria Bonita conviveu durante oito anos com Lampião. Teve uma filha, Expedita, e três abortos. 

Como seguidora do bando, Maria foi ferida apenas uma vez. No dia 28 de julho de 1938, durante um ataque ao bando um dos casais mais famosos do país foi brutalmente assassinado. 

Segundo depoimento dos médicos que fizeram a autópsia do casal, Maria Bonita foi degolada viva.” (via IFBA).

AUTOR: BUZZFEED

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