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MUNDO REAL 21 - ÚLTIMAS NOTÍCIAS

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

ÁGUA DA TERRA PODE TER VINDO DE ASTEROIDES AO INVÉS DE COMETAS

É mais provável que a água tenha chegado à Terra através dos asteroides que se chocaram com o planeta há 3,9 bilhões de anos no lugar de cometas, como se supunha, informaram nesta quarta-feira pesquisadores europeus.

Os cientistas chegaram a esta conclusão depois de analisar dados da sonda Rosetta, que orbita em torno do cometa Churyumov-Gerasimenko, onde pousou no mês passado o robô Philae, da Agência Espacial Europeia.

"Concluímos que é mais provável que a água do planeta tenha chegado com os asteroides ao invés de cometas", explicou em uma conferência de imprensa Kathrin Altwegg, da Universidade de Berna, na Suíça, a principal autora do estudo publicado nesta quarta-feira na revista americana Science.

Com ajuda de um espectrômetro, os pesquisadores determinaram que a estrutura atômica das moléculas de água do cometa é muito diferente da estrutura da água que há na Terra.

Os cientistas mediram a proporção entre o deutério, um isótopo de hidrogênio, e o hidrogênio, que forma a água quando entra em contato com o oxigênio.

"Esta proporção de deutério com relação ao hidrogênio (nas moléculas de água do cometa Churyumov) é provavelmente a mais elevada de todos os corpos do Sistema Solar" e representa um número três vezes maior do que o da Terra, destacou a professora Altwegg.

Em contrapartida, a água encontrada em asteroides tem uma proporção de deutério/hidrogênio muito mais parecida à da água terrestre.

Os cometas são ricos em água, o que não é o caso dos asteroides. Alguns, inclusive, são totalmente desprovidos dela.

No entanto, segundo explicou à AFP Francis Rocard, encarregado pelo programa Rosetta do centro de estudos espaciais americanos, até agora foram contados mais asteroides (650 mil) que cometas (4 mil).

"A meu ver, este resultado de Rosetta não muda as coisas, mas as tornam um pouco mais complexas do que se pensava ao reforçar a hipótese dos asteroides" como fonte de água terrestre.



AUTOR: AFP

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

SONDA DA NASA QUE HIBERNAVA ACORDA PARA COMEÇAR MISSÃO RUMO A PLUTÃO

Concepção artística da espaçonave New Horizons, atualmente em rota rumo a Plutão, é mostrada nesta imagem divulgada pela Nasa (Foto: Reuters/Science@NASA)

Depois de nove anos e uma jornada de 4,8 bilhões de km, a sonda robótica New Horizons, da Nasa, foi acordada da hibernação para dar início à sua missão sem precedentes: o estudo do planeta anão Plutão e seu lar, o Cinturão de Kuiper.

O "despertador" estava preparado para tocar neste sábado (6) e, 90 minutos depois, o veículo já começou a transmitir informações para a Terra sobre suas condições, incluindo o dado de que estava de volta ao modo "ativo".

A observação científica de Plutão, suas muitas luas e outros corpos no quintal congelado do Sistema Solar começam em 15 de janeiro, segundo o gerente do programa.

Plutão fica no Cinturão de Kuiper, uma região de miniplanetas congelados orbitando o Sol além de Netuno. É a última região inexplorada do Sistema Solar.
Concepção artística da espaçonave New Horizons (Foto:Reuters/Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute)

"É difícil subestimar a evolução que está acontecendo em nossa visão da arquitetura e do conteúdo de nosso Sistema Solar como resultado da descoberta do Cinturão de Kuiper", disse o cientista Alan Stern, líder da pesquisa. A sonda deve fazer sua maior aproximação de Plutão em 14 de julho.

Desde sua descoberta, em 1930, Pluão em sido um mistério, parcialmente por causa de seu tamanho relativamente pequeno. Cientistas lutaram para explicar por que um planeta com um raio de 1.190 km poderia existir além dos planetas gigantes de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Em 1992, astrônomos descobriram que Plutão, que fica 40 vezes mais longe do Sol do que a Terra, não estava sozinho em seu tamanho diminuto, o que levou a União Astronômica Internacional a reconsiderar sua definição de "planeta".

Em 2006, com a sonda New Horizons já a caminho, o título de "nono planeta do Sistema Solar" foi tirado de Plutão, que se tornou um planeta anão, categoria que tem mais de mil exemplares no Cinturão de Kuiper.

Com a aproximação do New Horizons, cientistas estão ansiosos pela primeira espiada no domínio inexplorado.

AUTOR: G1/SP

sábado, 6 de dezembro de 2014

SEITAS MAIS ESTRANHAS DA HISTÓRIA: AUM SHINRYKIO - PARTE 3

Dando continuidade à série “Seitas mais estranhas da história”, hoje falo sobre a Aum Shinrikyo, uma organização terrorista que não possui muitas informações a cerca dela, mas que foi responsável por um dos maiores ataques públicos de todos os tempos.

A Aum Shinrikyo foi criada por Shoko Asahara, um revolucionário radical que pregava o fim do mundo por meio de um Armagedom nuclear, onde somente os membros da seita se salvariam dessa catástrofe terrível.
Criada em 1984, a Aum Shinrikyo é bastante famosa por um acontecimento extremamente negativo. Em 1995, a seita ou grupo terrorista, lançou gás sarin no metrô de Tóquio. A confusão e desespero foram de grande proporção.

O resultado desse atentado foi a morte de 12 pessoas e as lesões causadas a mais de 5 mil pessoas. De todas essas vítimas, mais de mil pessoas ficaram com sequelas, tais como cegueira e sérios problemas em sua locomoção.

Não existe um conceito definido sobre a Aum Shinrikyo, no entanto acredita-se que se trata de uma seita criada por meio da mistura de diversos aspectos destrutivos das mais diferentes religiões.
Em algum momento de maior idolatria, diversos membros da seita passaram a acreditar que poderiam desenvolver super-poderes, outros iam mais além e achavam poder lutar contra o materialismo japonês.

Shoko Asahara foi condenado à morte em 2006, atualmente está aguardando sua execução. Meses antes do atentado no metrô de Tóquio, o criador da Aum Shinrikyo disse a seguinte frase: “Vamos provocar um desastre que vai fazer o terremoto de Kobe parecer tão suave quanto uma mosca pousando”.

AUTOR: MINILUA

ESQUELETO DE 'NOÉ' É DESCOBERTO NO PORÃO DE MUSEU

Esqueleto de “Noé” é descoberto no porão de museu, Cientistas do Museu Penn (Museu de Arqueologia da Universidade da Filadélfia, nos EUA) redescobriram recentemente um esqueleto humano de 6.500 anos de idade, que ficou perdido em uma caixa no porão por 85 anos.

A caixa de madeira não tinha número de identificação ou cartão de catálogo. No entanto, um esforço recente para digitalizar alguns dos antigos registros do museu apontou novas informações sobre a história da caixa misteriosa e do esqueleto, apelidado de “Noé”.

O trajeto

O esqueleto humano dentro da caixa foi originalmente descoberto entre 1929 e 1930, em Ur, no atual Iraque, por Leonard Woolley e sua equipe de arqueólogos do Museu Penn e do British Museum (Museu Britânico, em Londres).

A escavação de Woolley revelou o famoso “cemitério real” mesopotâmico, com centenas de sepulturas e alguns artefatos culturais. A equipe também encontrou túmulos que precediam o cemitério de Ur por aproximadamente 2.000 anos.
Em uma planície de inundação, cerca de 15 metros abaixo da superfície, os arqueólogos descobriram 48 túmulos que datavam do período de Ubaid, cerca de 5.500 a 4.000 aC.

Embora vestígios deste período sejam extremamente raros, mesmo em 1929, Woolley decidiu recuperar apenas um esqueleto do local, que foi encaixado, enviado para Londres e mais tarde para a Filadélfia.
Várias listas feitas pelos pesquisadores enumeraram os artefatos da escavação de 1929-1930 e para onde eles estavam indo – enquanto metade permaneceu no Iraque, os demais foram divididos entre Londres e Filadélfia. Uma das listas afirmava que o Museu Penn receberia dois esqueletos.

Quando William Hafford, o gerente do projeto responsável pela digitalização dos registros do museu, viu a lista, ficou intrigado. Um daqueles dois esqueletos não podia ser encontrado.

Pesquisas no banco de dados do museu revelaram que ele tinha sido registrado como “não contabilizado” desde 1990.

Para chegar ao fundo desse mistério, Hafford começou a explorar os extensos registros deixados pelo próprio Woolley.

Depois de localizar informações adicionais, incluindo imagens do esqueleto, Hafford foi conversar com Janet Monge, curadora de antropologia física do Museu Penn. 

Monge se lembrou da misteriosa caixa no porão.
Quando eles abriram a caixa mais tarde naquele dia, a curadora disse que ficou claro que o ser humano no interior era o mesmo listado por Woolley.

“Noé”

O esqueleto provavelmente pertencia a um homem com 50 anos ou mais de idade, e com altura entre 1,73 a 1,78 metros.

Pesquisadores do Museu Penn o apelidaram de “Noé” porque acredita-se que esse homem viveu depois do período que dados arqueológicos sugerem ter havido uma inundação maciça no local original em que foi descoberto, Ur.

Novas técnicas científicas que ainda não estavam disponíveis na época de Woolley podem agora ajudar os cientistas do Museu Penn a determinar muito mais coisas sobre Noé e o período da história em que viveu, incluindo sua dieta, origens ancestrais, traumas, estresse e doenças.

AUTOR: [LiveScience 1 e 2]

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

RELEMBRE 9 CASOS DE ASSASSINOS QUE CHOCARAM O PAÍS COM SEUS CRIMES

Sete semanas após a prisão do vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, de 26 anos, que sustenta ter cometido 29 homicídios em Goiânia, a polícia deteve o ajudante geral Jhonatan Lopes de Santana, que diz ter decapitado cinco pessoas e matado outra em Mogi das Cruzes (SP). O caso pode entrar para a lista de criminosos que aterrorrizaram cidades pelo país com assassinatos em sequência e toques de crueldade. Nela já estão nomes conhecidos como Chico Picadinho, que matava e esquartejava suas vítimas, e Francisco das Chagas, acusado de matar 42 meninos no Pará e no Maranhão.

Em sua obra, a criminóloga e escritora Illana Casoy explica que há basicamente três definições para esse tipo de criminoso:

Serial killer: são os mais famosos. Fazem várias vítimas com o mesmo perfil, seguindo um metódo específico para matar. Um exemplo é o maníaco de Contagem (MG), que estuprava e matava por estrangulamento mulheres magras, morenas, de cabelos longos e lisos.

Matador impulsivo (spree killer): mata de maneira aleatória, é movido pela necessidade de matar, e não pela fantasia que nutre pela vítima. Pode parar de matar tão rápido quanto começou. Um exemplo é Genildo França, que em 1997 matou 14 pessoas numa pequena cidade do Rio Grande do Norte.

Matador em massa: faz várias vítimas em um único local, num único evento. Sua explosão de violência é dirigida para um grupo que acredita tê-lo rejeitado e oprimido. Um caso é o Wellington Menezes de Oliveira, o atirador de Realengo.

Relembre abaixo casos de criminosos que chocaram o país:

Tiago Henrique (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Tiago Henrique Gomes da Rocha (serial killer de Goiânia): O vigilante de 26 anos foi preso no dia 14 de outubro após meses de investigação da polícia sobre uma série de mortes na capital goiana. Apesar de ser chamado de "serial killer", ele não seguia um método específico e nem todas as vítimas tinham uma característica comum. Entre os crimes ligados a ele estão assassinatos de mulheres por um motociclista e mortes de homossexuais e moradores de rua. O Ministério Público de Goiás fez a primeira denúncia criminal contra ele no dia 26 de novembro.

Francisco das Chagas (Flora Dolores/O Estado)

Francisco das Chagas Brito (Caso dos Meninos Emasculados):
Apontado pelas autoridades como o maior serial killer brasileiro, o mecânico maranhense é acusado de matar e mutilar 42 meninos – 30 no Maranhão e 12 no Pará – entre os anos de 1989 e 2003. Brito atraía as vítimas com convites para ir pegar frutas ou caçar bichos no mato. Os crimes ficaram conhecidos como “Caso dos Meninos Emasculados” porque Brito arrancava os órgãos genitais dos garotos, que tinham o mesmo perfil: de quatro a 15 anos e de famílias pobres.

Em alguns casos, ele teria estuprado as vítimas. Também decepava outras partes do corpo, como dedos, e levava como recordação. Brito está preso desde 2003 e foi julgado pela primeira vez em 2006. Em fevereiro deste ano, ele foi a júri pela 11º vez e condenado. Somadas, as penas das onze condenações dão 385 anos de prisão.

Francisco de Assis Pereira (Maníaco do Parque): 

Condenado a quase 150 anos de prisão por matar dez mulheres e pelo estupro e roubo de outras nove, Francisco de Assis Pereira, conhecido como Maníaco do Parque, é o serial killer brasileiro que mais recebeu cartas na prisão. Ele se casou na cadeia com uma das mulheres com quem se correspondia. Atacava suas vítimas no Parque do Estado, na Zona Sul da capital paulista, para onde atraía as mulheres com a promessa de uma sessão de fotografias que as tornaria modelos. Em seis meses, a polícia encontrou oito corpos no parque. Ele estuprava e asfixiava as vítimas.

Pereira confessou seus crimes em 1998 e disse ter matado pelo menos 11 mulheres, mas foi julgado pelo assassinato de dez. Foi condenado pelos crimes de estupro, estelionato, atentado violento ao pudor e homicídio.

'Maníaco da Lanterna' atacava casais no MT (Foto: Arquivo/TVCA)

Cláudio de Souza (Maníaco da Lanterna):
Segundo a polícia, Souza cometeu uma série de ataques a casais de namorados entre os anos de 2001 e 2005 na região norte de Mato Grosso. Ele é acusado de ter matado ao menos nove pessoas. Souza era andarilho e sempre estava armado. Ele se escondia no mato e usava uma lanterna para iluminar a escuridão e abordar os casais.

As vítimas eram atacadas em locais ermos e escuros da cidade, onde iam namorar, e pelo menos cinco mulheres sofreram violência sexual antes de serem mortas. Souza foi preso em flagrante no início de abril de 2008, na periferia de Alta Floresta, onde matou um casal. Ele foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime em maio deste ano. Em 2011, Souza já havia sido condenado à mesma pena pela morte de uma mulher e por tentativa de homicídio contra o namorado dela em Sinop, a 503 km de Cuiabá, onde está preso atualmente.

Leandro Basílio Rodrigues (Maníaco de Guarulhos):
Preso em 2008, aos 19 anos, chegou a confessar ter estuprado e matado 50 mulheres – crimes que não foram todos comprovados. Foi acusado pela morte de Gisele Cabral de Souza, sua última vítima, e outras quatro mulheres. Segundo o Ministério Público, ele poderia ter feito nove vítimas no total: cinco em Guarulhos, duas no Rio e, quando ainda era menor de 18 anos, outras duas em Belo Horizonte. Rodrigues responde por mais 13 crimes, como tráfico, roubo e estupro. "O agente é um assassino em série e nutre pelas mulheres um sentimento de vingança", afirmou a promotoria em denúncia. Segundo a polícia, Rodrigues procurava vítimas que fossem usuárias de crack, como ele, e oferecia drogas para atraí-las. Em 2012, foi condenado a 18 anos pela morte de Gisele.

Maníaco de Contagem no dia de um de seus julgamentos. (Foto: Flávia Cristini)

Marcos Trigueiro (Maníaco de Contagem):
Todas suas vítimas eram mulheres magras, morenas, de cabelos longos e lisos. Foram abordadas no carro e depois estupradas e mortas por estrangulamento. Trigueiro foi preso em fevereiro de 2010, depois que exames de DNA confirmaram a autoria dos crimes. Em um dos casos, a vítima estava com o filho de um ano e meio, que foi deixado em cima do cadáver da mãe e encontrado com vida.Trigueiro já foi condenado a 98 anos de prisão por três crimes.

Wellington atirou nos alunos da escola onde havia estudado, em Realengo (Foto: Divulgação/Seseg)

Wellington Menezes de Oliveira (Atirador de Realengo):
Wellington Menezes de Oliveira tinha 23 anos quando entrou armado na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo (RJ), e atirou contra os alunos. No episódio, conhecido como tragédia de Realengo, 12 crianças foram mortas (10 meninas e 2 menino) e 13 ficaram feridas (10 meninas e 3 meninos) – todas com idades entre 12 e 14 anos. O atirador era ex-aluno da escola e levava dois revólveres calibre 38 e equipamento para recarregar rapidamente a arma.

O sargento da PM Márcio Alves fazia uma blitz perto da escola e foi chamado por um aluno ferido. O atirador foi baleado, caiu da escada e se suicidou. Com base em vídeos gravados por Wellington antes do ataque, o psiquiatra forense Talvane de Moraes concluiu que o atirador sofria de esquizofrenia paranoide. Segundo Talvane, ele era movido por “um sentimento doentio de que ele é uma pessoa muito pura, muito boa, que vai para uma missão importante e que os outros são os covardes”.

Genildo Ferreira de França
O ex-soldado do Exército Genildo Ferreira de França, conhecido como Neguinho de Zé Ferreira, matou 14 pessoas em um dia de fúria no ano de 1997, no Rio Grande do Norte. Ele saiu às ruas de São Gonçalo do Amarante em busca das pessoas que haviam disseminado na pequena cidade a informação de que ele seria homossexual. Sua lista de desafetos tinha 20 nomes. Ele matou 14 e morreu em seguida. Sua esposa foi a primeira vítima, por ter vindo dela o boato sobre sua sexualidade.

França fez duas reféns, uma delas sua filha de cinco anos. Ele foi encurralado pela polícia, liberou as reféns e morreu. Ele chegou a ser baleado pela polícia, mas não se sabe se teria cometido suicídio antes de ser atingido.

Chico Picadinho quando foi preso, há mais de 30 anos. (Foto: Reprodução/TV Globo)

Francisco Costa Rocha (Chico Picadinho):
Em 3 de agosto de 1966, o vendedor de livros e consórcio Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho, matou a bailarina austríaca Margarethe Suida. Ela foi encontrada estrangulada com um cinto de couro preto na banheira de um apartamento da Rua Aurora, região central de São Paulo. O corpo foi mutilado com tesoura, faca e lâmina de barbear. Quando questionado sobre a motivação do crime, Chico disse que a bailarina lembrava a mãe dele. Por esta morte, Chico foi condenado, em 1968, a 17 anos de prisão. Chegou a se casar no presídio, mas se separou antes do nascimento da filha. Após cumprir oito anos de pena, foi posto em liberdade.

Passados dois anos solto, ele voltou a matar. Em 16 de outubro de 1976, estrangulou e esquartejou com serrote, faca e um canivete a prostituta Angela de Souza da Silva. Foi preso 28 dias depois, na Baixada Fluminense (RJ). Chico está até hoje preso no Hospital de Custódia e Tratamento de Taubaté, em São Paulo. Deveria ter sido colocado em liberdade em 1998, quando cumpriu 30 anos de prisão, mas, com base em laudos médicos e psiquiátricos, o Ministério Público de São Paulo interditou Chico Picadinho na Justiça Civil. Em 2014 ele completou 46 anos em reclusão.

AUTOR: G1/SP

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

MISTERIOSO LIVRO DE FEITIÇOS DE 1,3 MIL ANOS É DECIFRADO

Misterioso livro de feitiços de 1,3 mil anos é decifrado, Um antigo livro de feitiços, ou “Manual de Rituais de Poder”, como chamam os pesquisadores Malcolm Choat e Iain Gardner, professores da Universidade Macquarie e Universidade de Sydney, respectivamente, acaba de ter sua tradução publicada.

O livro contém 20 páginas em folhas de pergaminho, o que os pesquisadores chamam de Codex, e foi escrito em Copta, uma das linguagens do Antigo Egito. Ele foi provavelmente escrito no século 7 ou 8, por alguém da seita dos Setianistas, que adoravam Seth, o terceiro filho de Adão e Eva. Há até uma invocação “Seth, Seth, o Cristo vivo”.

Os Setianistas foram considerados heréticos e estavam em franco declínio no século 7. O Codex, com sua mistura de invocações cristãs e setianas, pode ser um documento transicional, escrito antes que todas as invocações setianas foram expurgadas de textos mágicos.

E o que tem no livro de feitiços? O trivial. Ele começa com uma longa série de invocações que acaba culminando em alguns desenhos e palavras de poder. Segue-se uma série de prescrições ou feitiços para curar possessões e vários problemas, e também para trazer sucesso no amor e nos negócios.

Como uma fórmula mágica que usa duas unhas para subjugar alguém, você pronuncia algumas fórmulas e então esconde as unhas na porta da casa da pessoa, uma no lado direito e outra no lado esquerdo.

Há alguns mistérios, como a invocação a um tal de “Baktiotha”, que ninguém sabe quem era, mas que é chamado de “O Grande”, de “bastante confiável”, o “senhor dos quarenta e nove tipos de serpentes”.

E quem usava este Codex? Pelo linguajar, ele aparentemente era destinado a usuários masculinos, não necessariamente um sacerdote ou monge. Não que isto fosse impedir uma mulher de usar aquelas invocações.

Apesar do Codex ter sido decifrado, ainda existem vários mistérios ligados a ele, a começar pela própria origem. A Universidade Macquarie adquiriu ele em 1981 de Michael Fackelmann, um antiquário de Viena, mas ninguém sabe de onde Fackelmann o obteve. O estilo da escrita sugere que ele veio do Alto Egito, da cidade de Ashmunein/Hermopolis ou arredores.

Atualmente o Codex encontra-se no Museu das Culturas Antigas na Universidade Macquarie, em Sydney. Mas você pode comprar o livro de Choat e Gardner por €65,00 (cerca de R$209,00), mais impostos, com imagens das páginas originais, um pouco de história e a tradução.

AUTOR: [LiveScience]

CONHEÇA ALGUNS DOS ASSASSINOS MAIS JOVENS DO MUNDO

Os assassinos mais jovens do mundo, Crianças podem ser cruéis, porém a maldade normalmente se resume a pregar peças ou implicar com coleguinhas da escola. 

Quando essa malícia evolui para crimes brutais, qualquer pessoa em sã consciência fica chocada não apenas pelo crime em si, mas por não entender como alguém tão jovem e supostamente ingênuo conseguiu cometer um ato tão extremo.
1 – Jesse Pomeroy – 1874
Pomeroy já dava sinais de sua violência e crueldade desde muito cedo. Em 1871, o menino foi acusado de espancar e torturar várias crianças com idades que variavam entre 7 e 12 anos. Ele despia as jovens vítimas, as amarrava, amordaçava, golpeava repetidamente, chicoteava e fazia cortes no rosto dos pequenos com uma faca.

Em 1872, aos 12 anos, Pomeroy foi pego pela polícia e sentenciado a seis anos em um reformatório em Massachusetts. Porém, devido à sua grande inteligência e ao bom comportamento, ele foi liberado depois de cumprir apenas um ano e cinco meses da pena inicial.

Muitos acreditavam que o reformatório havia feito alguma diferença no comportamento de Jesse Pomeroy, mas a realidade foi bem diferente. Pouco tempo depois da sua passagem pela instituição, com apenas 14 anos, ele torturou e assassinou brutalmente uma garota de 10 anos e um menino de apenas 4. Quando questionado sobre o motivo para tanta violência, ele simplesmente respondeu: “Eu não consegui evitar”.

Em 1874, Jesse Pomeroy foi a julgamento pelos assassinatos e acabou condenado à morte, mas o governador na época não quis assinar a sentença devido à idade do garoto. Entretanto, o jovem assassino não conseguiu evitar passar o resto da sua vida na cadeia. Ele finalmente morreu em 29 de setembro de 1932, aos 72 anos, devido às complicações de saúde por conta da idade avançada.

2 – Mary Bell – 1968
Em 1968, Mary Bell tinha apenas 10 anos, mas isso não a impediu de estrangular Martin Brown, de quatro anos, e deixar o corpo em uma casa abandonada. Como as mãos de Mary eram muito pequenas, a perícia não encontrou marcas que normalmente são associadas com estrangulamento, e a morte do pequeno foi considerada acidental.

Provavelmente a menina teria escapado impune se alguns meses depois ela não tivesse assassinado Brian Howe, de três anos. Com Brian, a garota foi especialmente cruel. Mary levou o garoto até uma fábrica e, após estrangular conforme tinha feito anteriormente, ela mutilou o corpo com uma tesoura quebrada, chegando até a desenhar um “M” na barriga da criança.

Quando finalmente foi pega pelo assassinato de Brian Howe, Mary Bell acabou confessando também o assassinato de Martin Brown. Ela passou um tempo na cadeia pelos dois crimes, mas foi solta em 1980. Desde então não há nenhum outro registro de crime que ela tenha cometido.

3 – Dedrick Owens – 2000
Com apenas seis anos, Dedrick Owens foi a pessoa mais jovem a atirar em alguém dentro de uma escola. O garoto pegou escondido a arma de um tio, levou-a para a sala de aula e, na frente da professora e de 22 outros alunos, atirou em uma colega de classe, Kayla Rolland, de 6 anos.

Logo após o fato, Owens parecia entender que fez algo errado, mas não a gravidade do que havia acabado de acontecer. Ele jogou fora a arma e tentou se esconder em um banheiro da escola, mas foi logo tirado de lá por um professor e levado para a sala do diretor, onde aguardou pela polícia.

Por Dedrick Owens ter menos de sete anos, a corte americana entendeu que ele não tinha idade suficiente para ter a intenção de cometer um crime, e o garoto nunca foi punido. Entretanto, o tio de Owens, dono da arma, foi julgado e condenado por homicídio culposo, no qual não há intenção de matar, por deixar uma arma em um lugar de fácil acesso.

4 – Christopher Pittman – 2001
Christopher Pittman sempre foi uma criança problemática. Aos 12 anos ele já havia se envolvido em brigas, fugido de casa, ameaçado suicídio e estava tomando antidepressivos receitados por um médico. O pai do menino então achou que poderia ser uma coisa boa manda-lo para morar com os avós paternos, mas certamente não imaginou que isso desencadearia eventos tão desastrosos.

Os avós sempre foram um ponto de equilíbrio na vida de Christopher, e ele os visitava com frequência, então morar com eles parecia uma boa ideia. Porém, em novembro de 2001, após ter ficado de castigo por se envolver em mais brigas, Pittman pegou uma escopeta que estava guardada na casa e atirou em seus dois avós paternos enquanto eles dormiam.

Após o crime, Christopher, que tinha apenas doze anos na época, ateou fogo na casa, pegou o cachorro, as armas, 33 dólares e fugiu no carro dos avós. Quando foi encontrado, tentou alegar que havia sido sequestrado e, quando a história não colou, disse que os parentes receberam o que mereciam.

A defesa tentou alegar que Pittman estaria sofrendo com os efeitos colaterais por conta de uma overdose de antidepressivos, que incluiriam comportamento agressivo, alucinações, reações paranoicas, amnésia e depressão profunda. O júri não aceitou o argumento e condenou o garoto a 30 anos de prisão.

5 – Michael Hernandez – 2004
Michael Hernandez era considerado um aluno exemplar, mas no seu aniversário de 14 anos decidiu fazer uma comemoração bem diferente. Em seu diário, o garoto listou detalhadamente o material que precisaria e como iria executar o plano de matar dois de seus amigos e a sua própria irmã.

O esquema começou a se desenrolar logo cedo, quando Hernandez chamou dois amigos para o banheiro da escola com a desculpa de mostrar algo. Apenas um deles aceitou, Jaime Rodrigo Gough, também de 14 anos.

Chegando lá, Hernandez esfaqueou Gough, escondeu o corpo em uma das cabines e tentou apagar as evidências, mas foi flagrado por um colega de classe que correu para alertar os seguranças da escola.

Por ter planejado tão meticulosamente o assassinato, Michael Hernandez foi condenado a prisão perpétua sem direito a condicional pelo assassinato de Jaime Gough e um adicional de 30 anos por tentativa de assassinato do outro amigo.

6 – Garota A (Nevada Tan) – 2004
Uma colegial japonesa que mata uma colega de classe com um estilete pode parecer a descrição da cena de algum filme de terror oriental, mas foi algo muito real que aconteceu em junho de 2004 na cidade de Sasebo, localizada na província de Nagasaki, no Japão. Apelidada apenas de Garota A, a menina tinha apenas 11 anos quando cometeu o crime.

Durante o intervalo do lanche, a Garota A e uma colega, Satomi Mitarai, de 12 anos, desapareceram. Quando retornou para a sala de aula, a jovem A estava com as roupas cobertas de sangue.

A professora acionou a polícia, e, após uma busca pela escola, o corpo da outra garota desaparecida foi encontrado. Satomi teve a garganta e os braços cortados com um estilete e morreu antes que pudesse receber ajuda.
Localização da cidade de Sasebo

Quando questionada, a Garota A admitiu o crime, dizendo que tinha feito “algo muito errado” e pediu desculpas. Ao ser pressionada sobre os motivos, a jovem admitiu que o motivo da briga que levou ao assassinato foi que a vítima estava fazendo cyber bullying, implicando principalmente com a aparência dela.

Ironicamente, justamente a aparência inocente e a tenra idade da Garota A chamaram atenção de fóruns de internet como o 2Channel e o 4Chan. Por causa de uma foto divulgada por uma rede de TV japonesa em que ela usava um moletom escrito “NEVADA”, ela foi apelidada de Nevada Tan e virou um meme, ganhando uma legião de fãs que fizeram diversos desenhos e até mesmo cosplay da jovem assassina.

7 – Amarjeet Sada – 2007
É difícil dizer o que é mais assustador no caso do menino indiano Amarjeet Sada. Ele tinha apenas 8 anos, suas 3 vítimas eram bebês de poucos meses de idade e a família tentou abafar pelo menos 2 das mortes, a da irmã e a de uma prima do garoto.

O caso só veio à tona após o desaparecimento do bebê de uma vizinha. A mãe teria deixado a filha de seis meses dormindo em uma escola da vila, e, quando foi verificar, a criança havia desaparecido. Mais tarde, Sada confessou o crime, descreveu como assassinou o bebê e mostrou onde estaria o corpo.

O garoto foi detido, mas as leis indianas não permitem que uma criança seja condenada a morte ou que vá para um presídio comum, então ele ficará em um lar para crianças até completar 18 anos.

8 – Jamarion Lawhorn – 2014
Fruto de um lar destruído, sofrendo constantes abusos por parte da mãe e do padrasto e vivendo em condições precárias, Jamarion Lawhorn tentou pedir ajuda e relatar as agressões que sofria em 2013, porém de nada adiantou.

Em agosto de 2014, ele atacou aleatoriamente uma criança em um parque, golpeando-a quatro vezes nas costas com uma faca de cozinha. A vítima, Michael Verherke, tinha apenas nove anos e nunca tinha se encontrado com Lawhorn antes. Verherke morreu no hospital algumas horas depois.

Após o incidente, o próprio Jamarion Lawhorn ligou para a polícia e relatou o que havia acontecido. Segundo uma testemunha, ele disse ao telefone: “Eu acabei de esfaquear uma pessoa, por favor, venham me buscar e me matem.”

AUTOR (ES): ViralNovaCrimeLibraryMurderpedia

OBRAS DO METRÔ REVELAM MAIOR DEPÓSITO HÍDRICO DO IMPÉRIO ROMANO

Foto divulgada por equipe de arqueologia mostra depósito de água do Império Romano descoberto durante obras de linha do metrô de Roma (Foto: Cooperativa Archeologia/AP)

Um depósito hídrico capaz de armazenar mais de quatro milhões de litros de água, "o maior descoberto até agora" da época do Império Romano, foi encontrado nos trabalhos de escavação para a terceira linha de metrô de Roma, informaram os responsáveis nesta quarta-feira (3).

O depósito foi descoberto no bairro de San Giovanni, no "interior de uma empresa agrícola de Roma Imperial", segundo confirmou a responsável científica pelas escavações arqueológicas na zona, Rossella Rea.

Para Rea, trata-se de um depósito "tão grande que excede o perímetro do lugar", por isso não foi possível "descobri-lo totalmente".

As arqueólogas Francesca Montella e Simona Morretta explicaram que o depósito "podia conservar mais de quatro milhões de litros de água".

"O depósito mede cerca de 35x70 metros e parece provável que sua função principal foi servir como reserva para a água destinada aos cultivos, mas também ser um espaço para fazer frente às inundações do rio próximo", explicaram as arqueólogas.

"As obras da nova estação de metrô permitiram ampliar o campo das investigações arqueológicas, algo que de outra maneira não teria sido possível. É a oportunidade de conhecer a história do território e do ser humano presente nesta zona desde finais do século VII a. C.", disse Rea.

Além disso, a responsável científica pelas escavações arqueológicas afirmou que "as informações históricas que Roma tinha até agora sobre o bairro de San Giovanni eram poucas".

Já no restante da capital foram descobertas "estruturas republicanas e imperiais existentes até finais do século III" que se ocultavam sob terra e que saíram à luz graças a obras e escavações recentes.

AUTOR: EFE

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

ARQUEÓLOGOS BRITÂNICOS MAPEIAM CIDADE MEDIEVAL SEM FAZER ESCAVAÇÃO

Usando modernas técnicas de varredura, especialistas britânicos conseguiram produzir um mapa detalhado de uma cidade medieval sem precisar escavar o local. (Foto: BBC)

Usando modernas técnicas de varredura, especialistas britânicos conseguiram produzir um mapa detalhado de uma cidade medieval sem precisar escavar o local.

As técnicas revelaram uma rede de edifícios que se ergueram em um local do século 11 conhecido como Old Sarum, no condado de Wiltshire, na Inglaterra.

Old Sarum foi originalmente uma fortaleza da Idade do Ferro, criada por volta de 400 AC e ocupada pelos romanos após a conquista da Grã-Bretanha em 43 DC.

O sítio arqueológico é o ponto original da cidade de Salisbury, que fica a pouco mais de 3,5 km de distância. Ao longo dos séculos, romanos, normandos e saxões deixaram suas marcas no local.

A pesquisa da Universidade de Southampton revelou uma série de grandes estruturas, possivelmente de defesa, com grandes áreas ao ar livre, possivelmente para reunir pessoas ou estocar recursos.
Vista do local atualmente (Foto: BBC)

A pesquisa se concentra nas muralhas do interior e exterior do que teria sido o forte.

"Os arqueólogos e historiadores sabiam há séculos que havia uma cidade medieval em Old Sarum, mas até agora não havia nenhum mapa adequado do sítio", disse o diretor do setor de serviços de prospecção arqueológica da universidade, Kristian Strutt.

"Nossa pesquisa mostra onde estão localizadas as construções individuais. A partir disso podemos ter uma imagem detalhada do plano urbano dentro dos muros da cidade."

As técnicas modernas utilizadas para o levantamento do terreno incluíram magnetometria, resistência de terra, radar de penetração no solo e tomografia de resistividade elétrica, que utiliza eletrodos para sondar o subsolo.

AUTOR: BBC

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

DESMENTINDO MITOS FAMOSOS

Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”, já dizia Goebbels, famoso Ministro da Propaganda de Hitler, um gênio do mal que conseguiu enganar todo o povo de um país usando as mais variadas artimanhas. E sua frase emblemática tem um grande fundo de verdade, pois muitas coisas que nós ouvimos as pessoas falando por aí acabam virando verdades, mas não são:
SONÂMBULOS
O sonambulismo é uma das mais estranhas desordens que afetam os seres humanos. Quem sofre com esse problema pode causar vários danos a si ou mesmo a outras pessoas. Existem alguns sonâmbulos que apenas sentam na cama ou caminham dentro do quarto, porém outros fazem as mais variadas tarefas, como limpar a casa, dirigir e mesmo matar. Nos EUA não são incomuns casos onde os matadores afirmam terem feito tudo enquanto dormiam, mas isso normalmente não é aceito pela justiça.

E ao contrário do que se fala por aí, acordar um sonâmbulo não traz nenhum malefício. No primeiro momento, a pessoa pode ficar confusa, porém não passa disso. Na verdade, é bom que ela seja cordada, pois pode se machucar ou fazer algo que machuque alguém.
PARA QUE LADO A ÁGUA GIRA?
Quando enchemos a pia com água, depois abrimos o buraco, a água começa a descer, girando para um dos lados em forma de redemoinho. Muitos acreditam que o lado para o qual a água gira tem a ver com o hemisfério em que a pessoa se encontra. A explicação para isso seria o movimento de rotação da Terra.

A força envolvida nisso seria a Força inercial de Coriolis, que pode ser observada em grandes tempestades. Por exemplo, quando vemos um furacão se formando no hemisfério norte, ele sempre gira no sentido anti-horário. Quando uma tempestade atinge o hemisfério sul, a rotação ocorre no sentido dos ponteiros do relógio.

Já na sua pia ou vaso, a escala é muito menor, sendo assim, a água pode girar para qualquer lado, dependendo de diversas coisas, como, por exemplo, inclinação da pia, local de entrada da água, movimentação da água no início do escorrimento e assim vai. Ou seja, não importa o hemisfério em que você estiver, a água pode girar para qualquer lado.
FRANKENSTEIN
Quando você leu a palavra acima, provavelmente pensou no monstro, que foi feito com partes de diversos corpos e ressuscitado por um doutor. Mas não é bem assim na realidade. Primeiro que Frankenstein não é o nome do monstro e sim do médico. O monstro é conhecido como o “monstro de Frankenstein”. Além disso, seu criador, Victor Frankenstein, não é um doutor, mas sim um estudante de medicina.


AUTOR: MINILUA

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