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sexta-feira, 8 de junho de 2018

CONHEÇA A ALDEIA FANTASMA QUE ESTÁ SENDO DOMINADA PELA NATUREZA

De porto pesqueiro a vilarejo abandonado, Houtouwan está sendo retomada pela vegetação AFP

A aldeia de Houtouwan já foi uma próspera comunidade pesqueira, estabelecida nos anos 1950 na ilha de Shengshan, no leste da China.

Mas, à medida que a pesca - e a própria China - foram se desenvolvendo, o porto de Houtouwan acabou ficando pequeno demais para as embarcações gigantescas que começaram a circular pela região. 

A atividade pesqueira acabou sendo distribuída para portos próximos maiores.

E, assim, Houtouwan foi praticamente abandonada nos anos 1990.

O fotojornalista Johannes Eisele, da agência AFP, visitou o local e descobriu que a hoje aldeia fantasma está sendo reocupada pela natureza: dezenas de casas e edificações já estão completamente cobertas pela vegetação, como mostram as fotos tiradas por ele.

O aspecto pitoresco está agora sendo explorado por agências de turismo, e multidões de visitantes têm ido de Shanghai (a 140 km de distância) a Houtouwan para ver de perto suas ruínas verdes.
Local já chegou a abrigar cerca de 3 mil pescadores AFP
Alguns edifícios já foram quase totalmente cobertos pelas plantas AFP

A aldeia chegou a abrigar uma comunidade com cerca de 3 mil pescadores, morando em mais de 500 casas.

Eles se mudaram para as cidades vizinhas à medida que a pesca minguou por ali.
Isolamento após fim da pesca expulsou moradores AFP
 
Agências de turismo têm organizado excursões para visita às ruínas AFP

A ilha é de difícil acesso porque, durante parte do ano, as águas do mar sobem e impedem que pequenos barcos se aproximem da costa. Com isso, a única conexão com o restante de Shengshan era uma trilha montanhosa.

Isso dificultou também o abastecimento de serviços e comida à comunidade.
Autoridades decidiram cobrar uma taxa para o acesso à localidade AFP

A maioria dos moradores de Houtouwan foi embora até meados dos anos 1990. Hoje, há pouquíssimas pessoas morando ali.
Paredes e telhados vão sendo tomados pela vegetação AFP

Segundo a AFP, Houtouwan virou um popular destino turístico nos últimos anos - e não era raro se deparar com pessoas tirando selfies diante das casas abandonadas da aldeia.

Mas, no ano passado, autoridades chinesas começaram a cobrar uma entrada de 50 yuan (cerca de R$ 30) pela entrada e limitou o acesso dos turistas a apenas algumas partes da cidade.
Casas foram deixadas pelas famílias nos anos 1990 AFP
Porto perdeu relevância quando ficou pequeno demais para embarcações mais modernas AFP
Vista aérea mostra cobertura vegetal se expandindo sobre telhados AFP

AUTOR: BBC

quarta-feira, 6 de junho de 2018

'VOLTEI DA MORTE E ME DESCOBRI PRESA EM MEU PRÓPRIO CORPO'

Por um período de tempo, Rikke Schmidt Kjaergaard só conseguia se comunicar com piscadas de olhos KATRINE PHILP

Imagine descobrir-se, subitamente, preso em uma existência em que você não consegue falar, se mover ou mesmo respirar sem ajuda alheia.

O seu coração parou de bater na ambulância a caminho do hospital, o que significa que você tecnicamente morreu, mas os médicos conseguiram ressuscitá-lo.

Agora, você tem de encontrar um modo de conviver com a nova realidade: estar "preso" dentro de seu próprio corpo, que não responde aos seus comandos.

Sua família, devastada, é avisada pelos médicos a preparar o seu velório, e seu marido decide que vai soltar as suas cinzas na cidade britânica de Cambridge, um lugar onde vocês compartilharam momentos especiais.

E seus três filhos têm de, imediatamente, tomar medicamentos para prevenir que eles se contaminem com a mesma bactéria mortífera que afetou você.

Foi esse o cenário vivido pela cientista Rikke Schmidt Kjaergaard, então com 38 anos, no primeiro dia do ano de 2013 - tudo em "um piscar de olhos", frase que virou o título de seu recém-lançado livro de memórias (The Blink of an Eye, no original em inglês).

5% de chances de sobrevivência

"Em um intervalo de 12 horas, eu fui de me sentir mal a entrar em coma", ela conta. "Tive falência múltipla de órgãos, choque séptico, centenas de coágulos no sangue. As minhas chances (de sobrevivência) eram muito, muito pequenas."

Os médicos estimaram em 5% a possibilidade de ela sobreviver à meningite bacteriana que a acometera, causada pela mortífera bactéria Streptococcus pneumoniae.

Rikke - que é dinamarquesa e vive em Copenhague - ficou dez dias em coma, sob risco de danos cerebrais.

E, à medida que saía do coma, descobriu-se consciente, mas incapaz de usar seu próprio corpo.
Algo vai mal

Peter, seu marido, foi o primeiro a perceber que algo ia mal.

Tudo começou quando Rikke começou a se queixar de frio depois de um passeio familiar e foi se deitar. Mas logo começou a sentir febre e a vomitar.
Rikke (à esq.) com o marido (à dir.) e seus três filhos, em 2014, após sua recuperação; ela ficou cinco meses internada RIKKE SCHMIDT KJAERGAARD

"Peter percebeu antes de mim que as coisas não iam bem", diz ela à BBC News. "Eu tentava dizer a ele que estava apenas gripada."

Peter acrescenta, se voltando à mulher: "Você não estava em condição nenhuma de perceber o quão doente estava. A última coisa que você me disse antes de entrar em coma foi 'Lembre-se de cancelar a sessão de massagem'."

Não havia nenhuma sessão marcada - Rikke já estava delirando àquela altura. Sua temperatura havia subido de 35ºC a 42ºC em apenas 15 minutos.

A família chamou um médico, que prescreveu medicamentos para a gripe. Mas, na manhã seguinte, Rikke não conseguia sequer se sentar. Mais um médico foi examiná-la - e, a essa altura, sua sobrevivência já estava a perigo.

"Se (ele tivesse chegado) dez minutos depois, nós não estaríamos juntos hoje", conta Peter.
'Tudo escureceu'

No caminho ao hospital, o coração dela parou de bater por 40 segundos.

"É um tempo longo", ela diz. "Não tenho nenhuma lembrança disso. Tudo havia escurecido - não havia nada."

Peter conta que, a partir disso, ouviu da equipe médica que deveria se preparar para o momento em que seriam desligados os aparelhos que mantinham sua mulher viva. "Todo o mundo achou isso ia acontecer (a morte de Rikke)."

"Mas ela é muito teimosa", ele acrescenta, sorrindo. "Ela não aceitou abandonar a vida."
Piscar para se comunicar

Ao recuperar a consciência, a gravidade do quadro de Rikke começou a se formar.

"Com o tempo, fui percebendo o que estava acontecendo", ela relembra. "Percebendo que eu não conseguia me mexer ou falar. É terrível a sensação de ficar presa ao seu corpo."

Peter certo dia perguntou a Rikke se ela conseguia vê-lo, e notou que ela piscou. "Foi quando percebemos que ela ainda estava responsiva", conta. "Saber que não tínhamos perdido ela... foi um dos momentos mais bonitos da minha vida."

A partir daí, começaram a se comunicar com piscadelas: uma era "não", duas eram "sim".

"Foi um alívio descobrir que eu conseguia me comunicar", diz Rikke. "Mas, ao mesmo tempo, era tão difícil conseguir fazê-lo."
Rikke, com o marido ao fundo, teve de aprender a andar novamente e perdeu quase toda a vista de um olho RIKKE SCHMIDT KJAERGAARD

Rikke conta que suas memórias desse período são confusas, mas que ela encontrou forças no marido.

"A única coisa de que eu me lembro bem é de que precisava escutar a voz de Peter, ver Peter", diz. "Quando eu o via ou escutava, me acalmava. Ele foi o meu salva-vidas."

Questionada a respeito de qual foi o momento principal de sua recuperação, Rikke sorri e diz que foram "várias vitórias". Mas acrescenta: "Provavelmente foi a primeira palavra (dita com a recuperação da fala). Meus filhos estavam ali, Peter estava ali. Foi simplesmente incrível."

A palavra que ela escolheu dizer? "Estranho."

Foi a palavra que resumiu suas circunstâncias, bem como o fato de que - como ela mesmo diz - teve de "aprender a fazer tudo outra vez".

"Aprender a respirar, a engolir, a me mexer."
'Viver o dia a dia'

O mais difícil disso tudo, diz Rikke, foi não conseguir "ser mãe e mulher". "Não conseguir estar presente para as crianças e para Peter. Isso foi devastador."

Mas, passados quatro meses de sua internação, quando ela explicou a uma enfermeira o quanto sentia falta de abraçar seus filhos, foi autorizada a dormir com eles na cama hospitalar.

"Eu fiquei nas nuvens", ela lembra. "Eles pularam na cama."

"Com muito cuidado", brinca Peter.

Rikke conseguiu se recuperar depois de cinco meses internada, ainda que com sequelas graves: a maioria de seus dedos da mão tiveram de ser amputados após gangrenarem, e ela é quase cega de um olho.

Mas sobreviveu e se reabilitou, aos poucos e contra todos os prognósticos.

Depois, decidiu abrir sua própria empresa - cuja missão é ajudar pessoas com doenças crônicas a controlar seus dados médicos - e escrever um livro, que ela espera que acolha familiares, médicos e pessoas que vivam experiências semelhantes de enclausuramento dentro do próprio corpo.

"A equipe médica disse que ficaria muito grata por eu escrever isso, para ajudar-lhes (a entender como lidar com pacientes) e facilitar as coisas."

Rikke diz que hoje tem plena consciência do presente que recebeu e quer que sua vivência ajude mais pessoas a darem valor a suas vidas.

"Quero devolver à vida com este livro", diz. "E viver a vida, dia a dia."

AUTOR: BBC

sábado, 2 de junho de 2018

SAIBA DE 15 SITES QUE VOCÊ NÃO DEVE VISITAR... NUNCA

Alguns sites são muito assustadores e perturbadores e quando você acessa, te deixam de cabelo em pé. (te deixam morrendo de medo). Esses sites são tão aterrorizantes que te arrepiam por completo, mesmo você sendo amante do terror. São sites que te farão ter lembranças sinistras por alguns dias. Portanto vai o recado: não acesse nenhum desses sites. Pelo seu bem.

Os criadores desses sites tiveram problemas legais com o conteúdo. Então vamos lá. São sites que vão de jogos macabros a blogs de assassinos em série e imagens fortes.

15 – White Enamel
O primeiro de nossa lista é um site de um jogo – se você tem coração fraco, desista – onde você tem de dar a volta em um asilo insano e abandonado. A trilha sonora de um velho cantando certamente te surpreenderá. Esse jogo é tão sinistro, que muitos jogadores acabam por confundi-lo com um asilo real. Alguns até acham que estão assistindo a um filme de terror. Repetimos, se você tem coração fraco, fique longe deste jogo

14 – Plane Crash Info
Esse site trás informações sobre acidentes aéreos. Lá você vai achar estatísticas, relatórios, mapas, fotos, áudio das últimas palavras de vítimas, áudio dos últimos momentos do avião no ar, as ordens dos pilotos até a parte em que o avião de fato explode. É um site com fortes emoções, carregado de sentimentos. Prepare seu coração ao acessar.

13 – Cryptomundo
Se você gosta de monstros é nesse site que você vai se dar bem. Ele trás relatos de encontros e/ou tentativas de caçar criaturas como o Chupacabra, Pezão e uma série de monstros de lagos e serpentes do mar. Nesses relatos, eles contam, com riqueza de detalhes e muita verossimilhança, terem visto essas criaturas em suas viagens pelo mundo. Isso tudo te deixa sem resposta se há ou não monstros, extraterrestres, invasores de galáxias ou se tudo não passa de teorias conspiratórias.

12 – Hashima Island
Apesar de ser “turístico”, esse site vai te dar bastante medo. Nele você vai passear pela ilha de Hashima, na costa japonesa. Essa ilha está abandonada desde 1974 quando as minas de carvão foram fechadas e seus moradores partiram. No passeio virtual você vai ver tudo como está na ilha desde a “escada até o inferno” até as minas de carvão. É sim um passeio bastante real e assustador.

11 – Bestgore
Para se ter uma ideia de quão perturbador é esse site, o seu criador, Mark Marek, foi preso depois de seu lançamento. A ideia do site é mesmo chocar os internautas. São notícias, fotografias e vídeos de decapitações e desmembramentos da vida real. Fatos verdadeiros e reais que acontecem e chocam o mundo todo. Tem certeza que você quer acessá-lo?

10 – Death Map

Não é um site aterrorizante, mas é pesado, pois mostra em tempo real, todas as mortes que estão acontecendo pelo mundo. Assim que você faz o log in, começam a aparecer pontinhos vermelhos num mapa mundi. Esses pontinhos indicam mortes que acabaram de acontecer. Em contrapartida, aparecerão pontinhos verdes, que indicam nascimentos. Além do pontinho vermelho, quando alguém morre, um símbolo indica qual era a sua religião. Não é um site interessante para navegar.

9 – Death Date
Este é um site que “prevê” o futuro. Mas numa forma que você não vai gostar muito. Ele diz a data exata que você vai morrer. Para isso, você precisa enviar alguns dados a eles. Você receberá lembretes da data. Se é precisa ou não, não sabemos, mas com certeza, quem acessa, acaba tendo pensamentos nada agradáveis. Recomendo não acessá-lo.

8 – Bongcheon-Dong Ghost
É uma história em quadrinhos online que você não deve nunca pesquisar no Google, especialmente à noite. Um dos webcomics mais assustadores e perturbadores da internet, senão o mais. O texto é em coreano, porém os desenhos são tão reais e claros que a barreira do idioma não o deixa menos aterrorizante. A história começa com uma menina que anda sozinha por uma rua deserta quando ela vê um homem de aparência estranha. Daí por diante as coisas vão ficando mais e mais misteriosas. Aliás, Bongchean era o nome de uma área extremamente empobrecida de Seul, capital da Coréia do Sul.

7 – The Fifth Nail Exposed
Um dos sites mais horríveis da internet. Baseado na vida de um serial killer condenado e também estuprador. Quem conta as histórias é o próprio criminoso, Joseph E. Duncan III. Que começou nos crimes em 1970 e está preso. Ele escreve seus relatos à mão em sua cela e manda para o administrador do seu site. Podemos ver quão perturbador é a visão de um assassino em série. Cuidado ao entrar nesse site sozinho.

6 – Death Row Information
Se você tem interesse em penas de morte, este site é para você. Nele você vai encontrar todos os tipos de informações sobre a pena de morte disponíveis no Departamento de Justica Criminal do Texas. Essas informações incluem detalhes sobre execuções que estão por vir ou passadas e as últimas palavras dos criminosos. Você também tem acesso à lista de pessoas que estão à espera da morte, o histórico de cada um e quem está na fila. Basicamente é um calendário de todas as execuções que estão por vir.

5 – Joy of Satan
Este é um site dedicado ao Satanismo. O site foi fundado por pessoas com crenças e ideologias baseadas no Satanás. O foco principal do site são adolescentes e crianças, que tem mais facilidade de serem manipulados. Como se tornar um satanista, detalhes sobre Lúcifer e como se juntar ao exército do inferno são algumas de suas premissas. Todos nós temos o livre arbítrio, mas acreditar no Satanás, não é uma boa ideia.

4 – Darwin Time
Mais um dos sites mais horripilantes da internet que trás uma compilação de todas as teorias conspiratórias desde o 11 de setembro, Hitler e até sobre o Woodstock. O site é bastante bagunçado e confuso, com imagens horríveis, escritos que se misturam e milhares de hyperlinks ordenados aleatoriamente que parecem funcionar. Uma conta no Twitter ligada a esse site teve de ser cancelada devido ao seu conteúdo assustador.

3 – Skyway Bridge
Nesse site você vai encontrar todas as informações relacionadas a suicídios que aconteceram na 4ª ponte mais popular dos Estados Unidos, a Sunshino Skyway Bridge, que fica no Costa Oeste da Flórida. O site trás detalhes de todas as mortes e informações das pessoas que pularam para a morte. Nada agravável acessá-lo. Fica a dica

2 – A Columbine Site
Quem não se lembra do fatídico ataque de 2 alunos a seus colegas na Columbine High School em 1999? Foi um ataque planejado que deixou 12 mortos e 21 feridos. E neste site você encontra descrições reais sobre os fatos, filmagens e a rota exata que os assassinos fizeram à escola para praticar este ato terrível. Os dois se suicidaram depois. A visita neste site é por sua conta e risco.

1 – Human Leather
O Human Leather é um site britânico que vende produtos feitos a partir de pele humana, que se assemelha muito ao couro. A pele vem de pessoas que a “doaram” ao site antes de morrerem. Os produtos são variados. Tem carteiras, sapatos e bolsas. Os cintos têm a maior demanda do site. Este, com certeza, é o site mais repulsivo da internet que você nunca vai visitar se não quiser esses produtos assustadores.

AUTOR: AH DUVIDO

CONHEÇA 6 LENDAS URBANAS BEM SINISTRAS

Lendas urbanas são histórias espalhadas por pessoas com um ar de folclore. Verdadeiras ou não, cada um que conta dá sua versão do fato. A maioria delas é bem antiga e, talvez, nem verdadeira. Mas podemos dizer que elas são bem sinistras. 

Portanto, resolvi trazer mais seis lendas urbanas bem sinistras. Se você acredita ou não, eu não sei, tire suas próprias conclusões.

A babá e o telefone
Fonte: http://list25.com/25-creepy-urban-legends-youll-hope-arent-true/

Um jovem casal tinha um evento naquela noite. Para poderem ir com tranquilidade, chamaram a babá para ficar com as duas crianças. Depois de colocá-las pra dormir, a babá foi para a sala assistir TV. De repente o telefone toca. O que se ouve são gargalhadas e uma voz bem sinistra: “Estou aqui em cima com as crianças. É melhor você vir aqui”. Achando que era um trote, a babá seguiu assistindo TV. Pouco tempo depois o telefone toca novamente. Gargalhadas e a mesma voz sinistra: “Estou aqui em cima com as crianças. É melhor você vir aqui”.

Ela, então, decide ligar para a telefonista e avisar sobre o trote. A telefonista a aconselha a ligar para a polícia. A babá então liga para a polícia que pede que ela tente fazer com que a pessoa fale mais coisas para eles tentarem rastrear a ligação. E na sequência o telefone toca. Voz sinistra: “Estou aqui em cima com as crianças. É melhor você vir aqui”. E só. Ela não conseguiu prolongar a ligação.

Segundos após essa ligação, a polícia liga e avisa: “Saia da casa, o homem está na outra linha”. Ela desliga o telefone e se prepara para sair quando ouve alguém descendo as escadas. Ela então corre para o lado de fora quando encontra a polícia que invade a casa. Lá dentro encontram um homem coberto de sangue com uma enorme faca. Ele entrara por alguma janela do andar de cima e matara as duas crianças. A babá era a próxima.

Nota – Essa lenda provavelmente surgiu nos anos 60. Os filmes Mensageiro da Morte de 1979 e regravado em 2006 (Quando um estranho chama) foram baseados nessa lenda. Lenda Urbana de 1998 também cita essa lenda.

Você não está feliz que não acendeu as luzes
Fonte: http://www.snopes.com/horrors/madmen/lighton.asp

Ela estava na biblioteca estudando. Lembrou que havia esquecido algumas anotações no seu quarto. Era noite. Quando abriu a porta, luzes apagadas. Pensando na amiga que dormia, pegou seus cadernos de cima da escrivaninha e saiu. Sem acender as luzes. Voltou pra biblioteca e retomou seus estudos. Horas depois, cansada e com sono, resolveu voltar pro quarto para dormir. Entra e vai direto para sua cama, mas percebe algo estranho. Acende a luz e vê sua amiga coberta de sangue e um recado na parece: “Você não está feliz que não acendeu as luzes?”.

Nota – essa lenda tem variações. Em algumas ela volta e encontra a polícia no quarto. Em outras ela só descobre o corpo na manhã seguinte. Há versões de que um cachorro também é achado enforcado no banheiro. Ou de que a amiga apenas volta para ver se a amiga doente está melhor. Há quem diga que essa lenda ainda toma conta dos arredores das faculdades americanas.

A estátua de palhaço
Fonte: http://wtfmagazine.com/index.php/2014/urban-legend-the-clown-statue/

A babá é chamada para cuidar das crianças enquanto os pais iam a um jantar. Dada a hora de dormir, as garotinhas vão para seus quartos. Pouco tempo depois elas voltam. Reclamam que não conseguem dormir. A babá insiste que não tem nada a fazer e pede que elas voltem para a cama. Mais uma vez elas voltam para a sala e repetem que não conseguem dormir. Dessa vez falam que a estátua de palhaço está dando medo. A babá desce com as meninas para cobrir a estátua, mas com medo de danificá-la, liga para a mãe para saber o que fazer. “Fuja agora e leve as crianças. Nós não temos nenhuma estátua.”

Nota – Essa lenda passou a ser espalhada por volta de 2004. Como todas as lendas, existem algumas variáveis quanto às vítimas, ao local onde a estátua estava… mesmo sendo uma lenda, em 1992, em Noblesville, Indiana, uma estatua do Ronald McDonald derrubou uma criança de seis anos dilacerando seu dedo.

Fantasmas do bem em San Antonio
Fonte: http://www.legendsofamerica.com/tx-ghostlychildren.html

A cidade do Texas é tida como uma das mais, se não a mais, assombrada dos Estados Unidos. E talvez seja palco de uma das mais famosas lendas já contadas.

A lenda diz que um ônibus escolar cheio de crianças a caminho de casa, parou em cima desse cruzamento. Por motivos não sabidos, o ônibus não conseguiu sair do lugar. O trem apitava freneticamente. As crianças tentavam sair do ônibus que estava com as portas travadas. Chovia bastante. O trem tentou frear, porém a tentativa foi em vão. 10 crianças perderam a vida nesse acidente e por ali ficaram.

Ainda de acordo com a lenda, se você parar seu carro no mesmo local à espera do trem, esses anjos vão empurrar seu carro para fora de perigo. E se você jogar qualquer pó no para-choque do seu carro vai ser possível ver as marcas das mãos dessas crianças. Motoristas afirmam ter ouvido risadas e vozes no local sem haver nenhuma criança por perto.

E o principal: não há nenhum registro desse acidente na cidade de San Antonio.

Nota – Um testemunho de Myrene, moradora do Hawaii, comprova essa tese quando ela e o marido levaram um amigo para “viver essa experiência”. O amigo não acreditava em espíritos ou fantasmas. Quando parou o carro em cima do cruzamento e, sem que ele tocasse no acelerador, o carro saiu do lugar, o amigo pulou do carro e exigiu que o levassem de volta para o hotel porque ele iria fazer as malas e ir embora.

A mulher tóxica
Fonte: http://www.blumhouse.com/2016/12/08/the-weird-and-unsolved-story-of-the-toxic-lady-of-riverside-california/

Em fevereiro de 1994, Glória Ramirez deu entrada no pronto socorro do Riverside General Hospital em Riverside na Califórnia. E provavelmente nenhum dos médicos ou enfermeiros que a atenderam esquecerão este dia.

A mulher sofria de um câncer de cervical avançado. E foi levada ao hospital às pressas. Quando chegou, sofria de taquicardia e a respiração Cheyne-Stokes. Os médicos tentaram sedá-la em vão. Usaram também o desfibrilador. E foi com ele que perceberam um brilho oleoso diferente bem como um cheiro frutado e de alho saindo da boca da paciente. Uma enfermeira tentou tirar sangue de Glória, mas um cheiro forte de amônia saiu da seringa. Um médico percebeu partículas brancas flutuando em seu sangue. E foi aí que as coisas ficaram estranhas.

Logo após tirar sangue da paciente, uma enfermeira desmaiou. Uma médica residente teve náuseas e saiu da sala para, logo em seguida, desmaiar também. Quando outra médica desmaiou, toda a equipe deixou a sala. Médicos, paciente e enfermeiras evacuaram o prédio deixando apenas um grupo pequeno para cuidar de Ramirez. Ao todo 23 pessoas ficaram doentes naquela noite, sendo que cinco delas precisaram ser hospitalizadas. Glória Ramirez morreu 45 minutos depois.

Relatórios concluíram que não se passou apenas de um caso de histeria refutado veementemente pelos envolvidos. Uma das enfermeiras precisou ficar duas semanas na UTI e desenvolveu hepatite e necrose vascular nos joelhos depois desse contato com Glória Ramirez.

Para tratar o câncer e as dores que sentia, Glória tomava uma série de remédios, o que explica a oleosidade, o cheiro de alho e as partículas brancas flutuando. Mas nada explica como o ou qual gás causou mal aos que estavam perto dela.

Nota – Esse episódio serviu de inspiração para inúmeros programas de televisão como Arquivo X e Grey’s Anatomy.

A ponte do Homem Coelho
Fonte: http://urbanlegendsonline.com

Quem passa pela cidade, não imagina que ali possa ser um ponto turístico. Clifton é uma cidade pequena no estado americano de Virginia e o que chama atenção ali é a Colchester Overpass, mais conhecida como a ponte do Homem Coelho. Nada de estátuas, pinturas ou qualquer outro monumento. O que faz com que pessoas visitem o lugar é a lenda do Homem Coelho.

Seguindo a linha de todas as lendas urbanas, os detalhes variam. Uma das histórias é a de que havia um hospício por ali que foi fechado e os pacientes precisavam ser transferidos. Dois pacientes, considerados os mais perigosos, escaparam e se esconderam na mata. Mesmo sendo extensivamente procurados, nenhum dos dois foi achado. O que se achou foram coelhos decapitados ao longo da trilha. Um dos fugitivos, Marcus Lawster foi encontrado pendurado na ponte com um lembrete: “Vocês nunca vão me achar, mesmo com muito esforço. Assinado, o Homem Coelho”. O que a lenda diz é que o outro fugitivo, Douglas Griffen, se tornou o Homem Coelho, mas que acabou sendo atropelado por um trem na região. Seu espírito assombra quem passa por lá.

Historiadores afirmam não ter havido nenhum hospício por ali, negando qualquer hipótese de haver o Homem Coelho. Porém, em 1970, o jornal americano The Washington Post noticiou que um homem vestido de coelho assustou, com um machado, um casal que namorava no carro sete quadras de distancia da Colchester Overpass. Uma semana após esse acontecimento, outro (ou o mesmo) Homem Coelho foi avistado, também com um machado, no terraço de uma casa recém construída.

Nota – Todas essas histórias aconteceram por volta da década de 70, mais ou menos quando a lenda surgiu. Até hoje pessoas têm medo de coelhos na região.

AUTOR: AH DUVIDO

A UMBANDA COMPLETA 110 ANOS EM MEIO A ATAQUES E QUEDA NO NÚMERO DE DEVOTOS

Zélio Fernandino de Moraes em reunião na Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade ACERVO TENSP

Até hoje, a família de Zélio Fernandino de Moraes não sabe explicar ao certo o problema de saúde que ele teve aos 17 anos. Só sabe dizer que, por vários dias, o estudante que sonhava seguir carreira na Marinha não conseguia sequer levantar da cama.

Preocupada, sua família, uma das mais tradicionais de São Gonçalo, a 25 km do Rio, o levou a inúmeros médicos. Nem o tio do rapaz, o psiquiatra Epaminondas de Moraes, quis arriscar um diagnóstico. O máximo que uma "rezadeira" conseguiu foi aconselhá-lo a desenvolver sua mediunidade. Um dia, Zélio acordou bem disposto e aparentemente curado. Na dúvida, um amigo sugeriu uma visita à Federação Espírita do Estado do Rio, em Niterói. Era o dia 15 de novembro de 1908.

Chegando lá, o médium José de Souza, que dirigia a sessão espírita kardecista, pediu que Zélio sentasse à mesa. A certa altura, espíritos de caboclos (ancestrais indígenas brasileiros) e pretos velhos (escravos africanos) começaram a se manifestar. Na mesma hora, o dirigente, alegando que eram espíritos "atrasados", pediu que se retirassem.

Logo, Zélio foi incorporado por uma entidade que saiu em defesa das demais: "Se não houvesse ali espaço para espíritos de negros e índios cumprirem sua missão, ele (espírito) fundaria, já no dia seguinte, um novo culto na casa de Zélio".

Quando perguntaram seu nome, a entidade respondeu: "Caboclo das Sete Encruzilhadas". E, em seguida, completou: "Para mim, nunca haverá caminhos fechados".

"Há várias maneiras de definir a umbanda. Espiritismo abrasileirado é apenas uma delas. A religião valorizou o papel de caboclos e pretos velhos como entidades espirituais", explica o antropólogo Emerson Giumbelli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

No dia seguinte ao de sua primeira manifestação, 16 de novembro de 1908, o Caboclo das Sete Encruzilhadas voltou a incorporar Zélio de Moraes. Dessa vez, para traçar as diretrizes da nova religião: vestir roupas brancas, usar guias de contas coloridas e, entre outras faculdades mediúnicas, priorizar a incorporação de espíritos.

"Com os que sabem mais, aprenderemos. Aos que sabem menos, ensinaremos. Mas, a ninguém viraremos as costas", teria dito, na ocasião, Zélio de Moraes. Por outro lado, proibiu o jogo de búzios, o uso de atabaques e o sacrifício de animais.

"Um dos princípios básicos da umbanda é jamais fazer o mal. Isso inclui querer algo que pertença à outra pessoa, interferir no livre-arbítrio de terceiros ou cobrar para fazer consultas ou atendimentos", exemplifica Leonardo Cunha, bisneto de Zélio.
Leonardo Cunha dos Santos (bisneto do Zélio) e Lygia Maria Marinho da Cunha (neta de Zélio) são dirigentes espirituais da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade PEDRO PAULO FIGUEIREDO

'Psicólogo do pobre'

Se o dia 15 de novembro entrou para a história como o Dia Nacional da Umbanda, o 16 de novembro ficou marcado pela fundação da Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade. A casa situada no número 30 da rua Floriano Peixoto, em Neves, São Gonçalo, já nem existe mais. Foi demolida em 2011. Hoje, funciona em Cachoeiras de Macacu, a 97 km da capital, e, pelo menos uma vez por mês, atende uma média de 120 pessoas.

"A umbanda pratica a caridade e não cobra um centavo de ninguém. O preto velho é o psicólogo do pobre", afirma Fátima Damas, presidente da Congregação Espírita Umbandista do Brasil.

No Brasil, a liberdade de credo é assegurada desde a primeira Constituição da República, de 1891. Mesmo assim, a intolerância religiosa nunca deixou de existir. O Código Penal de 1890, vigente no ano em que a umbanda foi fundada, criminalizava a prática dos cultos afros.

Por essa razão, a Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade foi alvo constante de batidas policiais. "Meu avô enfrentou preconceito até mesmo dentro de casa. Sua família era predominantemente católica", relata a neta, Lygia Maria Cunha.

Zélio de Moraes dirigiu a Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade até 1946, quando passou o comando para as filhas Zélia e Zilméa, ambas já falecidas. Quando ele morreu, em 3 de outubro de 1975, Lygia, sua neta, tinha 38 anos, e Leonardo, seu bisneto, 11.

Atual dirigente espiritual da Piedade, como a família se refere à tenda espírita, Lygia conta que seu avô não sabia nadar e até de piscina tinha medo. No entanto, quando incorporava a entidade Orixá Malet, era capaz de entrar no mar e arriscar umas braçadas por entre ondas fortíssimas.

"Da areia, acompanhávamos tudo, apavorados. Já imaginou se a entidade resolvesse deixá-lo antes de ele estar são e salvo na praia? Felizmente, isso nunca aconteceu", relata.

Adeptos

O atual presidente da Piedade, Leonardo Cunha, explica que o nome umbanda só veio muito depois de sua fundação. Originalmente, o nome do culto era alahbanda - em homenagem à entidade Orixá Malet, que fora muçulmano em sua encarnação anterior. De origem árabe, Alá ou Alah significa Deus. Já "banda", palavra coloquial do idioma português do século 15, é sinônimo de lado. "Umbanda pode ser entendida como Ao lado de Deus ou Com Deus ao lado", explica.
Zélio é Zélio Fernandino de Moraes e sua mulher, Maria Isabel Morse de Moraes, foram os fundadores da umbanda ACERVO TENSP

Segundo dados do Censo de 2010, o número de umbandistas hoje no Brasil, 110 anos depois de sua fundação, chega a 432 mil. Uma queda de 20% em relação ao Censo de 1991.

Para Fátima Damas, da Congregação Espírita Umbandista do Brasil, esses números não correspondem à realidade. "Muitos umbandistas não admitem publicamente que são umbandistas. Por medo ou vergonha, preferem dizer que são católicos", justifica.

Os casos de intolerância religiosa, segundo a Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos (SEDHMI), aumentaram, só no Rio de Janeiro, 56% em relação ao primeiro trimestre de 2017. São 25 denúncias entre janeiro e abril contra 16 no mesmo período do ano passado.

Em alguns casos, vândalos depredam os terreiros, destroem imagens e fazem pichações: "Fora macumbeiros!", "Não queremos macumba aqui!" e "Só Jesus expulsa demônio das pessoas!". Em outros, pais, mães, filhos e filhas de santo são impedidos de vestir branco, usar guias e até de entoar cânticos.
'Muita religião para pouco devoto'

Dados da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos (MDH), revelam que os ataques a terreiros de umbanda e candomblé, entre outras, não estão restritos ao Rio. Em 2011, o Disque 100 (Disque Direitos Humanos) atendeu 15 casos. Em 2015, foram 556. Ano passado, saltou para 759.

"Há uma teologia que se dedica a ganhar territórios 'para Cristo' e a enfrentar 'inimigos'. Alguns identificam esses inimigos entre os praticantes de religiões com elementos espíritas e entendem a metáfora de 'guerra espiritual' no sentido literal da palavra", analisa Giumbelli, da UFRGS.

Para o sociólogo Reginaldo Prandi, da Universidade de São Paulo (USP), a intolerância religiosa nasce do preconceito racial e agrega que "há muita religião para pouco devoto. Por essas e outras, algumas igrejas neopentecostais chegam a impor metas de conversão de umbandistas aos seus pastores".

Em quase 110 anos de fundação, a Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade sofreu um único caso de vandalismo. Foi nos anos 1980 quando um invasor, durante um surto psicótico, teria quebrado alguns santos e ateado fogo no terreiro. As chamas não se alastraram.

Para os dias 15 e 16 de novembro, Leonardo avisa que não vai ter festa. No máximo, bolo com champanhe. "Na umbanda, espírito não desce para dançar, desce para trabalhar. Nossa vida só tem sentido quando nos colocamos à disposição de Deus para servir ao próximo", afirma.

AUTOR: BBC

sexta-feira, 1 de junho de 2018

NA INGLATERRA, MÃE TIRA FOTO DOS 3 FILHOS E REGISTRA PRESENÇA DE "CRIATURA MISTERIOSA"

A foto de três irmãos viralizou nas redes sociais e intrigou internautas. O registro foi feito pela mãe deles, Laura Watson, durante um passeio em um parque de Northumberland, na Inglaterra. As informações são do R7.

Atrás de um dos filhos, Byrin, aparece um suposto fantasma com a mão no ombro da criança.

Laura disse que só se deu conta da “criatura misteriosa” depois que postou a foto nas redes sociais. 

Ela garante que não há manipulação e que não haviam outras crianças por perto na hora do registro.

Algumas pessoas acreditam que o fantasma possa ser de um menino que morreu na região há alguns anos. No entanto, outros afirma que se trata de uma montagem.

E você, internauta, o que acha?

AUTOR: massapeceara

quinta-feira, 31 de maio de 2018

OS 7 MISTERIOSOS ASSASSINATOS ANTIGOS QUE NEM SHERLOCK HOLMES RESOLVERIA

Sherlock Holmes é um personagem de ficção da literatura britânica criado por Sir Arthur Conan Doyle. Holmes é um investigador do final do século XIX e início do século XX. Nos casos de Holmes, ele investigava os crimes fio a fio, até que ele pudesse encontrar pistas que levaram a um suspeito ou até o próprio criminoso. Pois bem, existem alguns Sherlock Holmes da vida real, mas em alguns crimes nem mesmo o investigador poderia ser capaz de revelar a verdade.

Fiz uma seleção de crimes brutais, onde alguns deles foram resolvidos, outros não e ainda casos onde pessoas foram condenadas, mas sem saber se elas realmente tinha cometido o crime. 

Prepare-se para ler histórias macabras sobre assassinatos!

1 - O caso do passageiro desaparecido
Em uma noite de julho de 1864, dois homens entraram em um trem em Hacjney, na Inglaterra, e se depararam com uma cena de carnificina. Havia sangue por toda parte, porém não tinha um corpo que explicasse tanto sangue.

O vagão estava repleto de sangue e é claro, pistas. Haia uma bolsa de couro, bengala e um chapéu. Perto da cena do crime foi encontrado um banqueiro de 70 anos de idade que estava machucado. Ele morreu pouco tempo depois de ser encontrado.

Pois bem, agindo depois de receber dicas de um joalheiro e um taxista, um inspetor chamado Richard Tenner perseguiu um suspeito chamado Franz Muller até Nova York. Além de deixar seu próprio chapéu na cena do crime, Muller aparentemente tinha sido estúpido o suficiente para manter a cartola de seda e o relógio de ouro que ele havia roubado da vítima. Seu enforcamento transformou-se em tal espetáculo que as execuções públicas foram proibidas pouco tempo depois.

2 - Constance Kent
A Inglaterra Vitoriana ficou chocada quando Savile Kent, o filho de três anos do rico comissário de fábrica Samuel Kent, desapareceu do quarto de sua babá em uma noite em junho de 1860. Embora o cachorro tenha latido, ninguém deu atenção para o animal. No dia seguinte, o corpo do garoto foi encontrado e sua garganta tinha sido cortada.

Depois que a polícia local começou as investigações, suspeitando da babá, o detetive da Scotland Yard, Jonathan Whicher, foi chamado. Muito diferente dos policiais, ele acusou a filha de 16 anos de Kent, Constance. No entanto, ninguém estava acreditando que a meia-irmã adolescente da vítima pudesse ser culpada de um crime tão horrendo.

Mas não é que 5 anos depois a garota confessou o crime? Aparentemente, ela não gostava da segunda esposa de seu pai, uma governanta que havia tomado o lugar de sua mãe. Constance passou 20 anos na prisão, antes de se mudar para Austrália.

3 - O caso de Florence Maybrick
Florence Maybrick era uma beldade americana que se casou com um inglês chamado James Maybrick. O cara tinha mais do que o dobro de sua idade. Hipocondríaco, James tinha o hábito de absorver pequenas quantidades de veneno.

Quando ele morreu, em Liverpool, na primavera de 1889, ninguém sabia ao certo se o arsênio encontrado em seu sangue tinha sido injetado por ele ou por outra pessoa. Até porque, nessa época os médicos tinham o hábito de receitar 'venenos' para seus pacientes.

O fato é que Florence tinha sido vista mexendo com arsênio e estava tendo um caso, logo ela se tornou suspeita. Ela disse que realmente tinha mexido com arsênio, mas era para fazer uma lavagem cosmética no seu rosto. Apesar de ter sido condenada a forca, a justiça decidiu mandar ela para a prisão durante 15 anos. Se ela realmente era culpada, ninguém sabe, mas muitos na época tiveram suas dúvidas.

4 - O assassinato da Dália Negra
Ah, esse talvez seja o crime mais cruel da nossa lista. Já ouviram falar no assassinato da Dália Negra? No caso estamos falando de Elizabeth Short, uma atriz estadunidense, assassinada em 1947. Elizabeth foi morta por razões desconhecidas. Seu corpo foi encontrado mutilado e esquartejado em um terreno baldio na cidade de Los Angeles.

Pois bem, no caso, Elizabeth Short foi encontrada com seu corpo mutilado e cortado ao meio na altura da cintura. O mais macabro é que seus órgãos foram retirados, o sangue foi drenado e seu corpo foi colocado em uma posição, digamos assim, 'provocante'. Houve muitos suspeitos na época, mas não existiu nenhum Sherlock Holmes para resolver o caso.

5 - O caso do 'menino da caixa'
Esse crime aconteceu nos EUA, nos anos 50. Muito conhecido por lá como Boy in the Box, o crime aparentemente aconteceu no bairro, Fox Chase, na cidade da Filadélfia. No caso, um garoto foi encontrado dentro de uma caixa. O menino tinha cerca de 4 a 6 anos de idade. O corpo estava enrolado em um cobertor e o garoto estava deitado de barriga para cima. A caixa era de um fabricante de berços. O corpo estava limpo e seco e os braços tinham sido cuidadosamente dobrados em sua barriga.

A identidade do garoto nunca foi identificada e por isso o caso é chamado também de 'Criança Desconhecida dos EUA'. O caso nunca foi resolvido e permanece em aberto.

6 - O assassinato de Pearl Bryan
Quando o corpo de uma mulher foi encontrado decapitado, em 1896, as autoridades concluíram que a cabeça teria sido removida para impedir a identificação. Sua identidade só foi revelada quando Fred Bryan relatou que sua irmã, Pearl Bryan, havia desaparecido.

Seus pais acreditavam que ela estava com um amigo. Na verdade, ela havia visitado um ex-pretendente chamado Scott jackson para que ele fizesse um aborto para ela.

Ele e seu colega de quarto, Alonzo Walling, acabaram sendo condenados por seu assassinato. No entanto, os dois homens insistiram que Bryan havia morrido durante um aborto realizado por um médico local e que eles simplesmente haviam escondido seu corpo para encobri-lo.

Foi encontrado cocaína no estômago de Bryan, o que poderia dar algum crédito a história dos caras. Bom, se eram culpados ou não ninguém sabe, mas os dois acabaram enforcados por terem participado da morte de Bryan.

7 - Assassinatos de Keddie
Um caso macabro onde 4 pessoas foram assassinadas brutalmente. Estamos falando dos Assassinatos de Keddie, um crime que deixou muita gente chocada nos Estados Unidos, no ano de 1981. As vítimas foram Glenna Sue Sharp, conhecida como Sue (36 anos), o seu filho John (15 anos) e um amigo da família, chamado Dana Wingate (17 anos). A última vítima, a filha de Sue, Tina Sharp (12 anos) estava desaparecida quando o crime foi descoberto e os seus restos foram encontrados em 1984 em Camp Eighteen, condado de Butte.

As vítimas foram espancadas com um martelo e uma delas foi esfaqueada várias vezes. Todos os corpos estavam amarrados com futa médica. Os dois filhos mais jovens de Sue e o amigo Justin ficaram ilesos. Uma das coisas mais bizarras desse caso foi que a segunda filha, Shiela, tinha passado a noite com os vizinhos e foi ela mesma que descobriu os corpos de sua família na manhã seguinte. Quem matou todos eles? Até hoje ninguém sabe.

E aí, já conhecia todos esses casos? Sabe de mais algum que posso acrescentar na nossa lista? Comente!

quarta-feira, 30 de maio de 2018

SAIBA COMO A FALTA DE MORADIA NAS CIDADES ALIMENTA A POLÍTICA, E A MÁFIA

Escola Kids - Uol

Para muitos é invasão. Para outros, ocupação. Semântica ideológica à parte, a questão do uso não autorizado de propriedade privada alheia é maior do que a tragédia ocorrida na madrugada do dia 1o. de maio no Edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, centro de São Paulo – e não estamos relativizando aqui as mortes nem os mais de 300 desabrigados.

Vamos lá. São Paulo tem 16 mil sem-teto. Um número grande, mas não alarmante – há mais de 100 mil em Nova York, por exemplo. O problema imobiliário da cidade é outro: um em cada dez paulistanos mora em favelas. São 1,2 milhão de pessoas sem moradia digna numa cidade de 12 milhões de habitantes. Moradia indigna e, invariavelmente, distante: 70% da população vive nas regiões periféricas, onde estão apenas 20% dos empregos. Daí que vem a demanda gigantesca por moradia no centro. Demanda que serve de combustível para as invasões.

“Eu pagava R$ 450 de aluguel num cômodo em São Mateus [zona leste de SP], e meu marido gastava cinco horas para ir e voltar do trabalho. Hoje, pago R$ 200 e moro no centro. O que você acha que eu prefiro?”, disse Neide Leonel Vidotto, moradora de um prédio ocupado numa reportagem da Folha de S.Paulo sobre invasões, feita em 2015.

Também há quem ocupe por questões completamente ideológicas. Em 2017, estive em um edifício invadido na Rua do Ouvidor, centro de São Paulo. Ali viviam artistas. Eles tinham rebatizado o prédio como Centro Cultural Ouvidor 63.

Entre os grafiteiros, músicos, escultores, circenses, pintores, atores e artesãos que residem ali, nenhum está lá por falta de moradia. Eles acreditam que o local, antes vazio por longos 15 anos, precisa funcionar como uma usina de criação artística. São cerca de cem os moradores – alguns com filhos pequenos. No térreo funciona uma galeria – lojinha onde os artistas podem vender suas obras. Proprietário do imóvel desde os anos 1950, o governo do Estado tenta vendê-lo em leilões. Mas nunca aparecem interessados, justamente por conta da dor de cabeça que seria tirar as famílias de lá.

Isso também acontece no resto do mundo. Principalmente na Europa. Em 1999, artistas ocuparam um edifício em ruínas, que pertencia a um banco, na Rua Rivoli, em Paris. Sete anos depois, a prefeitura comprou o imóvel e o oficializou como centro cultural. Em Berlim, o edifício Tacheles se tornou um epicentro da arte alternativa. Mas o desfecho foi outro: despejaram os artistas em 2011.

São Paulo tem 16 mil sem-teto. Nova York, mais de 100 mil. O problema da maior cidade do País é outro. 

E pior

Já grupos como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), liderado pelo candidato a presidente Guilherme Boulos, usam as invasões como forma de pressão política. O objetivo ali é forçar desapropriações não só de prédios, mas também de terrenos vazios, além de levantar dinheiro para a construção de moradias populares. E eles têm conseguido. Em 2014, o MTST recebeu R$ 89 milhões do Minha Casa Minha Vida para construir moradias em São Paulo, Pernambuco e Goiás (o dinheiro entrou via entidades parceiras, já que o movimento em si não pode receber esse tipo de recurso). Parte foi aplicado na construção de um edifício para 348 famílias em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

Um exemplo do uso das invasões para fazer pressão é a Nova Palestina, maior ocupação do MTST em São Paulo, com 1 milhão de metros quadrados.Visitei o lugar em 2015, e tratava-se de uma cidade-fantasma. O lugar era um amontoado de barracas vazias – a maior parte dos ativistas vivia em outros lugares. A cozinheira Simone Peres Borges, uma das pessoas com quem conversei ali, admitiu. “É assim porque o objetivo não é favelizar o terreno, mas lutar por moradia digna”, ela disse, explicando que “as coisas são que nem feijão: só funcionam com pressão”. Na época, a Nova Palestina contava oficialmente com 4,5 mil famílias. Mas só 50 realmente moravam nas lonas do terrenão.

Ok. Todo grupo tem direito de fazer pressão. Mas eles também deveriam cumprir o que propõem. Há três anos, o governo federal liberou R$ 33 milhões ao MTST para a construção de moradias num terreno desapropriado em Itaquera. As obras, porém, jamais começaram. Dessa forma, o recado que a organização passa é um só: o de que a prioridade ali não é prover moradia, mas angariar prestígio político. No fim, temos um paradoxo – uma organização criada para o bem dos que não têm onde morar colaborando com a perpetuação da falta de moradia.

Disparate urbano

Não há um número definitivo de quantos movimentos de sem-teto existem no Brasil. Um estudo da Unicamp estima serem mais de cem. E, se as motivações de cada um são diferentes, o cerne da questão é o mesmo: faz sentido a existência de imóveis sem uso em espaços urbanos? Não. Não faz. Mesmo assim, a cidade de São Paulo tem 2 milhões de metros quadrados ociosos, muitos deles em regiões centrais, com água, luz, esgoto, metrô, escolas gratuitas, praças.

O poder público tem, desde 2014, uma ferramenta para coibir esses disparates. Trata-se do IPTU progressivo: o imposto vai aumentando se o proprietário não der uso ao seu bem. A legislação em vigor prevê ainda que, a partir do quinto ano de abandono, o imóvel pode ser desapropriado – em troca, o proprietário recebe títulos da dívida pública. Ainda não deu cinco anos, então ninguém chegou a esse ponto. Mas, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Urbanismo, 1.285 imóveis já foram notificados.

Não à toa, a capital paulista se transformou num celeiro para grupos de sem-teto. São Paulo tem mais de 70 prédios ocupados só na região central. Quatro mil famílias vivem nessa situação. O Wilton Paes de Almeida, que pertencia ao governo federal, estava vazio desde 2003. O controle do prédio abandonado acabou nas mãos de uma das tantas organizações que se identificam como movimentos sociais por moradia. Alguns desses grupos – como parece ser o caso do que explorava o prédio do Paissandu – transformaram a administração de edifícios invadidos num negócio. Cobram aluguéis quase a preço de mercado (até R$ 500), enquanto largam os moradores em meio a ratos e fios desencapados.

Os inquilinos do Wilton Paes, antes de serem vítimas do incêndio, já sofriam nas mãos dessa máfia – para a qual tanto as autoridades como os movimentos legítimos fazem vista grossa. Enquanto mafiosos e alpinistas políticos estiverem à frente da luta contra a falta de moradia, uma coisa é certa: seguiremos longe de uma solução concreta.

AUTOR: SUPER INTERESSANTE

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