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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

SAIBA DA MULHER QUE TERÁ DE SE EXPLICAR APÓS GASTAR R$ 78,8 MILHÕES EM UMA LOJA DE LUXO

Zamira Hajiyeva gastou certa vez US$ 200 mil em um único dia na loja de luxo Harrods GETTY IMAGES

Uma nova lei anticorrupção do Reino Unido pretende evitar que pessoas muito ricas consigam omitir como obtiveram suas fortunas.

É o caso de Zamira Hajiyeva, uma mulher de 55 anos do Azerbaijão, que terá de explicar como enriqueceu, sob o risco de perder sua propriedade se não conseguir fazer isso.

Ela está lutando para manter sua casa de US$ 15 milhões (R$ 56,2 milhões) em Londres após se tornar o primeiro alvo da nova legislação, a Ordem de Riqueza Não Explicada (UWO, na sigla em inglês).

Hajiyeva já perdeu na Justiça o direito de permanecer anônima, após a imprensa argumentar que o público tinha direito de saber todos os detalhes do caso.

Ela é casada com um banqueiro do Azerbaijão e gastou US$ 21 milhões (R$ 78,8 milhões) na luxuosa loja de departamentos Harrods ao longo de uma década.

Ela também comprou uma casa nas cercanias da loja e um campo de golfe em Berkshire, no sudeste da Inglaterra.

O que é uma Ordem de Riqueza Não Explicada?

A UWO foi criada para identificar autoridades estrangeiras corruptas que podem ter lavado dinheiro no Reino Unido.

Ela determina que Hajiyeva deve informar à Agência Criminal Nacional Britânica (NCA, na sigla em inglês) como ela e seu marido, Jahangir Hajiyev, tinham dinheiro suficiente para comprar uma grande casa em Knightsbridge, um dos bairros mais nobres de Londres.

Seus advogados dizem que a UWO "não pressupõe e não deveria gerar suposições de que qualquer ato ilegal foi cometido" por ela ou seu marido e entraram com um recurso contra o pedido de explicação.

Investigadores acreditam que bilhões de libras de dinheiro sujo são investidos em propriedades no Reino Unido, mas, até agora, era quase impossível acusar seus donos de algum crime ou confiscar os imóveis por conta da falta de evidências.

A UWO é uma tentativa de forçar essas pessoas a informar e explicar suas fortunas. Se elas não conseguirem fazer isso, um pedido pode ser feito à Justiça para confiscar a propriedade.
Quem são os Hajiyev?

Jahangir Hajiyev é um ex-presidente do conselho do Banco Internacional do Azerbaijão - o governo do país detém 50% de suas ações e controla a instituição.

Em 2016, ele foi condenado a 15 anos de prisão por fraude e peculato, após dezenas de milhões de dólares terem desaparecido do banco. Ele ainda teve de devolver US$ 39 milhões.

Sete anos antes, uma empresa baseada nas Ilhas Virgens Britânicas pagou em seu nome US$ 15 milhões por uma grande casa próxima à Harrods.
Jahangir Hajiyev foi condenado a 15 anos de prisão por fraude e peculato GETTY IMAGES

Em 2013, outra companhia, controlada por sua mulher, gastou mais de 10 milhões de libras (R$ 49,6 milhões) na compra do clube de golfe Mill Ride.

O governo britânico concedeu a ela uma permissão para viver no Reino Unido por meio de um visto dado a grandes investidores.
Quanto dinheiro o casal levou para o Reino Unido?

Em uma audiência em julho, quando os nomes do casal ainda não tinham sido revelados, soube-se que Zamira Hajiyeva tinha uma renda enorme.

Outros gastos relatados no processo incluem mais de US$ 200 mil em uma única compra na Boucheron, uma loja de luxo, e quase US$ 2,4 mil em vinho.

Também fez uma compra de mais de US$ 130 mil em jóias e US$ 26 mil em produtos de luxo para homens.

Em suas compras, ela usou três cartões fidelidade e mais de 35 cartões de crédito diferentes, todos emitidos pelo banco de seu marido.
O casal do Azerbaijão também comprou uma enorme propriedade em Londres

"Concordo com a NCA que as evidências são significativas tendo em vista que as acusações contra ele incluem abusos cometidos tirando proveito de sua posição no banco, emitindo cartões em nome de familiares", disse o juiz Supperstone, que está à frente da ordem emitida com base na UWO.

Registros oficiais revelam que Zamira também comprou um jatinho por US$ 42 milhões e duas vagas no estacionamento da Harrods.

"Ordens com base na UWO devem ser usadas agora de forma mais ampla para averiguar uma fortuna suspeita da ordem de US$ 5,8 bilhões que identificamos no Reino Unido", afirmou Duncan Hames, diretor para políticas da Transparência Internacional no Reino Unido.

A organização celebrou o fato da UWO estar sendo aplicada e já ter obtido resultados.

Zamira Hajiyeva nega ter cometido qualquer crime

Zamira Hajieyva afirma que ela e seu marido são inocentes, vítimas de uma grande injustiça.

Ela disse à Justiça que seu marido é um empresário honesto e que ficou rico graças a uma série de negócios bem-sucedidos antes de se tornar presidente do conselho do banco.

Seus advogados emitiram um comunicado dizendo que "a decisão judicial de aplicar a UWO contra Zamira Hajiyeva não pressupõe nem deve levar a suposições do cometimento de qualquer crime por parte dela ou seu marido".

"A ordem emitida é parte de uma investigação, não de uma ação criminal, e não envolve a descoberta de nenhum crime."

Jahangir Hajiyev nega ter cometido fraude contra o banco, mas não conseguiu reverter sua condenação na Justiça.

Seus advogados afirmam que ele agiu contra a família que governa o país, que eles acusam de corrupção, e por isso pagou um preço. Ele agora pede à Corte Europeia de Direitos Humanos que intervenha no caso.

No entanto, a NCA disse à Justiça que Jahangir Hajiyev foi um funcionário do banco estatal entre 1993 e 2015 e que, neste posto, ele não teria como obter a fortuna identificada por investigadores.

AUTOR: BBC

sábado, 26 de maio de 2018

SAIBA QUAIS SÃO OS PAÍSES COM A GASOLINA MAIS CARA E MAIS BARATA DO MUNDO

Passar por um posto de gasolina para encher o tanque é algo corriqueiro na maioria dos países, mas financeiramente a experiência pode ser bem diferente dependendo de onde você estiver.

Ainda que a gasolina seja um produto "globalizado", vendido no mundo inteiro, as condições que determinam seu preço em cada país são bem distintas, assim como as possíveis repercussões de um súbito aumento.

Ao redor do mundo, o preço dos combustíveis está sujeito a variáveis como subsídios ou impostos, o preço do barril de petróleo e políticas de combate à inflação.
O preço da gasolina depende de muitos fatores, como os subsídios ou impostos governamentais REUTERS

No Brasil, por exemplo, a Petrobras congelou o preço do combustível para controlar o aumento da inflação durante o governo de Dilma Rousseff.

No governo de Michel Temer, a empresa assumiu uma nova política de preços de ajustes periódicos de acordo com a dinâmica dos mercados nacional e internacional.
Hong Kong tem a gasolina mais cara do mundo GETTY IMAGES

São essas variáveis, juntamente com a disponibilidade de petróleo extraído em território nacional e a distância que cada país está da fonte exportadora, é que fazem com que o preço do litro da gasolina varie radicalmente ao redor do planeta. Em determinado país ela pode custar 200 vezes mais do que em outro. E também é preciso levar em conta o poder aquisitivo do consumidor.

Ainda que o preço seja muito alto na Holanda e muito baixo na Bolívia, isso não signfica que, para os holandeses, a gasolina seja muito cara, nem que seja muito barata para os bolivianos.

Os mais baratos

Segundo a consultoria Global Petrol Prices, a Venezuela é o país com a gasolina mais barata no mundo, entre 167 países e territórios analisados em seu mais recente relatório semanal, divulgado em 9 de janeiro.

GETTY IMAGES

A R$ 0,04 cada litro, a gasolina continua a ser incrivelmente barata na Venezuela, país que enfrenta um difícil momento econômico, com inflação galopante.

O país tem as maiores reservas petrolíferas comprovadas do planeta. E, em meio ao colapso econômico pelo qual passa, o governo venezuelano segue empenhado em subsidiar massivamente o preço do combustível.

Outras quatro nações com a gasolina mais barata do mundo também são quase todas grandes produtoras de petróleo.
O combustível continua a ser muito barato na Venezuela AFP

Na Arábia Saudita, o país com a segunda maior reserva de petróleo do mundo e 13º no ranking de menores preços, paga-se 54 vezes mais do que na Venezuela, mas o preço continua bem baixo: R$ 2,16 por litro.

A gasolina também é muito barata no Irã (R$ 1,02/litro) e no Sudão (US$ 1,24/litro), dois grandes produtores na Ásia e na África, respectivamente, e no Kuwait (US$ 1,27/litro).

São países que acabam comprometendo recursos fiscais para subsidiar a gasolina para seus cidadãos, porque, ao vendê-la a preços baixos internamente, renunciam a receitas que seriam obtidas na exportação de petróleo de acordo com os preços internacionais.

No último ano, o valor internacional do petróleo subiu e, caso continue disparando, como alguns preveem, o custo para manter a gasolina tão barata poderá ser ainda maior para essas nações.
Os mais caros

Talvez seja mais surpreendente a lista dos países onde a gasolina é mais cara.

O primeiro lugar fica com o território chinês de Hong Kong, onde o litro custa R$ 7,73 segundo a Global Petrol Prices, ou seja, 194 vezes mais do que na Venezuela.

Entre os motivos para o preço recorde, estão os impostos, o alto custo de imóveis e outros gastos operacionais, segundo o jornal South China Morning Post.

Na segunda posição está a Islândia (R$ 7,70/litro), nação em que impostos e a consciência ambiental ajudam a explicar por que é tão caro encher o tanque no país.

Mais intrigante ainda é o país em terceiro lugar: a Noruega, onde se paga R$ 7,44 por litro. O surpreendente é que a nação é um dos grandes produtores e exportadores de petróleo do mundo.

Graças a suas jazidas no mar do Norte, o país está entre os 20 principais produtores do planeta. Mas, em vez de subsidiá-lo, criou restrições que tornam muito caro ter um automóvel privado, em prol de políticas que incentivam o transporte público.

Suas exportações de petróleo alimentam o Fundo Soberano da Noruega, usado para diversificar sua economia, tendo em vista o dia em que as reservas se esgotarão.
Hong Kong tem a gasolina mais cara do mundo AFP

A mesma lógica se aplica à Holanda (R$ 7,11/litro), em quarto lugar, seguido por Mônaco e Dinamarca, com um preço de R$ 7,04/litro.

Israel, o nono país com a gasolina mais cara do mundo (R$ 6,82/litro), por sua vez, é um país que aplica impostos altos na gasolina vendida nos postos e produz muito pouco petróleo, dependendo majoritariamente de importações.

No entanto, segundo o próprio governo israelense, o petróleo "é um recurso majoritariamente produzido por nações que não são amigos e são até mesmo hostis" a este país.

A Grécia, sétimo país mais caro, entrou na lista depois de se ver obrigada a aumentar tributos a fim de ajustar suas finanças e cumprir as rigorosas condições impostas por seus credores para obter empréstimos.

O Brasil ocupa a 91ª posição do ranking, com um preço médio de R$ 4,30 por litro, o mesmo valor cobrado atualmente na África do Sul.

Composição do preço

De acordo com a Petrobras, o preço da gasolina vendida ao consumidor final nos postos de combustível é composto por três parcelas: uma parte do produtor ou importador, tributos do governo e o lucro do revendedor. No Brasil, esse lucro equivale às margens brutas de distribuição e dos postos revendedores de gasolina.

A Petrobras afirma que 29% do preço final da gasolina comum vendida nos postos é apenas de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). O lucro dos postos equivale a apenas 9% do valor final do combustível.

A maior fatia do valor é definida pela própria Petrobras - 34%. Há ainda 16% destinados à Cide e PIS/Pasep e Cofins, recolhidos pela União, além de 12% equivalente ao valor correspondente ao etanol anidro, misturado à gasolina.
Composição do preço da gasolina varia de acordo com o país REPRODUÇÃO

Os tributos federais são cobrados como um valor fixo por litro - o de Pis/Cofins, por exemplo, é de R$ 0,7925 por litro de gasolina; a Cide, de R$ 0,10 por litro.

O ICMS, por sua vez, é um percentual sobre o preço de venda - ou seja, cada vez que ele sobe, os Estados recolhem mais impostos.

AUTOR: BBC

domingo, 17 de dezembro de 2017

A INTERNET LEVOU UM TIRO NO PEITO, ELA VAI SOBREVIVER; MAS NÃO SERÁ A MESMA

(monsitj/iStock)

Como você talvez saiba, a Federal Communications Commission, a Anatel dos EUA, decidiu acabar com a chamada “neutralidade da rede”: Princípio que obrigava os provedores de internet a tratarem igualmente todos os dados, sem poder discriminar ou privilegiar nada do que passa por suas redes. 

Os deputados e senadores americanos, que trabalharam a favor da medida, receberam mais de US$ 100 milhões em doações das empresas de telecomunicações, as grandes beneficiadas dessa história (não é só no Brasil, veja você, que corporações compram as graças dos políticos). 

O fim da neutralidade é a maior mudança da história da internet – que, ao longo dos próximos anos, poderá se transformar em algo radicalmente diferente. E não para melhor.

Porque, a partir de agora, as telecoms passam a ser donas da internet. Elas decidem o que cada pessoa poderá acessar, como e quantas vezes fará isso. E, ao exercer esse poder, controlam o destino da rede. Suponha, por exemplo, que você tenha uma cota de dados para usar durante o mês – como já acontece nos planos de celular, e as telecoms desejam fazer com a banda larga fixa. 

Só que determinados sites e apps não contam, ou seja, você pode usá-los à vontade sem descontar da sua franquia de dados. De quebra, eles abrem muito mais rápido. É lógico que você irá acessar esses sites e apps, e não outros. E isso tem uma consequência econômica óbvia. As empresas de internet que fizerem acordos com as telecoms, pagando o que elas pedirem (e obedecendo às condições que elas impuserem), irão prosperar; as outras, definhar e sumir.

Mas que mal tem isso?, você pode perguntar. Afinal, vivemos no capitalismo, e as telecoms têm direito de cobrar pelo uso das suas redes, nas quais investiram dezenas de bilhões de dólares. Gigantes como Google, Facebook, Amazon e Netflix têm dinheiro de sobra para pagar. Do outro lado, os usuários que quiserem adquirir novos tipos de acesso à internet (como uma conexão que priorize a velocidade dos vídeos, por exemplo) terão acesso a eles. E assim, pela magia da liberdade econômica, a inovação florescerá e todos sairão ganhando.

Na prática, não será bem assim. Por um motivo simples: o setor de telecomunicações é naturalmente concentrado. Quantas empresas oferecem banda larga na sua rua? Uma, duas, provavelmente no máximo três. Com o celular acontece a mesma coisa, não? É assim porque os investimentos necessários para construir as redes são muito altos, e porque a própria infraestrutura limita o número de players (o espectro eletromagnético só comporta um determinado número de operadoras; os postes das ruas, certa quantidade de cabos). 

Com poucas empresas competindo, cada uma se torna desproporcionalmente poderosa. Foi por isso que, no começo de 2015, os EUA criaram regras para garantir a neutralidade da rede – um ano depois do Brasil, que em 2014 fizera o mesmo ao aprovar o Marco Civil da Internet. A legislação americana acaba de cair; a do Brasil, bem como a de outros países, deve seguir o mesmo caminho.

E a tendência, como em todos os setores econômicos, é que a concentração aumente. Sabe quando você vê, no noticiário, que duas grandes empresas se fundiram ou uma comprou a outra? Só no ano passado, foram mais de 7.000 fusões e aquisições entre grandes empresas, com valor combinado de US$ 2,4 trilhões. É provável que, daqui a alguns anos, existam ainda menos empresas de telecomunicações do que hoje – e as que sobrarem sejam ainda maiores.

Google, Facebook, Amazon e Netflix vão fazer acordos com as novas donas da internet. Uns se conformarão em ter menos lucro, outros repassarão o gasto aos usuários (nós). Mas continuarão funcionando, talvez até melhor. O problema é que, daí para a frente, qualquer aplicativo, site ou serviço que for inventado estará imediatamente em desvantagem – porque seus criadores não conseguirão dar tanto dinheiro às telecoms quanto os quatro gigantes. E as pessoas não conseguirão acessar, e usar, aquele app ou site da mesma forma.

Para as startups, a única maneira de sobreviver e ter sucesso será se aliar a um dos quatro. O tráfego (e o faturamento) da rede, que nos últimos anos já foi ficando altamente concentrado, será mais concentrado ainda. Num segundo momento, as telecoms começarão a absorver os próprios produtores de conteúdo, como sites e empresas jornalísticas, num processo de hiperconsolidação (que já está começando nos EUA). Medidas que hoje soam absurdas, como vetar acesso a certas coisas ou restringir a navegação a pacotes de conteúdo, como numa assinatura de tv a cabo, se tornarão plausíveis. Algum tempo depois, serão a norma.

E a internet, que foi projetada para ser imune a qualquer tentativa de controle, terminará nas mãos de meia dúzia de empresas. A rede global descentralizada e indestrutível, criada para resistir até a uma guerra nuclear, terá sucumbido a algo mais prosaico: o desarranjo nas relações entre a política, o dinheiro e o poder.

AUTOR: SUPERINTERESSANTE

domingo, 3 de dezembro de 2017

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AUTOR: TIANGUÁ AGORA

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

SAIBA DE 9 FATOS QUE COMPROVAM QUE O BRASILEIRO É O POVO MAIS ENGANADO DO MUNDO

Se tem algo que nós brasileiros infelizmente estamos acostumados a pagar é impostos, pagamos imposto sobre tudo, na renda, na compra de um bem ou produto, nos serviços, no transporte, exatamente em 100% do que fazemos tem imposto, reduzindo nosso poder de compra a nada, pegue qualquer nota fiscal atual e subtraia o valor de imposto que contém nela, veja quanto você poderia pagar no produto.

Se compararmos os preços de produtos e serviços em outros países chega a parecer brincadeira, e nesta lista vou mostrar para vocês recordes de preço mais caro do mundo que o Brasil possui, além de comparativos de preços e que até mesmo produtos fabricados no Brasil são vendidos mais baratos no exterior.

Confira 9 fatos que comprovam que nós estamos esta sendo feitos de bobo:

1. A casa da esquerda é mais barata do que a da direita
Isso mesmo, você não leu errado, esta linda casa da esquerda situada em um país de primeiro mundo custa $ 89,000 que é equivalente a R$ 290,000, e um cidadão americano leva em média 2 anos e meio para pagá-la, e a casa da direita situada no bairro de Osasco/SP está a venda por R$ 320,000 e um cidadão Brasileiro leva em média 12 anos para pagá-la, “Trabalhando muito”.

2. O Mesmo creme de barbear pode custar até 6x mais caro aqui no Brasil
Deve ser por isso que deixamos a barba crescer aqui no Brasil.

3. Levamos 5x mais tempo para pagar nossos carros
O Ford Focus S nos EUA custa 13 salários mínimos (levando em conta o salario mínimo local), e no Brasil, 71 salários.

4. Ovo de Páscoa fabricado no Brasil custa 5x mais barato nos Estados Unidos
Este é um fato que pode deixar muitas pessoas surpresas, mas este mesmo ovo de páscoa que é vendido aqui no Brasil por uma média de R$ 30,00, nos EUA custa $ 1,99 o que daria em R$ 6,50, mesmo com os custos de exportação.

5. Temos o Iphone mais caro do mundo
Isso se dá principalmente devido aos impostos de importação, e a prática brasileira de cobrar imposto em cima de imposto, quando o produto chega ao consumidor final está custando uma fortuna, onde sai mais barato você viajar para Miami comprar o iPhone e voltar para o Brasil.

6. Temos o Playstation mais caro do mundo
Pensou que seria só o iPhone mais caro? não, quando se diz respeito a custo alto o Brasil bate muitos recordes.

7. Adivinha onde fica o Futebol mais caro para assistir do mundo?
Somos conhecidos como o país do futebol, e mesmo tendo estádios e segurança deficiente pagamos o maior ingresso do planeta.

8. Temos a 2ª internet mais cara do mundo
Só perdemos para nossos vizinhos Argentinos, mas será que a internet deles consegue ser tão ruim quanto a nossa?

9. A 3ª Energia elétrica mais cara de todo o Planeta
Sim, o planeta é grande e existem muitos países, mesmo assim o nosso consegue ter a 3ª tarifa mais cara, parte disso pode ser devido ao imposto levar 45% deste valor.

AUTOR: Veja Isso

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

SAIBA QUEM É A MULHER ESTAMPADA NAS CÉDULAS DO REAL

E o nome da tal mulher é ‘’Marianne’’. Esta mulher representa a razão, a nação, a pátria e principalmente as virtudes da república.

Nós lidamos com o dinheiro constantemente, todos os dias as notas vão e vem, sendo adquiridas como fruto de nosso trabalho e utilizadas na compra de bens, produtos e serviços. Muitas vezes as pessoas não se perguntam o porquê das coisas, mas devemos sempre ter em mente que em tudo há uma razão e um motivo. Quem nunca se perguntou quem é essa misteriosa mulher estampada em nossas notas. Eu mesmo já me perguntei inúmeras vezes, por conta disso, resolvi pesquisar um pouco sobre a tal mulher do real.

Após sucessivas trocas monetárias (réis, cruzeiro, cruzeiro novo, cruzado, cruzado novo) o Brasil adotou o Real em 01 de julho de 1994. A moeda foi implantada no mandato do presidente Itamar Franco, sob o comando de Fernando Henrique Cardoso. O nome “Real” foi escolhido por fazer referência à primeira moeda do Brasil, os “Réis”, e principalmente por trazer um sentido de realidade, ou seja, uma moeda que demonstra o real valor da unidade.
A origem do nome é um pouco incerta, mas muitos dizem que se trata da junção dos dois nomes femininos mais comuns na França: Mari e Anne. Sendo assim, Marianne se tornou a Efígie da república. Efígie significa alegoria, ou símbolo.

Na antiguidade era comum representar ideais, fenômenos e entidades abstratas, em deuses, deusas e personificações alegóricas, esta prática foi menos comum na idade média, mas ressurgiu durante o renascimento.

Historiadores dizem que a razão pela qual foi escolhida uma mulher para representar a república, foi que uma alegoria feminina simbolizava uma ruptura com o antigo regime autocrático chefiado por homens.

Chamada por uns de “Senhora da Liberdade” e por outros de ‘’Senhora da Maçonaria’’.

Marianne e a Estátua da Liberdade

Por falar em simbolismo, a Estátua da Liberdade — localizada em Nova York —, como você deve saber, foi um presente da França aos EUA em comemoração ao centenário da assinatura da Declaração da Independência. A estátua foi produzida pelo escultor francês (e maçom) Frédréric Auguste Bartholdi, trata-se de uma versão maçônica de Marianne.

Mas voltando ao assunto das cédulas, se você observar a nota de US$ 1 com um pouco mais de cuidado, vai encontrar na face reversa o famoso “olho que tudo vê”, mais um famoso símbolo da maçonaria que todos os dias passam pelas mãos de milhões de pessoas, assim como a moça das notas de real.

AUTOR: PLUGCITÁRIOS

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