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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

NO RJ, O MISTÉRIO DA MÚMIA DA GALLOTI, QUE INTRIGA ESTUDIOSOS QUASE 70 ANOS APÓS SER ACHADA NO PÃO DE AÇUCAR

Quase 70 anos depois, cadáver encontrado na encosta de um dos mais belos cartões-postais do Rio continua a intrigar montanhistas MIKE EGERTON/PA WIRE

Ela não "provocava transe" em quem se aproximava dela, como a princesa Kherima, nem "batia papo" com o imperador Pedro 2º, como a cantora-sacerdotisa Sha-amun-en-su - ambas parte do acervo do Museu Nacional, que pegou fogo no último dia 2 de setembro. Mesmo assim, quase 70 anos depois de sua "descoberta", a "múmia" da chaminé Gallotti, como ficou conhecida, continua a intrigar alpinistas e estudiosos no assunto.

O mistério teve início na manhã de 19 de setembro de 1949. Lá pelas sete da manhã, cinco amigos - Antônio Marcos de Oliveira, Laércio Martins, Patrick White, Ricardo Menescal e Tadeusz Hollup - se encontram na Praça General Tibúrcio, na Praia Vermelha, Rio de Janeiro, para escalar o Pão de Açúcar.

Não era uma escalada como outra qualquer. Em vez de simplesmente subir o paredão de 396 metros de altura por uma das três vias de acesso já desbravadas, os montanhistas, membros do Clube Excursionista Carioca (CEC), decidiram explorar uma quarta trilha, ainda mais perigosa e arrojada que as anteriores.

"Os conquistadores levaram quase cinco anos para concluir a rota que ficou conhecida como a chaminé Gallotti, em homenagem ao senador Francisco Benjamin Gallotti (1895-1961)", explica Rodrigo Milone, presidente do CEC.

"Durante anos, foi considerada a mais difícil escalada do montanhismo brasileiro."

Ainda na clareira que dá acesso ao paredão, Hollup, então com 19 anos, começou a desconfiar de que algo estava errado quando viu um sapato de mulher, deteriorado pelo tempo, em plena Mata Atlântica.

"Será que, daqui a pouco, vamos encontrar a dona do sapato?", perguntou ele, em tom de brincadeira.

"Mesmo assim, não dei muita importância. Joguei o sapato fora e continuamos a subir", explicou em sua última entrevista, dada ao programa Esporte Espetacular, da TV Globo, em 22 de outubro de 2017.

Tadeusz Hollup, o último dos desbravadores da chaminé Gallotti, morreu no dia 27 de agosto de 2018, aos 88 anos.
Havia um cadáver no meio da escalada

Alguns metros acima, Oliveira, o caçula do grupo, com 18 anos, já desbravava a encosta do morro. Dali a pouco, por volta das 11h30, se deparou com um cadáver, preso pela garganta, numa fenda estreita da rocha, apelidada de "chaminé" pelos alpinistas.

Ao contrário do que se poderia imaginar, o defunto não estava em estado de putrefação e, sim, "mumificado".
Em 1949, grupo de montanhistas encontrou corpo naturalmente mumificado preso numa fenda estreita da rocha CLUBE EXCURSIONISTA CARIOCA (CEC)

"Quando o vento bateu mais forte, o cabelo dele, que era enorme, pousou no meu ombro. Foi aí que vi que era uma pessoa. Fiquei apavorado!", relatou Oliveira no documentário Cinquentona Gallotti (2004), escrito e dirigido por Priscilla Botto e Paulo de Barros.

Na mesma hora, berrou para os amigos: "Ó, tem uma pessoa morta aqui!".

Hollup e Menescal caíram na gargalhada. "Que história é essa?", quis saber Hollup, aos risos.

"Achou a dona do sapato?", fez graça Menescal. Os dois levaram na brincadeira. Mas Oliveira, não. Quando chegaram ao local, tomaram um susto daqueles. A coisa era séria mesmo.

Diante da "descoberta" macabra, os amigos resolveram suspender a escalada e avisar a polícia. A tão sonhada conquista da chaminé Gallotti - proeza alcançada só cinco anos depois, em 1954 - teria que ficar para outro dia.
Corpo pertenceria a um homem com cerca de 35 anos, segundo laudo do legista ARQUIVO CEC/ IVAN CALOU

Na manhã seguinte, os cinco voltaram à Urca, acompanhados de policiais, repórteres e legistas. Munidos de grampos, martelos e brocas, desceram o corpo da "múmia" até a clareira, onde estavam os bombeiros. Naquela época, os escaladores usavam cordas de sisal e coturnos com tachas. Tudo muito rudimentar para os padrões atuais.

A "descoberta" da múmia virou notícia em todos os jornais. Para espanto geral, o laudo, assinado pelo médico-legista José Seve Neto, desfez o mal-entendido: o cadáver não era de mulher, como imaginado inicialmente por causa da vasta cabeleira, mas de um homem.

Segundo a nota publicada na edição do dia 20 de setembro de 1949, do jornal O Globo, os restos mortais pertenciam a "indivíduo de cor branca, com 35 anos presumíveis, de 'compleixão' (sic) franzina e com 1,60 m de altura".

Ainda de acordo com o laudo, o defunto, que vestia um suéter e uma camisa sem mangas de algodão, não apresentava sinais de fratura, nem vestígio de bala ou facada. E o pior: não trazia documentos.
Cadáver teria sido mumificado pela maresia ARQUIVO CEC/IVAN CALOU

"Os legistas concluíram que o cadáver estava lá havia uns seis meses, pelo menos", relata Oliveira.

"Foi mumificado devido à maresia."

O químico Emiliano Chemello, da Universidade de Caxias do Sul (UCS), explica que a maresia pode ter ajudado, sim, na mumificação do cadáver. Isso porque o sal presente nela absorve a água, retardando processo de decomposição do corpo.

"Os antigos egípcios usavam um minério chamado natrão, rico em carbonato de sódio. Eles empacotavam o natrão, em pequenas bolsas, dentro do corpo da múmia, além de jogarem um punhado do minério sobre o cadáver. Quarenta dias depois, o defunto estava encolhido e duro", diz.
Que fim levou a 'múmia' carioca?

Apesar de toda a repercussão nos jornais da época, nenhum amigo, parente ou familiar apareceu no Instituto Médico Legal (IML) para reconhecer o corpo. De quem era o cadáver encontrado na chaminé Gallotti? Ninguém sabe. A identidade da "múmia", sete décadas depois, continua ignorada.
Reprodução da foto dos intrépidos montanhistas anos depois ACERVO DE TADEUSZ HOLLUP

Mas essa é apenas uma das muitas perguntas sem resposta. Outra: como foi parar lá? Há várias hipóteses: de suicídio a assassinato. Para o extinto jornal A Noite, um dos muitos a cobrir o caso, os restos mortais pertenciam a um mendigo que teria se jogado morro abaixo.

Rodolfo Campos, roteirista e diretor do curta A Múmia da Gallotti (2009), tem outra versão: "Por ser um homem vestido de mulher e ter os cabelos compridos, suspeito que fosse um travesti que, talvez, estivesse fugindo de alguém ou tentando se esconder na mata. Mas é impossível afirmar com certeza".

Será que, no fim das contas, o mistério da "múmia" carioca esconde um caso de transfobia?

Há quem sustente, ainda, a tese de que o corpo seria de algum morador de uma favela próxima, localizada entre o Morro da Urca e o Pão de Açúcar.

O historiador Milton Teixeira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), rebate essa teoria. Ele explica que, naquele local, há uma caverna e que, nos anos 1940, morou ali um português que vivia da pesca e da venda de artesanato. Nos anos 1960, o tal eremita ganhou a companhia de um casal de retirantes cearenses.

"Em 1968, os militares ordenaram a saída dos três e hoje, na caverna, vivem apenas morcegos", arremata o historiador.

Outra pergunta intrigante: que fim levou a "múmia" do Pão de Açúcar? Tudo indica que, a exemplo das peças egípcias que faziam parte do acervo de 20 milhões de itens do Museu Nacional, teve destino trágico. A diferença é que, em vez de ter sido consumida pelas chamas de um incêndio, teria sido sepultada como indigente por falta de documentação e reconhecimento familiar.

AUTOR: BBC

sexta-feira, 13 de julho de 2018

NO EGITO, SARCÓFAGO COM MÚMIA DESCONHECIDA DE MAIS DE 2 MIL ANOS, INTRIGA ARQUEÓLOGOS

Dimensões do sarcófago impressionaram especialistas: tem mais de 2 metros de altura FACEBOOK MINISTÉRIO DAS ANTIGUIDADES DO EGITO

Arqueólogos egípcios descobriram neste mês um misterioso sarcófago preto de quase 2 metros de altura na cidade de Alexandria, na costa norte do Egito.

A descoberta intriga os especialistas pelas dimensões do túmulo e por ele parecer estar intacto há mais de 2 mil anos - ao contrário de outros do antigo Egito que, ao longo dos séculos, foram saqueados e danificados.

É o maior sarcófago já encontrado na região de Alexandria.

O anúncio foi feito pelo secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades egípcio, Mostafa Waziri.

O sarcófago de granito preto, com 1,85 metros de altura, 2,65 metros de comprimento e 1,65 metros de largura, foi encontrado em uma tumba a 5 metros de profundidade. Uma cabeça de homem esculpida em alabastro também foi encontrada no local.

Segundo o Ministério de Antiguidades egípcio, o objeto provavelmente retrata o dono do túmulo, que ainda não foi identificado - de acordo com especialistas, possivelmente se tratava de um nobre daquele período.
Cabeça esculpida em mármore também foi encontrada nas escavações e possivelmente retrata o homem enterrado no local FACEBOOK MINISTÉRIO DAS ANTIGUIDADES DO EGITO

A descoberta foi feita por uma missão de arqueólogos do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito durante escavações para inspecionar o terreno de um morador de Alexandria - ele pretendia fazer os alicerces de uma construção na área.

Acredita-se que o túmulo remonte ao período ptolemaico, que começou após a morte de Alexandre, o Grande, em 305 a.C. e durou até 30 a.C, quando a rainha Cleópatra 7ª foi derrotada e o Egito se tornou província do Império Romano.

"Há uma camada de argamassa entre a tampa e o corpo do sarcófago, indicando que ele não é aberto desde que foi lacrado na antiguidade", diz Ayman Ashmawy, o chefe do Setor de Antiguidades do Egito Antigo, em uma mensagem postada pelo Ministério de Antiguidades do Egito, em seu perfil oficial no Facebook.
Sarcófago de granito preto com 1,85 metros de altura, 2,65 metros de comprimento e 1,65 metros de largura está a 5 metros de profundidade FACEBOOK MINISTÉRIO DAS ANTIGUIDADES DO EGITO

Agora, o túmulo está sob vigilância enquanto especialistas se preparam para descobrir o que há exatamente dentro do sarcófago.

"Esperamos que este túmulo seja de um dos altos dignitários do período", disse Ashmawy, em entrevista publicada no jornal britânico The Guardian. "A cabeça de alabastro é provavelmente a de um nobre em Alexandria. Quando abrirmos o sarcófago, esperamos encontrar dentro dele objetos intactos, o que nos ajudará a identificar essa pessoa e a posição que ocupava", acrescentou.

Ashmawy observa que abrir o sarcófago pela primeira vez é um trabalho delicado e que possivelmente isso será feito no próprio local, dadas as dificuldades de movê-lo para um museu, por exemplo.

"São cinco metros de profundidade e a coisa toda pesa mais de 30 toneladas. A tampa sozinha tem 15 toneladas", exemplificou ele, ainda na entrevista ao Guardian.

Uma equipe de engenheiros deverá visitar o local nas próximas semanas. A expectativa é que forneçam os equipamentos e suportes necessários para que a tampa do sarcófago seja removida.

Especialistas em mumificação e restauração também devem participar da abertura do túmulo para garantir que o conteúdo seja preservado.

AUTOR: BBC

domingo, 6 de maio de 2018

DE ONDE VEM A LENDA DA MALDIÇÃO DA MÚMIA???

Descoberta da tumba de Tutancâmon foi tema de vários filmes de Hollywood GETTY IMAGES

O complicado processo de mumificação usado no Egito Antigo começava com a extração - através do nariz - do cérebro e dos órgãos da pessoa mumificada.

"Devia ser bem estranho", explica John J. Johnson, da Sociedade de Exploração Egípcia (EES, na sigla em inglês). "O corpo era então lavado e coberto com óleos."

Já se passaram 95 anos desde a escavação do túmulo do faraó egípcio Tutancâmon. Mesmo assim, o fenômeno continua a provocar fascínio, alimentando a imaginação de cineastas.
Descoberta da tumba de Tutancâmon repercutiu fortemente nos EUA THE NEW YORK TIMES

Isso porque a "múmia que volta à vida" seria inspirada na chamada Maldição de Tutancâmon.

Tal lenda ganhou força quando vários integrantes da expedição que descobriu seu paradeiro, liderada pelo arqueólogo britânico Howard Carter em 1922, morreram de forma prematura, incluindo seu financiador, o lorde Carnavon.
Ideia de múmia que busca vingança vem dos filmes, como A Múmia, de Karl Freund, estrelando Boris Karloff UNIVERSAL

Apesar de a história compartilhar semelhanças com outras representações de monstros vivos, como Drácula ou Frankenstein, a Maldição de Tutancâmon parece estar mais enraizada na memória coletiva porque seu ponto de partida é um fato verídico: a exumação do rei Tut.
'Egiptomania'

O frenesi da mídia sobre a escavação fez com que o Egito passasse a dominar a imaginação popular, alimentando até mesmo o desenvolvimento de um estilo arquitetônico: o Art déco.

Na verdade, muitas salas de cinema nos Estados Unidos da década de 1920 também foram adornadas com decorações extravagantes que imitavam a opulência do Egito antigo.

Para capitalizar em cima dessa febre pelo Egito, o estúdio de cinema Universal Studios produziu A Múmia, em 1932.

O filme é lembrado acima de tudo pela atuação de Boris Karloff como Imhotep, um sumo sacerdote mumificado que voltou a vida ao ler um pergaminho mágico.
Romance de 1827 de Jane Louden foi o primeiro a explorar ideia de múmia que ressuscita de sarcófago WIKIPÉDIA

No longa, Imhotep está convencido de que seu amor perdido, Ankh-es-en-Amon (que ganhou esse nome devido a Ankhesenamun, meia-irmã e esposa do rei Tut), reencarnou em uma mulher que tem uma notável semelhança com sua esposa morta.

O roteirista do filme, John L. Balderston, havia sido um dos jornalistas que noticiaram a abertura do túmulo do rei Tut, dando legitimidade ao filme.

Essencialmente, esse thriller psicológico dirigido pelo cineasta expressionista alemão Karl Freund é uma história sobre os perigos de interferir com os costumes ancestrais de uma cultura estrangeira.

Oito anos se passaram antes que a Universal produzisse o próximo filme sobre múmias: A Mão da Múmia (1940), muito mais simples do que o original.

Apesar da crença popular, nesse filme, Karloff só aparece durante a memorável abertura de 10 minutos.

Mas a ideia de uma múmia ressuscitada seria completamente estranha aos egípcios antigos. Também iria contra todo o conceito de mumificação, que era usado para preservar os mortos e garantir uma vida pacífica e tranquila após a morte.
Perseguido pela própria maldição

Em 1959, o estúdio de cinema Hammer Studios trouxe o tema de volta com A Múmia, de Terence Fisher, um filme que fez justa homenagem à lenda original e reconheceu o apelo romântico da criatura ao relembrar a figura de Ankhesenamun na pele da princesa Ananka (interpretada por Yvonne Furneaux).

O roteirista Jimmy Sangster retomou as sequências irregulares da Universal e apelidou a criatura de Kharis (interpretada por Christopher Lee), supondo erradamente que se tratava do verdadeiro nome de um deus egípcio.

Uma maldição mortal também afetou uma equipe de arqueólogos em O Manto da Múmia (1967), produzido pelo mesmo estúdio: todos são assassinados, um por um, pelo ser que volta à vida.
Escritora americana Louisa May Alcott também contribuiu para a legenda da múmia em 1869 WIKIPÉDIA

Já em a Tumba da Múmia, de 1971, uma bela, mas letal rainha egípcia e sua encarnação moderna (papeis desempenhados por Valerie Leon) substitui a figura da múmia mais convencional. O filme era uma adaptação do romance de 1903 de Bram Stocker A joia das sete estrelas e também pareceu perseguido pela própria maldição.

Após cinco semanas de produção, seu diretor, Seth Holt, morreu repentinamente de um ataque cardíaco. Já Peter Cushing, que interpretou o pai de Leon, teve que ser substituído após a morte inesperada de sua mulher.

Tendo claramente esgotado o material - e provavelmente incomodado bastante os faraós -, Hollywood não produziu nenhum filme sobre múmias até a virada do século.

Apesar disso, muitos longas lembraram o Egito Antigo, a mumificação e as escavações.

O primeiro filme da série Indiana Jones, de Steven Spielberg, Em Busca da Arca Perdida (1981), foi baseado na busca pela Arca da Aliança no Egito.

Spielberg também produziu O Jovem Sherlock Holmes (1985), sobUniversalre a descoberta de uma seita egípcia pelo famoso detetive.

Já A Porta do Tempo (1994), de Roland Emmerich, fazia referência ao portão de entrada a um planeta distante que refletia o Egito antigo e narrava um regime despótico no qual um alienígena encarnava no deus Rá.
A transformação da múmia

O século 21 trouxe de volta uma série de múmias (1999-2008) interpretadas por Brendan Fraser e Rachel Weisz, e ressuscitou a lenda de Imhotep, que após ser revivido, invoca as "10 pragas do Egito".

Mas enquanto as pessoas sentiam pena da múmia de Karloff, sua versão contemporânea é um vilão totalmente desprovido de simpatia.

Como a série não obteve sucesso nas bilheterias, apenas mais duas múmias foram "exumadas" por Hollywood.

Mas isso não significa que o mundo cinematográfico tenha decidido enterrar o assunto para sempre, como prova a superprodução A Múmia, estrelada por Tom Cruise.

Nesse caso, a vingança é realizada por uma antiga feiticeira mumificada, interpretada por Sofia Boutella.

E, mesmo com um desempenho aquém do desejado nas bilheterias, é pouco provável que as múmias deixem de vagar nas telas dos cinemas.

AUTOR: BBC

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