VISITAS!

838279
SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS, E TENHAM UMA ÓTIMA LEITURA, CONHECENDO OS MISTÉRIOS DO MUNDO!.

SAIBA DE TODOS OS MISTÉRIOS E NOTÍCIAS AQUI!

SAIBA DE TODOS OS MISTÉRIOS E NOTÍCIAS AQUI!
É SÓ ACESSAR MEU CANAL!

CURTA O MUNDO REAL 21 NO FACEBOOK

MUNDO REAL 21 - ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Mostrando postagens com marcador POLTERGEISTS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador POLTERGEISTS. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de junho de 2018

CONHEÇA O MISTERIOSO CASO DO "FANTASMA DE ENFIELD", O FENÔMENO PARANORMAL MAIS BEM DOCUMENTADO DO REINO UNIDO

Até hoje, muitos acreditam que o fenômeno ocorrido com a família Hodgson se tratava realmente de um fantasma, ou poltergeist GETTY IMAGES

O endereço 284 Green Street, em Enfield, no norte de Londres se tornou conhecido por uma razão macabra: é o local de atividade do poltergeistmelhor documentado do Reino Unido.

A palavra poltergeist - utilizada em inglês e conhecida em todo o mundo por causa do filme de terror Poltergeist - O Fenômeno, de 1982 - vem do alemão. Poltern é um verbo que significa fazer barulho e Geist, um substantivo que significa fantasma.

Durante 18 meses, começando no verão de 1977, Peggy Hodgson, seus quatro filhos e mais de 30 testemunhas presenciais (incluindo vizinhos, detetives de fenômenos paranormais e jornalistas) viram e ouviram, dentro da casa da família, incidentes em que havia móveis em movimento e objetos voando sem razão aparente, ruídos inexplicáveis e até levitação.

A história atraiu o casal americano Ed e Lorraine Warren, investigadores de fenômenos paranormais retratados na série de filmes A Invocação do Mal. O enigma de Enfield é mostrado no segundo filme da série.

Na época, os fenômenos se concentraram nas filhas de Peggy, Janet e Margaret Hodgson. Em alguns momentos, Janet, que tinha apenas 11 anos, falava inexplicavelmente com uma voz misteriosa e rouca.

A BBC reuniu três das testemunhas de primeira mão do mistério, que ficou conhecido como "O poltergeist de Enfield". Com a ajuda deles e de outros depoimentos da época, nossa reportagem reconta os fatos.

A penteadeira que se movia

Na noite de 31 de agosto de 1977, Peggy Hodgson entrou no quarto de seus filhos e viu uma penteadeira movendo-se sozinha.

"Eu não conseguia acreditar. Cheguei a empurrar (a penteadeira) duas vezes, mas na terceira vez não consegui movê-la", relembra, em uma entrevista gravada na época.

O estranho episódio foi acompanhado de repetidos barulhos de batidas.

Com medo, Hodgson pediu que um de seus filhos fosse chamar seu vizinho, Vic Nottingham.

"Escutei as batidas quando entrava pela porta principal. Andei por toda a casa e não consegui entender o que estava acontecendo. Por isso, imaginei que só havia uma coisa a fazer: chamar a polícia", disse, também em depoimento na época.
A jornalista Rosalind Morris, da BBC, Graham Morris, o primeiro a fotografar as crianças levitando, e o advogado Richard Grosse, que interrogou o "fantasma", foram reunidos pela apresentadora da BBC Sue MacGregor

A policial Carolyn Heeps foi a primeira a chegar ao local, e viu uma cadeira deslizar, sem explicação, pelo quarto.

"A cadeira se levantou cerca de 1,5 cm do chão, e deslizou aproximadamente 1 a 1,2 metros para a direita, antes de parar", descreveu.

No entanto, assim como Peggy Hodgson e Vic Nottingham, Heeps não sabia o que fazer.

As primeiras fotos

O fotojornalista Graham Morris, que na época trabalhava para o jornal Daily Mirror, ainda se lembra do que aconteceu quando ele recebeu um telefonema de seu editor e foi enviado à casa dos Hodgson para um trabalho que, segundo ele, "mudou sua vida".

Para ele, era claro que os acontecimentos estranhos ocorriam quando as crianças estavam em casa - especialmente Janet.

Ao chegar na casa, ele parou na penumbra da cozinha enquanto adultos levavam, uma a uma, as crianças, que estavam dormindo.

"A última a entrar foi Janet. De repente, os objetos simplesmente começaram a voar... um pedaço de Lego, inclusive, me atingiu no olho direito".

Até hoje, Morris se diz convencido de que os objetos da cozinha não foram atirados nem levantados por ninguém. Ele diz ter se posicionado na esquina do cômodo para ter uma visão clara de todas as pessoas que estavam ali. "Nenhuma delas estava fazendo nada", afirma.
Mais de 30 testemunhas presenciais descreveram barulhos e objetos voando sem explicação aparente GETTY IMAGES

Em uma das sequências de fotos que fez na casa, ele mostra um momento em que Janet "levitava" em seu quarto.

"Na imagem principal, ela estava no ar, no momento em que voava. E havia subido deitada com a boca para baixo", descreve.

Os investigadores de fenômenos paranormais

Maurice Grosse, membro da Sociedade para a Investigação Psíquica, coordenou a investigação do que estava ocorrendo na casa dos Hodgson.

"Eu mesmo vi bolas de gude se movendo de um lado para outro. Vi a porta se mover sem ajuda. E senti uma diminuição na temperatura sem explicação", disse, em entrevista na época.

No início de novembro de 1977, ele confrontou a suposta presença na sala de estar.

"Quando perguntei: 'Você está brincando comigo?', me atirou uma caixa de papelão e uma almofada na cara."

No ano seguinte, o casal de americanos Ed e Lorraine Warren, que se consideravam demonologistas, também visitaram a casa e gravaram entrevistas com os Hodgson e outras imagens dos fenômenos aparentemente sobrenaturais.

Richard Grosse, o filho de Maurice Grosse, era um advogado recém-formado quando começou o caso do poltergeist de Enfield. Como tal, ele é provavelmente o único membro da Sociedade de Direito inglesa que pode dizer que interrogou um fantasma.

"Todos os dias, no café da manhã, meu pai me mostrava uma ou duas das fitas cassete que ele tinha gravado (na casa)", diz à BBC News.

"Elas começavam com barulhos e batidas. Em seguida, as batidas respondiam ao interrogatório."

Quando o suposto fantasma começou a falar, Richard se tornou seu interlocutor.
A jornalista da BBC Rosalind Morris foi uma das primeira a cobrir o caso; ela visitou a família diversas vezes e fez um documentário sobre os Hodgson em 1978

A repórter de rádio da BBC

Durante a investigação de Maurice Grosse, a repórter da BBC Rosalind Morris cobriu o caso para programas de rádio.

Uma noite, ela e Grosse fizeram uma vigília noturna na casa enquanto a família dormia.

"Depois que as meninas foram dormir, ouvimos um barulho enorme vindo de seu quarto, no andar de cima", relembra.

Morris subiu as escadas e parecia que alguma coisa tinha empurrado uma cadeira para o outro lado do quarto - a uma distância de 2,7 metros de onde o móvel estava.

Para ela, era impossível que as duas crianças, que estavam dormindo na cama, tivessem feito isso. Na época, Morris declarou que "estava convencida" de que "algo" tinha sido responsável.

A voz do 'fantasma'

Uma voz rouca e masculina começou a ser ouvida quando as crianças estavam em algum cômodo. Ela parecia emanar de trás de Janet Hodgson, que dizia que a voz vinha da parte posterior de seu pescoço.

A voz se identificou como um antigo morador da casa, Bill Wilkins, que morreu aos 72 anos de idade.

Interrogado por Richard Grosse, ele disse que morreu de uma hemorragia. "Morri em uma cadeira que ficava em um canto do andar de baixo", afirmou.

Quando lhe perguntaram por que Janet não podia vê-lo, a voz respondeu: "Sou invisível... porque sou um G.H.O.S.T. (a palavra fantasma, em inglês, soletrada)".

A história de sua morte foi corroborada mais tarde por Terry, o filho do ex-morador da casa que, de fato, se chamava Wilkins.
Muitos acreditam que o "poltergeist" foi invenção das duas filhas adolescentes de Peggy Hodgson GETTY IMAGES

Janet e Margaret Hodgson, as duas crianças no centro do caso, foram entrevistadas recentemente sobre suas experiências.

De acordo com Margaret, "todos estávamos em um estado terrível, muito assustados e cansados, e isso piorou na medida em que passava o tempo".

Já Janet diz que foi "usada e abusada, houve levitação, vozes e depois... a cortina que se enrolou no meu pescoço. Isso foi muito perigoso e me fez perceber que aquilo podia me matar".
Era realmente um poltergeist?

Muitos acreditam que a família inventou tudo, usando truques básicos de magia, para conseguir uma casa nova e maior.

Maurice Grosse chegou a ser criticado, depois de dizer que acreditava que parte dos fenômenos era brincadeira das meninas - Janet chegou a ser "pega na mentira" em alguns vídeos - mas que havia elementos genuínos que indicavam uma presença sobrenatural.

Peggy Hodgson era uma mãe solteira com quatro filhos pequenos, mas Rosalind Morris não acredita que uma casa melhor tenha sido sua motivação.

"Ela achava que sua casa era boa, e ficou nela: foi o local onde ela morreu, em 2003", afirma.

A jornalista admite que, no início, ela mesma era extremamente cética em relação ao fenômeno e buscava diversas maneiras de explicar o "truque". No entanto, Hodgson lhe pareceu sincera e "muito assustada".

Richard Grosse também não acredita que o motivo da família pudesse ter sido financeiro: "Eles nunca ganharam dinheiro com isso".

Ele também rejeita as afirmações de que Janet Hodgson sofria de Síndrome de Tourette - transtorno neuropsiquiátrico que pode se caracterizar por tiques vocais esporádicos.

"Quando a voz (que parecia vir da garota) começava, ela falava sem parar por duas, três horas", afirma.

Seu pai, Maurice Grosse, também não acreditava na possibilidade de que a menina estivesse fazendo um truque de ventriloquismo. "Manter esse tipo particular de voz por um período de tempo sem machucar as cordas vocais é absolutamente impossível", diz.

Janet, por sua vez, mantém uma atitude firme diante dos céticos. "Não me importa o que pensem. Eu sei o que aconteceu e sei que foi real."
Até hoje não há uma explicação científica universalmente aceita para o caso de Enfield - que foi tema de diversos filmes e livros GETTY IMAGES

A atividade do "poltergeist de Enfield", que começou em agosto de 1977, chegou ao fim em 1979.

Em um balanço do caso, Rosalind Morris explica que "há um ponto de vista espiritual sobre o que aconteceu - que tem a ver com fantasmas e forças externas - e uma teoria sobre forças interiores, baseada na psicologia junguiana".

"Esta última diz que o que gera esta energia é uma pessoa jovem que está com problemas, muitas vezes relacionados à puberdade. Janet estava exatamente nesta fase da vida."

"Não sei o que causou isso. Só sei que algo muito estranho estava acontecendo", diz, em entrevista à BBC News.

Até hoje, não se sabe qual a explicação científica para o que ocorreu no endereço 284 Green Street, em Enfield, durante o verão de 1977.

AUTOR: BBC

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

POLTERGEISTS: O QUE SÃO? COMO SURGIRAM?

Um poltergeist, denominação que vem do alemão polter (ruído) e geist (espírito), talvez seja o evento sobrenatural mais conhecido e o mais temido também.

As manifestações de poltergeist já foram registradas em muitas culturas e países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Japão, Austrália e a maior parte das nações europeias.

É tido como um espírito que persegue e atormenta as suas vítimas provocando sons altos, móveis em movimento, pequenos objetos que inexplicavelmente caem das prateleiras, e até mesmo pessoas sendo puxadas para fora das camas.

Há casos famosos que sustentam a ideia da existência de fantasmas, como o da família Lutz, em 1976, que foi atormentada por supostos espíritos durante os 27 dias que viveram em uma casa na pequena cidade de Amityville, nos Estados Unidos, e que posteriormente foi relatado nas telas do cinema como “Horror em Amityville”.

O caso é que um dos membros da família, George Lutz, afirmou que durante a noite ouvia o ruído de uma banda marcial tocando em sua sala de estar, no entanto, apenas ele conseguia ouvir. Este seria um poltergeist, já que, geralmente, ele deixa de se manifestar em poucas semanas. Diferente das assombrações, que acredita-se que podem ferir os seres humanos, o poltergeist tem como objetivo apenas mostrar e manifestar a sua força sobrenatural, e claro, assustar e amedrontar as pessoas.

Uma pesquisa feita em 2005 revelou que 37% dos americanos acreditam que existam casas mal assombradas, e quase a metade acredita em fantasmas.

Ninguém sabe ao certo o que são fantasmas; a existência destes fenômenos nunca foi comprovado pela ciência oficialmente, mas alguns acreditam que eles são os espíritos de mortos que por qualquer motivo se “perdem” no meio do caminho para o outro mundo. Outros, no entanto, pensam que se trata de almas das pessoas cujas mortes foram violentas ou prematuras.

AFINAL, EXISTEM POLTERGEISTS OU NÃO?

Os relatos de atividade de poltergeist são normalmente associados com a presença de crianças, levando muitos a acreditar que esses fantasmas buscam por atenção nas brincadeiras infantis. No entanto, às vezes esses eventos não passam de relatos inventados por crianças e adolescentes. 

Um caso bem conhecido de suposta atividade de poltergeist, em 1840, até levou à criação de uma religião americana.
O fato aconteceu em Nova Iorque, quando um jovem vendedor ambulante foi até a casa de um casal para vender suas mercadorias. Ele foi convidado pela dona da casa, Sra. Bell, para entrar e acabou permanecendo lá por alguns dias. A empregada foi demitida, mas de repente recontratada uma semana depois. O mascate já tinha ido embora, mas muitos dos itens que ele vendia estavam agora na cozinha do casal. Demorou algum tempo até a empregada perceber que um poltergeist estava naquela cozinha, e que era na verdade o fantasma do mascate que havia sido assassinado na ausência da empregada. Folclore à parte, a existência destes supostos espíritos nunca foi comprovada de forma concreta.

Quem fez esse relato foram duas irmãs chamadas Maggie e Katie Fox, que ficaram famosas por mostrarem ao mundo a habilidade paranormal que tinham em se comunicar com os espíritos dos mortos, fato que atraiu a atenção de multidões entusiasmadas durante décadas – reforçando ainda mais a possibilidade de “invenções” em busca de fama ou dinheiro.

Anos mais tarde, entretanto, as irmãs não suportaram a pressão e admitiram a farsa, bem como o episódio do mascate morto na casa dos Bell, mas conseguiram fundar uma religião chamada Espiritualismo.

Confira alguns vídeos:

Parte mais interessante a partir dos 4 minutos:

Fonte: Jornal Ciência
Entre relatos verdadeiros ou não, será que os poltergeists existem fora do folclore e das histórias de terror? Dê sua opinião!

AUTOR: MINILUA

ME SIGA NO TWITTER!