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MUNDO REAL 21 - ÚLTIMAS NOTÍCIAS

domingo, 2 de julho de 2017

15 IMAGENS QUE MOSTRAM COMO A NATUREZA LIBERA SUA IRA NA TERRA

1 – Trombas-d’água
Sploid

Fenômenos como o que você acabou de ver na imagem acima se caracterizam por uma espécie de tornado feito de água, quase sempre formado quando uma coluna de ar gira sobre o mar — frequentemente em regiões tropicais e subtropicais.

2 – Erupções vulcânicas
Fox 17

Uma forma simples — e um pouco mundana — de descrever as erupções vulcânicas seria que elas representam a Terra vomitando o que existe em suas entranhas.

3 – Tsunamis
Makeagif

Provocados por terremotos, erupções vulcânicas ou explosões que ocorrem no fundo do mar, os tsunamis são ondas gigantes com um enorme poder de destruição.

4 – Ciclones tropicais
Weather.com

Os ciclones são formados por um sistema organizado de baixa pressão e rotativo de nuvens e tempestades que se formam sobre regiões oceânicas tropicais e subtropicais. Sua velocidade geralmente varia entre 120 km/h e os 320 km/h — como foi o caso do furacão Patrícia, que se formou em 2015.

5 – Tornados
Giphy

Os tornados são caracterizados por colunas de ar de alta rotação que estão em contato com a superfície da Terra e com nuvens do tipo cumulonimbus — e, às vezes, com outras nuvens da classe cumulus.

6 – Supercélulas
Fast Company

As supercélulas são tempestades nas quais existe uma corrente de ar ascendente — ou um mesociclone — girando no interior da nuvem.

7 – Raios
HD Imagelib.com

Os raios nada mais são do que repentinas e intensas descargas eletrostáticas que ocorrem durante as tempestades — e que podem acontecer entre as regiões carregadas de uma nuvem, entre uma nuvem e outra ou entre uma nuvem e o solo.

8 – Deslizamentos de terra
Nature Begs Vengeance On Account Of Men

Os deslizamentos de terra se referem ao movimento de rochas, solo e detritos morro abaixo e podem ser resultado de vários fatores, como erosão, ocorrência de sismos, excesso de chuva, neve, gelo, erupções vulcânicas, entre outros.

9 – Chuvas de granizo
Sploid

Elas consistem em milhões de fragmentos de gelo que caem sobre a Terra como fazem as gotas de água, podendo variar de tamanho e ser perigosas para os humanos.

10 – Terremotos
Reddit

Caracterizados pela liberação de energia na crosta terrestre, os abalos sísmicos quase sempre são resultado do choque entre duas placas tectônicas.

11 – Dolinas
Popular Mechanics

As dolinas são grandes depressões que surgem no solo depois da dissolução de rochas que se encontram abaixo da superfície terrestre.

12 – Tempestades de areia
247 Sports

As tempestades de areia — ou poeira — costumam se formar em locais onde a umidade relativa do ar é bem baixa e existe a propensão de haver partículas em suspensão no ar.

13 – Tormentas sujas
The Huffington Post

As tormentas sujas são fenômenos incrivelmente raros que podem ocorrer durante grandes erupções vulcânicas. Elas acontecem quando pequenos cristais de gelo, partículas de rocha e cinzas presentes nas nuvens de fumaça colidem entre si gerando descargas elétricas.

14 – Avalanches
Discovery

As avalanches são tecnicamente parecidas com os deslizamentos de terra — com a diferença de que, aqui, o que desce montanha abaixo são grandes quantidades de neve.

15 – Incêndios florestais
89.3KPCC

Nem sempre os devastadores incêndios florestais são resultado de ações humanas! Eles também podem acontecer por obra da natureza — podendo ser induzidos pela queda de um raio, por exemplo.

AUTOR (ES): LIST25/THEODOROS II

IMAGEN(S)
SPLOID
FOX 17
MAKEAGIF
WEATHER.COM
GIPHY
FAST COMPANY
HD IMAGELIB.COM
NATURE BEGS VENGEANCE ON ACCOUNT OF MEN
SPLOID
REDDIT
POPULAR MECHANICS
247 SPORTS
THE HUFFINGTON POST
DISCOVERY
89.3KPCC
THE DESIGN WALL

CONHEÇA OS 6 EXÉRCITOS MERCENÁRIOS MAIS FAMOSOS DA HISTÓRIA

Nas inúmeras e sangrentas batalhas que foram travadas ao longo da história, geralmente são apenas duas partes que são retratadas no conflito. Existe um tipo específico de combatentes, no entanto, que frequentemente se envolveram em guerras, não para defender uma bandeira ou uma nação, mas para lutar por quem pagou mais.

Os mercenários ainda são retratados de diversas formas em livros e filmes – Deadpool, um sucesso recente, é conhecido como "mercenário tagarela" – e geralmente são relacionados a uma atitude pouco ética. No entanto, esses grupos são bem mais antigos do que se pode imaginar e foram usados de forma frequente nas mais diversas situações – inclusive para proteger o Papa.

Confira os 6 exércitos mercenários mais tradicionais da história:

6 – Os 10 Mil
Talvez o grupo mais antigo da lista, "Os 10 Mil" eram soldados gregos, veteranos da Guerra do Peloponeso, são citados na obra "Anábase", de Xenofonte. Em 401 A.C. eles foram contratados por Ciro, O Jovem, um príncipe persa que queria tirar seu irmão Artaxerxes II, então rei, do poder.

Com a morte de Ciro durante a batalha – e, portanto, o fim da garantia de pagamento –, o grupo mercenário foi forçado a se retirar da guerra, mas foram duramente perseguidos pelas tropas reais. Mesmo assim, resistiram heroicamente e conseguiram retornar para o território neutro com 70% da quantidade original de soldados. A história serviu de inspiração para o filme "Os Selvagens da Noite" (The Warriors).

5 – A Companhia Branca
Um grupo composto por ingleses, germânicos, bretões e húngaros, reconhecidos pela altíssima habilidade com lanças e arcos de longo alcance, A Companhia Branca ficou conhecida como um dos principais exércitos mercenários que lutaram em guerras na Itália durante o século 14. Em um país dividido entre lordes medievais, o grupo sempre serviu a quem pagava mais – mesmo que isso significasse batalhar com quem os havia contratado anteriormente.

O grande diferencial era que esses soldados gostavam de lutar em climas adversos e durante a noite, quando se beneficiavam de suas táticas que consistiam basicamente de ataques surpresa.

4 – A Guarda Suíça
Quem visita o vaticano e vê a Guarda Suíça, com seus uniformes listrados, defendendo o Papa, dificilmente imagina que eles começaram como um bando de mercenários que ganhou reconhecimento durante o período da Renascença, entre os séculos 15 e 19, participando de importantes eventos, como a Revolução Francesa.

As tropas foram pioneiras na especialização do uso de lanças e alabardas – armas usadas até hoje pelos soldados no Vaticano, que começaram a prestar o serviço de proteção papal em 1506.

3 – Os Tigres Voadores
Oficialmente o grupo é conhecido como "Grupo de Voluntários Americanos", mas foi impossível fugir do apelido "Tigres Voadores" quando os pilotos norte-americanos resolveram ajudar os chineses contra as investidas japonesas durante a Segunda Guerra Mundial.

Antes dos Estados Unidos entrarem efetivamente no conflito, alguns soldados foram liberados para fazer uma participação paga nos combates que aconteciam do outro lado do pacífico. Em torno de 100 pilotos "mercenários" popularizaram a famosa pintura de tubarão nos caças P-40, abatendo 296 aviões japoneses antes do encerramento do grupo em 1942.

2 – A Grande Companhia Catalã
Com o fim das batalhas das chamadas "vésperas sicilianas", uma revolta ocorrida em 1282 contra o reinado de Carlos I, o soldado catalão Roger de Flor ficou desempregado e resolveu juntar um bando para lutar pela Europa. O primeiro cliente foi o imperador bizantino Andrónico II, que precisou da ajuda d'A Grande Companhia Catalã para conter a invasão otomana.

O comportamento errático dos mercenários, no entanto, fez com que os bizantinos resolvessem contratar outro grupo para emboscar e assassinar os soldados de De Flor – o que foi feito, incluindo a morte do próprio líder.

1 – A Guarda Varegue
Descendentes diretos dos Vikings, a Guarda Varegue serviu como guarda pessoal dos imperadores bizantinos durante muito tempo, defendendo Constantinopla das eventuais rebeliões e revoltas por quase dois séculos. 

O grupo originalmente era composto de soldados que brigavam bastante e bebiam com a mesma intensidade, mas, aos poucos, ingleses, dinamarqueses e soldados da região da Normandia começaram a integrar as tropas.

Por ser um grupo extremamente seleto e que demandava uma grande quantia de dinheiro tanto para trabalhar quanto dos potenciais recrutas, A Guarda Varegue garantia que seus soldados concentrassem verdadeiras fortunas – e poder também, já que um dos membros mais conhecidos, Haroldo Sigurdsson, chegou a ser rei da Noruega.

AUTOR: HISTORY

OS ALIENS ARCTURIANOS: ESTARIAM LIGADOS DIRETAMENTE AO ESPIRITISMO?

Segundo uma popular teoria da conspiração, essa raça tem visitado a Terra em segredo para ajudar a humanidade. Ufologia, espiritismo ou pura loucura?


NOSSO LAR
Segundo ufólogos, os arcturianos seriam uma raça antiga, muito evoluída científica e espiritualmente. Para ter uma ideia, a tecnologia deles estaria 3 mil anos à frente da nossa. Eles habitam Arcturus, a estrela mais brilhante da constelação do Boieiro (ou Pastor), que fica a 33 anos-luz de distância do nosso sistema solar e é 30 vezes maior que o nosso Sol.

O ENIGMA DE OUTRO MUNDO
Em sua evolução, os arcturianos teriam transcendido o corpo físico. Mas, em certas ocasiões, podem ganhar forma humana, com cabeça, tronco e membros. A altura varia de 1 a quase 3 m. A cabeça seria avantajada, com olhos grandes e boca pequena. O corpo seria esbelto, com contornos regulares. Para alguns ufólogos, a pele é azul-esverdeada. Para outros, é alva, quase branca.

ELES ESTÃO ENTRE NÓS
Entre outras façanhas, eles seriam capazes de se comunicar pela mente (telepatia), prever o futuro (clarividência) e mover objetos (telecinesia). Suas espaçonaves, entre as mais modernas de todo o Universo, seriam invisíveis – e, segundo estudos britânicos, as verdadeiras responsáveis pelos famosos círculos encontrados nas plantações da Inglaterra, chamados de agroglifos.
REPRODUÇÃO SOB CONTROLE

Ainda segundo ufólogos, essas criaturas não ficam doentes nem sentem dor, e vivem, em média, 500 anos. Em Arcturus, não há guerra, fome, dinheiro ou sofrimento. Anciões muito sábios governam a sociedade e escolhem os casais que poderão ter filhos. Um rigoroso processo de seleção dos candidatos seria a garantia para gerar bebês evoluídos.
GUARDIÕES DA GALÁXIA

Eles acreditam em uma força superior, a “fonte criadora”, e têm a missão de ajudar outras raças (inclusive a humana) a evoluir espiritualmente. Eles nos veem como “irmãos caçulas”, daqueles bem encrenqueiros, que têm muito a aprender. Os arcturianos também nos protegeriam, secretamente, de invasões alienígenas.

INFILTRADOS DO BEM

A teoria da conspiração afirma ainda que há habitantes de Arcturus entre nós. Por meio de “buracos de minhoca”, eles conseguem vir à Terra e reencarnar como terráqueos, para transmitir conhecimento e cumprir tarefas. Alguns exemplos seriam Leonardo da Vinci e Nikola Tesla, entre outros gênios da humanidade.

CONTATOS IMEDIATOS

O norte-americano Edgar Cayce foi o primeiro paranormal a supostamente se comunicar com os arcturianos, em 1910. No Brasil, Chico Xavier costumava dizer que, entre 2019 e 2057, seriam grandes as chances de fazermos contato com eles. “Esses seres trarão grandes avanços médicos, tecnológicos e científicos nunca antes imaginados”, teria declarado o médium.

POR OUTRO LADO…

A teoria da conspiração apela para os aspectos mais contestáveis da ufologia e do espiritismo

Até hoje, nenhuma sonda espacial ou varredura com telescópios de última geração (como o projeto Seti) obteve indícios de vida fora do nosso planeta. “Não há qualquer comprovação científica da existência dessa ou de qualquer outra raça alienígena”, afirma o astrônomo Márcio Borges Fernandes.

A estrela mais próxima do sistema solar, a Próxima Centauri, está a 4,22 anos-luz, o que equivale a quase 40 trilhões de quilômetros. Agora, imagine Arcturus, que está a 33 anos-luz! Certamente torna improvável que eles façam “visitas frequentes” à Terra

Arcturus é uma estrela do tipo gigante vermelha, o que tornaria difícil a existência de vida lá, quanto mais sua evolução por milênios. Para ter uma ideia, quando o Sol se tornar uma gigante vermelha, daqui a alguns bilhões de anos, a vida na Terra será destruída rapidamente pelo aumento de sua luminosidade
Não há evidências científicas que comprovem que Da Vinci ou Tesla sejam infiltrados. Embora tenham sido grandes gênios, sua capacidade intelectual está dentro do potencial esperado para humanos

“Nem todo ufólogo acredita na existência dessa raça. Não podemos afirmar que os seres com quem Chico Xavier se comunicava fossem arcturianos. Sobram teorias e faltam evidências”, explica o ufólogo Thiago Luiz Ticchetti

Se os arcturianos são tão avançados e estão há séculos ajudando a humanidade, por que ainda não temos a cura para certas doenças, por exemplo.
Assista o vídeo abaixo e tire suas conclusões, quanto a não ter cura para certas doenças podemos citar o dito “MERECIMENTO”

Veja o Vídeo:

Fonte: Luz da Serra

AUTOR: UFOS ONLINE

EM INDIANA (USA), CASA SERIA UM "PORTAL DO INFERNO" COM MAIS DE 200 DEMÔNIOS

Num mundo cada vez mais cético, a história de que uma casa seria assombrada por demônios não chamaria tanto a atenção. Mas o fato de a Polícia reconhecer a tal possessão demoníaca, sim.

Uma casa no estado norte-americano de Indiana seria um “portal do inferno”, segundo o capitão da Polícia de Gary, cidade no interior do estado.

As primeiras ocorrências que atraíram a atenção da Polícia para a casa foram relatadas por uma família que vivia no local. Os depoimentos incluíam cenas que poderiam ter saído de qualquer filme de terror, como crianças levitando, enxames de moscas durante o inverno, pegadas misteriosas, vozes, entre outros.

Uma imagem que mostra uma silhueta na janela da casa, após a Polícia ter vistoriado o local, correu o mundo essa semana. “As autoridades dizem que a casa estava desocupada no momento que a foto foi tirada”, noticiou o Indianapolis Star.

A última moradora da casa, Latoya Ammons, corroborou as histórias e afirmou que os demônios haviam possuído o local. “Os demônios possuíram a mim e as crianças muitas vezes. Cada vez que isso acontecia, as crianças tinham os olhos esbugalhados, um sorriso perverso em seus rostos e suas vozes se tornavam cavernosas”, disse a ex-moradora.

“Vinte anos, e eu nunca ouvi nada parecido na minha vida. Eu estava me assustou quando eu entrei no quarto”, afirmou o doutor Geoffrey Onyeukwu, médico que examinou a dona de casa e seus três filhos, e que classificou como “bizarras” as visitas que fez à família.

Aconselhada por lideres religiosos a realizar uma limpeza na casa e queimar enxofre em toda a casa, enquanto lia o Salmo 91, a moradora pôs em prática a estratégia, e mesmo com o ritual de exorcismo, a casa continuou assombrada.

Durante um atendimento médico residencial, um dos filhos de Latoya passou a rosnar e sussurrou para o irmão mais novo: “É hora de morrer. Eu vou te matar”. Depois disso, caminhou de costas até a parede, deu um salto mortal e caiu de pé.

“Ele caminhou até a parede, virou-se e ficou lá. Não há nenhuma maneira que ele poderia ter feito isso”, disse a enfermeira Willie Lee Walker. “Nós não sabíamos o que estava acontecendo. Isso foi uma loucura. Eu só conseguir pensar: ‘Precisamos ir embora daqui’”.

A família foi obrigada a se mudar e um padre que teria visitado o local afirmou que realmente as pessoas estavam amaldiçoadas: “Eu acho que houve uma maldição colocada sobre a mãe, e que ela era o foco”, afirmou o padre Maginot.
Esta casa com sede de demônios em Indiana acredita estar coberta de espíritos que podem ter até 200 espíritos diferentes que vagam pela casa.

VERDADEIRA HISTÓRIA DAS MÚMIAS ETs DE NAZCA

No final de junho 2017 se conheceu uma múmia estranha que causou muita controvérsia no mundo inteiro. Notável por ter três dedos das mãos e pés e o crânio alongado.

Esta múmia é apenas uma das mais de 100 encontradas sob o deserto de Nazca, dentro de vários sarcófagos em uma cidade subterrânea cheia de quartos, túneis e passagens.

Muitos especularam que poderiam ser seres extraterrestres, mas ... o que há de certo em tudo isto? O que poucas pessoas sabem é que esta descoberta já tinha sido feita há vários anos por dois saqueadores.

Se tudo isso fosse verdade, seria a maior descoberta da história.

Veja o Vídeo:

Fonte: MisteriosOcultosTv

AUTOR: UFOS ONLINE

A FOTÓGRAFA AMERICANA QUE REGISTROU O MOMENTO DE SUA PRÓPRIA MORTE EM EXPLOSÃO, NO AFEGANISTÃO

A foto tirada por Hilda Clayton no momento de sua morte

O Exército americano divulgou uma imagem feita por uma fotógrafa da instituição mostrando o exato momento em que ela e quatro afegãos foram mortos, em uma explosão na província de Laghman (leste do Afeganistão).

A especialista em informações visuais Hilda Clayton, na época com 22 anos, e os homens morreram quando um morteiro explodiu acidentalmente durante um treinamento das tropas, em julho de 2013.

A foto, inédita até agora, foi publicada pela revista oficial Military Review, com autorização da família de Clayton.

Outra imagem recém-divulgada, também registrando o momento da explosão, foi feita por um militar afegão a quem Clayton ensinava técnicas de fotojornalismo.

O aprendiz também foi morto no acidente, junto a outros três soldados afegãos.

"A morte de Clayton simboliza como as soldados do sexo feminino estão cada vez mais expostas a situações perigosas em treinamento e em combate, ao lado dos homens", escreveu o Exército americano em sua publicação.

À revista Time, o editor da Military Review, Bill Darley, disse que as fotos chegaram por intermédio de um militar que serviu o Exército com Clayton.
Esta foto, também da explosão fatal, foi tirada por um afegão que estava sendo treinado por Clayton
Direito de imagem US ARMY/Image caption

O Exército afirmou que Clayton "não apenas ajudou a documentar atividades voltadas ao fortalecimento da parceria (entre EUA e Exército afegão) como também compartilhou os riscos de participar desse esforço."

A fotógrafa foi homenageada pelo Departamento de Defesa americano com a criação de um prêmio de fotografia que leva seu nome.
Clayton tinha 22 anos quando morreu Direito de imagem ARMY/Image caption
Clayton foi homenageada com a criação de um prêmio em seu nome; acima, fotógrafo participante da competição/Direito de imagem DVIDS/Image caption

AUTOR: BBC

4 DETALHES ASSUSTADORES DE COMO ERAM FEITAS AS CIRURGIAS 2 SÉCULOS ATRÁS

IMAGEM INTERNET

Ir ao hospital no início do século 19 era quase uma sentença de morte.

Aqueles que tinham dinheiro eram tratados e operados em suas casas. Por isso, quem tinha a má sorte de acabar na sala de cirurgia de um hospital como o St. Thomas, um dos mais antigos de Londres, tinha uma alta probabilidade de morrer vítima de uma infecção.

Neste hospital fica a Old Operating Theatre ("antiga sala de operações", em inglês), a mais antiga conservada em toda a Europa, que acaba de ser reaberta para visitação após três meses de reformas.

Em 1822, o local era um centro cirúrgico para mulheres. Hoje, ela funciona como museu de uma época em que ainda não se usava anestesia nem antissépticos e quando se acreditava que era o "miasma" - odor fétido dos solos e águas impuras - que causava as doenças.

Semanalmente, um funcionário do museu ocupa a antiga sala e explica aos visitantes, em detalhes, como as cirurgias eram feitas há 200 anos.

1. Operações-relâmpago

Dois a cada três pacientes que passavam pela sala de cirurgia nos anos 1800 morriam, de acordo com Miles.
A sala foi construída no topo de uma igreja e tinha acesso direto à ala feminina do hospital St. Thomas, em Londres (Foto: BBC)

O mais comum era que morressem por causa de infecções contraídas no pós-operatório, mas, para minimizar as possibilidades de morte por hemorragia, os cirurgiões da época operavam o mais rápido que conseguiam.

Uma cirurgia, do princípio ao fim, durava cerca de 10 a 15 minutos. Serrar um osso durante uma amputação podia tomar dois ou três minutos do tempo dos médicos - que ficavam mais famosos de acordo com a rapidez de seus procedimentos.

Amputações de membros usando torniquete eram algumas das operações mais frequentes, mas também se faziam outros procedimentos, como a extração de pedras na bexiga.

2. Sem anestesia

Em 1822 os pacientes sentiam uma dor inimaginável durante as operações, que eram feitas em uma pequena maca de madeira.

Naquela época, os pacientes mais ricos, atendidos pelos médicos em suas casas, tomavam álcool para diminuir a dor nos procedimentos.
As pacientes eram colocadas em uma maca pequena, que geralmente não apoiava todo o seu corpo (Foto: BBC)

No entanto, as mulheres que passavam pela Old Operating Theatre só recebiam um bastão revestido de couro para morder durante a cirurgia. Em alguns casos, os pacientes tinham os olhos vendados, mas, de modo geral, assistiam a tudo.

O éter só começou a ser usado como anestésico nos hospitais do Reino Unido em 1846. No ano seguinte, o clorofórmio também passou a ser usado para deixar os pacientes inconscientes.

3. Público de 200 pessoas

Assim como outras salas de cirurgia e de dissecação anatômica que existiam na época na Europa, esta tinha uma espécie de arquibancada e grades semicirculares para facilitar a visibilidade do público, que era composto principalmente por estudantes de medicina, aprendizes e assistentes dos cirurgiões.

Cerca de 200 pessoas se amontoavam para presenciar cada operação.
O material cirúrgico só era lavado após as operações - assim como as mãos dos cirurgiões e assistentes (Foto: BBC)

De acordo com as descrições de procedimentos cirúrgicos da época, havia muito barulhos e empurrões nas arquibancadas. Do fundo era possível ouvir gritos de "cabeças, cabeças!" para que os mais próximos da mesa de operações abrissem espaço.

Fumaça de tabaco também era comum no ambiente, explica Gareth Miles.

A presença e o posicionamento dos membros do público era regulamentado e era comum em todas as salas de operações da época - no centro, ficavam o cirurgião e seus ajudantes, que seguravam o paciente para que não se movesse durante a cirurgia.

Ao redor da maca também ficavam outros cirurgiões do hospital e seus aprendizes, assim como quaisquer visitantes que o cirurgião principal permitisse.
O cirurgião precisava de diversos ajudantes para segurar o paciente; até 1846, não se usava anestesia nas salas britânicas (Foto: BBC)

Durante o século 19, na Old Operating Theatre, as mulheres só podiam ocupar a maca cirúrgica, como pacientes. Sua presença no público não era permitida, porque se considerava que elas não eram fortes o suficiente para suportar as cenas.

Nas arquibancadas ficavam sentados, além dos estudantes, os aprendizes de outros hospitais, que iam observar novas técnicas e procedimentos, ou apenas o trabalho dos cirurgiões mais famosos.

4. Os instrumentos e as mãos eram lavados após as operações

Na época, médicos e cientistas acreditavam que as doenças contagiosas eram causadas pelo miasma - mau cheiro das ruas e dos rios, que se dissipava pelo ar -, e não por micro-organismos. Por isso, não se usava nenhum método antisséptico na sala de cirurgia.

O sangue das operações era recolhido em uma caixa de madeira com serragem ou areia, e os cirurgiões e seus assistentes só lavavam as mãos depois das operações, e não antes.
Caixotes de madeira eram usados para recolher o sangue, e médicos tinham que operar rápido para minimizar hemorragias (Foto: BBC)

Da mesma forma, segundo Gareth Miles, os instrumentos cirúrgicos não eram limpos ou esterilizados antes de um procedimento, como são hoje. E as vendas eram reutilizadas nos pacientes.

Os jalecos manchados de sangue eram considerados uma espécie de medalha de honra para os cirurgiões, que, além de tudo, chegavam à sala de cirurgia vestindo as roupas com as quais tinham vindo das ruas. As mesmas ruas por onde, teoricamente, se espalhava o miasma.

AUTOR: BBC

sábado, 1 de julho de 2017

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SAIBA DE 9 REGISTROS HISTÓRICOS QUE CONTA UM OUTRO LADO DA BÍBLIA

Além de um livro religioso extremamente popular, a bíblia é também um importante documento histórico de nosso mundo. Os personagens que aparecem ali viveram num mundo real compartilhado com outros povos e nações da época, ainda que o livro conte a maior parte das histórias a partir do ponto de vista de Israel.

Quando observamos outros registros históricos de períodos do Antigo e Novo Testamento feitos por outros povos, podemos ter visões bem distintas dos episódios e opiniões narrados na bíblia. No fim das contas, é importante considerar todos os textos para tentar ter uma compreensão melhor da época.

Vamos conferir alguns desses registros que mostram lados bem diferentes de personagens e situações da bíblia.


1 – O historiador grego Estrabão disse que Moisés era um sacerdote egípcio

Uma das histórias mais conhecidas da bíblia, mesmo para quem não é religioso, é a de Moisés, que teria libertado os judeus dos egípcios. Segundo o historiador grego Estrabão, no entanto, Moisés era um sacerdote do Egito, e não judeu. O religioso não gostava das instituições egípcias, acreditava na presença de deus em todas as coisas e teria conseguido convencer um grande número de pessoas a escapar, migrando para Jerusalém.

De acordo com Estrabão, depois da morte de Moisés, Jerusalém foi tomada por pessoas supersticiosas e violentas que criaram leis que ele chamou de tirânicas, como a dieta kosher e a circuncisão.

2 – O marido de Ester é o rei persa que lutou contra Leônidas e os 300 de Esparta

Segundo a bíblia, Ester casou-se com o rei da Pérsia e convenceu seu marido a salvar os judeus quando Haman planejou um genocídio contra o povo. O rei piedoso, no entanto, era Xerxes I, famoso na cultura popular por ser o vilão do filme 300. Xerxes foi o rei que invadiu Atenas e Esparta depois que as cidades gregas se recusaram a pagar tributos, sendo recebido por 300 guerreiros espartanos.

3 – O rei de Moabe chamou os israelitas de opressores

O rei Mesa de Moabe teria se rebelado contra Israel, provocando a fúria e o ataque do povo – e de Deus – contra sua terra. Para colocar fim à guerra provocada pelos israelitas, o rei teria tirado a vida do próprio filho como sacrifício. Em registros históricos de autoria do próprio rei, no entanto, exista uma versão bem diferente.

De acordo com Mesa, os israelitas era um povo tirano que oprimia Moabe com frequência. O povo de Israel teria provocado a guerra a partir dessa opressão, causando a reação de Mesa e seus homens. Na versão do rei, o povo de Israel não desistiu da guerra diante do sacrifício do rei, mas apenas perdeu a guerra depois da reação dos exércitos de Moabe.

4 – Hazael disse que Israel atacou primeiro

Na bíblia, existe apenas uma pequena menção a Hazael, rei de Arã. O texto diz que o governante conquistou Israel pelo desejo divino, pois Deus estava irado com o povo. Uma pedra encontrada com inscrições feita por Hazael mostra um outro lado da história. Como a pedra está quebrada, existem dúvidas sobre o conteúdo completo.

Segundo a teoria mais popular, a pedra sugere que Hazael só invadiu Israel como vingança por uma invasão prévia que sofrera, causando a morte de seu pai. Em retaliação, ele atacou a terra e matou os reis locais.

5 – Mâneton disse que Moisés invadiu e conquistou o Egito

Assim como os gregos diziam que Moisés era um sacerdote que se rebelou contra o Egito, os próprios egípcios tinham uma versão diferente, de acordo com o historiador Mâneton. O nome verdadeiro de Moisés seria Osarsiph e só teria sido alterado depois que ele se uniu aos judeus.

Quando o faraó Amenophis tentou eliminar a lepra de seu país, colocou 80 mil leprosos para trabalhar numa pedreira e destinou Moisés a cuidar deles. No cargo, Moisés teria criado suas próprias leis e feito alianças com Jerusalém, criando um exército que invadiu e conquistou terras do Egito. Só depois de 13 anos, o faraó conseguiu reorganizar um exército capaz de perseguir Moisés, o que o teria levado a Jerusalém.

6 – O historiador romano Tácito disse que Moisés era ateu

Da mesma forma que Mâneton, Tácito declarou que o faraó do Egito queria expulsar as vítimas de uma praga de sua terra. Na versão romana, no entanto, os expulsos teriam sido enviados para fora das cidades, em ambientes selvagens. De acordo com Tácito, Moisés estava entre as vítimas e odiava Deus, o que fazia com que ele exigisse que seus companheiros não esperassem nenhuma ajuda. Para ele, Deus e os homens já os teriam abandonado.

Assim, Moisés liderou seu grupo até Canãa e conquistou a região. Ali, fundou o judaísmo, não porque acreditava na religião, mas porque precisava de uma ferramento política para garantir a lealdade de seu povo.

7 – O Talmude chamou Jesus de feiticeiro

O Talmude é uma coletânea de livros sagrados dos judeus e conta a história da crucifixão de Jesus de uma forma diferente. No livro judaico, Yeshu – normalmente aceito como o mesmo Jesus dos livros cristãos – fora chamado de feiticeiro antes de ser executado, mas ninguém interveio para impedira morte do profeta.

Um homem chamado Ulla ainda aparece para dizer que Yeshu é indefensável. As pessoas que o defendessem também deveriam ser condenadas, já que ele possuía conexões com a realeza.

8 – Plínio, o Jovem pediu ajuda para conseguir lidar com cristãos

Existe um trecho da bíblia que descreve uma época em que os cristãos eram perseguidos pelos romanos. Na verdade, existe apenas um registro história da visão de Roma a partir de uma carta de Plínio, o Jovem. O imperador pede ajuda para lidar com os cristãos, que ele chamou de “depravados e supersticiosos em excesso.” Plínio ainda revela que dava a oportunidade dos cristãos ofenderem Cristo, renunciando a própria religião. Nesses casos, os condenados seriam salvos e escapariam da execução.

9 – Romanos pensavam que cristãos eram canibais

Os romanos odiavam os cristãos. Além dos relatos de Plínio, há relatos de Tácito criticando a religião mesmo quando condena a crueldade de Nero contra eles, chamando os religiosos de “criminosos que merecem punição extrema e exemplar.”

Quando os romanos ouviam que os cristãos comiam o corpo de Cristo, eles achavam que a mensagem era literal e tratava de canibalismo. Muitos acreditavam que os religiosos participavam de rituais canibais e orgias incestuosas durante suas celebrações. Apesar disso, não existem razões históricas para acreditar que essas crenças eram reais.

Depois de tantos séculos, é difícil saber quais as versões corretas. Talvez a verdade esteja na mistura de tantos relatos, dando crédito para todos os lados. E você, o que acha dessas visões diferentes das histórias bíblicas?

AUTOR: Listverse
IMAGENS: Listverse, Thing Link

CONHEÇA OS 5 LÍDERES MAIS INSANOS DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

Ao longo da vida na Terra, a humanidade teve representantes honrosos dignos de muito reconhecimento. Mas infelizmente nem só de bons feitos foi construída a História. Se hoje, com a democracia instaurada em muitos países, o povo tende a eleger um candidato que, além de ter boa índole e boas propostas de governo, respeite os modos e os bons costumes, antigamente isso ocorria de maneira diferente.

Os líderes recebiam o poder baseados em sua linha de sangue, sem qualquer tipo de interferência do público. Com isso, muitas nações se viram obrigadas a obedecer às ordens de verdadeiros loucos, mal-educados e revoltados, com ideias e atitudes extremistas. No entanto, apesar das dificuldades e tristezas enfrentadas pelo povo, as cenas lamentáveis protagonizadas por alguns desses indivíduos acabaram entrando para a História por serem extremamente inacreditáveis e até engraçadas.

Assim, apresento os 5 líderes mais insanos e hilários da história da humanidade. A lista é baseada em uma publicação do site Cracked. 


Confira:

5. Justino II: ouvia vozes e mordia a cabeça das pessoas
Moeda (soldo) da época de Justino II

Justino II possuía fortes transtornos mentais — e não se sabia ao certo o que era, muito menos como se tratava — durante o século 6, quando ele foi o comandante do Império Bizantino. Como líder, entrou para a História por ter sido bem ruim, pois perdeu grande parte do território italiano para a Pérsia. Além disso, os bastidores de seu governo o deixam como um ser ainda mais bizarro.

Durante os acessos de loucura, Justino II afirmava ouvir vozes e chegava a se esconder embaixo da cama para “escapar” delas. Segundo consta nos registros históricos, a única maneira de acalmá-lo era tocando músicas em um órgão por todo o palácio. Além disso, nos momentos em que se transformava, ele atacava quem passasse no seu caminho, agredindo e mordendo a vítima, principalmente a cabeça.

Para não deixar o homem cometer as loucuras, os servos tinham de entretê-lo, e a única forma de fazer isso era colocando o imperador em um trono com rodas e o levando para correr a toda velocidade nos arredores do palácio. Uma lenda conta que ele chegou a comer dois de seus servos em uma ocasião de total loucura e agressividade.

4. Carlos VI, da França: pensava que era um lobo e/ou feito de vidro
Retrato de Carlos VI

O que pensar de um homem que ficou conhecido como “Carlos, o louco”? Se você imaginar que este ser governou a França de 1380, quando tinha somente 12 anos, a 1422, quando morreu, as coisas ficam ainda mais estranhas. E a loucura do antigo rei francês tem tons dramáticos, mas que também dariam um belo filme de comédia.

Segundo a história que se conta, certa vez, Carlos VI atacou e matou membros da própria tropa, sem motivo algum, durante uma caçada a um suspeito de tentar assassinar um de seus mensageiros. O homem foi contido pelos soldados restantes e carregado de volta para o castelo. A conclusão foi de que ele não estava certo da cabeça (né?!) e se encontrava em um momento sob forte stress.

Mas o ponto hilário da história de Carlos é o que mais chama a atenção. Ele corria pelo castelo uivando para as pessoas, fingindo ser um lobo. E “ai” de quem o tocasse: Carlos afirmava que era “feito de vidro e poderia se quebrar”. Para completar, ele tinha episódios de esquecimento em que não se lembrava do nome das pessoas e o dele próprio, além de também não fazer ideia de que ocupava o cargo mais importante da França.

3. Cristiano VII, da Dinamarca: problema crônico de masturbação
Cristiano VII

Os dinamarqueses não se espantaram quando se depararam com um rei que jogava “pula-carniça” quando os cidadãos se curvavam diante de sua majestade. Também não acharam estranho o fato de que o seu líder, sem qualquer motivo plausível, desferia tapas na cara das pessoas durante uma conversa. Afinal, Cristiano VII já era visto como louco quando assumiu o trono em 1776.

No entanto, quando o reinado seguia normalmente, outro problema começou a aparecer. O Rei desenvolveu o que, aparentemente, era uma fascinação pelo próprio pênis. A masturbação passou a ficar tão frequente que acabou afetando os seus deveres enquanto líder da nação. Os médicos de Cristiano acreditavam que o hábito poderia prejudicar a sua saúde, deixando-o estéril e com outros problemas. Pelo menos, o homem não costumava se autoacariciar em frente aos seus visitantes dignitários.

2. Imperador Zhengde, da China: gostava de brincar de faz-de-conta
Retrato do imperador Zhengde

Zhengde preferia viver no mundo da fantasia do que entender que estava à frente de um gigantesco império que deveria comandar. Ele chegou a se passar por general e, com um exército vestido de seda (não se sabe o motivo), invadia festas. O rapaz também chegou a construir parte de uma cidade falsa no jardim do império, onde ele fingia ser um lojista.

Outro de seus devaneios foi criar um alter ego, com o nome de Zhu Shou, em que ele simplesmente ordenava incursões sem utilidade nenhuma. Seus governados ficaram quase loucos tendo que fingir que não estavam falando com o imperador em pessoa usando uma peruca.

Isso tudo pode ser explicado pelo fato de que ele assumiu a posição de líder da China quando tinha somente 14 anos de idade. O “fantástico mundo de Zhengde”, segundo relatos, durou pelo menos uma década e meia do seu período como mandatário. Apesar de previsível, sua morte foi tão estranha quanto o seu governo. Em uma viagem de pesca, ele ficou muito bêbado, caiu do barco em que estava e se afogou.

1. Faruk, do Egito: o rei cleptomaníaco
Faruk, do Egito

Sem dúvidas, o último rei do Egito, Farouk, merece o topo desta lista. Apesar da “qualidade” descrita no subtítulo, a cleptomania talvez não tenha sido a característica mais marcante de seu governo, mas se tornou uma das mais quando ele roubou um relógio de Winston Churchill. Ele alegou que achou o objeto perdido em algum lugar, quando na verdade havia retirado do bolso do britânico.

Mais do que o transtorno que o fazia pegar pertences que não eram seus, Faruk teve diversas polêmicas relacionadas ao seu nome. No início de seu governo, ele logo ficou marcado pelo excesso de festas e jogos de azar. Chegou a pesar quase 140 kg e, segundo sua irmã, tomava 30 garrafas de refrigerante por dia e comia caviar direto do pote, o que lhe rendeu o apelido de “estômago com cabeça”. Certa vez, o egípcio foi ao zoológico do Cairo, atirou e matou todos os leões que estavam nas suas jaulas. O motivo foi um pesadelo em que os animais apareciam o atacando. Justifica, não acha?

Bem, ele não fez só isso. Faruk ficou conhecido como o único líder de uma nação que agradeceu a Hitler por ter invadido seus domínios. Isso porque ele não gostava das forças inglesas que estavam ocupando o seu país e acreditava que os nazistas estavam um nível acima.

Esse fato em especial diminuiu ainda mais sua popularidade, já que o povo tinha muita afinidade com os ingleses e odiava o nazismo. Como um fim épico para seu mandato, quando ele foi deposto, um levantamento de seu tesouro encontrou toneladas de moedas, truques de mágica, selos e a maior coleção de pornografia que o mundo já viu.

AUTOR (ES): CRACKED/KYLE STEVENS
IMAGENS: WIKIMEDIA COMMONS

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