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quarta-feira, 23 de maio de 2018

A TRÍPLICE MALDIÇÃO DA ENFERMEIRA!!!

"Que forças do além podem atuar para concretizar maldições lançadas sobre determinadas pessoas?"

No ano de 1933, em um pequeno hospital da Flórida (EUA), três mulheres negras deram a luz a três meninas no mesmo dia.

As mães ficaram aterrorizadas quando uma das enfermeiras, igualmente negra, declarou que aquele era um dia fatídico e que, por essa razão, a filha da primeira mulher morreria antes de completar dezesseis anos, a da segunda antes de vinte e um anos e a a terceira mulher antes do seu vigésimo terceiro aniversário.

Ao voltarem para suas casas, as três mulheres procuraram esquecer a profecia e juraram não dizer nada para suas filhas.

No entanto, mesmo ignorando o que a enfermeira havia dito no passado, o pior aconteceu:

A primeira morreu repentinamente na véspera do seu décimo sexto aniversário.

Reunindo algumas economias e com a intenção de evitar o destino que pesava sobre a filha, a mãe da segunda mandou-a para um coégio distante.

Ao terminar seus estudos e após encontrar um emprego, a filha resolveu fazer uma surpresa agradável a sua mãe e voltou para casa na véspera do seu vigésimo primeiro aniversário.

Mas ao descer do trem, ela caiu morta.

Decidida a tudo para salvar sua filha, a terceira mãe contou-lhe a terrível história da maldição que havia sofrido quando nasceu.

Em seguida reuniu todo o seu dinheiro que havia guardado, e aconselhou sua filha à viajar para bem longe, para Chicago, onde a moça conseguiu um emprego.

Um ano mais tarde no entanto, a jovem caiu doente e foi hospitalizada.

Resolvida a lutar contra o destino, contou tudo a seu médico que chamou imediatamente um psiquiatra.

Dessa forma, Jane Jennings, a sobrevivente lutou durante vários meses.

Não sofria de uma doença incurável, mas seu estado parecia estacionário.

Fez tudo o que os médicos recomendavam, prestou-se a todos os exames.

Evidentemente, ela queria viver e não tinha a menor intenção de sucumbir.

Nada adiantou.

Enfraquecida pouco a pouco, apesar de todos os esforços dos médicos, ela faleceu na véspera do seu vigésimo terceiro aniversário.

Após essa terceira e última morte, a maldição havia se completado.

Mas qual teria sido o motivo de tal ato de crueldade, e que forças do além haviam atuado para sucumbir as três garotas?

"Por isso devemos ter cuidado com aqueles que em determinados momentos pronunciam palavras com profecias malignas, pois no universo existem forças misteriosas que atuam de forma desconhecida, e nunca se sabe o que poderá acontecer."

AUTOR: ALÉM DA IMAGINAÇÃO

VIAJANTE DO TEMPO MOSTRA FOTO TIRADA EM MARTE NO ANO 3812

Além da evidência trazida do futuro, mulher de 37 anos conta que a Terra será um planeta completamente diferente daqui a 17 séculos.

Uma viajante do tempo mostrou uma foto que alega ter sido tirada em Marte, no ano 3812. Além da evidência trazida do futuro, Mary, 37, também revelou ao canal do YouTube ApexTV que a Terra será um planeta completamente diferente nessa época.

A entrevista, por questões de segurança, como sempre, foi gravada em um local não revelado. Ela disse ser natural da cidade de Kobuleti, na Geórgia, um resort à beira do Mar Negro.

Mary contou que, quando tinha 20 anos, trabalhava em dois chalés da família, onde recebiam turistas de diversas partes do mundo. Um desses viajantes acabou mudando para sempre a vida dela.

Tratava-se de um professor de física com aproximadamente 60 anos chamado Benjamin Franklin. Ele chegou até Mary por causa de uma conferência na região.

A afinidade foi tamanha, que Mary foi convidada por Benjamin para trabalhar com ele como assistente em Londres. No laboratório, Mary lembra que se deparou com diversas salas onde eram realizados os mais diferentes tipos de experimentos...

...inclusive uma equipada com uma máquina do tempo. O professor já havia realizado várias viagens e ela o ajudava nesse processo, até que foi convidada para a fazer o mesmo, com a missão de fotografar Marte.

Mary explicou que só era possível ir até o século 45, por causa da dificuldade de retornar desse tipo de viagem. Ela então foi enviada para 3812, onde o Benjamin já tinha vários amigos.

Ao chegar ao seu destino, Mary notou que a Terra era um planeta completamente diferente de hoje. O céu era de outro cor, devido a um novo gás usado na camada de ozônio e os prédios tinham quilômetros de altura, por onde veículos trafegavam.

Não havia estradas e o chão era verde, com muitas árvores e flores. As pessoas viviam nas alturas ,onde não existia trânsito, muito menos acidentes. A inteligência artificial também era muito desenvolvida e robôs eram capazes até de sentir emoções.

Mary encontrou um amigo do professor que a acompanhou até a agência de turismo que os levariam até Marte. Ela descobriu que o planeta vermelho era habitado apenas por chineses, que exploravam os recursos metálicos de lá.

A viagem durou cerca de quatro horas. Ao chegar em Marte, Mary viu um deserto, onde foram erguidas diversas construções. Ela imediatamente pegou a câmera para registrá-las.

Com o auxílio de roupas especiais, Mary conta ter andado pelo planeta vermelho por aproximadamente duas horas e que havia vida lá antes da colonização humana — répteis que não necessitavam de oxigênio para sobreviver.

Os metais explorados também era diferentes dos encontrados na Terra e o trabalho de extraí-los do solo marciano ficava a cargo de robôs especializados.

Mary retornou à Terra e, enquanto conversava sobre uma guerra intergaláctica na qual o humanos conquistaram um planeta com vida na constelação de Andrômeda, sentiu uma corrente elétrica percorrer o corpo e despertou no laboratório novamente.

Ela diz que após essa experiência, Benjamin decidiu mandá-la embora do laboratório. Até hoje ela não tem notícias dele. E você, o que achou dessa viagem?

AUTOR: R7

FACEBOOK: POLÍCIA INVESTIGA GRUPOS SUSPEITOS DE INCITAR SUICÍDIO DE JOVENS NO BRASIL

A Polícia Civil investiga relação entre grupos de redes sociais e suicídios de adolescentes GETTY IMAGES

A morte trágica de um adolescente de 15 anos, que morava em Goiás e se enforcou em fevereiro deste ano, deu o alerta para a Polícia Civil do Estado sobre a atuação de um grupo online de incentivo ao suicídio nas redes sociais. Outras mortes de adolescentes, que teriam sido encorajadas pelos mesmos perfis online, também são investigadas. De acordo com os investigadores, os casos estariam relacionados a dois grupos de Facebook cujos nomes, por questões de segurança, a BBC Brasil optou por omitir.

Uma das páginas foi retirada do ar, a outra continua ativa, apesar de já ter sido temporariamente removida após denúncias. Ambas são apontadas como responsáveis por incentivar jovens a atentar contra a própria vida. Induzimento ao suicídio é crime previsto pelo Código Penal brasileiro: quando o resultado da indução é a morte de alguém, o acusado pode pegar até 6 anos de prisão.

De acordo com as investigações, as duas páginas de Facebook possuem o mesmo administrador, um perfil supostamente pertencente a um brasileiro. Juntas, chegaram a somar mais de 43 mil membros. A primeira, que segue ativa, possui, atualmente, 25,6 mil membros.

Os líderes dos grupos que incentivam suicídios se apresentam como adolescentes de diversos Estados, entre eles São Paulo, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas. Há também administradores em outras regiões do Brasil, que não foram reveladas pela polícia.

Por meio de desafios, cuja missão final é atentar contra a própria vida, participantes dos grupos teriam sido induzidos ao sucídio.

As tarefas são repassadas aos adolescentes por meio de grupos de WhatsApp, para os quais são convidados os participantes dos grupos de Facebook que se interessam pelos desafios. "Nesta segunda fase, somente aqueles que recebem um link de convite podem entrar. É mais complicado termos informações sobre esses grupos, porque são fechados", afirma a delegada Sabrina Leles, da Delegacia Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC) de Goiás.

Entre os desafios estão: invasão a redes sociais e computadores de terceiros, disseminação de fake news e automutilação.

"Os grupos dizem que o objetivo deles é fazer piada, contar histórias e apoiar uns aos outros. No entanto, temos provas que mostram que o objetivo é criminoso", diz a delegada.
Grupo de rede social é apontado como responsável por incentivar suicídios de adolescentes, conforme Polícia Civil DIVULGAÇÃO

O jogo

Os desafios têm início quando os jovens são chamados para participar dos jogos. Na maioria dos casos, os convites são feitos por meio de mensagens privadas no Facebook, motivadas pela participação em páginas pertencentes aos grupos na rede social. Os responsáveis por convidar os adolescentes são os moderadores ou administradores dos grupos, que têm a missão de atrair o maior número possível de jovens.

Segundo a Polícia Civil, os grupos investigados têm como figura mais importante o curador, cujo nome não será divulgado pela BBC Brasil. Abaixo dele estão os administradores e depois os moderadores. Cada um possui funções no jogo, que variam da cooptação de jovens à invasão de computadores.

Um adolescente que participou do grupo relatou à Polícia Civil que os organizadores se tornam íntimos dos participantes, perguntam sobre questões familiares e relacionamentos amorosos.

"Eles pegam nos pontos fracos dos participantes. Dizem que a família não os ama e que os amigos não gostam deles. Depois de um tempo, começam a incutir a ideia de que ninguém gosta do adolescente de verdade e, por isso, seria melhor ele acabar com o sofrimento e se matar, porque todo mundo morre no final. Aconselham o adolescente a 'adiantar o processo'", relata Leles.
Print de conversa de WhatsApp de ex-membro do grupo mostra suposto incentivo ao suicídio REPRODUÇÃO

Antes de aceitar participar dos desafios, os jovens são informados de que a última fase é o suicídio. Três adolescentes, que participaram do jogo, confirmaram à polícia que sabiam da etapa na qual teriam que atentar contra a própria vida. Um deles disse ter tentado se matar duas vezes, para cumprir a fase final, porém foi socorrido por parentes.

O fato de o jovem conhecer as etapas do jogo antes de iniciá-lo é a principal diferença entre os desafios e o jogo virtual Baleia Azul - que também estimula adolescentes a tirar a própria vida -, diz a Polícia Civil. "No Baleia Azul, o curador se apossava de informações da vida íntima do adolescente. O jovem era obrigado a participar, mediante ameaça de que seria punido caso não concluísse os desafios. Nos grupos atuais, os adolescentes participam porque, em tese, querem", pontua a delegada.

Professora de Psiquiatria da infância e adolescência da Faculdade de Medicina da USP, Sandra Scivoletto afirma que o adolescente que participa desse tipo de desafios possui, geralmente, algumas dificuldades em relação a si mesmo e a seu círculo social, como insegurança e problemas de autoimagem.

"Eles aceitam esses desafios para fortalecer a autoestima. Não podemos dizer, pois ainda faltam estudos, que haja uma pré-disposição ao suicídio. Mas podemos afirmar que a participação nesses desafios envolve adolescentes com problemas anteriores na vida real, não apenas no mundo virtual", diz.
Os desafios

Logo que aceitam entrar no jogo, os participantes são colocados em um grupo de WhatsApp. Nele, os administradores ou moderadores distribuem os desafios. Uma das tarefas é a invasão de computadores. A prática ocorre por meio de um vírus, vendido pelos administradores, com o qual seriam capazes de invadir sistemas e perfis em redes sociais.

Entre as missões também estão apagar perfis de Facebook, indicados pelos administradores; implantar fake news, por meio de perfis invadidos; buscar novos membros para os desafios e participar de ataques a páginas nas redes.

Os ataques funcionam por meio de comentários ofensivos em páginas de conhecidos do participante ou a perfis de famosos. Eles costumam reunir diversos membros dos grupos investigados e não se restringem àqueles que estariam participando dos desafios.
Conversas em aplicativos estão entre itens utilizados pela polícia para investigar grupo de estímulo ao suicídio REPRODUÇÃO

Outro desafio proposto pelos líderes do grupo é a automutilação. O participante deve cortar parte do próprio corpo e enviar imagens do sangramento. À Polícia Civil, a ex-namorada do adolescente que se suicidou em Goiás disse que o jovem tinha passado a se cortar pouco antes de cometer suicídio. Duas semanas antes da morte do rapaz, os pais notaram os cortes em seu braço. "Ele disse que tinha se machucado em nossa chácara. Como não tínhamos motivo para pensar que ele estivesse mentindo, acreditamos", relata o gerente comercial Onilton Pires, pai do adolescente.

Cada etapa cumprida pelo participante representa mais prestígio entre os administradores. "Eles vão se tornando importantes na hierarquia desse grupo", diz a delegada.

A fase do suicídio é considerada, para o grupo, o ápice do desafio. "Os administradores orientam passo a passo como obter coragem" para o ato, diz a delegada.
Print de conversa de supostos grupos de incentivo ao suicídio REPRODUÇÃO

As investigações

A descoberta sobre os grupos de incentivo ao suicídio se deu após Onilton Pires relatar à Polícia Civil um fato que causou estranheza no velório de seu filho: diversos adolescentes desconhecidos acompanharam a cerimônia e fizeram fotos no local. Alheios ao luto da família, eles não demonstravam tristeza. Conforme as investigações da Polícia Civil, o objetivo deles era mostrar aos administradores do jogo que o jovem realmente havia se suicidado.

Outro fato que também despertou desconfiança na polícia foi o suicídio de Júlio (nome fictício), de 13 anos, também em Goiás, no mesmo dia em que o filho de Onilton se matou. O garoto se jogou do 26º andar do prédio da avó. A família dele também procurou a Polícia Civil. Porém, as investigações comprovaram que Júlio não participava dos desafios. "Ele tinha amplo acesso à internet e havia manifestado vontade de se matar, mas não participava dos grupos", conta a delegada Sabrina Leles.

Em relação ao filho de Onilton Pires, a Polícia Civil assegura que ficou comprovada a participação do jovem nos grupos e que eles efetivamente incentivaram seu suicídio. Para tal constatação, as investigações analisaram o computador do adolescente. O aparelho havia sido formatado por ele antes de morrer e todos os dados foram apagados. O fato chamou a atenção dos pais do jovem, que disseram que ele não costumava excluir as informações do computador.

Alguns itens foram recuperados pela Polícia Civil, entre eles uma carta de despedida do jovem. "Em um trecho, ele dizia que não era para os pais se preocuparem, porque ele não havia participado de nenhum jogo de internet. Isso causou estranheza, porque a família disse que nunca o questionou sobre esse assunto. Era aquela coisa da psicologia invertida: 'vou dizer que não participo, para eles não pensarem isso'. Mas, no fundo, ele participava, sim", diz a delegada.

No quarto do jovem também havia um pen drive com um vírus capaz de invadir sistemas e redes sociais, além de implantar fake news. Os amigos do jovem disseram à polícia que ele comprou o vírus do curador de uma das páginas, por pouco mais de R$ 400, para cumprir parte das etapas do jogo.
Delegada Sabrina Leles, da Delegacia Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC) de Goiás, é responsável pelas investigações sobre os grupos de Facebook 

Por meio das poucas conversas resgatadas do computador, a polícia identificou Marcelo*, de 18 anos. Ele teria sido o intemerdiário dos contatos entre o jovem morto e os administradores dos grupos pró-suicídio.

Marcelo também participava do jogo. Porém, disse ter desistido dos desafios porque não queria se matar. Em depoimento à Polícia Civil, o jovem declarou acreditar que o amigo foi influenciado a participar do jogo e a pôr fim à própria vida.

Para Onilton, no entanto, Marcelo teria sido o responsável por convencer o garoto a participar do jogo. "Não tenho nenhuma dúvida de que ele influenciou meu filho a entrar nisso. Meu filho era muito corajoso, então ele deve ter mostrado como funcionavam os desafios, para convencê-lo", diz o pai.

Além de responder pelo crime de incentivo ao suicídio, que prevê prisão de dois a seis anos, se o ato for consumado, os administradores das duas páginas podem também responder por tentativas de suicídio que resultem em lesão corporal grave. Nesse caso, a pena pode variar de um a três anos de reclusão. Como os investigados são menores de idade, a condenação e cumprimento da pena devem seguir diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente. Conforme a Polícia Civil, nenhum jovem foi apreendido até o momento.

Por meio de comunicado publicado em sua página no Facebook, os administradores da página ainda ativa negaram a realização dos desafios suicidas. Para eles, tais informações são "puro sensacionalismo da mídia". "Menosprezamos tal conduta [de incentivo ao suicídio]. Consideramos um ato horrível. Buscamos ser uma família e ajudar a todos que precisam", diz trecho do texto disponibilizado no grupo.

A delegada Sabrina Leles frisa que há provas suficientes para determinar o elo entre o grupo e o jogo que incentiva o suicídio. "Eles não vão confessar isso no Facebook, onde qualquer um pode ver. Esse incentivo acontece de modo individual. Tudo o que foi levantado pela Polícia Civil tem como base provas e declarações colhidas nas investigações."

Conforme Leles, as apurações apontaram ainda que outros grupos de Facebook também teriam incentivado suicídios de adolescentes. "Os casos estão sendo investigados", explica.
Outras mortes

Os suicídios de duas adolescentes de Goiás são investigados pela Polícia Civil, que suspeita que elas também possam ter sido incentivadas pelo grupo ainda ativo. As jovens moravam no município de Rio Verde. Uma delas, de 14 anos, se jogou do quinto andar do prédio de sua escola, em 7 de março. Semanas depois, a outra garota, de 13 anos, se enforcou no quintal de casa.
Polícia Civil de Goiás investiga se outros suicídios de adolescentes estão envolvidos com grupo de redes sociais GETTY IMAGES

"Elas tinham, entre os amigos no Facebook, pessoas que seriam responsáveis por buscar novos membros para esses jogos. Mas só ao fim das investigações saberemos se elas também foram influenciadas", comenta a delegada.

A atuação do grupo pode ter extrapolado fronteiras. A Polícia Civil investiga o suicídio de uma adolescente brasileira, de 15 anos, que morava no País Basco, região da Espanha.

De acordo com Leles, não é descartada a possibilidade de que as mortes de outros jovens tenham sido motivadas pelo grupo. "Não temos condições de investigar outros casos agora. Uma das dificuldades é que as investigações que envolvem questões virtuais devem ocorrer o quanto antes, após a situação."
'Quero que eles sejam presos'

Desde que o filho caçula se matou, Onilton Pires tem se perguntado o porquê de o adolescente ter participado do grupo. "Ele era um filho muito estudioso, atencioso e não dava problemas para a gente. Ele não costumava sair muito e passava a maior parte de seu tempo em frente ao computador. Nunca passou pela nossa cabeça que ele tivesse pensamentos suicidas", lamenta.

Ele conta que o filho se tornou mais introvertido e passou a dialogar menos com os pais nas duas semanas antes de morrer. "A minha esposa disse a ele que ele estava diferente. Ele respondeu que estava do mesmo jeito. Mas a gente via que ele estava mais triste e calado. O meu filho sempre foi muito extrovertido. Por isso, tínhamos decidido que iríamos procurar acompanhamento psicológico para ele, mas não deu tempo", comenta.

O pai costuma se perguntar sobre as atitudes que poderia ter tomado para evitar que o filho atentasse contra a própria vida. "Talvez eu devesse ter tirado um dia para sentar ao lado dele no computador. Eu achei que com tudo o que proporcionava, estava protegendo ele do mundo. Mas na verdade, eu estava dando o acesso a ele ao mundo", declara.

A psiquiatra Sandra Scivoletto afirma que é fundamental que os pais acompanhem as atividades dos filhos na internet e evitem o uso excessivo das redes sociais. "O uso inadequado dificulta acompanhar o que o filho vive e o que faz. Por isso, é importante os pais estarem próximos. É necessário conhecer um pouco mais sobre o mundo virtual dos jovens", pontua.

Em meio às perguntas sem respostas sobre o filho, Onilton e a mulher, Cleide Pires, torcem que os envolvidos no grupo de incentivo ao suicídio sejam presos. "É o mínimo que esperamos. Tenho certeza de que se eles forem presos, a situação vai ser um pouco mais moralizada. As pessoas perderam o senso do perigo da internet e o limite", assevera.

Onilton e Cleide têm buscado formas de seguir adiante, desde que perderam o filho. Nas próximas semanas, devem se mudar da casa em que viviam com o jovem. Para eles, a residência lembra o filho a todo instante. "A gente sabe que essa dor pela perda nunca vai passar, mas espero que ao menos amenize, para que possamos aprender a viver com ela."

AUTOR: BBC

segunda-feira, 21 de maio de 2018

VOCÊ SABE O QUE SÃO PLANETAS ÓRFÃOS???

Às vezes, ouvimos termos de astronomia que nos deixam curiosos, para mim um deles é o conceito de planeta órfão. Você sabe o que são planetas órfãos? Vem comigo, vamos descobrir juntos!

Então, planetas órfãos são corpos celestes que estão soltos pela galáxia já que não orbitam nenhuma estrela. Eles também podem ser chamados de errantes, interestelares ou ainda nômades. É interessante observar que esses planetas são formatos como os demais através de discos protoplanetários de poeria e gás que se unem e se tornam planetas estáveis.

A questão é que os discos são formados sempre em torno de alguma estrela, porém eles apresentam diversas colisões entre os planetas recém-formados, assim podendo acabar sendo expulsos da órbita estelar e se tornando órfãos.
O mais interessante é que eles ainda orbitam o centro da galáxia como qualquer outro astro. 

É difícil definir a localização deste tipo de planeta, logo também é difícil saber onde eles ficam. Até o momento os cientistas localizaram apenas 16 planetas deste tipo. 

Os cinco maiores são: UGPS J072227.51-054031.2, WISE J1741-464, OTS 44 e Cha 110913-773444, apesar de nenhum ter sua existência comprovada.

E agora você deve estar pensando: Por que não localizamos um destes e o colonizamos? Seria impossível já que os planetas órfãos não orbitam nenhuma estrela, logo não possuem luz ou calor, o que é necessário para a vida humana se desenvolver. 

Sinistro, não acha? Comente!
AUTOR: TRICURIOSO

sábado, 19 de maio de 2018

SAIBA DO ENIGMA RESOLVIDO HÁ 300 ANOS PELO MATEMÁTICO LEONARD EULER E QUE HOJE NOS PERMITE NAVEGAR NA INTERNET

O matemático e físico suiço Leonhard Euler (1707-1783) fez descobertas em geometria, trigonometria, álgebra, teoria de números, física e teoria lunar, entre outros SCIENCE PHOTO LIBRARY

O desafio matemático anual apresentado pela Academia de Ciências em Paris em 1727 foi este: "Qual a melhor maneira de organizar mastros num barco?"

À primeira vista, é um problema muito prático, mas o jovem matemático suíço Leonhard Euler abordou-o como um quebra-cabeças puramente matemático.

Apesar de nunca ter posto o pé num barco, ele se sentiu perfeitamente qualificado para calcular a melhor disposição dos mastros.

"Não me pareceu necessário confirmar esta teoria com experimentos práticos, porque ela deriva dos princípios mais seguros da matemática. Não há dúvida sobre sua validade e funcionamento na prática", declarou.

Leonhard Euler tinha uma fé absoluta na matemática. Ele emprestou o nome a várias fórmulas e princípios e, 50 anos após a morte, seu trabalho ainda segue sendo publicado.

Euler fez reformulações de quase todas as áreas da matemática. Como que por hobby, resolveu o problema das sete pontes de Königsberg, um popular enigma do século 18.

"Para Euler, resolver o problema foi uma forma de entretenimento. Era algo ameno para ele", disse à BBC o especialista em tecnologia Bill Thompson.

"Claro que ele não tinha ideia de o quanto aproveitaríamos o seu trabalho, de como construiríamos sobre suas ideias e nem que as usaríamos para criar uma plataforma de buscas que mudaria o mundo por completo."
Thompson se refere à internet.

'Calcular era como respirar'

Desde criança. Leonhard Euler fazia cálculos sem qualquer esforço aparente. Fazia isso assim como os homens respiram ou como as águias se sustentam no ar, dizia o matemático francês François Arago.

Testava teoremas por divertimento, assim como eu e você poderíamos fazer o Sudoku. Mas o pai de Euler, que era sacerdote, queria que o filho seguisse seus passos.

"Tive que me inscrever na faculdade de teologia e me esforçar no aprendizado dos idiomas grego e hebreu, mas não progredi muito, porque dedicava a maior parte do meu tempo aos estudos da matemática. Para a minha alegria, as visitas de Johann Bernoulli aos sábados continuaram", escreveu o matemático.
A matemática era uma paixão tão grande para Euler que, ao final da vida, quando ficou quase cego, ele disse: "Suponho que agora terei menos distrações" GETTY IMAGES

Johann Bernoulli foi um destacado matemático da Basileia, cidade natal de Euler. A família de Bernoulli "produziu" oito bem-sucedidos matemáticos em apenas quatro gerações.

Johann foi tutor de Euler e convenceu o pai deste a permitir que estudasse matemática em vez de teologia.

E foi o filho de Johann, Daniel, grande amigo de Euler, que conseguiu para ele o primeiro emprego na Academia de São Petersburgo, onde trabalhava.

Euler assumiu uma função na área médica, o que não era o ideal. Dedicado, antes de ir à Rússia, o matemático leu tudo o que podia sobre medicina. Conseguiu converter a fisiologia da orelha em um problema matemático.

No dia em que Euler chegou a São Petersburgo, a czarina Catarina 1ª, da Rússia, grande patrona da Academia de São Petersburgo, morreu.

Em meio à confusão, Euler discretamente se transferiu do departamento de medicina para o departamento de matemática.

Cruzando pontes
A cidade de Königsberg tinha um passatempo aos domingos que chamou a atenção do matemático

Enquanto trabalhava em São Petersburgo, o matemático suíço tomou conhecimento do enigma das sete pontes de Königsberg.

A cidade prussiana de Königsberg estava dividida em quatro regiões diferentes banhadas pelo rio Pregel. Sete pontes conectavam essas quatro áreas e, na época de Euler, um passatempo comum entre os residentes era tentar encontrar uma maneira de cruzar todas as pontes apenas uma vez e voltar ao ponto de partida.

Euler escreveu uma carta ao astrônomo da Corte de Viena em 1736, descrevendo o que pensava sobre o problema:
É possível cruzar as pontes uma só vez e voltar ao ponto de partida? CREATIVE COMMONS

"Esta pergunta é tão banal, mas me parecia digna de atenção porque nem a geometria, nem a álgebra, nem sequer a arte de fazer contas eram suficientes para respondê-la. Diante disso, me ocorreu perguntar se a resposta estaria na geometria de posição. Portanto, depois de um pouco de deliberação, obtive uma regra simples, com a ajuda da qual pude decidir de imediato se esta ida e volta é possível."

Em vez de caminhar interminavelmente pela cidade, testando diferentes rotas, Euler criou uma nova "geometria de posição", pela qual medidas como longitude e ângulo são irrelevantes. O que importa é verificar como as coisas estão conectadas.

Euler decidiu pensar nas diferentes regiões de terra separadas pelo rio como pontos, e as pontes que as unem, como linhas que conectam os pontos.
Usando pontos e linhas, Euler encontrou a solução não só para o enigma de Königsberg, mas para inúmeros problemas CREATIVE COMMONS

Descobriu o seguinte: para que uma viagem de ida e volta (sem retornar pelo mesmo caminho) seja possível, cada ponto - com exceção do ponto de partida e do ponto final - deve ter um número par de linhas entrando e saindo.

A vantagem da regra de Euler é que ela funciona para qualquer situação.

Quando analisou o mapa das sete pontes de Königsberg dessa maneira, o matemático descobriu que cada ponto - ou pedaço de terra - tinha um número ímpar de linhas ou pontes que emergiam delas.

Assim, sem ter que caminhar pela cidade, Euler descobriu matematicamente que não era impossível andar por toda a cidade cruzando cada ponte apenas uma vez.
Do século 18 ao 21

A regra de Euler é fácil de aplicar. E não é preciso ser um matemático para perceber que ela é útil em diferentes situações.

A solução matemática ao enigma de Königsberg agora impulsiona uma das redes mais importantes do século 21: a internet, que conecta milhões de computadores em todo o mundo e move dados digitais entre eles numa velocidade incrível.

"Se tenho meu computador em casa e quero entrar num site, preciso fazer uma conexão entre meu computador e o site na web, que pode estar em qualquer lugar", diz Bill Thomson.
Graças a Euler, os mecanismos de busca pela internet são tão eficientes GETTY IMAGES

"Consigo fazer essa conexão porque meu computador está programado pela regras baseadas no trabalho que Euler desenvolveu no século 18, ao resolver o enigma das pontes de Königsberg", explica o especialista em tecnologia.

O enigma de Königsberg estava longe de ser um problema urgente naquele momento - era mais uma curiosidade -, mas sua solução perdurou e revolucionou a era da informação do século 21.

O que para Euler foi apenas um passatempo teve papel decisivo no mundo em que vivemos hoje.

*Marcus du Sautoy é matemático, professor da Universidade de Oxford e apresentador da BBC

AUTOR: BBC

quarta-feira, 9 de maio de 2018

NO RIO GRANDE DO SUL, FÓSSIL DE RÉPTIL QUE VIVEU HÁ MAIS DE 230 MILHÕES DE ANOS É DESCOBERTO

Como seria o Pagosvenator candelariensis no seu habitat da época (Foto: Ilustração Renata Cunha/ UFRGS /Divulgação)

Um grupo de pesquisadores do Rio Grande do Sul descobriu uma nova espécie de réptil fóssil pré-histórico, que viveu há aproximadamente 237 milhões de anos. O estudo foi feito por paleontologistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), e um artigo foi publicado no periódico britânico Zoological Journal of the Linnean Society, em abril deste ano.

A nova espécie foi denominada como "Pagosvenator candelariensis", e teria sido encontrada no município de Candelária, no Vale do Rio Pardo, distante cerca de 190 km de Porto Alegre. Como o fóssil foi doado anonimamente para o Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues, em Candelária, não é possível saber com exatidão o local em que foi encontrado. Porém, os pesquisadores dizem que a análise dos elementos químicos presentes no objeto, as características da espécie e o período de sua formação indicam que é bastante provável que o fóssil estivesse na região.

"Cada fóssil tem como se tivesse uma impressão digital, falando metaforicamente, que identifica a localidade a partir da rocha de onde ele veio. Se você conseguir analisar isso, consegue estabelecer uma conexão, para identificar o local. Nós analisamos a taxa de terras raras encontrada e é possível identificar de onde veio", relata o líder da pesquisa, Marcel Lacerda, ao G1.

O fóssil entregue aos pesquisadores tinha crânio e uma mandíbula quase completos, o que é considerado bastante raro. Algumas vértebras do pescoço e placas ósseas também chegaram ao grupo de pesquisa, que diz ser similar aos dos crocodilos atuais. Para realizar o estudo, foram utilizadas técnicas de tomografia computadorizada, a partir das quais os cientistas tiveram acesso a diversas informações sobre a anatomia do animal sem danificar o material.
Acima, foto do crânio do fóssil. Abaixo, imagem de tomografia computadorizada (Foto: UFRGS/ Divulgação)

Lacerda conduziu o trabalho durante seu doutorado no Programa de Pós-Graduação em Geociências da UFRGS, e conta que Pasgosvenator era um animal de médio porte, com até três metros de comprimento, e, com base na comparação com outras espécies semelhantes já conhecidas, existe forte evidência de que seria um quadrúpede. Os dentes longos e recurvados indicam que o animal apresentava uma dieta carnívora, possivelmente baseada em pequenos e médios animais.

O professor de Paleontologia da Univasf Marco França, coautor do estudo, explica que o Pagosvenator pertence ao grande grupo dos arcossauros, que apresenta duas linhagens evolutivas: uma formada pelos ancestrais dos crocodilianos modernos e outra que inclui aves e dinossauros.

"A nova espécie descrita não tem relação com as aves e os dinossauros, ela está na linhagem que deu origem aos crocodilos, embora ainda seja muito distante destes. Mais especificamente, o grupo em que o Pagosvenator se insere é denominado de Erpetosuchidae, sobre o qual, apesar de ser conhecido e estudado há muito tempo (desde o século XIX), não se possui muitas informações sobre a anatomia e as relações de parentesco entre seus componentes, já que é representado apenas por espécimes incompletos", explica França.

Fósseis desse grupo foram encontrados na Europa, nos Estados Unidos, no leste da África e na Argentina. O fóssil que está no Rio Grande do Sul é a primeira ocorrência desse grupo no Brasil.

O nome da nova espécie foi dado em homenagem a Candelária, considerado um município importante para a paleontologia. Pagosvenator candelariensis significa "o caçador da região de Candelária". Pagos é um jargão gaúcho usado para se referir ao lugar de onde veio o material, derivado do latim pagus, que significa aldeia, região, província; e venator é um termo em latim que significa caçador.

Espécie vivia no Período Triássico

De acordo com o estudo, essa espécie vivia no Período Triássico – que durou entre 251 até 201 milhões de anos. Esse é o primeiro período da Era Mesozoica, considerado um importante momento na história da vida dos animais terrestres, por ser o intervalo temporal no qual surgiram os primeiros dinossauros, além dos ancestrais dos lagartos, dos crocodilos e dos mamíferos atuais.

"Este trabalho é importante porque soma aos outros trabalhos na área que buscam compreender como era a região há 230 milhões de anos", afirma o professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia da UFRGS Cesar Schultz, que também participou da pesquisa.

"Graças a estes estudos, hoje sabemos que os predadores desta época eram bem diversos. Vários deles, como Pagosvenator candelariensis, eram maiores que os dinossauros nessa época", complementa França.

Para o líder da pesquisa, a descoberta amplia o conhecimento das espécies fósseis do Rio Grande do Sul e aumenta a compreensão dos processos evolutivos que levaram à diversidade de registros fósseis do estado.

"Toda informação nova é útil para conseguirmos entender como eram o ambiente e a fauna daquela época. São informações que ajudam a contar a história da diversidade da vida daquele período", enfatiza o pesquisador.

"Todo mundo conhece o Tiranossauro Rex, até mesmo por causa dos filmes, mas aqui no Brasil temos vários outros que muita gente nem sabe, que podem ter sido encontrados na sua cidade até", salienta Lacerda.

O trabalho foi realizado com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe).

AUTOR: G1

domingo, 6 de maio de 2018

DE ONDE VEM A LENDA DA MALDIÇÃO DA MÚMIA???

Descoberta da tumba de Tutancâmon foi tema de vários filmes de Hollywood GETTY IMAGES

O complicado processo de mumificação usado no Egito Antigo começava com a extração - através do nariz - do cérebro e dos órgãos da pessoa mumificada.

"Devia ser bem estranho", explica John J. Johnson, da Sociedade de Exploração Egípcia (EES, na sigla em inglês). "O corpo era então lavado e coberto com óleos."

Já se passaram 95 anos desde a escavação do túmulo do faraó egípcio Tutancâmon. Mesmo assim, o fenômeno continua a provocar fascínio, alimentando a imaginação de cineastas.
Descoberta da tumba de Tutancâmon repercutiu fortemente nos EUA THE NEW YORK TIMES

Isso porque a "múmia que volta à vida" seria inspirada na chamada Maldição de Tutancâmon.

Tal lenda ganhou força quando vários integrantes da expedição que descobriu seu paradeiro, liderada pelo arqueólogo britânico Howard Carter em 1922, morreram de forma prematura, incluindo seu financiador, o lorde Carnavon.
Ideia de múmia que busca vingança vem dos filmes, como A Múmia, de Karl Freund, estrelando Boris Karloff UNIVERSAL

Apesar de a história compartilhar semelhanças com outras representações de monstros vivos, como Drácula ou Frankenstein, a Maldição de Tutancâmon parece estar mais enraizada na memória coletiva porque seu ponto de partida é um fato verídico: a exumação do rei Tut.
'Egiptomania'

O frenesi da mídia sobre a escavação fez com que o Egito passasse a dominar a imaginação popular, alimentando até mesmo o desenvolvimento de um estilo arquitetônico: o Art déco.

Na verdade, muitas salas de cinema nos Estados Unidos da década de 1920 também foram adornadas com decorações extravagantes que imitavam a opulência do Egito antigo.

Para capitalizar em cima dessa febre pelo Egito, o estúdio de cinema Universal Studios produziu A Múmia, em 1932.

O filme é lembrado acima de tudo pela atuação de Boris Karloff como Imhotep, um sumo sacerdote mumificado que voltou a vida ao ler um pergaminho mágico.
Romance de 1827 de Jane Louden foi o primeiro a explorar ideia de múmia que ressuscita de sarcófago WIKIPÉDIA

No longa, Imhotep está convencido de que seu amor perdido, Ankh-es-en-Amon (que ganhou esse nome devido a Ankhesenamun, meia-irmã e esposa do rei Tut), reencarnou em uma mulher que tem uma notável semelhança com sua esposa morta.

O roteirista do filme, John L. Balderston, havia sido um dos jornalistas que noticiaram a abertura do túmulo do rei Tut, dando legitimidade ao filme.

Essencialmente, esse thriller psicológico dirigido pelo cineasta expressionista alemão Karl Freund é uma história sobre os perigos de interferir com os costumes ancestrais de uma cultura estrangeira.

Oito anos se passaram antes que a Universal produzisse o próximo filme sobre múmias: A Mão da Múmia (1940), muito mais simples do que o original.

Apesar da crença popular, nesse filme, Karloff só aparece durante a memorável abertura de 10 minutos.

Mas a ideia de uma múmia ressuscitada seria completamente estranha aos egípcios antigos. Também iria contra todo o conceito de mumificação, que era usado para preservar os mortos e garantir uma vida pacífica e tranquila após a morte.
Perseguido pela própria maldição

Em 1959, o estúdio de cinema Hammer Studios trouxe o tema de volta com A Múmia, de Terence Fisher, um filme que fez justa homenagem à lenda original e reconheceu o apelo romântico da criatura ao relembrar a figura de Ankhesenamun na pele da princesa Ananka (interpretada por Yvonne Furneaux).

O roteirista Jimmy Sangster retomou as sequências irregulares da Universal e apelidou a criatura de Kharis (interpretada por Christopher Lee), supondo erradamente que se tratava do verdadeiro nome de um deus egípcio.

Uma maldição mortal também afetou uma equipe de arqueólogos em O Manto da Múmia (1967), produzido pelo mesmo estúdio: todos são assassinados, um por um, pelo ser que volta à vida.
Escritora americana Louisa May Alcott também contribuiu para a legenda da múmia em 1869 WIKIPÉDIA

Já em a Tumba da Múmia, de 1971, uma bela, mas letal rainha egípcia e sua encarnação moderna (papeis desempenhados por Valerie Leon) substitui a figura da múmia mais convencional. O filme era uma adaptação do romance de 1903 de Bram Stocker A joia das sete estrelas e também pareceu perseguido pela própria maldição.

Após cinco semanas de produção, seu diretor, Seth Holt, morreu repentinamente de um ataque cardíaco. Já Peter Cushing, que interpretou o pai de Leon, teve que ser substituído após a morte inesperada de sua mulher.

Tendo claramente esgotado o material - e provavelmente incomodado bastante os faraós -, Hollywood não produziu nenhum filme sobre múmias até a virada do século.

Apesar disso, muitos longas lembraram o Egito Antigo, a mumificação e as escavações.

O primeiro filme da série Indiana Jones, de Steven Spielberg, Em Busca da Arca Perdida (1981), foi baseado na busca pela Arca da Aliança no Egito.

Spielberg também produziu O Jovem Sherlock Holmes (1985), sobUniversalre a descoberta de uma seita egípcia pelo famoso detetive.

Já A Porta do Tempo (1994), de Roland Emmerich, fazia referência ao portão de entrada a um planeta distante que refletia o Egito antigo e narrava um regime despótico no qual um alienígena encarnava no deus Rá.
A transformação da múmia

O século 21 trouxe de volta uma série de múmias (1999-2008) interpretadas por Brendan Fraser e Rachel Weisz, e ressuscitou a lenda de Imhotep, que após ser revivido, invoca as "10 pragas do Egito".

Mas enquanto as pessoas sentiam pena da múmia de Karloff, sua versão contemporânea é um vilão totalmente desprovido de simpatia.

Como a série não obteve sucesso nas bilheterias, apenas mais duas múmias foram "exumadas" por Hollywood.

Mas isso não significa que o mundo cinematográfico tenha decidido enterrar o assunto para sempre, como prova a superprodução A Múmia, estrelada por Tom Cruise.

Nesse caso, a vingança é realizada por uma antiga feiticeira mumificada, interpretada por Sofia Boutella.

E, mesmo com um desempenho aquém do desejado nas bilheterias, é pouco provável que as múmias deixem de vagar nas telas dos cinemas.

AUTOR: BBC

quarta-feira, 2 de maio de 2018

POR QUE TANTAS MULHERES CONTINUAM EM RELACIONAMENTOS ABUSIVOS?

(innovatedcaptures/iStock)

É muito provável que você conheça alguém que já esteve – ou que está – em um relacionamento abusivo. Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum.

Apesar de o tema estar sendo mais amplamente discutido na mídia, e de aquele papo antigo de não “meter a colher” em briga de casal estar finalmente sendo deixado de lado, ainda é muito comum que se culpe a vítima pela situação. Afinal, pensam muitas pessoas, por que as mulheres ainda “deixam” que isso aconteça? Por que “submetem” a isso em vez de simplesmente irem embora?

Em um artigo publicado no site The Conversation, o professor e pesquisador Daniel G. Saunders, da Universidade de Michigan, fala sobre seus estudos a respeito desse assunto e traz alguma luz para que se entenda o que impede as mulheres de se livrarem de relacionamentos abusivos.

A resposta, como se pode imaginar, está ligada a uma série de fatores. Um dos mais comuns é a falta de recursos – a mulher talvez não tenha um emprego, ou não ganhe o suficiente para se sustentar sozinha. Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada.

Outro motivo é a falta de apoio da família, amigos e colegas, que muitas vezes não acreditam ou até culpam a vítima pelo abuso; e há ainda o medo: afinal, as mulheres podem ter motivos reais para temer por sua vida caso deixem seu companheiro. Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador.

Mas há outras razões, menos visíveis, que mantêm a vítima presa a essa relação:

– o parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível;

– o parceiro se mostra arrependido e a vítima fica com pena;

– o parceiro diz que vai procurar tratamento e a vítima cria esperanças de que ele vá mudar;

– o parceiro menospreza a vítima e destrói a sua autoconfiança, o que faz com que ela se sinta presa a essa situação e tenha vergonha de pedir ajuda.

“Deixar o parceiro é frequentemente um processo complexo com vários estágios: minimizar o abuso e tentar ajudar o agressor; abrir os olhos ao fato de que o relacionamento é abusivo e perder a esperança de que vai melhorar; e, finalmente, focar nas próprias necessidades de segurança e sanidade e lutar para superar os obstáculos externos”, escreve o professor.

Quando o abusador é um homem de status ou alguém querido na comunidade, a vítima tem ainda outros dois fortes motivos para ficar relutante: por um lado, o medo de destruir a carreira do parceiro; de outro, o de não acreditarem em sua palavra.

Descrença pública

O medo da descrença de outras pessoas é bem fundamentado. “Em um estudo, o público via um ataque contra um parceiro íntimo como menos grave do que um ataque a um estranho, ainda que o mesmo nível de força fosse usado”, escreve Saunders.

“Embora a aceitação pública do abuso doméstico tenha diminuído com o tempo, a culpabilização das vítimas está ligada a pontos de vista machistas, como a crença de que a discriminação contra a mulher não é mais um problema e homens e mulheres têm oportunidades iguais”, completa.

Esse tipo de comportamento não está restrito a pessoas leigas: profissionais de saúde, terapeutas conjugais, juízes, policiais e outras autoridades que deveriam proteger as vítimas muitas vezes as ignoram, as desacreditam ou minimizam as agressões.

Para ajudar a combater esse tipo de erro, o professor sugere que se envolvam meninos e homens no combate à violência doméstica, educando-os sobre o assunto e incentivando um comportamento mais cuidadoso e respeitoso para com as mulheres.

E há ainda uma solução mais imediata: “É preciso pouco ou nenhum treinamento para que os profissionais, ou qualquer outra pessoa, deem crédito às experiências das vítimas e, assim, possam ajudá-las a cultivar a força interior para conseguir sair dessa relação”, escreve. Para isso, basta mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que você acredita nelas. Isso já faz muita diferença.

AUTOR: SUPERINTERESSANTE

terça-feira, 1 de maio de 2018

ADRENOCROMO: O OURO DOS "VAMPIROS", O QUE A CIÊNCIA NOS DIZ A RESPEITO?

Sobre essa controversa substância, alegadamente psicotrópica, muito se diz, tanto da parte dos místicos e religiosos quanto de químicos. Há quem diga que o adrenocromo é apenas uma droga, outros que não passa de lenda urbana. No entanto, podemos entrever, em relatos de povos antigos, que o mesmo pode estar relacionado a coisas obscuras, inclusive a sacrifícios humanos.

Vejamos, mais de perto, do que se trata o adrenocromo! 😮

Segundo a Wikipedia, o adrenocromo (ou adrenochrome) é um composto químico orgânico, derivado do processo de oxidação da adrenalina (também conhecida como epinefrina, ou norepinefrina). Há, ainda, um outro derivado da adrenalina, o carbazocromo, que é utilizado na Medicina como medicação hemostática (isto é, que combate ou previne hemorragias).

A adrenalina é um hormônio secretado pelas glândulas suprarrenais com o objetivo de preparar o corpo biológico para uma reação física ou emocional diante de um perigo, desafio ou de intenso estresse. Ela aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, dilata os brônquios, aumenta a taxa de glicemia no sangue e otimiza a ação dos neurotransmissores, entre outros efeitos. Um dos subprodutos deste processo é, justamente, o adrenocromo.

O que nos diz a Ciência, a respeito?
Estudos de menor monta, da década de 50 e 60, davam conta de efeitos psicóticos do adrenocromo, tais como confusão mental, alterações drásticas da percepção e intensa euforia1. Pesquisadores, tais como Abram Hoffer e Humphry Osmond, afirmaram que o adrenocromo é uma substância neurotóxica e que induz a estados psicóticos, tendo um papel importante no acometimento de esquizofrenia e outros distúrbios mentais2. Atualmente, no entanto, a comunidade científica não atribui efeito psicodélico algum ao adrenocromo.

Como veio a ser conhecido?
Creio que, na modernidade, o adrenocromo ganhou popularidade com o escritor Aldous Huxley, em The Doors of Perception (“As Portas da Percepção”), em que ele descreve a tal substância como um composto derivado da adrenalina que pode provocar efeitos semelhantes aos observados nos casos de intoxicação por mescalina.

Sacrifícios humanos
Sabe-se, tanto pelos conhecimentos legados por cultos antigos (como o Candomblé, por exemplo) como por relatos de outras culturas, que a força vital que jorra com o sangue de uma vítima de sacrifício é extremamente agradável a certas entidades astrais. Diz-se no Candomblé que o orixá não agrada rejeita o sangue de um animal que sofreu. Para uma entidade menos “luminosa”, importa que o “cabrito bom não berre”.

Mas, por que importaria aos “senhores da Vida” o sangue de um animal, ou mesmo a “força” contida nele se, segundo seus seguidores, eles já dispensam todas as coisas? Por que se “alimentam” eles desse sangue oferecido, como se fosse um tributo se já são “donos” de tudo? Perguntas sempre incômodas essas, das quais muitos se esquivam para não responderem!
Arte suméria representando Inanna, deusa-mãe. 

Note-se as corujas como mascotes ao lado do personagem
(lembrando as bruxas e mitos imemoriais acerca de Lilith e das “mães ancestrais” dos iorubá, as Yiamí Oshorongá.

Fato é que as entidades que se servem dos seres humanos como “cavalos” (médiuns) necessitam desse sangue de vítimas imoladas, sejam elas irracionais ou humanas, para ter poder, manter sua vitalidade e sustentar sua manifestação junto aos corpos físicos quentes dos seres humanos. Por isso é que sempre bati na tecla de que as entidades astrais (espíritos, orixás, exus, gnomos, sacis e a puta que o pariu) não passam de seres reptilianos se servindo da raça humana como gado a ser engordado e abatido. Somos um cultivo autossustentável de energia vital a assegurar-lhes domínio sobre os seres da 3a. dimensão a partir da 4a..

Como eu já havia exposto em outra oportunidade, sendo o ser humano atual apenas um robô biológico, híbrido de réptil e primata, e tendo seu DNA virado lixo controlável, nós não passamos de >gado, na mais pura acepção da palavra. Comida, repasto, motivos de risos e palhaços de um Circo mambembe planetário: é nisso que nos tornamos.

Desde a mais remota antiguidade, os sacrifícios humanos são praticados para a obtenção do adrenocromo (além do sangue derramado através de uma secção da jugular). Entre os maias da América Central, por exemplo, era conhecido como ch’luel, como bem me apontou meu novo amigo Dinarte Araújo Neto em uma postagem no Soberano Grupo Divergente (nosso Grupo no Facebook).

Os maias costumavam operar sacrifícios humanos aos “deuses”, cujas vítimas eram, geralmente, reis e guerreiros inimigos, que eram queimados vivos, esfolados, decapitados, enterrados vivos ou tinham seu coração, ainda batendo, arrancado através de uma incisão no lado esquerdo do peito. Os druidas celtas também operavam sacrifícios humanos, geralmente por incisão torácica ou no pescoço, para oferecimento do sangue da vida aos seus “deuses”. Pierre Verger, o mais conhecido cronista especializado em tradições africanas no Brasil, relatou como eram feitos os orós de vítimas oferecidas a Elegba (conhecido como o orixá Exu, no Brasil)3.

O produto é extraído da base da nuca ou do sangue e é servido às entidades acopladas aos corpos dos sacerdotes e de outros “cavalos”. Quanto mais terror e medo impõe-se à vítima, mais o sangue produzirá o tal “ouro” dos vampiros, uma espécie de “elixir da longa vida” dos répteis. Quanto maior o sofrimento e dor, mais o corpo inunda-se de adrenalina e, por conseguinte, de seus subprodutos.
Conjunto de estátuas hindus, tendo, ao centro, a deidade Kali, deidade sugadora de sangue e esposa de Shiva, considerada “mãe universal” (Templo Sri Veeramakalimman, Singapura).

Na verdade, os Reptilianos não procuram impor-nos terror pelo terror, porque valemos nada, absolutamente nada, para eles. Valemos tão pouco diante deles que nosso sofrimento não lhes serve para nada, além do fornecimento de sua droga, que lhes traz vitalidade, temperatura adequada para permanecerem presentes na 3a. dimensão por mais tempo e, claro, o prazer erótico de reafirmar seu poderio. Logo, eles não sentem prazer em ver uma criança ser estuprada, espancada, torturada e degolada, pois o que lhes vale é a droga que ela lhes fornece, não o “grito histérico e irritante de um filhote do gado humano”.

Sexo e medo: Fontes de Poder?
Sexo é poder. Medo é escuridão. Simples assim. Ambos são usados como formas de reprimir o desenvolvimento da psique humana, além de que, quando alimentam vícios, contribuem para degenerar a estrutura fisiológica do ser humano. Quando deixamos que nossas relações humanas sejam infiltradas pelo medo da perda ou pela angústia do sexo, como que segurar areia entre os dedos, somos enfraquecidos e temos nossas faculdades mentais confundidas.

A ejaculação masculina de sêmen, se não voltada à procriação, deveria ser controlada ou mesmo, se possível, evitada. Ela causa imenso desperdício de energia vital, drenada por vampiros astrais. Uma relação puramente humana deveria mesmo ser se pautar pela contenção e adormecimento das paixões instintivas, o que tiraria boa parte da influência que os répteis têm sobre os seres humanos. Nisso, os teólogos católicos sempre acertaram em cheio.

No entanto, num mundo onde a ansiedade é estimulada em forma de diversão e o desperdício (ostentação) é tido como sinal de status, entregamos, de forma ingênua (senão, mesmo, indolente) nosso ouro aos vampiros. Com vícios de toda ordem, todos estes visando o nosso enfraquecimento físico e a obliteração de nossa faculdade racional, adoecemos mental e fisicamente, sucumbindo envenenados à degradação e à perdição.

Perspectivas de combate às Trevas
Todos têm, na ponta da língua, estratégias variadas para combater o domínio que as forças trevosas exercem sobre a humanidade. Não pode-se perder de vista, entretanto, que:

Nossa raça humana é híbrida e herdou, em sua composição genética, elementos radicais (ou seja, de raiz) da raça reptiliana;

Eles controlam, há milhões de anos, a evolução de quase todas as espécies vivas deste planeta, especialmente a da subespécie humana;

A sociedade humana, em seu topo (Elite), é controlada por elementos não humanos.

Portanto, devemos mirar naqueles ingredientes do problema que tornam a sopa humana desejável aos nossos “deuses” vampiros e corrigi-los. Obviamente, isso pode gerar uma reação violenta de nossos “donos”, tais como extinção em massa por desobedecermos a “Deus”. Afinal, estamos em seus domínios (sim, este planeta é colônia penal dos dragões reptilianos).

Eis algumas sugestões para que comecemos a nos desvencilharmos do domínio dos lagartos:

Falar menos, ouvir e trabalhar mais (em silêncio);

Disciplinar o sono, evitando a vigília na madrugada e/ou o ócio em demasia;

Evitar o consumo de bebidas alcoólicas, gaseificadas e café (mínimo possível), dando preferência à água pura e a chás de folhas colhidas no mesmo dia;

Se você for homem, contenha a ejaculação o quanto for capaz, evitando o desperdício de sêmen pelo sexo casual, sem vínculos afetivos ou pela masturbação recorrente;

Se você for mulher, não mantenha relações sexuais durante a menstruação, também evitando a masturbação (para que não se torne uma vaquinha dos répteis);

Não alimentar o medo, agindo sempre de acordo com a sua Consciência e evitando o estresse causado pelas dúvidas prolongadas (o que causa dispersão de energia e inércia mental).

NOTAS

1 Smythies, J. (2002). The adrenochrome hypothesis of schizophrenia revisited. Neurotoxicity Research. 4 (2): 147–150.
2 Hoffer, A. Osmond, H., Smithies, J. (1954). Schizophrenia: a new approach. Journal of Mental Science #100.
3 Pierre Verger (1999). Notas sobre o culto aos orixás e voduns na Bahia de Todos os Santos, no Brasil, e na antiga costa dos escravos, na África. São Paulo: edUSP, 1999.
Fonte

Veja o Vídeo:
AUTOR: EXTRATERRESTRE ONLINE

BASE ALIENÍGENA EM YELLOWSTONE, RELATO DE CONSTANTES AVISTAMENTOS NO LOCAL

Em Yellowstone existe histórias sobre avistamentos de naves extraterrestres contadas também pelos antigos nativos da região.

Uma das histórias contadas pelos índios Idaho, descreveu o encontro com uma grande nave que pousou no parque e sequestrou um grande búfalo.

Eles avistaram seres com cabeças grandes e enormes olhos negros.

Yellowstone seria um dos locais onde existe um grande número de avistamento de objetos voadores não identificados.

Veja o Vídeo:

AUTOR: EXTRATERRESTRE ONLINE

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