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MUNDO REAL 21 - ÚLTIMAS NOTÍCIAS

sábado, 9 de fevereiro de 2019

VEJA 20 FOTOGRAFIAS PODEROSAS QUE PROVAM QUE AINDA HÁ ESPERANÇA EM NOSSO PLANETA

Acontecimentos recentes e a falta de cuidado do ser humano com o nosso próprio planeta, bem como a falta de empatia com nossos semelhantes, nos fazem temer por nossas gerações futuras. O que será da Terra no futuro?

No entanto, por vezes nos deparamos com situações em que nossas esperanças são renovadas, como essas fotos:
1. Mesmo a menor árvore é extremamente importante.© zarbang / reddit

2. Excelente trabalho feito pelo Instituto Terra em 18 anos.

3. Não precisamos destruir as árvores para construir paredes.© wordpress.com

4. Imagens incríveis como essa precisam ser compartilhadas.Instagram

5. Uma belíssima casa sustentável.Flickr

6. Diferença de apenas um ano.Instagram

7. Dezesseis anos e uma paisagem completamente nova.
8. Projeto Eden, em Madagascar.Instagram

9. Nada melhor do que ter uma árvore na sua própria casa.

10. As árvores crescem sem pedir licença. E é assim que deve ser!

Ver imagem no Twitter
El Ciudadano@El_Ciudadano


15 #Árboles que ganaron la #LUCHA contra la #civilización. ¡Absolutamente prodigioso! http://www.elciudadano.cl/2015/07/28/193814/15-arboles-que-ganaron-la-lucha-contra-la-civilizacion-absolutamente-prodigioso/ …
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14:08 - 26 de jul de 2016
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Informações e privacidade no Twitter Ads

11. Quando há boa vontade e criatividade, ninguém precisa cortar nenhuma árvore.

12. Construa casas em torno das árvores, e não em cima delas!

13. Incrível!Instagram

14. Quando a natureza e a urbanização coexistem, o resultado é simplesmente sensacional.

15. Bons arquitetos sabem como preservar a natureza.

16. Mesmo onde nada cresce, as flores insistem em aparecer.© Brocken Inaglory / Wikimedia Commons

17. Enquanto alguns seres humanos insistam em destruir, alguns se empenham em reconstruir.Instagram


19. As árvores são mais importantes que os muros.© smallstone / imgur

20. Simplesmente mágico.

AUTOR: BrightSide.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

SAIBA DE 5 CRIMES DA VIDA REAL QUE FORAM ADAPTADOS PARA A FICÇÃO

Norman Bates é o personagem fictício criado pelo escritor Robert Bloch, protagonista de seu romance 'Psicose' UNIVERSAL PICTURES

Quando o escritor chinês Liu Yongbiao foi condenado no ano passado por espancar quatro pessoas até a morte em uma pousada, talvez não tenha sido uma surpresa tão grande para seus leitores.

No prefácio de seu romance de 2010, intitulado The Guilty Secret ("O Segredo Culpado", em tradução livre), Liu dizia que já estava trabalhando em sua próxima obra literária - sobre uma autora que comete uma série de assassinatos terríveis e consegue escapar.

No fim ele acabou não levando o projeto adiante, embora já tivesse um título em mente: The Beautiful Writer Who Killed ("A Bela Escritora que Matava", em tradução livre).

Após ser preso, ele teria dito à emissora de TV chinesa CCTV que algumas de suas obras foram de fato inspiradas nos assassinatos que cometeu em 1995 - entre as vítimas, estava o neto de 13 anos dos donos da pousada.

Liu não é o primeiro autor a cometer um crime e usá-lo em sua obra de ficção. Em 1991, o escritor holandês Richard Klinkhamer matou a esposa e entregou um manuscrito macabro a seu agente, cujo título traduzido, Quarta-feira, dia de carne moída, poderia ter como subtítulo Sete maneiras de matar sua esposa.
Muitos crimes da vida real também encontraram outros caminhos para chegar à ficção, por meio de escritores cuja imaginação é capaz de reviver histórias que não testemunharam.

Do pioneiro romance de não-ficção A Sangue Frio, de Truman Capote, a sucessos mundiais como O Quarto de Jack, de Emma Donoghue, e As Garotas, de Emma Cline, os crimes se tornam ainda mais assustadores quando transformados em ficção, se infiltrando nos recantos mais sombrios da nossa mente.

Os cinco crimes abaixo inspiraram obras literárias recomendadas apenas para quem tem estômago forte.

Dália Negra

Seu nome verdadeiro era Elizabeth Short. Ela tinha apenas 22 anos quando seu corpo foi encontrado mutilado em um terreno baldio de Los Angeles, nos Estados Unidos, em janeiro de 1947.
No caso da Dália Negra, houve diversas teorias da conspiração, incluindo uma sobre o suposto envolvimento de Orson Welles GETTY IMAGES

Ela estava nua, com o tronco cortado na altura da cintura e totalmente sem sangue, o que levou a mulher que encontrou o corpo a pensar inicialmente que se tratava de um manequim de loja. Um jornal sensacionalista logo apelidou a vítima de Dália Negra.

A investigação policial chegou a 150 suspeitos, mas nenhuma prisão foi efetuada e nenhuma das mais de 500 confissões feitas desde então convenceu as autoridades.

O caso, até hoje não resolvido, inspirou inúmeros livros e filmes, incluindo o romance de 1977 de John Gregory Dunne, Confissões Verdadeiras, que parte de um crime semelhante para fazer um retrato da relação de dois irmãos na década de 1940 em Los Angeles.

O mais conhecido, no entanto, é o thriller de 1987 de James Ellroy, Dália Negra. Mas o romance se distancia dos fatos em um aspecto fundamental: o caso é solucionado. E embora a narrativa comece um ano antes de Ellroy nascer, tem uma conotação pessoal para ele. O livro é dedicado a sua mãe, assassinada em Los Angeles em 1958.
'Arthur e George'

Arthur Conan Doyle recebia muitas correspondências de fãs, incluindo cartas de pessoas que o confundiam com o detetive Sherlock Holmes, personagem fictício criado por ele, e pediam sua ajuda para solucionar crimes.
Conan Doyle se empenhou para inocentar George Edalji por acreditar que ele era vítima de uma armação racista GETTY IMAGES

Na primeira década do século 20, um procurador chamado George Edalji foi libertado da prisão após cumprir três anos de uma sentença de sete anos de trabalhos forçados. Ele foi condenado pela mutilação de animais - como cavalos e gados - e pelo envio de cartas anônimas maldosas a seus próprios pais.

Endalji, que negava as acusações, pediu a ajuda a Doyle para provar sua inocência. O escritor se convenceu de que a cor da pele do procurador - o pai dele era indiano - estava relacionada à condenação, e se empenhou em combater o que hoje seria chamado de racismo institucionalizado na polícia de Staffordshire, condado da Inglaterra.

O caso ganhou as manchetes do noticiário na época e, em 2005, Julian Barnes escreveu o livro Arthur e George, inspirado na história. O romance policial ganhou o Man Booker Prize, prêmio literário britânico, e foi adaptado tanto para o teatro quanto para a TV.
O desaparecimento de Paula Jean Welden

Em primeiro de dezembro de 1946, uma estudante de 18 anos desapareceu enquanto caminhava pela Long Trail em Vermont, nos EUA. Paula Jean Welden era a filha mais velha de um designer conhecido por suas coqueteleiras art déco e cursava o segundo ano no Bennington College.
Foram realizadas buscas exaustivas por Paula Jean Welden, incluindo sobrevoos de helicóptero na floresta em que ela desapareceu GETTY IMAGES

Era uma tarde fria de domingo quando ela decidiu explorar a trilha, que ficava nas redondezas. Como não conseguiu convencer os amigos a acompanhá-la, foi sozinha - não levou mala tampouco dinheiro extra. Mas nunca voltou para o campus. O xerife do condado foi chamado para investigar o caso, e acabou duramente criticado pela forma como conduziu a investigação.

Diversas teorias vieram à tona - queda seguida por amnésia, suicídio e assassinato - mas nenhum corpo foi encontrado. Entre 1945 e 1950, houve pelo menos quatro outros desaparecimentos inexplicáveis na região. O mistério chamou a atenção da escritora local Shirley Jackson, cujo marido era professor em Bennington.

Seu romance de 1951 Hangsman é inspirado no desaparecimento de Welden, assim como seu conto The Missing Girl ("A Garota Desaparecida", em tradução livre).

Em 2014, a autora Susan Scarf Merrell publica Shirley oferecendo aos leitores uma reviravolta surpreendente - ela revisita o caso e evoca um novo suspeito: a própria escritora Shirley Jackson.
O Açougueiro de Plainfield

Ele era um assassino, mas também um ladrão de corpos: Edward Theodore Gein, natural de Plainfield, em Wisconsin, nos EUA, foi preso em 1957. Ele morreu encarcerado em uma clínica psiquiátrica em 1984, mas a natureza grotesca de seus crimes foi parar na literatura. Ele confessou ter matado duas mulheres, além de exumar corpos recém-enterrados em cemitérios locais.

Seu plano era criar uma "roupa de mulher" que ele pudesse vestir e "se tornar" assim sua falecida mãe, mas os investigadores encontraram em sua casa uma série de itens de causar náusea - de móveis a roupas feitos de restos humanos.

Apenas dois anos após a prisão de Gein, o escritor Robert Bloch publicou o romance de terror Psicose - que em 1960 se tornou um dos filmes mais aclamados de Alfred Hitchcock. Embora Bloch não tivesse conhecimento dos crimes de Gein quando começou o livro, ele leu a respeito antes de terminar.

Mais recentemente, os crimes de Gein inspiraram o personagem de Buffalo Bill em O Silêncio dos Inocentes, de Thomas Harris.
Harry Powers, serial killer de mulheres

O serial killer Harry Powers vasculhava os anúncios de corações solitários no jornal à procura de vítimas. A intenção dele era atrair mulheres em busca de amor para depois matá-las e ficar com seu dinheiro.
Harry Powers seduzia mulheres em busca de amor para depois matá-las e ficar com seu dinheiro ALAMY

Entre suas vítimas, estavam a viúva Asta Eicher e seus três filhos, de Park Ridge, em Illinois. Após uma troca de correspondências fervorosa, Powers levou Eicher para viajar por alguns dias no fim de junho de 1931. Ele voltou sozinho, dizendo às crianças que as levaria ao encontro da mãe.

Uma segunda mulher também tinha desaparecido quando a polícia começou a investigar o caso em agosto. Na casa de Eicher, cartas de amor levaram os investigadores à comunidade de Quiet Dell, em West Virginia, e a uma trágica cena de crime que incluía pegadas de sangue de uma criança. Eles também encontraram um lote de novas correspondências indicando que Powers estava se preparando para atacar novamente.

Ele foi enforcado em 1932, mas não antes de se tornar um dos primeiros assassinos a causar furor na imprensa. Relíquias mórbidas da cabana onde Power cometeu os assassinatos chegaram a ser vendidas nas ruas. Em 2013, a escritora Jayne Anne Phillips publicou Quiet Dell, sua recriação meticulosamente pesquisada do caso e da cobertura.

Um dos poucos personagens inventados do romance é uma jovem repórter chamada Emily Thornhill, cuja presença sugere, de maneira otimista, o empoderamento feminino. Em um trecho do livro, Thornhill entende por que o serial killer "teve sucesso com essas mulheres na meia-idade, mulheres provavelmente já devastadas por homens ou pelo destino; elas queriam cuidado e proteção".

AUTOR: BBC

19 PROVAS DE QUE 2009 NA VERDADE FOI HÁ 50 ANOS

Hoje em dia vemos pessoas compartilhando em suas redes sociais a hashtag #10yearsago, onde relembram onde estavam e como eram há dez anos. Alguns sentem saudade, ao passo que outros agradecem por terem superado fases diversas e estarem em um momento melhor de suas vidas.

Relembrar é viver: e você se lembra de como foi o seu 2009? Para te ajudar, trouxemos a seguir 19 provas de que 2009 na verdade foi há 50 anos. Confira a seguir e conte pra gente nos comentários o que todo esse tempo mudou em sua vida:

19 – 2009 parece que foi há 50 anos pois foi exatamente o ano em que a Madonna namorou Jesus Luz e inventou as profissões de modelo e DJ:
18 – Nesse mesmo ano foi definido o Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas.
E o futuro não perdoou.

17 – Susan Boyle participou do Britain’s Got Talent e fez todo mundo se emocionar:
Ela mais tarde virou cantora profissional.

16 – A pequena Maísa Silva era apresentadora do “Bom Dia e Cia”:
15 – E a novela sensação era “Caminho das Índias”, com o triângulo amoroso Maya, Raj e Bahuan que virou sucesso mundial:
14 – Na categoria relacionamentos de famosos, Xuxa e Luciano Szafir terminaram, após 12 juntos:
13 – E sua filha, Sasha, acabou participando de “Xuxa e o Mistério de Feiurinha”, quando tinha 11 anos:
12 – Momentos de bafafá mundial não faltaram, como quando Kayne West ganhou milhares de haters após subir no palco do VMA para discordar do prêmio da Taylor Swift:
Ele não aceitava que Beyoncé não havia ganhado o prêmio pelo vídeo de “Single Ladies”.

11 – E foi nesse ano que Lady Gaga lançou a eterna “Bad Romance”
10 – Foi também o auge do meme KEEP CALM, que ninguém mais aguentava ver:
9 – O maior e mais potente celular era o iPhone 3GS:
8 – Mas como era muito caro o negócio era escutar suas músicas favoritas no iPod mesmo:
7 – Ou nas coletâneas de CDs da Jovem Pan:
6 – Só para constar, nesse ano saiu aquele o “2012” que gerou grande polêmica nas redes sociais:
5 – Em 2009 quem ganhou o Big Brother foi Max Porto, o homem com tatuagens bastante curiosas:
4 – E a Miley Cyrus ainda era aquela menina country, antes de sair quebrando tudo com bolas de demolição:
3 – E o casal babado do momento era Edward e Bella (Robert Pattinson e Kristen Stewart):
Pouco tempo depois eles viraram memes mundiais.

2 – E o menino lobo derretia os corações das meninas, antes mesmo da palavra “crush” existir:
1 – E para finalizar, de 2009 em diante a música chiclete que mais ficou presa nas cabeças das pessoas foi “I Gotta Feeling” do The Black Eyed Peas:
AUTOR: [BuzzFeed]

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

TSUNAMI NA INDONÉSIA: DESLIZAMENTO DA LATERAL DO VULCÃO PODE TER CAUSADO ONDAS GIGANTES

O vulcão Anak Krakatau tem ficado em atividade por anos EPA

Ninguém fazia ideia e certamente não houve aviso de que um tsunami estava se aproximando do Estreito de Sunda, na Indonésia. Pelo menos 281 pessoas morreram e 1.016 ficaram feridas quando a onda atingiu a costa do país neste sábado.

É claro que todo mundo na região tinha conhecimento do Anak Krakatau, o vulcão que emergiu no canal marítimo há menos de 100 anos. Porém, as erupções do vulcão são descritas por especialistas como de baixa escala ou semicontínuas.

Vulcões têm a capacidade de gerar grandes ondas marítimas. O mecanismo que permite o fenômeno, como sempre, é um deslocamento de água de grandes proporções.

No entanto, diferentemente de um tsunami gerado por um terremoto, no qual o fundo do mar se desloca para cima e para baixo, aparentemente o que provocou o evento na Indonésia foi uma espécie de deslizamento de terra durante a erupção do Krakatau.

Não está claro se parte da lateral do vulcão entrou em colapso e o material caiu no mar, empurrando a água à frente, ou se o movimento no flanco provocou uma rápida queda de sedimentos já embaixo d'água.
O vulcão Anak Krakatoa fica no meio do oceano, a noroeste da ilha de Java GETTY IMAGES

A segunda opção parece ser a mais provável, segundo especialistas ouvidos pela BBC. Mas o efeito é o mesmo nos dois casos: a coluna de água se movimenta e as ondas se propagam em direção à costa.

Medidores de maré no Estreito de Sunda indicaram água alta cerca de meia hora após a última atividade eruptiva do Anak Krakatau, aproximadamente às 21h de sábado, em horário local.

O professor Dan Parson, da Universidade de Hull, no Reino Unido, afirmou que as laterais dos vulcões, os flancos, são instáveis e podem desmoronar. "Os flancos são notoriamente instáveis. Me parece que, nesse caso, o deslizamento para dentro ou já no fundo do mar gerou um tsunami significativo", explicou à BBC.
Imagem área mostra destruição na praia de Carita, em Pandeglang, na Indonésia AFP

"O Krakatoa original explodiu e se destruiu em 1883 e, desde então, ele tem se formado novamente bem devagar. À medida que os vulcões se formam, os seus flancos podem se tornar instáveis ​​e entrar em colapso mesmo sem nenhuma atividade vulcânica", diz.

Após o fenômeno de sábado, cientistas começaram a estudar o que pode ter causado o tsunami. Resultados preliminares sugerem que algo aconteceu no flanco sul do Krakatau. Nos próximos dias, essa área passará por intenso escrutínio de especialistas.

Deslizamentos ou desmoronamentos podem causar tsunamis gigantescos, como foi o caso do evento ocorrido na Indonésia. Na história geológica, eles foram responsáveis por grandes desastres.
Em 2017, por exemplo, um deslizamento de rochas causou ondas gigantescas que atingiram o oeste da Groenlândia. Há ainda suspeita de que um tsunami de setembro deste ano, que afetou a ilha de Sulawesi, também na Indonésia, tenha sido, pelo menos em parte, fortalecido pelo movimento em massa de sedimentos, seja entrando na água da costa ou escorregando em encostas submersas na Baía de Palu.

Testemunhas contaram que, neste sábado, as ondas que atingiram o estreito de Sunda tinham cerca de cinco metros de altura. Mesmo grandes, essas ondas podem se dissipar rapidamente depois que se afastam de sua fonte.

Uma das coisas mais desesperadoras em ocasiões como essa é ver vídeos em que pessoas são flagradas sob total desconhecimento do que está por vir. Ou seja, no caso da Indonésia, as pessoas não tinham como saber que um tsunami estava chegando porque não foram "avisadas" por um terremoto anterior. Em outras ocasiões, tremores de terra funcionam como avisos de que uma onda gigante pode atingir a costa - e, assim, muitas vezes há tempo para a evacuação.
Parentes tentam encontrar parentes em lista de vítimas do tsunami REUTERS

Mas, embora houvesse sismicidade (movimento da terra) relatada por instrumentos, ela não foi tão grande a ponto de mudar o comportamento das pessoas - daí a surpresa quando a onda chegou.

"Boias de alerta estão posicionadas para avisar sobre tsunamis originados por terremotos em limites de placas tectônicas submarinas. Mesmo se houvesse uma bóia ao lado do Anak Krakatau, ele é tão próximo da costa que o tempo para evacuação teria sido mínimo diante da alta velocidade em que as ondas do tsunami viajam", observou o professor Dave Rothery, da Universidade Aberta do Reino Unido.
Segundo os especialistas, o que um evento como este (e da Baía de Palu, que também pegou a população desprevenida) nos ensina é que é preciso muito mais pesquisas sobre os perigos que existem longe do que normalmente já é esperado.

Depois do tsunami de 2004, quando mais 200 mil pessoas morreram na região do Oceano Índico, houve um enorme esforço de pesquisa para entender o que são chamados de terremotos e tsunamis de subducção, área de convergência entre placas tectônicas. A ciência agora precisa estudar profundamente os problemas mais amplos da região, como o caso dos vulcões.

Esse alerta foi tornado público durante o Encontro da União Geofísica dos Estados Unidos, neste mês, a maior reunião anual de cientistas do mundo.

"O foco é sempre onde está a luz", disse o professor Hermann Fritz, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos. "O foco tem sido em Sumatra e Java, nas grandes trincheiras de subducção. Os centros de alerta também se concentraram nisso, porque tivemos grandes eventos, como o do Japão em 2011, do Chile em 2010 e de Sumatra em 2004. Estes são todos os eventos clássicos da zona de subducção, então tudo foi voltado para eles", disse.

AUTOR: BBC

sábado, 8 de dezembro de 2018

O MARIDO QUE MATOU A MULHER COM SACOLA DE SUPERMERCADO PARA FUGIR COM NAMORADO

Jessica Patel foi encontrada sem vida na sala da casa onde o casal morava

Mitesh Patel dizia ao seu namorado que se casou com Jessica Patel apenas para ocultar sua verdadeira orientação sexual.

Ele planejava ter um filho com ela, por meio de fecundação in vitro, fugir com o bebê para a Austrália e formar uma família com o parceiro. Mas os planos de Mitesh não deram certo. Ele acaba de ser condenado à prisão perpétua pelo assassinado de Jessica, ocorrido no dia 14 de maio deste ano.

Segundo os promotores, Mitesh injetou insulina na esposa de 34 anos e a asfixiou até a morte com uma sacola de supermercado. O crime ocorreu na casa onde os dois moravam em Middlesbrough, no norte da Inglaterra.

Em seguida, Mitesh amarrou a mulher com fita adesiva, bagunçou a casa inteira e tirou de lá alguns objetos para que a morte parecesse consequência de um assalto.

Depois, saiu de casa para comprar uma pizza. Ao retornar, ligou para o serviço de emergência dizendo que a esposa havia sido atacada por bandidos. Nos quatro minutos e meio de telefonema, até a chegada dos policiais, Mitesh finge desespero ao deparar com o corpo da mulher e relata que ela está "com a mão fria", pés e mãos amarrados, uma cor escura no pescoço e sangue no nariz.

Mas as câmeras de segurança da casa registraram Jessica chegando lá às 19h. Mitesh aparece deixando a residência 40 minutos depois. A essa altura, ele já havia matado a esposa. O homem retorna à casa após comprar a pizza e chama a polícia.

Segundo os investigadores, Mitesh tinha a intenção de receber um seguro de vida da esposa no valor de US$ 2,5 milhões (R$ 9,7 milhões) antes de se mudar para a Austrália para viver com o amante, identificado como Amit Patel.

"Ele poderia ter se divorciado dela e levado o que quisesse. Não precisava tirar a vida dela. Ele não tinha o direito de dar esse passo cruel", disse Divya Patel, irmã de Jéssica.
Mitesh Patel (à esquerda) planejava se mudar para a Austrália para viver com seu namorado, Amit Patel (à direita) DIVULGAÇÃO/POLÍCIA DE CLEVELAND, MIDDLESBROUGH

'Carente e cruel'

Ao condenar Mitesh Patel, o juiz James Goss disse que ele nitidamente não sentia arrependimento.

Goss afirmou que a vítima "claramente" amava o marido e foi fiel a ele durante nove anos.

"Ela não queria nada mais além de ter filhos e viver uma vida familiar normal. Mas o réu não tinha atração sexual por ela. Ele se sentia atraído por homens", disse o juiz.

Jessica tinha, segundo o juiz, consciência da sexualidade do marido e estava "solitária, triste e sob seu controle (de Mitesh)".

O juiz destacou que mensagens enviadas por Mitesh revelaram que ele era alguém "emocionalmente carente e cruel" e que usava a mulher enquanto "satisfazia aos seus próprios desejos e caprichos".

Nas duas semanas de julgamento, foi revelado que Mitesh, que era dono de uma farmácia com a esposa, teve uma série de aventuras amorosas com homens que conhecia por meio de um aplicativo de namoro.

'Apodrecer no inferno'
Mitesh bagunçou a casa para fazer parecer que o assassinato da mulher tivesse sido cometido por ladrões

Ao ler uma declaração em nome das irmãs e primas de Jessica, a irmã mais nova dela, Divya, disse: "A única coisa que esperamos é que ela não tenha sofrido nos seus últimos momentos (de vida)".

"A cruel realidade é que ela sofreu, sim. Sabia exatamente quem era seu assassino e ele ignorou sem piedade as tentativas dela de lutar pela vida", disse.

"Imaginamos o medo e o pânico que ela deve ter sentido ao saber o que aconteceria. Pensar nesse momento nos entristece enormemente."

Divya Patel também se dirigiu diretamente ao cunhado: "Sabemos que ela está livre de você para sempre. Enquanto ela descansa no céu, você vai apodrecer no inferno".

A vítima havia se submetido a três ciclos de fecundações in vitro para tentar ter um filho com o marido. No último, foram produzidos três embriões, mas ela foi assassinada antes que fossem implantados.

AUTOR: BBC

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