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domingo, 3 de dezembro de 2017

PREPARE-SE: A PRIMEIRA DE 3 SUPERLUAS EM 2 MESES SERÁ VISTA NESTE DOMINGO

A silhueta de uma árvore é vista com Superlua ao fundo em Heho, na Birmânia, em novembro do ano passado (Foto: Ye Aung Thu/AFP)

Marque no calendário: uma série de três superluas em menos de dois meses começa neste domingo (3), de acordo com a agência espacial americana (Nasa). As outras duas poderão ser observadas no dia 1º e 31 de janeiro do ano que vem.

Uma superlua é uma Lua que está cheia e em seu ponto mais perto na órbita ao redor da Terra. Este período é chamado de perigeu, quando o satélite aparece cerca de 14% maior e 30% mais brilhante do que no apogeu (microlua) – quando está mais distante, segundo a agência espacial.

As superluas podem ser observadas a olho nu, mas, segundo a Nasa, é difícil para os nossos olhos fazerem a distinção precisa dessas mudanças de tamanho com o satélite localizado em um lugar tão alto e em um vasto céu à noite.

"As superluas são uma ótima oportunidade para as pessoas começarem a olha para a Lua. Não apenas uma vez, mas todas as chances que elas têm", disse o pesquisador da Nasa, Noah Petro.

No domingo, a Lua ficará cheia às 13h47 no horário de Brasília. Isso ocorre 17 horas antes do perigeu. Quem tentar observar a lua na noite de domingo poderá vê-la mais próxima – com um diâmetro 13,6% maior e 29% maior em área do que em seu próximo apogeu, que acontece no dia 18 de dezembro. 

Os planetas Mercúrio e Saturno estarão no sudoeste, apenas a 2º de distância. O melhor horário para avistar o fenômeno, segundo a Nasa, é 30 minutos após o pôr do sol.
Desenho da Nasa mostra a diferença de tamanho entre o perigeu e o apogeu (Foto: NASA / JPL-Caltech)

Superlua em 31 de dezembro

Essas duas primeiras superluas – a deste domingo e a do feriado do dia 1º – são uma boa chance para treinar as fotografias do que promete ser a versão "especial" no ano que vem. No dia 31 de janeiro, o fenômeno será acompanhado de um eclipse lunar total.


A má notícia é que ele não será visível no Brasil. O eclipse será visto do oeste da América do Norte, em todo o Pacífico até a Ásia Oriental. A superlua do dia 31 também será a segunda lua cheia do mês de janeiro, chamada de Blue Moon (Lua azul).
Superlua em Washinton, em 13 de novembro de 2016 (Foto: Aubrey Gemignani/Nasa)

Como posso fotografar?

Fotografar o fenômeno pode ser uma tarefa complicada. Por emitir bastante luz e ser fotografada normalmente quando já está totalmente escuro, a Lua acaba se tornando uma mancha branca no meio do céu. Para resolver esse e outros problemas o G1 preparou algumas dicas, confira:

1. Luz

O mais importante é fazer a medição correta da luz. A Lua é um corpo celeste muito brilhante, e como na maioria das vezes ela é fotografada durante a noite, é comum que o celular faça uma medição geral do quadro (onde 90% do espaço está escuro) e a Lua vire um borrão de luz branca. Para resolver isso é preciso colocar a medição do celular exatamente em cima da Lua. Se for um iPhone, basta colocar o quadradinho sobre o satélite. No Android, é um círculo. Se o seu celular oferecer a opção de posicionar o foco em um ponto infinito, habilite-a. Aplicativos com controles manuais também podem ser utilizados para atingir a medição correta.

2. Horário

Para que a foto não seja apenas um fundo preto com uma bolinha branca o ideal é fotografá-la antes que o céu esteja totalmente escuro. Um bom horário é o momento do crepúsculo, por volta das 19h, quando o céu ainda está relativamente claro e a Lua já está alta e grande o suficiente para uma boa foto.

3. Enquadramento

As fotos ficam mais interessantes quando vão além da Lua sozinha com o céu de fundo. Tente incluir pessoas, árvores, pássaros ou outros elementos na composição da foto. Se você tiver acesso a algum local alto, como o topo de um prédio, fotografe de lá para ter a cidade na composição com a lua.

4. Configuração

Utilize a maior resolução disponível no aparelho. Se puder escolher também a quantidade da imagem deixe sempre a opção com menor compressão. Apesar dos arquivos ocuparem mais espaço na memória, vale a troca por imagens com mais detalhes e menos ruídos causados pela compressão. Se o seu celular possuir a opção de fazer imagens com HDR, acione-a. A tecnologia aumenta a capacidade do aparelho de capturar luzes com diferentes intensidades.

5. Acessórios

Por cerca de 80 reais é possível comprar um adaptador de lente teleobjetiva para o celular. Essa lente aumenta o poder do ‘zoom’ do aparelho. Como a maioria dos celulares tem uma lente bem aberta, é bastante recomendável utilizar uma dessas para fotografar a Lua.

6. Luminosidade

Reduza a luminosidade para ressaltar os traços da Lua e suas cores. Tanto em iPhone quanto em Android, é só deslizar a bolinha que aparece do lado do quadradinho ou da bolinha.

7. ISO

Se o celular selecionar opções manuais de fotografar, opte por diminuir ao máximo o ISO, que determina a sensibilidade da câmera. A Lua já fornecerá luz intensa o suficiente.

8. Modo contínuo

Diversos celulares permitem que se tirem várias fotos em sequência enquanto se segura o botão de disparo. Esse recurso pode ser utilizado para evitar fotos tremidas.

9. Selfies/Retratos

Selfies não são uma boa ideia pela baixa qualidade da câmera frontal da maioria dos telefones. Já o problema de tirar retratos de pessoas com a Lua ao fundo é a grande diferença de luz entre a pessoa e o satélite da Terra. Para que a pessoa saia bem iluminada, o celular utilizará uma configuração que provavelmente tratará a Lua como uma fonte emissora de luz muito grande. O resultado será desagradável: a Lua vai virar um borrão branco. Uma alternativa é utilizar o flash ou tirar a foto no início da noite, antes de escurecer totalmente.

AUTOR: G1

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

NASA DIVULGA IMAGENS DO PÔR DO SOL EM MARTE

Registro do pôr do sol em Marte foi feito pela sonda Curiosity (Foto: Divulgação Nasa)

Um pôr do sol costuma ser bonito em qualquer lugar do mundo. Mas esse registro feito pela Nasa é realmente difícil de bater. Com a sonda Curiosity, a agência espacial americana conseguiu fazer imagens impressionantes desse fenômeno em Marte.

A imagem mostra o sol se escondendo em uma área mais alta na superfície do planeta vermelho e foi descoberta pelo usuário da rede social Reddit, Pluto_and_Charon.

Um porta-voz da Nasa explicou ao site IFLScience que ela foi tirada no entardecer de Marte na direção oeste-noroeste. A qualidade da imagem não foi por acaso - a agência espacial confirma que ela foi planejada em detalhes.

Algo interessante de notar na imagem é que o pôr do sol em Marte é o oposto ao da Terra. Por aqui, o céu durante o dia é azul e ao anoitecer fica vermelho, conforme a luz do sol vai passando pela atmosfera e reflete mais o final vermelho do espectro do astro.

Já em Marte, acontece o oposto. O céu durante o dia é vermelho e durante a noite é azul. Isso acontece porque a poeira é responsável por refletir a luz por lá, ao contrário do nosso planeta, onde a luz do sol é refletida nos gases da atmosfera.

A sonda Curiosity conseguiu tirar essa foto com um dispositivo Mastcam (instrumento de imagem estereoscópica multiespectral) que fica do lado esquerdo dela. Essa é uma das quatro câmeras na sonda, que costuma fazer imagens da superfície de Marte e de outros objetos espaciais de interesse científico.

Em alguns casos, porém, as fotos divulgadas acabam despertando grande interesse público - como é o caso dessa.

A sonda Curiosity está em Marte desde agosto de 2012 e, desde então, vem trazendo informações sobre o planeta vermelho para a Nasa.
Céu em Marte é vermelho durante o dia e azul à noite Image caption

AUTOR: BBC

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

ASTEROIDE DE 5 km VAI PASSAR 'RASPANDO' NA TERRA, ANTES DO NATAL

O asteroide pode estar se desfazendo, o que explicaria o fato de ele dar origem às chuvas de meteoros |imagem artística: Nasa - JPL-Caltech

Uma rocha espacial de cerca de 5km de extensão passará "de raspão" na Terra, de acordo com as proporções espaciais.

O asteroide 3200 Phaeton deve ficar a cerca de 10 milhões de quilômetros do nosso planeta em 16 de dezembro. Pode parecer grande, mas é apenas 26 vezes a distância do nosso planeta para a Lua.

A extensão do objeto é o equivalente a quase duas vezes o tamanho da avenida Paulista, no centro de São Paulo. Equivale também à distância do estádio Mané Garrincha ao Congresso Nacional, em Brasília (DF).

Segundo a Nasa (agência espacial dos EUA), não há motivo para pânico, porém: é extremamente improvável que haja qualquer dano ao nosso planeta com a passagem do Phaeton.

Um radiotelescópio, do tipo que será usado para coletar informações sobre o Phaeton

Ainda segundo a Nasa, a passagem do Phaeton permitirá observações bastante precisas a partir dos observatórios de Arecibo (em Porto Rico) e Goldstone (na Califórnia). "As imagens serão excelentes para obter um modelo 3D detalhado" do objeto espacial, disse a agência espacial em comunicado.

A inspiração do nome Phaeton vem da mitologia grega. Para os gregos antigos, o deus Hélio (que representava o Sol) não andava a pé: a divindade atravessava o céu do nascente ao poente em uma carruagem, puxada por quatro cavalos. Até que um filho de Hélio, Faeton, pegou o veículo emprestado para "dar um rolê". Ele acaba perdendo o controle dos animais e quase põe fogo na Terra. Para evitar o desastre, Zeus precisa destruir a carruagem com um raio, e acaba matando Fáeton no caminho.

Asteroide ou cometa?

Os cientistas acreditam que o Phaeton seja o responsável pelas chuvas de meteoros das Geminíadas, observadas todos os anos nos dias 13 e 14 de dezembro. É que a órbita do Phaeton é muito similar às dos meteoros das Geminíadas.

Só que chuvas de meteoros geralmente são causadas por cometas - que têm uma "cauda" ou "rabo" formado por estilhaços e gelo, o que não é o caso do Phaeton. A hipótese é de que Phaeton esteja literalmente "quebrando" aos poucos, o que faz com que ele apresente atividade típica dos cometas em algumas ocasiões. Esta é mais uma questão a ser estudada agora em dezembro.
Próxima aproximação: 2050

A aparição de 2017 será a mais próxima da Terra desde a descoberta do asteroide, em 1983, diz a Nasa. É possível, assim, que o objeto fique visível até mesmo para observadores armados apenas de telescópios pequenos. Para isso, porém, é preciso que a pessoa tenha experiência nesse tipo de observação e esteja em um local escuro o suficiente (como na zona rural).
O Cinturão de Kuiper, para onde está indo a sonda New Horizons, é a origem de muitos cometas | imagem artítisca: NASA

A última passagem próxima do asteroide ocorreu em 2007.

De acordo com os cálculos da Nasa, o Phaeton só voltará a se aproximar tanto da Terra em 2050. E, em 14 de dezembro de 2093, ele passará a apenas 1,9 milhão de quilômetros do nosso planeta (o que não significa que seremos atingidos, segundo a Nasa).

Por causa da sua trajetória, o asteroide é classificado como o terceiro maior Asteroide Possivelmente Danoso (PHA, na sigla em inglês) identificado. Os outros dois são o 53319 1999 JM8 (cerca de 7 km de extensão) e o 4183 Cuno (cerca de 5,6 km).

AUTOR: BBC

domingo, 26 de novembro de 2017

'EM BREVE TODOS OS SEGREDOS SERÃO REVELADOS': DIZ UFÓLOGO SOBRE APARECIMENTO DE EXTRATERRESTRES

A cada dia surgem mais frequentemente notícias que não estamos sozinhos no Universo. Até aparecem rumores que a NASA poderá anunciar oficialmente que os extraterrestres existem.

A Sputnik Sérvia falou com Valery Uvarov, ufólogo russo, para saber, se essas teorias são reais.

"Isto é bastante real, levando em consideração que a quantidade de fatores que indicam para a presença de forças muito poderosas e desconhecidas no Sistema Solar. Estes fatores são tão numerosos que agora já não se pode controlá-los", afirma ufólogo.

Por isso, continuou Uvarov, surge a necessidade de declarar os extraterrestres como uma realidade e isto seria um passo normal, lógico e razoável por parte da NASA.

Falando da forma de vida alienígena, o ufólogo afirmou que não importa a aparência, eles todos têm um fator em comum – uma forma de vida humanoide. Estes seres comunicam entre si usando um idioma único que não conhece barreiras. 

De acordo com Uvarov, se trata da telepatia, uma aptidão que os terráqueos perderam há 13.670 anos em resultado da queda do planetoide dos Açores.
Data da queda do planetoide dos Açores e da deslocação do eixo da Terra

Este planetoide fez a Terra perder sua órbita, cujo ciclo completo era de 360 dias. Atualmente este ciclo demora 365 dias. Esta mudança, mesmo de apenas cinco dias, provocou a intermitência no sistema de comunicação criado pelos nossos antepassados.

O ufólogo russo frisou que os terráqueos estão mais ligados às civilizações alienígenas mais vizinhas do que com as que vivem a uma distância mais afastada.

Os extraterrestres que, de vez em quando, são detectados na Terra, de acordo com Uvarov, podem ser divididos em dois grupos: um grupo é composto por representantes de várias galáxias, que usam nosso planeta apenas para comunicações e não têm muito interesse na Terra, pois eles já examinaram tudo por aqui. A relação com os seres humanos pode ser denominada assim: indiferença.

Outro grupo, por sua vez, são nossos vizinhos e estão muito interessados em tudo o que está acontecendo. Este interesse pode ter consequências imprevisíveis para os terráqueos, mas há que destacar que são estes vizinhos que defendem nosso planeta de meteoritos e asteroides, foram eles que defenderam do impacto do meteorito de Tunguska, em 30 de junho de 1908, e do meteorito de Cheliabinsk que caiu há quatro anos.

No entanto, destaca o ufólogo, este interesse pode ser explicado pelo simples desejo de autodefesa, pois se algum corpo celeste mais uma vez alterar a órbita da Terra, estes nossos vizinhos serão afetados também. A segurança da Terra é um assunto vital para eles.

"Há um planeta no nosso Sistema Solar onde habitam os que, antes dos acontecimentos catastróficos, habitavam em Marte e em Faeton [Nibiru] e depois se mudaram para o planeta que fica por trás do Sol. Este planeta é mencionado nos textos antigos e este planeta é conhecido entre os astrônomos, eles documentaram sua aparição durante 70 anos desde a primeira metade do século XVII, no assim chamado período do mínimo de Maunder", disse Uvarov.
Gráfico indicando o mínimo de Maunder

Este planeta, continuou o ufólogo, caso a Terra seja afetada, também corre o risco de perder sua órbita.
Localização do planeta que fica por trás do Sol

"Atualmente, o Sistema Solar entrou em uma fase da alta instabilidade. Logo, este planeta invisível para a maioria dos habitantes da Terra vai aparecer e todos os segredos serão esclarecidos", explicou Uvarov.

A atividade extraterrestre mais elevada foi detectada na região da Sibéria, onde, de acordo com os ufólogos, está instalada a base que protege o nosso planeta dos asteroides e meteoritos. Segundo Uvarov, esta instalação funciona de modo autônomo e dispara contra possíveis ameaças provenientes do espaço. Segundo declara Uvarov, ele dispõe de filmagens únicas.

"Um material incrível. O que mais surpreende é o nível de atividade. A instalação dispara por vezes durante horas sem parar. É uma indicação direta da ameaça de meteoritos…", afirmou o ufólogo.Segundo ele, este sistema se intensifica quando surgem hostilidades e conflitos no nosso planeta. Por exemplo, o conflito na Iugoslávia ou a guerra na Síria.

"A instalação tem sua própria fonte energética que está em vários lugares do planeta. Quando acontece um conflito regional, onde morrem pessoas e há muita energia negativa, a instalação de algum modo desperta e provoca uma deflagração de agressividade descontrolada", explicou o ufólogo à Sputnik Servia.

Na realidade, os contatos de extraterrestes com humanos são infrequentes, mas eles têm influência sobre o decurso da história da humanidade e a interferência acontece regularmente.

"De fato, em todo o período histórico que começou há 15.000 anos, eles têm participado de modo invisível e eficaz em tudo o que acontece na Terra. Os fatos da sua participação habitualmente não são tão óbvios e as pessoas não costumam discuti-los", diz Uvarov.

O que hoje aparece na mídia e que tem algo a ver com extraterrestres, no entanto, não tem tanta importância para a civilização humana. O mais importante fica na sombra, considera o ufólogo russo, expressando o desejo de que tudo mude e as pessoas comecem prestando mais atenção ao que está acontecendo.
Localização do planeta que fica por trás do Sol

AUTOR: sputniknews

sábado, 25 de novembro de 2017

DE ONDE VEM O NOME BLACK FRIDAY? SAIBA DE 10 CURIOSIDADES SOBRE A DATA

Nos Estados Unidos, evento acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças; Brasil e outros países aderiram à moda PA

Um dos dias mais aguardados no ano por lojistas e consumidores, a Black Friday teve origem nos Estados Unidos e hoje é adotada em vários países do mundo, como o Brasil.

Nesta sexta-feira, o evento entra em sua oitava edição por aqui. Em 2016, a data movimentou R$ 1,9 bilhão, 13 vezes mais do que a média registrada em um dia comum e uma alta de 17% em relação ao ano anterior, segundo os organizadores, que preveem agora um crescimento de 20%.

Nos EUA, o evento acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças, com filas a perder de vista. Todos os consumidores têm um único objetivo: garimpar produtos com descontos que podem chegar a até 90% do preço original.

Mas quando surgiu a Black Friday? Por que o evento ganhou esse nome? Confira dez curiosidades envolvendo um dos dias mais famosos do varejo.
Há consumidores que esperam avidamente pelos descontos GETTY IMAGES

1) O termo Black Friday se referia a crises na Bolsa

Embora esteja hoje associado ao maior dia de compras dos Estados Unidos, o termo Black Friday (literalmente "Sexta-Feira Negra" em inglês) se referia originalmente a eventos muito diferentes.

"O adjetivo negro foi usado durante muitos séculos para retratar diversos tipos de calamidades", afirma o linguista Benjamin Zimmer, editor-executivo do site Vocabulary.com.

Nos EUA, a primeira vez que o termo foi usado foi no dia 24 de setembro de 1869, quando dois especuladores, Jay Gould e James Fisk, tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Nova York.

Quando o governo foi obrigado a intervir para corrigir a distorção, elevando a oferta da matéria-prima ao mercado, os preços caíram e muitos investidores perderam grandes fortunas.
2) Os desfiles de Papai Noel antecederam a Black Friday

Para muitos americanos, o desfile do Dia de Ação de Graças, promovido pela loja de departamentos Macy's, tornou-se parte do ritual do feriado.

Mas o evento, na verdade, foi inspirado nos vizinhos do norte. A loja de departamentos canadense Eaton's realizou o primeiro desfile do Papai Noel em 2 de dezembro de 1905. Quando o Papai Noel aparecia ao final do desfile, era um sinal de que a temporada de festas havia começado - e, por sua vez, a corrida às compras. É claro que os consumidores eram incentivados a fazer compras na Eaton's.

Lojas de departamento, como a Macy's, inspiraram-se no desfile e passaram a patrocinar eventos semelhantes ao redor dos Estados Unidos.
Loja de departamentos Macy's se inspirou na canadense Eaton's e passou a patrocinar desfiles e eventos natalinos para incentivar as compras AFP

Em 1924, por exemplo, Nova York viu pela primeira vez um desfile da Macy's com animais do zoológico do Central Park, totalmente organizado por funcionários da própria loja.

3) A data do Dia de Ação de Graças foi determinada pelas vendas

De meados do século 19 ao início do século 20, em um costume iniciado por Abraham Lincoln, o presidente dos EUA declararia o "Dia de Ação de Graças" na última quinta-feira de novembro. O dia poderia, assim, cair na quarta ou quinta quinta-feira do mês.

Em 1939, porém, algo aconteceu - a última quinta-feira foi coincidentemente o último dia de novembro.

Preocupados com o curto período de compras para as festividades de fim de ano, lojistas enviaram então uma petição a Franklin Roosevelt (1882-1945) para declarar o início das festas uma semana mais cedo, o que foi autorizado pelo então presidente.

Pelos próximos três anos, o Dia de Ação de Graças foi apelidado de "Franksgiving" (uma mistura de Franklin com "Thanksgiving", como a data festiva é chamada em inglês) e celebrado em dias diferentes - e em diferentes partes do país.
Dia costuma ser marcado por filas e confusão em lojas ao redor do mundo REPRODUÇÃO

No final de 1941, uma resolução conjunta do Congresso finalmente solucionou o problema. Dali em diante, o Dia de Ação de Graças seria comemorado na quarta quinta-feira de novembro, garantindo uma semana extra de compras até o Natal.

4) A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças

Segundo Bonnie Taylor-Blake, pesquisador da Universidade da Carolina do Norte, a Factory Management and Maintenance - uma newsletter do mercado de trabalho - reivindica a autoria do uso do termo Black Friday.

Em 1951, uma circular da empresa chamou atenção para a incidência de profissionais doentes naquele dia.

"A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças é uma doença cujos efeitos adversos só são superados pelos da peste bubônica. Pelo menos é assim que se sentem aqueles que têm de trabalhar quando chega a Black Friday. A loja ou estabelecimento pode ficar meio vazio e todo ausente estava doente", dizia a circular.

5) Black ou Big Friday?

Esse termo ganhou popularidade pela primeira vez na Filadélfia - policiais frustrados pelo trânsito causado pelos consumidores naquele dia começaram a se referir dessa forma à Black Friday.
Data se tornou o dia em que mais se gasta em todo o ano GETTY IMAGES

Os lojistas evidentemente não gostaram de ser associados ao tráfego e à poluição. Eles, então, decidiram repaginar o termo para "Big Friday" ("A Grande Sexta", em tradução literal), segundo um jornal local de 1961.

6) Com o tempo, Black Friday passou a significar 'voltar ao azul'

Os lojistas conseguiram dar uma interpretação positiva ao termo ao dizer que ele se referia ao momento em que os estabelecimentos retornavam ao azul, ou seja, voltavam a ter lucro. Mas não há provas de que isso tenha realmente acontecido.

É verdade, por outro lado, que o período de festas corresponde à maior parte dos gastos de consumo do ano.

Mas quanto dessas receitas realmente se torna lucro não está claro, dado que os lojistas costumam trabalham com margens mais apertadas, oferecendo grandes descontos.

7) A Black Friday não se tornou referência nacional até a década de 1990

O termo Black Friday permaneceu restrito à Filadélfia por um tempo surpreendentemente longo.

"Você podia vê-lo sendo usado de maneira moderada em Trenton, Nova Jersey, mas não ultrapassou as fronteiras da Filadélfia até os anos 80", disse Zimmer.

"O termo só se espalhou a partir de meados dos anos 90."

8) Ela só se tornou o maior dia de compras do ano em 2001

Embora a Black Friday seja considerada o maior dia de compras do ano, a data não ganhou esse título até os anos 2000.

Isso porque, por muitos anos, a regra não era que os americanos adoravam uma liquidação, mas sim que adoravam procrastinar. Ou seja, até tal ponto, era no sábado - e não na sexta-feira - que as carteiras ficavam mais vazias.
Consolidação - e exportação - da Black Friday se deu neste milênio GETTY IMAGES

9) Data gerou 'inveja' e ganhou o mundo

Por muito tempo, os lojistas canadenses morriam de inveja de seus colegas americanos, especialmente quando seus clientes fiéis colocavam o pé na estrada rumo ao sul em busca de boas compras.

Mas agora eles passaram a oferecer as suas próprias liquidações - apesar de o Dia de Ação de Graças no Canadá acontecer um mês antes.

No México, a Black Friday ganhou novo nome - 'El Buen Fin', ou "Bom fim de semana". A comemoração é associada ao aniversário da revolução de 1910 no país, que às vezes cai na mesma data que o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos.

Como o próprio nome sugere, o evento dura o fim de semana inteiro.

No Brasil, onde o feriado de Ação de Graças não existe, a data passou a ser incluída no calendário comercial do país quando lojistas perceberam o potencial de vendas do dia.

10) A Black Friday corre risco de extinção?

O Walmart, o maior varejista do mundo, quebrou a tradição do Black Friday em 2011, quando abriu sua loja a clientes na noite do feriado de Ação de Graças.

Desde então, lojistas por todos os Estados Unidos estão de olhos nos cerca de 33 milhões de americanos ávidos por fazer compras após se deliciar com generosas fatias de peru.

Mas não se preocupe - os lojistas também já inventaram um nome para batizar o dia adicional de compras: "Quinta-feira Cinza".

AUTOR: BBC

NASA PREVÊ IMPACTO DE DERRETIMENTO DE GELEIRAS EM 3 CIDADES BRASILEIRAS

Belém, Recife e Rio estão entre as cidades analisadas GETTY IMAGES

O derretimento acelerado de algumas das maiores geleiras do planeta - do Ártico à Antártida - aflige cientistas em todo o mundo há alguns anos. Afinal, a previsão é que o aquecimento global continue desintegrando as grandes massas de gelo do mundo, o que deve elevar o nível dos oceanos e transformar a Terra.

Mas antes que as consequências disso sejam sentidas globalmente, algumas cidades estarão na linha de frente das mudanças. Será que a sua precisa se preocupar?

Uma nova ferramenta desenvolvida por engenheiros do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa tenta prever como 293 cidades portuárias do mundo - entre elas Rio de Janeiro, Recife e Belém - serão afetadas pelo derretimento de porções diferentes de todas as massas de gelo no mundo.

"A maioria dos modelos existentes é feita de um ponto de vista de alguém que está em cima do gelo, tentando entender como seu derretimento vai impactar o nível do mar em outro lugar do mundo", explicou à BBC Brasil o físico e engenheiro mecânico Eric Larour, líder do projeto.

"Mas resolvemos pensar do ponto de vista de alguém que está numa cidade costeira, tentando entender como as áreas geladas ao redor do mundo podem mudar o aumento do nível do mar ali. Por isso tivemos que usar computação reversa."
Pesquisadores da Nasa descobriram que quanto mais distante uma cidade está de uma massa de gelo, mais ela pode ser afetada por seu derretimento | Foto: Google Earth

O estudo reafirmou o que os cientistas vêm dizendo há algum tempo - que o aumento do nível dos oceanos não será exatamente igual em todo o mundo.

Mas trouxe também uma informação surpreendente: não é o derretimento da geleira mais próxima de uma cidade que pode oferecer problemas - é justamente a mais distante.

"Quanto mais longe você está de uma massa de gelo, mais tem que se preocupar com ela. Mas as pessoas acham que é o contrário disso", diz Larour.

"Isso tem consequências muito grandes para o planejamento das estratégias das cidades."
Como o Rio de Janeiro será afetado pelo derretimento do gelo em cada região da Antártida; azul significa que a cidade é pouco sensível ao colapso desse trecho | Foto: JPL Nasa
Como o derretimento na Antártida afeta Recife - mais vermelho significa que a cidade é mais sensível à dissolução do gelo dessa região | Foto: JPL Nasa
Belém, apesar de estar mais longe da Antártida, é sensível ao derretimento em todo o continente gelado | Foto: JPL Nasa

Como o Brasil seria afetado?

As imagens geradas pelo novo modelo, que se chama mapeamento de impressões digitais em gradiente, mostram o nível sensibilidade das cidades brasileiras ao derretimento que ocorre na Antártida, na Groenlândia e em outras 13 massas de gelo - a maiores do mundo, que incluem o Estado americano do Alaska e a cordilheira dos Andes.

Quanto mais vermelha a área do mapa, mais sensível é a cidade ao derretimento naquela parte da massa de gelo. Quanto mais azul, menos impactada ela será.

No caso da Groenlândia, por exemplo, as três cidades brasileiras serão afetadas pela desintegração de qualquer parte do gelo - principalmente Rio e Recife (veja as imagens abaixo).

Já no caso da Antártida, o Rio, mesmo estando no Sudeste, é pouco afetado pelo derretimento na parte do continente que fica mais próxima da América do Sul - justamente o local que os cientistas dizem estar entrando em colapso mais rapidamente.

A maior preocupação para as cidades brasileiras deve ser justamente a parte da Antártida que fica mais próxima da Austrália e da Nova Zelândia. Essa sim pode causar um aumento no nível do mar nelas.

Larour diz, no entanto, que essa região não parece estar sob risco de derretimento no momento.

"A mensagem é que todos devemos nos importar com as massas de gelo, mesmo as que estão mais distante de nós. Aliás, especialmente as que estão mais distantes", afirma.

Usando imagens do satélite Grace, da Nasa, os engenheiros conseguiram mostrar também quanto as massas de gelo no mundo contribuem para cada milímetro de aumento no nível do mar nas cidades. Veja como a ferramenta funciona aqui.

Segundo os dados do Grace, o mar do Rio de Janeiro aumentou aproximadamente 3,03 mm por ano até 2015, por exemplo. O novo modelo consegue mostrar que 30% desse aumento vem do derretimento da neve da Groenlândia.

Em Recife, por sua vez, esse percentual é um pouco menor, e em Belém, menor ainda - mesmo que a capital do Pará esteja, a rigor, mais perto da Groenlândia.
Se derretesse de uma vez e por completo, a Groenlândia aumentaria em mais de 6 metros o nível do mar no mundo, mas a água se distribui de formas diferentes | Foto: Google Earth

Por que isso acontece?

O derretimento da cobertura de gelo da Groenlândia, por exemplo, poderia aumentar os níveis do mar em 6,09 metros, de maneira geral, caso se liquefizesse por completo e de uma só vez. Mas as regiões da ilha estão derretendo em ritmos diferentes.

Eric Larour explicou à BBC Brasil que há três processos-chave que influem no padrão de mudanças do nível do mar no mundo. O primeiro deles é a gravidade. "Do mesmo jeito que corpos celestes como a Lua e o Sol se atraem, o oceano e o gelo se atraem, porque são massas enormes de água", explica.

"As massas de gelo são tão pesadas que, quando derretem, a gravidade em torno delas se modifica. Por isso, o oceano se afasta, seu nível decresce. O derretimento cria uma espécie de declive no oceano por muitos quilômetros."

Nessa perspectiva, é mais seguro, por exemplo, viver perto de uma grande geleira que esteja derretendo do que mais longe.

O modelo dos cientistas mostra, por exemplo, que cidades como Oslo, na Noruega, e Reykjavík, na Islândia, que estão mais próximas da Groenlândia, terão uma diminuição no nível do mar com o derretimento do gelo, não um aumento.

Além disso, o solo por baixo de uma geleira se comporta, segundo Larour, como um colchão, que se expande depois que seu dono se levanta dele pela manhã.

"O leito de rocha é comprimido pelo gelo, que é bastante pesado. Quando o gelo derrete, ele volta a se expandir verticalmente, ou seja, cresce lentamente. Se você está diante de uma praia, por exemplo, o solo 'sobe' e o mar recua", diz.
Apesar de estar no norte do Brasil, Belém é menos afetada pelo derretimento na Groenlândia do que Recife e Rio | Foto: JPL Nasa
Recife será apenas um pouco menos afetada pelo derretimento da Groenlândia do que o Rio de Janeiro | Foto: JPL Nasa
O nível do mar no Rio seria fortemente modificado pela dissolução das geleiras na Groenlândia | Foto: JPL Nasa

O último fator de mudança é a rotação do planeta. O engenheiro compara o planeta Terra a um pião girando em torno de seu eixo. "Assim como a Terra, o pião não só gira, mas ele também bamboleia, não faz uma rotação perfeita", diz.

"Com o gelo de uma parte da Terra está derretendo, a oscilação do planeta também muda (porque a massa em sua superfície fica distribuída de forma diferente). Isso também redistribui a água dos oceanos."

A novidade do modelo criado pela equipe de Larour é incorporar todos esses elementos no modelo de previsão, para ter mais detalhes sobre como essa redistribuição acontece.

"Outros estudos já haviam mostrado a atuação desses três fatores, mas agora podemos calcular a sensibilidade exata - numa cidade específica - do nível do mar em relação a cada massa de gelo do mundo."

O objetivo principal, diz ele, é ajudar no planejamento das principais cidades do mundo para os próximos cem anos - sabendo quais geleiras apresentam mais risco e em que velocidade elas estão derretendo, governos podem pensar em como diminuir efeitos do aumento do nível do mar.

Larour ressalta que quase todo o gelo da Terra está em algum estado de derretimento. "Algumas áreas específicas estão aumentando, mas são poucas, e também há poucas que estão no meio do caminho. A maioria está derretendo ou quebrando, liberando mais icebergs no oceano."

AUTOR: BBC

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

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AUTOR: TIANGUÁ AGORA

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

NOS EUA, CHARLES MANSON MORRE AOS 83 ANOS

O serial killer Charles Manson (Foto: Courtesy California Department of Corrections and Rehabilitation/Handout via Reuters)

Charles Manson, líder da seita que assassinou a atriz Sharon Tate em 1969, morreu neste domingo (19), aos 83 anos, no hospital de Bakersfield, na Califórnia. Ele teria morrido por causas naturais, mas as autoridades não confirmam a informação.

O criiminoso, condenado à prisão perpétua, estava internado desde quarta-feira (15), quando foi levado às pressas para o centro médico, escoltado por cinco policiais.

Manson, que tinha uma suástica tatuada na testa, já havia sido hospitalizado em janeiro para ser operado por lesões no intestino e uma hemorragia interna, mas seu estado foi considerado muito frágil para isto e ele retornou à prisão, onde passou mais de 40 anos.

Manson chefiou a seita denominada "A Família" e era um dos criminosos mais conhecidos dos Estados Unidos. Ele foi condenado por convencer jovens seguidores a assassinarem, "com o máximo de crueldade", pelo menos sete pessoas, incluindo uma das estrelas de Hollywood mais comentadas da época.
Foto mostra prisão de Charles Manson em 1969 (Foto: Arquivo/AP)

Condenações

Manson chefiou a seita denominada "A Família" e era um dos criminosos mais conhecidos dos Estados Unidos. Em agosto de 1969, seus seguidores invadiram a casa da atriz Sharon Tate, na época esposa do cineasta Roman Polanski, que estava grávida de oito meses e meio. Ela e quatro amigos foram mortos a facadas.

Os crimes comoveram os Estados Unidos, marcando simbolicamente a contracultura dos anos 1960 e o movimento hippie.

Em 1971, ele foi condenado, ao lado de quatro dos seus discípulos, por convencer jovens seguidores a assassinarem, "com o máximo de crueldade", pelo menos sete pessoas, incluindo Sharon Tate. As condenações foram comutadas para prisão perpétua.

No fim de 2014, Manson pediu autorização para casar com uma mulher de 26 anos, Afton Elaine Burton, mas ele desistiu da ideia.

Em 2012, apresentou uma demanda para obter liberdade antecipada, que foi rejeitada. Ele teria que esperar até 2027 para fazer um novo pedido.
Charles Manson ao lado de sua 'noiva', Afton Elaine Burton (Foto: Reprodução/Facebook/Charles Manson (Official))

Infância complicada

Manson nasceu em 12 de novembro de 1934, em Cincinnati (Ohio), e teve uma infância complicada, de acordo com relato da BBC, citando o biógrafo Jeff Guinn. Aos cinco anos, ele viu a mãe e o irmão serem presos por roubarem uma garrafa de ketchup em um posto de gasolina.

Ele chegou a contar que a mãe, alcoólatra, chegou a "dá-lo" a uma garçonete em troca de cerveja, quando era criança. A transação teria sido desfeita por um familiar dias depois. Manson passou por uma série de reformatórios e prisões.

Em 1966, ele funda a "família", uma comunidade hippie, que reunia mais de 30 pessoas, principalmente mulheres, segundo estimativas do promotor de justiça Vincent Bugliosi, que investigou a morte de Tate. Ele reunia pessoas que demostravam profunda hostilidade contra a sociedade.

Manson dizia acreditar que brancos e negros travariam uma disputa sem precedentes nos Estados Unidos.

Em suas pregações, afirmava que o White Album (Álbum Branco), dos Beatles, - e em especial a música Helter Skelter - seria uma espécie de quebra-cabeças com revelações codificadas sobre a iminência do confronto racial pelo poder no país.

O objetivo de Manson era "acelerar" esta guerra racial, por meio de assassinatos que eram falsamente associados a afro-americanos, segundo a BBC.

Em 9 de agosto de 1969, seguindo ordens de Manson, integrantes da seita invadiram a casa de Sharon Tate e a mataram com 16 facadas. Outros quatro amigos que a visitavam também foram esfaqueados - um deles com 51 golpes.

Após o ataque, seguidores da seita espalharam pistas falsas, em uma tentativa de incriminar os Panteras Negras, grupo que lutava contra o racismo e chamava atenção na época por todo país.
Foto de 16 de junho de 2011 mostra Charles Manson (Foto: CDCR/ Reuters)

AUTOR: G1

domingo, 19 de novembro de 2017

SAIBA QUEM FORAM OS 3 REIS MAGOS

(sedmak/iStock)

Os magos só são mencionados em um dos quatro evangelhos, o de Mateus. Nos 12 versículos em que trata do assunto, Mateus não especifica o número deles. 

Sabe-se apenas que eram mais de um, porque a citação está no plural – e não há nenhuma menção de que eram reis. “Não há evidência histórica da existência dessas pessoas”, diz André Chevitaresse, professor de História Antiga da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

“São personagens criados pelo evangelista para simbolizar o reconhecimento de Jesus por todos os povos.” Foi apenas no século 3 que eles receberam o título de reis – provavelmente como uma maneira de confirmar a profecia contida no Salmo 72: 

“Todos os reis cairão diante dele”. Cerca de 800 anos depois do nascimento de Jesus, eles ganharam nomes e locais de origem: Melchior, rei da Pérsia; Gaspar, rei da Índia; e Baltazar, rei da Arábia.

Em hebreu, esses nomes significavam “rei da luz” (melichior), “o branco” (gathaspa) e “senhor dos tesouros” (bithisarea). Quem hoje for visitar a catedral de Colônia, na Alemanha, será informado de que ali repousam os restos dos reis magos.

De acordo com uma tradição medieval, os magos teriam se reencontrado mais de 50 anos depois do primeiro Natal, em algum lugar da atual Turquia, onde viriam a falecer. Mais tarde, seus corpos teriam sido levados para Milão, na Itália, onde permaneceram até o século 12, quando o imperador germânico Frederico dominou a cidade e trasladou as urnas mortuárias para Colônia. 

“Não sei quem está enterrado lá, mas com certeza não são eles”, diz o teólogo Jaldemir Vitório, do Centro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus, em Belo Horizonte. “Mas isso não diminui a beleza da simbologia do Evangelho de Mateus ao narrar o nascimento de Cristo.” Afinal, devemos aos magos até a tradição de dar presentes no Natal. 

No ritual da Antiguidade, ouro era o presente para um rei. Incenso, para um religioso. E mirra, para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a mortalidade).

AUTOR: SUPERINTERESSANTE

sábado, 18 de novembro de 2017

CIENTISTAS ALERTAM: TALVEZ SEJA A HORA DE PARAR DE DESTRUIR A TERRA

Mais de 15 mil cientistas de 184 nações assinaram uma carta aberta para a humanidade, educadamente pedindo aos seus companheiros primatas bípedes que parem de destruir o planeta, se não for muito incomodo.

“Alerta dos Cientistas do Mundo para a Humanidade: Um Segundo Aviso” é, como sugere o nome, a sequência de um aviso semelhante ao emitido em 1992. Aparentemente cientistas estão há algum tempo preocupados com a destruição da bioesfera da Terra! O primeiro aviso observou que a civilização humana e o mundo natural estavam em uma “rota de colisão”. “Estávamos diminuindo o número de peixes do mar, destruindo florestas tropicais, liberando dióxido de carbono na atmosfera e, acima de tudo, adulterando a independência da cadeia alimentar do planeta”.

Infelizmente, parece que continuamos a fazer essas coisas.

“Desde 1992, com a exceção de estabilizar a camada de ozônio da estratosfera, a humanidade falhou ao progredir na solução de desafios ambientais previsíveis, e de forma alarmante, a maioria deles têm ficado cada vez pior”, escrevem os cientistas.

“Em breve será muito tarde para mudar a rota deste trajeto, e o tempo está se esgotando”, dizem os autores da carta, claramente mais preocupados que o restante da humanidade.

“A humanidade recebe agora um segundo aviso”.

Os avisos dos cientistas evoluíram com o tempo. Enquanto em 1992 a carta focava na redução da camada de ozônio estratosférica, o consumo exacerbado de recursos naturais e o crescimento demográfico descontrolado, a revisão de 2017 dá mais ênfase na “atual tendência de uma potencial mudança climática catastrófica”, e o fato que estamos nos estágios iniciais de uma sexta extinção em massa “em que muitas atuais formas de vida podem ser aniquiladas ou pelo menos extintas até o fim deste século”.

Abaixo seguem alguns exemplos de como o planeta mudou desde o primeiro alerta em 1992:

• Recursos per capita de água potável declinaram em 25%

• O número de áreas mortas nos oceanos subiu em 75%

• Cerca de 300 milhões de hectares de florestas foram destruídos em todo o mundo

• O número total de dióxido de carbono perigosos para o clima cresceu de 20 bilhões de toneladas para aproximadamente 40 bilhões

Mas nem tudo é tão ruim. Os cientistas apontam que a taxa em que estamos destruindo florestas tem diminuído em algumas partes do mundo. Além disso, o setor de energia renovável tem prosperado. E temos feito um bom trabalho em diminuir o buraco na camada de ozônio desde os anos 1990. Inclusive, desde a implementação do Protocolo de Montreal, que baniu clorofluorcarbonetos, o buraco tem se restaurado. Bom trabalho, humanos.

Para evitar um apocalipse ecológico, os autores dizem que precisamos insistir que nossos governos tomem partido. Uma “onda popular de esforços organizados” é necessária para convencer os lideres do mundo a preservar e restaurar nossas áreas selvagens, reduzir a desigualdade econômica e promover a energia limpa. Mas dá para imaginar porque eles acham que nossos lideres não estão tomando alguma atitude.

Individualmente, todos nós podemos salvar o planeta tendo menos filhos, comendo menos hambúrgueres e tentando não juntar muito lixo.

Você pode ler a carta aberta na íntegra neste link. Ou você pode esperar por um terceiro aviso, que deve chegar depois do início do inverno nuclear.

AUTOR: GIZMODO

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