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domingo, 16 de fevereiro de 2020

CONHEÇA OS GRUPOS MARGINALIZADOS QUE DIFUNDIRAM A TATUAGEM NO BRASIL

Nesta foto de 1939, os dois temas mais recorrentes da tatuagem brasileira: religiosidade e afeto DIVULGAÇÃO – EDITORA VENETA

Corria o ano de 1976. Em plena madrugada, dois jovens cariocas perambulavam pela zona portuária de Santos, no litoral paulista. Ainda sob efeito dos drinques consumidos nos bares da região, decidiram atravessar a porta da loja de tatuagens. O dono, sujeito forte e calvo, de cabelos louros e pele bem clara, puxou conversa.

Chamava-se Knud Gregersen e era dinamarquês. Na pele de um daqueles rapazes, traçou um sol estilizado. Diversas solicitações interromperam o serviço: uma prostituta erguia a saia, exigindo que lhe fizesse um coração no traseiro; próximos à entrada, marujos filipinos iam se aglomerando em filas.

Gregersen se exasperou. Temia passar o resto da noite desenhando baleias. O mamífero aquático, afinal de contas, era mascote do Santos Futebol Clube, time que revelou Pelé. 

De tempos em tempos, marinheiros das mais variadas nacionalidades davam as caras no estabelecimento, decididos a homenagear o jogador. Daquela vez, resmungou Gregersen, não seria diferente. Ele contava quase cinco décadas de vida e sabia do que estava falando.

Com o pai, aprendera o básico do ofício. Terminada a Segunda Guerra, mudou-se para Hamburgo e teve aulas com Christian Warlich, um dos mais importantes tatuadores da Alemanha. Depois, na companhia de um cachorro, deu a volta ao mundo. 

Tatuou na Austrália e boa parte da Europa Ocidental. Atendeu marujos nas Ilhas Canárias e trabalhou em feiras do continente africano. Contornou a Argentina, o Uruguai, e acabou se apaixonando pelo Brasil.

Em 1959, desembarcou no porto de Santos e logo abriu um ateliê. Trazia consigo um artefato até então desconhecido por aqui — uma máquina elétrica, própria para tatuagens.

Tornava-se assim o primeiro (e, por muito tempo, o único) tatuador a possuir um estabelecimento do gênero no país. Sob o pseudônimo de Lucky Tattoo, angariou fama nacional nos anos 1960. 

Quando morreu, vitimado por um ataque cardíaco em 1983, já havia se convertido em figura de culto entre adeptos das artes corporais. Hoje, seu nome desponta como elo fundamental entre o passado e o presente da tatuagem brasileira.
O dinamarquês Knud Gregersen, conhecido como Lucky Tattoo, chegou ao Brasil em 1959 DIVULGAÇÃO – EDITORA VENETA

"A tatuagem se desenvolvia em lugares de confinamento, como navios, quartéis e prisões", explica Silvana Jeha, doutora em História Social pela PUC-Rio. "Por outro lado, ela também aparecia na praça pública, na rua, no bar. Não existiam estúdios de tatuagem. Até então, o tatuador era um cara qualquer, que desenhava ali na esquina."

O repertório iconográfico pouco diferia do atual. Há cem anos, a pele dos tatuados já ostentava âncoras, animais, mulheres nuas, símbolos políticos ou religiosos, personagens de histórias em quadrinhos, nomes e iniciais de pessoas queridas. Os traços, porém, evidenciavam certo amadorismo, ligado a uma prática quase ritualística, infinitamente mais bruta e perigosa que os procedimentos de hoje em dia.

Agulhas, espinhos e cacos de vidro eram alguns dos apetrechos utilizados na feitura dos desenhos. Cinzas de cigarro, graxa de sapato, carvão vegetal, fuligem e nanquim compunham fórmulas de pigmentos improvisados. Aos arrependidos, sobravam métodos de remoção igualmente dolorosos, baseados em queimaduras de ácido ou de castanha de caju.

"A tatuagem era uma prática horizontalizada e sofreu enorme discriminação. Perdemos o fio dessa meada e só retomamos muito tempo depois, via cultura pop", afirma Jeha, que pesquisou o tema por mais de cinco anos.

No livro Uma História da Tatuagem no Brasil, publicado no final de 2019 pela editora Veneta, a historiadora compartilha suas descobertas e analisa as transformações sofridas por essa arte entre a primeira metade do século 19, período em que se firma como cultura popular urbana, e meados da década de 1970, quando cai no gosto da classe média.

Imaginário

"O livro é filho do meu doutorado", diz. A tese que defendeu em 2011 versa sobre a Marinha Imperial brasileira e as contribuições de seus recrutas para o desenvolvimento de uma cultura cosmopolita no país. "Eu entrei nessa onda do marinheiro ser um tipo meio extraordinário e mítico", afirma.

Um livro de registros da fragata de guerra Imperatriz, contendo informações sobre 900 marujos, ganhou espaço na tese. Trata-se do documento mais antigo que a autora já encontrou acerca da presença de tatuados no Brasil.

Os tripulantes que embarcaram no navio entre 1833 e 1835 foram catalogados em função de seus atributos físicos — altura, cor dos olhos e da pele, cicatrizes, formato da cabeça e, vez ou outra, desenhos descritos como "marcas" ou "sinais". A palavra "tatuagem" surgiria apenas algumas décadas depois.
Mickey Mouse, icônico personagem de Walt Disney, tatuado nos braços de um marinheiro paulista na década de 1930 DIVULGAÇÃO – EDITORA VENETA

Intrigada, a historiadora decidiu iniciar uma pesquisa sobre o tema. "Eu não sabia muito bem como isso funcionava socialmente. Aliás, acho que quase ninguém sabia", diz. "Há um imaginário de que tatuagem era apenas coisa de marinheiros, bandidos e putas. Mas não foi bem assim."

A pesquisa, financiada pela Biblioteca Nacional, se apoiou em duas fontes principais: a coleção de jornais da instituição e o acervo do Museu Penitenciário Paulista, que abriga 2.600 fotografias de detentos do Carandiru, tiradas entre as décadas de 1920 e 1940.

Muitos desses indivíduos, ressalta Jeha, já chegaram tatuados ao complexo penitenciário. "É preciso entender que essas pessoas tiveram uma existência anterior à cadeia", diz. "Elas trabalharam, andaram pelo mundo, e, depois de presas, reafirmaram seu domínio sobre a única coisa que ainda tinham — o corpo."

Cruzando informações de seus prontuários com textos encontrados nas páginas dos jornais, a autora pôde mapear os principais grupos envolvidos na difusão da tatuagem no Brasil e entender como foram vistos pela sociedade da época.

Os marinheiros, como esperado, marcavam forte presença. "Os marujos não são necessariamente os pioneiros da tatuagem dita ocidental", esclarece a historiadora. "Mas foram eles que espalharam essa cultura pelo mundo."

Eram sujeitos como Joaquim, que, tentando driblar uma rotina de castigos físicos, tatuou um crucifixo nas costas e a imagem de Cristo no peito. Segundo relatos de 1904, os capatazes do navio temiam agredi-lo — acreditavam que os golpes feriam Jesus.

Ou como o idoso que, à beira da morte num leito de hospital, narrou a Jeha a origem da frase "Amor à Cuba", que trazia inscrita na mão. Por dois meses, seu navio permanecera atracado na ilha. Enquanto a embarcação sofria reparos, o tripulante saiu, dançou salsa e conheceu Fidel Castro. 

A tatuagem, garantiu o marinheiro à pesquisadora, seria uma "lembrança daqueles dias maravilhosos".
Ariosto, detento do Carandiru, tinha na coxa o desenho de uma mulher nua. Ele fez a tatuagem em casa, no ano de 1934 DIVULGAÇÃO – EDITORA VENETA

Já nas páginas dos tabloides, manchetes sanguinolentas davam testemunho dos supostos vínculos entre a tatuagem e a criminalidade: "Tatuado no assalto ao armazém"; "Dois tatuados e um bicheiro assassinados a bala e faca"; "Massacre do homem tatuado só poupou um bebê"; "Jovem tatuado agonizava na rua com três rombos de bala na cabeça".

Tangenciando ambos os universos, reportagens sobre prostituição documentavam as trajetórias erráticas de mulheres que transgrediam as normas de seu tempo.

A alagoana Beatriz Barbosa, por exemplo, pautou dezenas de textos jornalísticos entre 1919 e 1948. Suas andanças pelo Rio de Janeiro, então capital federal, costumavam terminar em delegacias e faziam as delícias do noticiário sensacionalista. Foi presa mais de vinte vezes, sempre por delitos menores: furtos, brigas, bebedeiras, vadiagem, meretrício. Viciada em cocaína, chegou a ser descrita como "recordista de entradas na detenção e campeã de tatuagens".

Fervor e pertencimento

Nem só de mar, crime e sexo pago viviam os tatuados nos grandes centros urbanos. Militares de baixa patente, trabalhadores braçais, artistas circenses, imigrantes e degredados também ostentavam desenhos no corpo.

Muitos soldados se tatuavam com bandeiras nacionais, siglas de batalhões, slogans ufanistas e emblemas patrióticos em geral. Outros, porém, escolhiam símbolos e imagens não vinculadas às questões bélicas.

O praça Marcelino Bispo de Mello era um deles: possuía estrelas de cinco pontas tatuadas no peito, cotovelo e braço. Em novembro de 1897, ele assassinou o marechal Carlos Machado de Bittencourt, ministro da Guerra, num atentado contra Prudente de Morais, presidente da República. 

Os desenhos foram constatados no exame de corpo de delito e citados pela imprensa em janeiro do ano seguinte, após Marcelino cometer suicídio na cadeia, enforcando-se com um lençol.
José, um estivador português, tatuou no braço a frase 'Tudo por São Paulo', lema da Revolução Constitucionalista de 1932, mas errou a data do levante, que teve início no dia 9 de julho daquele ano DIVULGAÇÃO – EDITORA VENETA

Não foi o único momento de turbulência a contar com a participação de tatuados: os levantes tenentistas da década de 1920, bem como as revoluções de 1930 e 1932, estimularam diversos trabalhadores a expressarem na pele suas convicções políticas. Outros perderam a vida, tendo seus corpos reconhecidos a partir das tatuagens que carregavam.

O marceneiro Manoel Moreira da Costa, vulgo Costeleta, foi preso, torturado e morto em outubro de 1931, ao se manifestar contra o governo que Getúlio Vargas instituira no ano anterior. Seu cadáver degolado, disposto numa linha de trem em Recife, foi identificado pela mãe e pela namorada graças a uma inscrição contendo o nome de uma terceira mulher — Adélia. Também movido pelo repúdio ao getulismo, o estivador José tatuaria no braço a frase "Tudo por São Paulo", lema do movimento constitucionalista de 1932.

Na outra ponta, alheios ao caos social e imersos em exotismo escapista, profissionais de freak shows empreendiam turnês internacionais que incluíam os circos, cinemas e teatros das cidades brasileiras. Em 1890, o greco-albanês George Costentenus, um dos mais célebres artistas itinerantes do século 19, chegou a participar de espetáculos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Às plateias, exibia seu corpo inteiramente tatuado e narrava as aventuras mirabolantes que teria vivido ao redor do globo.

Trajetórias tão diversas, relata Jeha, transformaram radicalmente o seu olhar sobre o tema, culminando num processo de autoconhecimento. "Eu fiquei muito fascinada. Enquanto historiadora, sempre estive acostumada a estudar o outro", diz. 

"E, de repente, descobri que meus antepassados se tatuavam."
Retrato do greco-albanês George Costentenus, artista circense que rodou o mundo exibindo seu corpo tatuado DIVULGAÇÃO – EDITORA VENETA

A pesquisadora, descendente de libaneses, soube que o avô de um primo possuía uma cruz tatuada na mão. O desenho cumpria um objetivo específico, confirmado por fotografias e depoimentos de patrícios: impossibilitar a negação da fé cristã em eventuais embates contra muçulmanos.

"Há algo de emotivo, um sentimento incrível de saber que essa cultura também pertence a mim", diz. "Depois, fui percebendo que ela pertence a todo mundo que vive aqui. Portugueses, italianos, japoneses, alemães, indígenas, africanos."

Se existe algum vínculo a unir todas essas pessoas, afirma Jeha, trata-se do terreno por onde elas se movem — uma tênue e ambígua fronteira entre as dimensões do erótico e do sagrado.

"Embora se mostre tão escancarada atualmente, a tatuagem sempre foi algo muito íntimo. As mulheres tatuavam muito os seios, alguns homens chegavam ao extremo de tatuar o pênis", explica. "É uma prática relacionada ao fervor e às paixões. 

O nome da pessoa que você ama, os símbolos da sua religião, o time para o qual você torce."

Um sinal de suspeição

Para além dos registros policiais e jornalísticos, o universo literário forneceu pistas igualmente valiosas à historiadora. 

Nos escritos de Jorge Amado, Mário de Andrade, Guimarães Rosa, Plínio Marcos e João do Rio, ou até mesmo do americano Herman Melville, Silvana Jeha encontrou dezenas de referências aos tatuados brasileiros.
Adib, imigrante sírio-libanês, teve a mão tatuada com uma pequena cruz quando criança. Imigrantes de diversas nacionalidades contribuíram para o desenvolvimento da tatuagem brasileira DIVULGAÇÃO – EDITORA VENETA

"A literatura é o retrato de uma época", diz. "Acredito que os escritores possuem uma sensibilidade maior. Boa parte deles via a tatuagem com muita curiosidade, como uma cultura dotada de beleza própria. Eram muito mais atentos às nuances, se comparados aos demais narradores."

Machado de Assis, o mais antigo escritor brasileiro a ser analisado pela pesquisadora, já descrevia tatuagens na novela O Alienista, de 1882. Em certo trecho da obra, protagonizada por um médico que inaugura um manicômio e se afunda na própria insanidade, o romancista carioca menciona brevemente uma estrela de cinco pontas "impressa no braço" de um personagem secundário.

Treze anos depois, Manuel de Souza, imigrante português preso sob acusação de homicídio, seria retirado da delegacia onde cumpria pena e utilizado como modelo vivo numa aula da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Na ocasião, o professor Souza Lima, precursor da medicina legal no Brasil, expôs aos alunos as tatuagens do acusado. 

Baseando-se nelas, emitiu seu veredicto: ainda que não tivesse cometido crime algum, Manuel deveria ser tratado como um suspeito em potencial.
Lauro, detento do Carandiru, tatuou no peito um coração trespassado por um punhal e o nome de sua amada DIVULGAÇÃO – EDITORA VENETA

Machado de Assis, então, retornou ao tema. Em crônica publicada pela Gazeta de Notícias no dia 23 de julho de 1895, disse: "Foram as tatuagens do corpo do homem que me deslumbraram. 

As tatuagens são todas ou quase todas amorosas. Braços e peitos estão marcados de nomes de mulheres e de símbolos de amor".

Por fim, o escritor lançava um questionamento: como poderia "um homem tão dado a amores, que os escrevia em si mesmo", ser também um assassino?

Jeha explica: "Nosso país sempre esbarrou em questões de classe e raça. Os cidadãos são discriminados pela cor, pela aparência, pela posição social. E a tatuagem, no contexto daquela época, se destacava como um sinal de suspeição. Era algo literalmente marcado na pele."

A sorte que o Brasil do século 20 reservou aos seus tatuados não foi muito melhor.

Na década de 1930, um trabalhador rural baiano, identificado apenas pelas iniciais J.R.B., tentaria a todo custo remover os desenhos que carregava na pele. Alegava que teriam lhe trazido "pinta de malandro".

O sambista carioca Guilherme de Brito, parceiro de Nélson Cavaquinho, também se arrependeria de uma tatuagem feita na juventude — um índio, traçado no braço por um morador da favela do Tuiuti.

Pelo resto da vida, o músico esconderia o membro tatuado — temendo represálias, nunca mais vestiu uma camisa de manga curta.

Feminicídios e execuções policiais foram o destino final de alguns tatuados, mas o livro nem sempre expõe as circunstâncias de suas mortes.

"Tentei descriminalizar a tatuagem", explica a autora.

"Se o cara pertencia a uma escola de samba e torcia para um time de futebol, por que me referir a ele como o sujeito assassinado pelo Esquadrão da Morte? Os jornais costumam criar admiração e fascínio mórbido por notícias de crime, quando isso não passa de uma doença social."

AUTOR: BBC

sábado, 7 de julho de 2018

CONHEÇA 7 CASOS ASSUSTADORES ENVOLVENDO SEITAS, QUE JÁ ACONTECERAM NO BRASIL

Certas seitas certamente podem assustar a muitos: quem nunca ouviu falar de rituais de sangue, cultos satânicos e sacrifícios? Apesar de toda a discussão por trás desses atos ocultos, assim como em qualquer religião, existem extremos. Já ocorreram casos em que certos religiosos realmente agiram de formas horripilantes, fazendo coisas absurdas.

E esses são os 7 casos verdadeiramente assustadores envolvendo seitas que já aconteceram no Brasil:

1 – Mensagens indesejadas
A história se inicia assim que uma advogada começa a trabalhar com um jurista em São Paulo. Eles começam a receber mensagens agressivas, fotos íntimas e “invocações do mal”. Certo dia ela recebe na sua caixa de correio uma caixa contendo um coração de boi furado com pregos e uma boneca espetada com agulhas. Quem estava direcionando os supostos “presentes”?

A filha do jurista, que achava que os dois estavam em um relacionamento extraconjugal. A advogada entrou com um processo por danos morais e recebeu 30.000 reais.

2 – Crânios roubados
Vivaldino Beira-mar havia invadido túmulos para vender crânios para Zakia Andreza de Amorim. Os dois foram pegos pela polícia, mas só Vivaldino teve que responder pelo crime. A mulher declarou que sua religião não possuía relação com “satanismo” ou “magia negra” e Zakia, deixando bem claro que o homem ofereceu o crânio a ela. Ela foi solta e o homem cumpre pena por violação de sepultura e ocultação de cadáver.

3 – “SS”
Dentro de certas penitenciárias existe uma ordem chamada de nome “SS”, que significa Seita Satânica. O grupo faz rituais de tortura e assassinatos dentro da prisão. Em 2003, algumas reportagens foram divulgadas afirmando que eles teriam se juntado ao PCC – o Primeiro Comando Central. A SS está por trás de diversas atividades consideradas brutais e alguns crimes que vieram a público.

4 – Ordem de assassinato


Um homem pagou 25.000 reais para que uma seita satânica do Rio Grande do Sul sacrificasse duas crianças em um ritual. Um garoto de 8 anos e uma menina 12 foram achados esquartejados no interior de uma caixa de papelão em um local deserto do bairro. Três pessoas da seita foram presas, inclusive seu líder.

5 – Crucificação
Ao Sul da Bahia, um homem de 23 anos foi achado morto de modo crucificado escrito “satanás” perto de seu cadáver. A polícia acredita que a morte do jovem esteja ligada a algum ritual religioso.

6 – Assassinato


Em Aparecida de Taboado, no Mato Grosso do Sul, um homem que estava envolvido em seitas satânicas (segundo ele), matou a própria mãe com 7 facadas no peito. O que causou o crime foi uma briga familiar, com ele dizendo que sua mãe acreditava em Jesus.

7 – Suicídio
Um tatuador de 22 anos de idade, já por dentro de cultos por um certo tempo, tentou assassinar sua mãe, porém foi impedido por seu pai e irmão. Com a mesma arma que tentou executar sua família, ele se matou. A polícia acha que o suicídio foi induzido pela seita que participava.

AUTOR: [Estadão][Correio 24 horas]

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

NOS EUA, CHARLES MANSON MORRE AOS 83 ANOS

O serial killer Charles Manson (Foto: Courtesy California Department of Corrections and Rehabilitation/Handout via Reuters)

Charles Manson, líder da seita que assassinou a atriz Sharon Tate em 1969, morreu neste domingo (19), aos 83 anos, no hospital de Bakersfield, na Califórnia. Ele teria morrido por causas naturais, mas as autoridades não confirmam a informação.

O criiminoso, condenado à prisão perpétua, estava internado desde quarta-feira (15), quando foi levado às pressas para o centro médico, escoltado por cinco policiais.

Manson, que tinha uma suástica tatuada na testa, já havia sido hospitalizado em janeiro para ser operado por lesões no intestino e uma hemorragia interna, mas seu estado foi considerado muito frágil para isto e ele retornou à prisão, onde passou mais de 40 anos.

Manson chefiou a seita denominada "A Família" e era um dos criminosos mais conhecidos dos Estados Unidos. Ele foi condenado por convencer jovens seguidores a assassinarem, "com o máximo de crueldade", pelo menos sete pessoas, incluindo uma das estrelas de Hollywood mais comentadas da época.
Foto mostra prisão de Charles Manson em 1969 (Foto: Arquivo/AP)

Condenações

Manson chefiou a seita denominada "A Família" e era um dos criminosos mais conhecidos dos Estados Unidos. Em agosto de 1969, seus seguidores invadiram a casa da atriz Sharon Tate, na época esposa do cineasta Roman Polanski, que estava grávida de oito meses e meio. Ela e quatro amigos foram mortos a facadas.

Os crimes comoveram os Estados Unidos, marcando simbolicamente a contracultura dos anos 1960 e o movimento hippie.

Em 1971, ele foi condenado, ao lado de quatro dos seus discípulos, por convencer jovens seguidores a assassinarem, "com o máximo de crueldade", pelo menos sete pessoas, incluindo Sharon Tate. As condenações foram comutadas para prisão perpétua.

No fim de 2014, Manson pediu autorização para casar com uma mulher de 26 anos, Afton Elaine Burton, mas ele desistiu da ideia.

Em 2012, apresentou uma demanda para obter liberdade antecipada, que foi rejeitada. Ele teria que esperar até 2027 para fazer um novo pedido.
Charles Manson ao lado de sua 'noiva', Afton Elaine Burton (Foto: Reprodução/Facebook/Charles Manson (Official))

Infância complicada

Manson nasceu em 12 de novembro de 1934, em Cincinnati (Ohio), e teve uma infância complicada, de acordo com relato da BBC, citando o biógrafo Jeff Guinn. Aos cinco anos, ele viu a mãe e o irmão serem presos por roubarem uma garrafa de ketchup em um posto de gasolina.

Ele chegou a contar que a mãe, alcoólatra, chegou a "dá-lo" a uma garçonete em troca de cerveja, quando era criança. A transação teria sido desfeita por um familiar dias depois. Manson passou por uma série de reformatórios e prisões.

Em 1966, ele funda a "família", uma comunidade hippie, que reunia mais de 30 pessoas, principalmente mulheres, segundo estimativas do promotor de justiça Vincent Bugliosi, que investigou a morte de Tate. Ele reunia pessoas que demostravam profunda hostilidade contra a sociedade.

Manson dizia acreditar que brancos e negros travariam uma disputa sem precedentes nos Estados Unidos.

Em suas pregações, afirmava que o White Album (Álbum Branco), dos Beatles, - e em especial a música Helter Skelter - seria uma espécie de quebra-cabeças com revelações codificadas sobre a iminência do confronto racial pelo poder no país.

O objetivo de Manson era "acelerar" esta guerra racial, por meio de assassinatos que eram falsamente associados a afro-americanos, segundo a BBC.

Em 9 de agosto de 1969, seguindo ordens de Manson, integrantes da seita invadiram a casa de Sharon Tate e a mataram com 16 facadas. Outros quatro amigos que a visitavam também foram esfaqueados - um deles com 51 golpes.

Após o ataque, seguidores da seita espalharam pistas falsas, em uma tentativa de incriminar os Panteras Negras, grupo que lutava contra o racismo e chamava atenção na época por todo país.
Foto de 16 de junho de 2011 mostra Charles Manson (Foto: CDCR/ Reuters)

AUTOR: G1

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

7 FOTOS QUE VÃO PERTURBAR SEU CÉREBRO E SE FIXAR NA SUA MEMÓRIA

A fotografia é um documento poderoso capaz de proteger histórias, passar uma mensagem importante, fazer denúncias, impactar as pessoas, despertar sentimentos e sensações que a imagem pretende transmitir. 

Em algumas culturas a fotografia é considerada um instrumento capaz de tirar um fragmento de nossas almas. De alguma maneira, a hipótese faz sentido. 

O poder de uma fotografia é tão intenso que a sensação é de estarmos olhando para a alma das pessoas retratadas, ou do momento e do ambiente em questão, e o que ele significa, qual a história por traz de cada imagem.

Nem sempre as fotografias registram a felicidade e a beleza. Muitas vezes o serviço social da fotografia é mostrar a dor, a realidade: crua e nua. Se não há uma história, um significado, a imagem se torna banal, comum, e esqueceríamos rapidamente de suas impressões.

Somente um bom fotografo consegue captar a essência de um instante. E se a história for poderosa, ela se fixará na memória popular, preservando a História e os personagens da narrativa.

Aqui vai uma lista de fotografias poderosas, intensamente perturbadoras, que provavelmente você não esquecerá tão cedo. Confira:

1 - O adeus de Omayra
Omayra Sanchez tinha apenas 13 anos quando tiraram o seu último retrato. A menina ficou presa por entulhos de um deslizamento causado pela erupção de um vulcão na Colômbia, em 1985. 

Os funcionários da Cruz Vermelha alertaram várias vezes ao governo colombiano sobre a necessidade de se conseguir uma bomba para baixar o nível da água e resgatar a criança. 

O governo omisso não respondeu a tempo. Os socorristas ficaram ao lado de Omayra confortando-a até o seu último suspiro, que morreu 60 horas depois de ficar presa. 

A imagem percorreu o mundo devido ao sofrimento intenso e a escuridão dos olhos de Omayra, que se despedia do mundo em uma fotografia.

2 - A loucura da guerra
Essa é a imagem de um soldado da Primeira Guerra Mundial. O sorriso fora de hora, em um ambiente tão hostil e perturbador quanto uma trincheira tem uma explicação plausível. 

O soldado da fotografia estava sofrendo de estresse pós-traumático, um sintoma comum apresentado pela maioria dos soldados durante (e após) a experiência nos campos de batalha. 

Os pesadelos frequentes, as lembranças terríveis, as sequelas da guerra, tudo isso pode levar um soldado à loucura.

3 - Horror racista
O período de segregação racial nos Estados Unidos marcou o país de crimes hediondos, mesmo após a liberdade dos negros da condição de escravos. 

O sul americano, mais radical que o norte e a favor da escravidão, registrou cenas lamentáveis como essa da imagem acima. Negros eram torturados e mortos pelo público que acompanhava o sofrimento dos homens de perto. 

O motivo para a punição poderia ser um olhar para uma mulher branca na rua, ou qualquer outro motivo torpe que considerassem justo.

4 - Uma criança inocente
Essa criança ainda não tem idade o suficiente para saber o peso da roupa que carrega. Isso porque o chapéu pontudo e as vestes brancas pertencem ao grupo racista Ku Klux Klan, conhecido pela violência e o discurso segregacionista. 

A imagem é extremamente poderosa: o bebê toca o escudo policial enquanto observa a imagem de seu próprio reflexo. Os policiais, por sua vez, negros, observam a inocência de uma criança que não sabe o que acontece a sua volta.

5 - Tortura animal
Mais de duas dúzias de cacatuas foram descobertas sendo transportas para a Indonésia por traficantes de animais. Cada uma pode ser vendida por até US$ 1.000 dólares. 

A maioria delas morrem antes de chegar ao seu destino. A imagem de fato incomoda e perturba: espremer um animal dentro de um objeto tão aperto e sufocante é terrível. 

Note o suor das penas do pássaro agarrada ao plástico. Essa é só uma, entre muitas imagens lamentáveis que envolvem o mercado negro do tráfico de animais.

6 - Post Mortem
O Dia dos Mortos na Indonésia é comemorado de uma maneira um tanto quanto perturbadora para a cultura ocidental. No entanto, para eles, esse é o dia mais importante de suas vidas: 

Quando seus antepassados podem ser honrados de maneira apropriada. A celebração consiste em retirar os corpos de seus familiares mortos do caixão. 

Os cadáveres são lavados, vestidos com roupas e acessórios da moda, além de serem postos de pé, para poderem apreciar melhor a festa. Esse é um ritual antigo praticado pelos Torajas, um grupo étnico que vive nas montanhas do sul de Sulawesi.

7 - A fé que mata
Essa imagem é talvez, uma das mais perturbadores. O que se vê são corpos de integrantes da seita religiosa "Templo dos Povos" liderada pelo americano Jim Jones, na Guiana. Mais de 900 pessoas foram induzidas ao suicídio pelo líder da seita, que morreram pela ingestão de cianeto. 

Cerca de 300 crianças estavam entre os falecidos. A ação foi um movimento de defesa de Jim Jones que estava sendo procurado por assassinar um deputado americano após a visita do congressista à comunidade, que recebia críticas da mídia e da população que observava o culto com olhar reprovador.

O que você achou dessas fotografias? Elas por si só causam um impacto profundo, mas suas histórias a preenchem com um significado ainda mais sinistro e perturbador. 

Não esqueça de deixar o seu comentário e aproveite também para compartilhar a matéria com seus amigos.
AUTOR (ES): BBC, Intellectuale, Asia One, Jornal Ciência, Marca,
Imagens: Uparalello, Pop sapiens, Intellectuale, Marca, Jornal Ciência, Canyon Actually

domingo, 6 de agosto de 2017

CONHEÇA 7 CULTOS REAIS E INSANOS

“Felizes aqueles que creem sem ter visto” diz Jesus Cristo, no Evangelho de João. De fato, acreditar em algo maior do que nossos olhos, mãos e sentidos são capazes, é uma qualidade de pessoas de fé. Para irmos em busca dos nossos sonhos, para irmos em frente e aceitar às adversidades da vida, é preciso ter fé em alguma coisa, “qualquer coisa” disse o escritor Caio Fernando Abreu, pois “não há nada mais autodestrutivo do que insistir [na vida] sem fé alguma”. 

Não que seja necessário cultuar seres divinos, o ser humano precisa ter uma base consistente que o faça prosseguir, mesmo que a ciência ou o lucro seja a sustentação de suas crenças.

O fato é que precisamos acreditar em alguma coisa. Qualquer coisa. Para darmos significado à existência. Algumas pessoas conservam um tipo de fé um tanto quanto dúbia. Acreditam, mas não tem certeza. Outros levam à fé às últimas consequências e proclamam-se líderes de seitas perigosas que mais fizeram bem do que mal aos seus seguidores.

Portanto aqui vai uma lista de 7 seitas bizarras, mas totalmente reais, e as consequência de suas pregações para os fieis:

1 – A Igreja dos Sinais de Deus
Mais de 5000 membros seguem as ideias e as manifestações da Igreja dos Sinais de Deus. Há algumas sedes no Canadá, mas a maioria se encontram no sul dos Estados Unidos.

Baseados na história bíblica de cobras são seres demoníacos, os “manejadores de cobra” da seita, lançam as serpentes venenosas para o ar, passam ela sobre o seu corpo e o de outros fieis e não acreditam em tratamentos médicos, pois esperam que Deus irá curá-los do veneno da cobra.

Muitos “manejadores de cobra” da seita já foram severamente machucados ou morreram durante o culto.

2 – Os irmãos
“The Brethren” ou “Os irmãos” é um grupo religioso que vive ao redor da ideia do fim do mundo. Para tanto, eles devem eliminar de suas vidas todo apego material e todo tipo de prazer para purificarem suas almas.

Eles não acreditam em banhos, tratamentos médicos e vivem apenas do que encontram nas lixeiras. O fanatismo da seita chega ao ponto de proibirem danças e também risadas. Eles também são proibidos de falarem com membros da família ou qualquer pessoa que não esteja dentro da seita.

Dentro do grupo, mulheres e homens também não podem conversar entre si. Isso até Jesus voltar. Então vai ser um longo tempo sem sorrisos e alegrias para essa seita.

3 – O Movimento de Restauração dos Dez Mandamentos
Joseph Kibweteere fundou a seita O Movimento de Restauração dos Dez Mandamentos em Uganda, após ele afirmar ter visto uma visão da Virgem Maria. Os membros do culto acreditavam no fim do mundo e na previsão de seus líderes que os forçaram a doar todos os seus bens, uma vez que o apocalipse iria acontecer no dia 1 de janeiro de 2000.

Como o mundo não acabou, os integrantes da seita exigiram seus bens de volta, mas foram massacrados pelos seus líderes.

Segundo matéria publicada pela Folha de São Paulo, a polícia ugandense desenterrou mais de 155 corpos no terreno da seita, além das 500 pessoas que foram à óbito com o incêndio provocado na igreja.

4 – O Ramo Davidiano
“The Branch Dadidans” conhecido em português como “O Ramo Davidiano” foi uma seita criado de uma divisão de um grupo dos Adventistas Davidianos do Sétimo Dia, que começou dentro da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Os membros do Ramo Davidiano acreditavam no retorno de Jesus Cristo, no apocalipse, e que todos aqueles que estavam de fora do grupo era inimigos diretos de Deus. Um dos membros, chamado de David Koresh, alegava ser um mensageiro de Deus, mas posteriormente ele disse ser o próprio messias, e muitos abusos aconteceram sobre sua autoridade.

Uma investigação policial foi enviada para averiguar o local e a situação dos membros. Em 19 de abril de 1993, um incêndio destruiu o templo matando 80 membros da seita, incluindo 22 crianças, na cidade de Waco, Texas.

Até hoje não se sabe se o incêndio foi acidental ou se foi provocado para ser um suicídio coletivo do grupo de fanáticos.

5 – Ordem do Templo Solar
Também chamada de Ordre Du Temple Solaire. Fundada por Joseph di Mambro e Luc Jouret em 1984.

Os pensamentos difundidos pela seita era a segunda vinda de Jesus, que tinha a missão de unir o Cristianismo e o Islamismo. Além disso, os membros dessa seita praticavam o ocultismo e acreditavam que os Cavaleiros Templários ainda estavam operando.

O fanatismo da Ordem do Templo Solar ficou perigoso em outubro de 1994, quando eles assassinaram um bebê de apenas 3 meses, por acreditarem que se tratavam do Anticristo. Após o evento, o grupo assassinou muitos outros membros pela Europa, além de convencerem a si mesmos a se matarem.

Os membros mortos foram encontrados na Suíça, formando uma espécie de círculo cerimonial. Todos estavam vestidos com um roupa roxa e ao todo, 45 pessoas foram morreram pelos ideais da seita.

6 – Portões do Paraíso
Marshall Applewhite era um professor de música que acreditava ser a reencarnação de Jesus Cristo. Ele fundou a seita Heaven’s Gate (Portões do Paraíso) junto a uma enfermeira chamada Bonnie Lu. A seita pregava a imortalidade andrógina e o ideal da castidade.

Segundo matéria publicada pelo O Globo, Marshall era gay e rejeitava sua homossexualidade. Inclusive ele tinha sido castrado, e outros 15 membros da seita fizeram o mesmo em sinal de solidariedade.

Em 1997, o líder da seita deixou uma mensagem gravada em vídeo informando que ele e outros 38 membros da seita fariam uma viagem para uma nave espacial que ficava próxima ao cometa Hale-Bopp. Quando a fita chegou às mãos de um ex-integrante da Haven’s Gate já era tarde demais.

No dia 26 de março, a polícia invadiu a mansão da seita em San Diego, Califórnia. Todos estavam mortos por terem ingerido uma mistura de álcool com barbitúrico fenobarbital.

7 – O Templo Popular
Jim Jones fundou uma comunidade conhecida como “O Templo Popular”, uma seita pentecostal cristã que se guiava por ideias de cunho socialista.

Fugindo da mídia em 1960, Jones e seus seguidores fieis, mais de 900 pessoas, se mudaram para a Guiana onde instalaram a comunidade de Jonestown (Cidade de Jones), onde poderiam viver com mais liberdade segundo as ideias esquerdistas de seu líder e praticar as curas milagrosas que Jones dizia ser capaz de oferecer às pessoas.

Eles acreditavam que Jonestown era um paraíso escondido dos americanos. Até que em 1978 um deputado federal chamado Leo Ryan, viajou para o local e tentou negociar a saída de alguns integrantes. O deputado foi assassinado com tiros junto a outras quatro pessoas.

Logo em seguida, Jones ordenou que todos se suicidassem tomando um ponche de frutas misturado com veneno. Ao todo 918 pessoas morreram, incluindo várias crianças.
Gostou de saber um pouco mais sobre esses cultos? Então não esqueça de deixar o seu comentário e aproveite para citar outras seitas insanas e aumentar ainda mais a nossa lista.

AUTOR (ES): The Talko, BBC, Terra, O Globo, Folha de São Paulo
IMAGENS: Complex, The Talko, Minilua, Museu de Imagens, Patheos, Proibido ler, Hazdf

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