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MUNDO REAL 21 - ÚLTIMAS NOTÍCIAS

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

VEJA 11 FOTOS FALSAS QUE ENGANARAM MUITA GENTE NAS REDES SOCIAIS

Todos os dias, recebemos milhares de fotos nas nossas redes sociais. No entanto, como você provavelmente já sabe, não podemos acreditar em tudo aquilo que vimos.

Nesta lista você vai conferir 11 fotografias que enganaram muitas pessoas nas redes sociais, mas na verdade eram falsas.

Confira:
1. “Veja o que aconteceu com esta floresta em 10 anos”.

Esta colagem se tornou famosa por conta do desafio “#10YearChallenge”. No Reddit, a imagem foi compartilhada junto a um texto que dizia que toda a área verde foi perdida por conta do desmatamento. Muitas pessoas acreditaram na foto principalmente por conta do logo da WWF no canto direito, mas na verdade trata-se de um fake. As imagens foram tiradas com 10 anos de diferença entre elas.© bigstockphoto

2. Garoto misturando arroz.

Muitas pessoas acreditaram o fotógrafo desta imagem conseguiu capturar o momento exato em que este garoto estava virando o arroz na panela. No entanto, trata-se de uma escultura, que você pode comprar em uma loja no Japão.

3. “Grafiti que você só pode ver na água”.© Bonnie817 / reddit

Esta foto se tornou um sucesso em muitos sites, mas na verdade trata-se de uma montagem. Sim, este graffiti realmente existe e o edifício está localizado em Mariampol, na Lituânia. E o autor da foto é um artista de rua chamado Ray Bartkus, que desenhou a imagem de cabeça para baixo de propósito – para que ela se refletisse na água. Mas a melhor hora para ver a imagem é quando não há vento e a superfície está perfeitamente lisa. Caso contrário, a imagem fica assim:

4. “Um lince e um cervo foram encontrados em um escritório debaixo de uma mesa. Eles estavam se escondendo dos incêndios na Califórnia”.

Na legenda que esta foto recebeu no Reddit, Twitter e outros sites, era dita que esses animais foram encontrados em um escritório da Califórnia, se escondendo dos incêndios.

A foto é real, mas ela volta a ser publicada toda vez que um incêndio florestal ocorre nos EUA. E a legenda muda sempre.

5. “Ano Novo em Paris”.

Essa foto, bastante popular nas redes, mostra centenas de fogos de artifício supostamente lançados em Paris na véspera de Ano Novo. Infelizmente, a foto é falsa e existem várias evidências. Primeiro de tudo, na véspera de Ano Novo, os fogos de artifício são lançados da Torre Eiffel. Em segundo lugar, todos os fogos de artifício da foto estão à mesma distância da câmera. Além disso, os usuários da Internet que moram em Paris afirmam que esta é uma imagem falsa. Basta dar uma olhada na foto do verdadeiro show de fogos de artifício acima da Torre Eiffel em 14 de julho.© BuckeyeEmpire / reddit
6. “Este cachorro dorme no túmulo de seu dono toda noite nos últimos sete anos”.

Esta imagem recebeu mais de 60 mil curtidas e 55 mil compartilhamentos. As legendas dizem que este cão, chamado ‘Captain’ (capitão) visita o túmulo de seu dono todos os dias durante os últimos sete anos. A foto é absolutamente real, e a história também. O problema é que os fatos não estão conectados. Por exemplo, a mesma história já foi ligada a um outro cão dormindo em um túmulo.

Ver imagem no Twitter

Back To Nature@backt0nature

It has been 7 years now. The cemetery does not close the gates until he arrrives each night promptly at 6 pm. He sleeps there all night guarding the grave until the ground keeper opens the gate in the morning. This is a true picture of Capitan here.
1.315
22:00 - 1 de mai de 2018
447 pessoas estão falando sobre isso

Informações e privacidade no Twitter Ads

A história foi contada no jornal espanhol ‘La Voz’ em setembro de 2012. E aqui está um vídeo sobre o cãozinho, onde você pode notar que o cachorro é completamente diferente.
7. “Um dia normal na Rússia”.

Dizem que esta foto mostra um urso branco saindo de um bonde em algum lugar da Rússia. Você pode se surpreender, mas a foto é absolutamente real – foi tirada em uma cidade da República Tcheca e não foi editada. Mas o urso não é real – é uma fantasia que dois ativistas do Greenpeace estavam vestindo. Este “urso” fazia parte da campanha Save the Arctic. Ele “andou” pelas cidades europeias para atrair a atenção para os problemas no Ártico.

8. “Um ganso congelado e preso a um poste esquentou um filhote de cachorro com suas asas”.© Suzanne PadaPetra / facebook

No final de janeiro, milhares de pessoas nas mídias sociais curtiram e compartilharam a foto de uma ganso dos gansos que congelou em um poste e estava aquecendo um filhote de cachorro com suas asas. Mesmo que a foto pareça real, ela foi tirada há muito tempo. E além de tudo isso, a história em si é provavelmente uma mentira. Essas fotos foram compartilhadas em websites chineses desde 2017. A publicação mais antiga foi feita em março de 2017 na ‘NetEase’ – uma plataforma de notícias chinesa. No entanto, como os próprios usuários da plataforma podem escrever os textos, não se sabe se a história é verdadeira.
9. Uma montanha que se parece uma tartaruga.

Em janeiro de 2019, a Amazing Nature, no Facebook, publicou uma foto que mostra uma montanha que se parece uma tartaruga. O post se tornou viral, mas essa montanha não existe – a foto foi feita combinando várias imagens diferentes. Por exemplo, aqui estão duas delas:

10. “O dente de um megalodon na vértebra de uma baleia.

A foto abaixo mostra fósseis que parecem um dente de megalodon, e um osso de baleia. No entanto, foram encontrados em lugares diferentes e em momentos diferentes. Mas um vendedor talentoso os combinou em uma escultura. Isso é o que o dono do artefato disse sobre isso. E se esse fosse um dente de megalodon real preso nas vértebras de uma baleia, custaria milhões de dólares e provavelmente estaria em um museu arqueológico.
11. Um navio de cruzeiro despejando dejetos.

A legenda para esta foto, que foi publicada no Facebook há pouco tempo, diz que este navio de cruzeiro estaria despejando dejetos diretamente no mar. O post foi muito compartilhado, e os usuários fizeram muitos comentários, e até mesmo o diretor nacional sobre o meio ambiente do Uruguai teve que fornecer uma explicação. Em sua conta no Twitter, ele escreveu que esta foto mostra o navio de cruzeiro acionando suas turbinas, a fim de soltar uma âncora. E as manchas marrons são a areia e o lodo do fundo do mar.

AUTOR BrightSide.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

NOS EUA, FBI PUBLICA RETRATOS FEITOS POR SERIAL KILLER PARA IDENTIFICAR VÍTIMAS

FBI publica retratos feitos por serial killer para identificar vítimas

O FBI publicou 16 arrepiantes retratos desenhados por aquele que se acredita ter sido o maior serial killer da história dos Estados Unidos com o objetivo de identificar algumas de suas vítimas.

Samuel Little, um sem-teto de 78 anos, confessou ter cometido 90 assassinatos entre 1970 e 2005. As autoridades confirmaram mais de 40 delas até o momento.

Little, um ex-boxeador de 1,90 metro também conhecido como Samuel McDowell, está cumprindo uma pena de prisão perpétua por assassinato em uma penitenciária do Texas.
Montagem mostra desenhos feitos por Samuel Little e divulgados pelo FBI, baseados em lembranças do assassino sobre suas vítimas — Foto: HO/FBI/AFP

As vítimas dos assassinatos de Little, cometidos em todo o país, costumavam ser dependentes químicos ou prostitutas, embora muitas continuem sem ser identificadas.

O assassino costumava estrangulá-las, segundo o FBI, e muitas das mortes não foram investigadas como homicídios, mas atribuídas a overdoses, acidentes, ou causas naturais.

Os desenhos feitos por Little incluem detalhes como a cor dos olhos e do cabelo das vítimas, ou o lenço azul que uma delas usava na cabeça quando foi sequestrada.

O FBI pediu na terça-feira a ajuda do povo para identificar as vítimas a partir destes rascunhos.

Um dos desenhos, por exemplo, mostra uma mulher branca de olhos verdes e cabelo castanho de entre 20 e 25 anos, assassinada em Maryland em 1972.
Montagem mostra desenhos feitos por Samuel Little e divulgados pelo FBI, baseados em lembranças do assassino sobre suas vítimas — Foto: HO/FBI/AFP

Outra é o de uma mulher negra de entre 23 e 25 anos com lábios pintados de vermelho e brincos da mesma cor. Foi assassinada em 1984 na Geórgia e acredita-se que poderia ser uma estudante universitária.

Se os 90 casos confessados por Little forem confirmados, ele se tornaria o maior serial killer dos Estados Unidos.
Samuel Little deixa o tribunal do condado de Ector após assistir a uma audiência pré-julgamento, na segunda-feira (26) — Foto: Mark Rogers / Odessa American via AP

Até agora o que havia deixado mais vítimas era Gary Ridgway, conhecido como o "assassino de Green River", condenado por 49 homicídios, que cumpre uma sentença de prisão perpétua no estado de Washington.

Little foi preso em um abrigo em Kentucky em 2012 e foi transferido para a Califórnia por uma acusação de drogas. Depois foi vinculado a vários assassinatos em Los Angeles e condenado no Texas.

O assassino cresceu em Ohio, abandonou o Ensino Médio e viveu uma "vida nômade", na qual roubava coisas em lojas ou cometia furtos para comprar álcool e drogas, segundo o FBI.

AUTOR: FRANCE PRESSE

sábado, 9 de fevereiro de 2019

VEJA 20 FOTOGRAFIAS PODEROSAS QUE PROVAM QUE AINDA HÁ ESPERANÇA EM NOSSO PLANETA

Acontecimentos recentes e a falta de cuidado do ser humano com o nosso próprio planeta, bem como a falta de empatia com nossos semelhantes, nos fazem temer por nossas gerações futuras. O que será da Terra no futuro?

No entanto, por vezes nos deparamos com situações em que nossas esperanças são renovadas, como essas fotos:
1. Mesmo a menor árvore é extremamente importante.© zarbang / reddit

2. Excelente trabalho feito pelo Instituto Terra em 18 anos.

3. Não precisamos destruir as árvores para construir paredes.© wordpress.com

4. Imagens incríveis como essa precisam ser compartilhadas.Instagram

5. Uma belíssima casa sustentável.Flickr

6. Diferença de apenas um ano.Instagram

7. Dezesseis anos e uma paisagem completamente nova.
8. Projeto Eden, em Madagascar.Instagram

9. Nada melhor do que ter uma árvore na sua própria casa.

10. As árvores crescem sem pedir licença. E é assim que deve ser!

Ver imagem no Twitter
El Ciudadano@El_Ciudadano


15 #Árboles que ganaron la #LUCHA contra la #civilización. ¡Absolutamente prodigioso! http://www.elciudadano.cl/2015/07/28/193814/15-arboles-que-ganaron-la-lucha-contra-la-civilizacion-absolutamente-prodigioso/ …
8
14:08 - 26 de jul de 2016
Veja outros Tweets de El Ciudadano

Informações e privacidade no Twitter Ads

11. Quando há boa vontade e criatividade, ninguém precisa cortar nenhuma árvore.

12. Construa casas em torno das árvores, e não em cima delas!

13. Incrível!Instagram

14. Quando a natureza e a urbanização coexistem, o resultado é simplesmente sensacional.

15. Bons arquitetos sabem como preservar a natureza.

16. Mesmo onde nada cresce, as flores insistem em aparecer.© Brocken Inaglory / Wikimedia Commons

17. Enquanto alguns seres humanos insistam em destruir, alguns se empenham em reconstruir.Instagram


19. As árvores são mais importantes que os muros.© smallstone / imgur

20. Simplesmente mágico.

AUTOR: BrightSide.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

SAIBA DE 5 CRIMES DA VIDA REAL QUE FORAM ADAPTADOS PARA A FICÇÃO

Norman Bates é o personagem fictício criado pelo escritor Robert Bloch, protagonista de seu romance 'Psicose' UNIVERSAL PICTURES

Quando o escritor chinês Liu Yongbiao foi condenado no ano passado por espancar quatro pessoas até a morte em uma pousada, talvez não tenha sido uma surpresa tão grande para seus leitores.

No prefácio de seu romance de 2010, intitulado The Guilty Secret ("O Segredo Culpado", em tradução livre), Liu dizia que já estava trabalhando em sua próxima obra literária - sobre uma autora que comete uma série de assassinatos terríveis e consegue escapar.

No fim ele acabou não levando o projeto adiante, embora já tivesse um título em mente: The Beautiful Writer Who Killed ("A Bela Escritora que Matava", em tradução livre).

Após ser preso, ele teria dito à emissora de TV chinesa CCTV que algumas de suas obras foram de fato inspiradas nos assassinatos que cometeu em 1995 - entre as vítimas, estava o neto de 13 anos dos donos da pousada.

Liu não é o primeiro autor a cometer um crime e usá-lo em sua obra de ficção. Em 1991, o escritor holandês Richard Klinkhamer matou a esposa e entregou um manuscrito macabro a seu agente, cujo título traduzido, Quarta-feira, dia de carne moída, poderia ter como subtítulo Sete maneiras de matar sua esposa.
Muitos crimes da vida real também encontraram outros caminhos para chegar à ficção, por meio de escritores cuja imaginação é capaz de reviver histórias que não testemunharam.

Do pioneiro romance de não-ficção A Sangue Frio, de Truman Capote, a sucessos mundiais como O Quarto de Jack, de Emma Donoghue, e As Garotas, de Emma Cline, os crimes se tornam ainda mais assustadores quando transformados em ficção, se infiltrando nos recantos mais sombrios da nossa mente.

Os cinco crimes abaixo inspiraram obras literárias recomendadas apenas para quem tem estômago forte.

Dália Negra

Seu nome verdadeiro era Elizabeth Short. Ela tinha apenas 22 anos quando seu corpo foi encontrado mutilado em um terreno baldio de Los Angeles, nos Estados Unidos, em janeiro de 1947.
No caso da Dália Negra, houve diversas teorias da conspiração, incluindo uma sobre o suposto envolvimento de Orson Welles GETTY IMAGES

Ela estava nua, com o tronco cortado na altura da cintura e totalmente sem sangue, o que levou a mulher que encontrou o corpo a pensar inicialmente que se tratava de um manequim de loja. Um jornal sensacionalista logo apelidou a vítima de Dália Negra.

A investigação policial chegou a 150 suspeitos, mas nenhuma prisão foi efetuada e nenhuma das mais de 500 confissões feitas desde então convenceu as autoridades.

O caso, até hoje não resolvido, inspirou inúmeros livros e filmes, incluindo o romance de 1977 de John Gregory Dunne, Confissões Verdadeiras, que parte de um crime semelhante para fazer um retrato da relação de dois irmãos na década de 1940 em Los Angeles.

O mais conhecido, no entanto, é o thriller de 1987 de James Ellroy, Dália Negra. Mas o romance se distancia dos fatos em um aspecto fundamental: o caso é solucionado. E embora a narrativa comece um ano antes de Ellroy nascer, tem uma conotação pessoal para ele. O livro é dedicado a sua mãe, assassinada em Los Angeles em 1958.
'Arthur e George'

Arthur Conan Doyle recebia muitas correspondências de fãs, incluindo cartas de pessoas que o confundiam com o detetive Sherlock Holmes, personagem fictício criado por ele, e pediam sua ajuda para solucionar crimes.
Conan Doyle se empenhou para inocentar George Edalji por acreditar que ele era vítima de uma armação racista GETTY IMAGES

Na primeira década do século 20, um procurador chamado George Edalji foi libertado da prisão após cumprir três anos de uma sentença de sete anos de trabalhos forçados. Ele foi condenado pela mutilação de animais - como cavalos e gados - e pelo envio de cartas anônimas maldosas a seus próprios pais.

Endalji, que negava as acusações, pediu a ajuda a Doyle para provar sua inocência. O escritor se convenceu de que a cor da pele do procurador - o pai dele era indiano - estava relacionada à condenação, e se empenhou em combater o que hoje seria chamado de racismo institucionalizado na polícia de Staffordshire, condado da Inglaterra.

O caso ganhou as manchetes do noticiário na época e, em 2005, Julian Barnes escreveu o livro Arthur e George, inspirado na história. O romance policial ganhou o Man Booker Prize, prêmio literário britânico, e foi adaptado tanto para o teatro quanto para a TV.
O desaparecimento de Paula Jean Welden

Em primeiro de dezembro de 1946, uma estudante de 18 anos desapareceu enquanto caminhava pela Long Trail em Vermont, nos EUA. Paula Jean Welden era a filha mais velha de um designer conhecido por suas coqueteleiras art déco e cursava o segundo ano no Bennington College.
Foram realizadas buscas exaustivas por Paula Jean Welden, incluindo sobrevoos de helicóptero na floresta em que ela desapareceu GETTY IMAGES

Era uma tarde fria de domingo quando ela decidiu explorar a trilha, que ficava nas redondezas. Como não conseguiu convencer os amigos a acompanhá-la, foi sozinha - não levou mala tampouco dinheiro extra. Mas nunca voltou para o campus. O xerife do condado foi chamado para investigar o caso, e acabou duramente criticado pela forma como conduziu a investigação.

Diversas teorias vieram à tona - queda seguida por amnésia, suicídio e assassinato - mas nenhum corpo foi encontrado. Entre 1945 e 1950, houve pelo menos quatro outros desaparecimentos inexplicáveis na região. O mistério chamou a atenção da escritora local Shirley Jackson, cujo marido era professor em Bennington.

Seu romance de 1951 Hangsman é inspirado no desaparecimento de Welden, assim como seu conto The Missing Girl ("A Garota Desaparecida", em tradução livre).

Em 2014, a autora Susan Scarf Merrell publica Shirley oferecendo aos leitores uma reviravolta surpreendente - ela revisita o caso e evoca um novo suspeito: a própria escritora Shirley Jackson.
O Açougueiro de Plainfield

Ele era um assassino, mas também um ladrão de corpos: Edward Theodore Gein, natural de Plainfield, em Wisconsin, nos EUA, foi preso em 1957. Ele morreu encarcerado em uma clínica psiquiátrica em 1984, mas a natureza grotesca de seus crimes foi parar na literatura. Ele confessou ter matado duas mulheres, além de exumar corpos recém-enterrados em cemitérios locais.

Seu plano era criar uma "roupa de mulher" que ele pudesse vestir e "se tornar" assim sua falecida mãe, mas os investigadores encontraram em sua casa uma série de itens de causar náusea - de móveis a roupas feitos de restos humanos.

Apenas dois anos após a prisão de Gein, o escritor Robert Bloch publicou o romance de terror Psicose - que em 1960 se tornou um dos filmes mais aclamados de Alfred Hitchcock. Embora Bloch não tivesse conhecimento dos crimes de Gein quando começou o livro, ele leu a respeito antes de terminar.

Mais recentemente, os crimes de Gein inspiraram o personagem de Buffalo Bill em O Silêncio dos Inocentes, de Thomas Harris.
Harry Powers, serial killer de mulheres

O serial killer Harry Powers vasculhava os anúncios de corações solitários no jornal à procura de vítimas. A intenção dele era atrair mulheres em busca de amor para depois matá-las e ficar com seu dinheiro.
Harry Powers seduzia mulheres em busca de amor para depois matá-las e ficar com seu dinheiro ALAMY

Entre suas vítimas, estavam a viúva Asta Eicher e seus três filhos, de Park Ridge, em Illinois. Após uma troca de correspondências fervorosa, Powers levou Eicher para viajar por alguns dias no fim de junho de 1931. Ele voltou sozinho, dizendo às crianças que as levaria ao encontro da mãe.

Uma segunda mulher também tinha desaparecido quando a polícia começou a investigar o caso em agosto. Na casa de Eicher, cartas de amor levaram os investigadores à comunidade de Quiet Dell, em West Virginia, e a uma trágica cena de crime que incluía pegadas de sangue de uma criança. Eles também encontraram um lote de novas correspondências indicando que Powers estava se preparando para atacar novamente.

Ele foi enforcado em 1932, mas não antes de se tornar um dos primeiros assassinos a causar furor na imprensa. Relíquias mórbidas da cabana onde Power cometeu os assassinatos chegaram a ser vendidas nas ruas. Em 2013, a escritora Jayne Anne Phillips publicou Quiet Dell, sua recriação meticulosamente pesquisada do caso e da cobertura.

Um dos poucos personagens inventados do romance é uma jovem repórter chamada Emily Thornhill, cuja presença sugere, de maneira otimista, o empoderamento feminino. Em um trecho do livro, Thornhill entende por que o serial killer "teve sucesso com essas mulheres na meia-idade, mulheres provavelmente já devastadas por homens ou pelo destino; elas queriam cuidado e proteção".

AUTOR: BBC

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