VISITAS!

838272
SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS, E TENHAM UMA ÓTIMA LEITURA, CONHECENDO OS MISTÉRIOS DO MUNDO!.

SAIBA DE TODOS OS MISTÉRIOS E NOTÍCIAS AQUI!

SAIBA DE TODOS OS MISTÉRIOS E NOTÍCIAS AQUI!
É SÓ ACESSAR MEU CANAL!

CURTA O MUNDO REAL 21 NO FACEBOOK

MUNDO REAL 21 - ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Mostrando postagens com marcador ECLIPSE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ECLIPSE. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

NO MUNDO: ECLIPSE SOLAR COM 'ANEL DE FOGO' É VISTO EM PARTES DA ÁSIA, ÁFRICA E AUSTRÁLIA

Pessoas tiram fotos com seus smartphones enquanto monitoram o eclipse solar anular na Arábia Saudita Foto: REUTERS/Hamad I Mohammed
Moradores de partes da Ásia, África e Austrália assistiram nesta quinta-feira (26) a um eclipse solar anular, quando Terra, Lua e Sol se alinham, mas a posição e a distância entre os astros criam um "anel de fogo".
O evento astronômico pode ser visto em sua totalidade em regiões específicas dos seguintes países: Índia, Sri Lanka, Cingapura, Malásia, Brunei, Emirados Árabes, Arábia Saudita, Omã, Sumatra e Qatar. 

Na Austrália e no continente africano, o fenômeno ocorre de forma parcial. 

Não foi possível acompanhar o fenômeno do Brasil.
Um pássaro voa durante o eclipse solar em Bangkok Foto: REUTERS/Soe Zeya Tun
Eclipse é observado com o uso de um filtro solar na Indonésia Foto: REUTERS/Willy Kurniawan
A lua passa entre o sol e a terra durante eclipse solar anular visto de Cingapura Foto: REUTERS/Tim Chong
Lua passa entre o sol e a terra durante um eclipse solar anular em Abu Dhabi Foto: REUTERS/ Christopher Pike
Lua passa entre o sol e a terra durante um eclipse solar anular em Abu Dhabi Foto: REUTERS/ Christopher Pike
Crianças acompanham eclipse solar anular em Abu Dhabi Foto: REUTERS/Christopher Pike
Menino testa um óculos solar especial na região de Siak, província de Riau, Indonésia Foto: REUTERS/Willy Kurniawan

Qual é a diferença entre o eclipse solar anular e o solar total?

Em um eclipse solar total, a Terra, a Lua e o Sol se alinham de tal forma e em uma posição tão exata que todo a estrela do nosso sistema é "tampada" da perspectiva da Terra – é possível ver apenas a coroa, a atmosfera do Sol (veja foto do topo). 

No caso do eclipse solar anular, ainda há um alinhamento entre os três corpos celestes, mas com um distanciamento um pouco maior da Lua em relação ao nosso planeta. O resultado é a formação de um "anel de fogo" no céu.

Quando veremos um eclipse do tipo no Brasil?

Não. O próximo eclipse anular total no Brasil será em 26 de janeiro de 2028. Estados da região Norte poderão assistir a versão total, enquanto a versão parcial será vista em todo o país.

Quando teremos outro eclipse solar anular no planeta?

Em 21 de junho de 2020. Ele será visível também em países da Ásia, África e parte da Europa.

AUTOR: G1

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

VEJA AS IMAGENS ESPETACULARES DA PASSAGEM DE MERCÚRIO DIANTE DO SOL; VÍDEO

FOTO: YASSER AL-ZAYYAT/AFP

A semana foi marcada por um fenômeno astronômico raro e deslumbrante. A passagem de Mercúrio em frente do Sol ocorre quando o menor planeta do nosso sistema solar se alinha entre o Sol e a Terra. 

É o que os astrônomos chamam de mini eclipse.

Todo processo durou pouco mais de cinco horas. O evento teve início às 9h35min (horário de Brasília) da segunda-feira. Pouco depois do meio-dia, às 12h19min, o planeta estava exatamente na metade de sua trajetória, encerrando seu passeio entre a Terra e o Astro Rei, às 15h04min. 

A passagem de Mercúrio acontece três vezes por século.
FOTOS: YASSER AL-ZAYYAT/AFP

Apesar de a translação de Mercúrio em torno do Sol levar apenas 88 dias, a órbita do planeta é inclinada, o que faz ser raro o alinhamento perfeito entre o Sol, Mercúrio e a Terra.

O fenômeno que ocorreu nesta segunda-feira só vai se repetir em 2032.

Em Fortaleza, a partir de estrutura montada com um telescópio, estudantes do Colégio Militar do Corpo de Bombeiros (CMCB), em parceria com o Clube de Astronomia de Fortaleza, projetaram imagem do trânsito de Mercúrio em observatório aberto ao público.

AUTOR: O POVO

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

O TRÂNSITO DE MERCÚRIO; PELA 4ª VEZ BRASIL VERÁ 'MINI ECLIPSE' DO PLANETA VIZINHO

Trânisto de Mercúrio: planeta vizinho "passa na frente" do Sol. Foto: Nasa

Nessa segunda feira (11), vai ocorrer um evento astronômico interessante e pouco conhecido, um trânsito planetário. Volta e meia eu falo aqui de trânsito planetário, mas sempre em relação a planetas de outros sistemas estelares. Isso porque esse fenômeno é uma das técnicas de detecção de exoplanetas, os planetas fora do Sistema Solar. Além do trânsito planetário, a espectroscopia de alta precisão é outra técnica bastante usada.

Mas o que vem a ser um trânsito planetário?

Um trânsito planetário é o evento que se dá quando um planeta "passa na frente" de um observador que esteja observando a estrela do seu sistema. 

Com um alinhamento favorável das órbitas é possível perceber quando um exoplaneta passa na frente da sua estrela através de uma minúscula redução no brilho dela. Muita gente chama isso de "mini eclipse", já que o planeta é incapaz de bloquear toda a luz da estrela. Essa é a técnica usada pelo finado telescópio espacial Kepler, recordista de descobrimentos de exoplanetas. Essa é também a técnica usado pelo seu sucessor, o satélite TESS.

Mas não é necessário ir muito longe para se ver um trânsito planetário, apenas esperar algum tempo. Às vezes, podemos observar trânsitos de planetas no nosso Sistema Solar.

De tempos em tempos, Mercúrio e Vênus passam na frente do disco solar e podemos observar isso aqui da Terra, claro, com os devidos cuidados. Como os dois planetas ficam entre a Terra e o Sol, é natural que isso aconteça, mas é preciso condições especiais de inclinação das órbitas. Por isso esses fenômenos não são tão comuns.

O trânsito de Mercúrio é mais comum, acontecem por volta de 13-14 vezes a cada 100 anos. Já os trânsitos de Vênus são muito mais raros, com intervalos de mais de 100 anos. O último deles aconteceu em junho de 2012 e o próximo será em 2117.

O trânsito de segunda-feira deve começar às 09:35 da manhã e deve durar até às 15:04. Durante o evento, será possível ver Mercúrio como um círculo bem escuro contra a superfície iluminada do Sol.

Mas atenção! Nunca, jamais, em nenhuma hipótese olhe diretamente para o Sol! Principalmente se você tiver alguma luneta ou telescópio. As chances de uma lesão grave e permanente são imensas. Nem mesmo use soluções caseiras de vidros sujos ou radiografias, isso não filtra os raios ultravioleta.

O método mais seguro para se observar o Sol, suas manchas ou qualquer evento de trânsito como esse com uma luneta ou telescópio é fazer uma projeção da sua imagem em um anteparo claro. Galileu que não era bobo nem nada fazia isso em uma tela de pintura e desenhava as manchas que observava. Para se olhar para o Sol é necessário um bom filtro de densidade, ou seja, nada desses filtros coloridos.

Uma opção segura é procurar a famosa "lente de solda", aquele vidro escuro que cobre o visor dos capacetes e proteção usados por soldadores profissionais. Você pode encontrá-los em casas de material para construção a menos de R$ 10 cada. Se você for mesmo procurar um, compre o número 14, que significa o mais escuro de todos. Eu usei um desses no último eclipse solar total no Chile.

Os trânsitos de Vênus e Mercúrio tiveram importância muito grande na história da astronomia, foi em um trânsito de Vênus que foi possível finalmente se obter a distância Terra-Sol em 1639. O valor obtido era bem menor do que o valor atual, mas ainda assim era o melhor de sua época. Aliás, até então não havia medidas de distâncias absolutas de planetas ao Sol, apenas as distâncias relativas à Terra. 

Por exemplo, sabia-se que a distância de Vênus ao Sol era de uns 70% da distância Terra-Sol, mas ninguém tinha ideia de quantos quilômetros (ou léguas na verdade) isso representava. Hoje em dia, trânsitos de Vênus e Mercúrio são usados para "calibrar" as observações de trânsitos de exoplanetas, ajudando a caracterizá-los melhor.

Para observar o evento de forma segura procure um clube de astronomia, planetário ou universidade que esteja se programando para observar o trânsito. 

Em São Paulo, o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP) vai acompanhar desde cedo, assim como o Observatório do Valongo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Não perca, pois o próximo só em 13 de novembro de 2032! Este é o quarto deste século, com 13 trânsitos do planeta.

AUTOR: G1

segunda-feira, 1 de julho de 2019

SAIBA COMO ACOMPANHAR O ECLIPSE SOLAR TOTAL, NO CHILE, AMANHÃ

Localização do Observatório La Silla, no Chile — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/G1

No pé do deserto do Atacama, o Observatório La Silla tem uma chance rara: estar localizado onde é possível assistir ao próximo eclipse solar total. O evento astronômico acontece nesta terça-feira (2), às 16h39 (17h39 do Brasil). Os telescópios ficam a uma altitude de 2,5 mil metros, longe da poluição visual das luzes da cidade.

VÍDEO explica eclipse solar de terça-feira
Os mitos por trás dos eclipses

Administrado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), o La Silla é o primeiro fundado pela instituição e existe desde 1960. São cerca de 300 artigos científicos publicados por ano, com pesquisas sobre planetas fora do Sistema Solar e revelação de supernovas. Para comemorar seus 50 anos, irá receber 1 mil convidados no momento do eclipse.

Aeroporto lotado

O G1 viajou de São Paulo até La Serena neste domingo (30). No caminho, os aeroportos estavam lotados principalmente de americanos depois dos 40 anos. Um desses viajantes, Lenny Clack, se apaixonou pelos eclipses depois de assistir a uma versão solar total nos Estados Unidos, em 2017. Ele é enfermeiro em Los Angeles, mas tem um novo passatempo: fotografar fenômenos astronômicos.

Ao chegar em La Serena, uma cidade de 250 mil habitantes cercada pelas montanhas e pelo mar, o céu estava laranja no horizonte. A orla é uma das principais avenidas. A região tem uma arquitetura meio praiana, meio histórica.
Aeroporto lotado em La Serena, no Chile — Foto: Carolina Dantas/G1

Mesmo assim, Clack, assim como o G1, não irá assistir ao eclipse na cidade. A maior parte dos turistas deve dormir apenas um dia nos hotéis e depois seguir para escolher um lugar o mais perto possível do deserto, onde a chance de o sol ser encoberto pelas nuvens é menor. A previsão é de sol e tempo seco na terça-feira (2).

Rara coincidência

É raro a sombra coincidir com a localização de um observatório com grandes telescópios. Segundo o ESO, nos últimos 50 anos foram apenas duas vezes: uma em 1961, no L'Observatoire de Haute-Provence, na França; e em 1991, no Mauna Kea, no Havaí.

Por isso, o La Silla pretende fazer algumas experiências e aproveitar as ferramentas disponíveis. Os cientistas vão repetir o experimento científico feito em 1919 em Sobral, no Ceará. Com fotos do céu antes e depois, os pesquisadores que estiveram no Ceará conseguiram imagens que provaram que a força da gravidade do sol altera até o caminho da luz percorrida por outras estrelas até a Terra. Foi o passo decisivo para comprovar a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.

Outros estudos também serão feitos durante o eclipse. O momento ajuda na observação da coroa solar. O Sol, inclusive, tem alguns mistérios que estão em pesquisa pelas agências espaciais: saber mais sobre os ventos solares e entender os motivos de atmosfera externa ser mais quente do que a superfície.

Missões espaciais, duas neste ano (PUNCH e TRACERS) e uma em 2018 (Parker Solar Probe), foram lançadas em busca de novas descobertas. No entanto, o momento do eclipse é ótimo para fazer imagens da coroa, a atmosfera externa, e buscar informações. Isso ocorrerá também em 2 de julho.

O eclipse

Em algumas áreas do Brasil, o fenômeno ocorre de forma parcial, já que a maior parte do país está fora da área que será abraçada pela sombra resultante do alinhamento entre Sol, Lua e Terra. Quem estiver dentro desta faixa dos países vizinhos vai experimentar um privilégio visual: a Lua vai bloquear os raios e, por quase 2 minutos, só será possível ver a coroa do Sol.

Veja mais fotos do Observatório:
Panorâmica com por do sol no Observatório — Foto: B. Tafreshi/ESO
Previsão de como será a visualização do eclipse no Observatório La Silla, no Chile — Foto: ESO
O brilho da Via Láctea atrás do Observatório La Silla — Foto: B. Tafreshi /ESO

AUTOR: G1

sexta-feira, 27 de julho de 2018

NO BRASIL, O MAIOR ECLIPSE DO SÉCULO É VISTO EM DIFERENTES CAPITAIS

Todas as etapas do eclipse lunar visto nesta sexta-feira (27) (Foto: Bay Iismoyo/AFP)

No Brasil, a Lua demorou para aparecer. Por volta das 18h, quando o céu ficou mais escuro por aqui, os primeiros registros foram feitos. Foi o eclipse mais longo do século, com melhor visibilidade na Europa e na África. Sol, Terra e Lua se alinharam, e milhares de pessoas conseguiram acompanhar pelo mundo.

Na fase total, quando estava totalmente dentro da sombra, a Lua ficou vermelha e assumiu sua versão "de sangue". Isso começou por volta das 16h30 e durou até as 18h13. A fase parcial durou até 19h19.

Mesmo com menos tempo e visibilidade no Brasil, a orla de Copacabana lotou. No calçadão, nos quiosques ou na areia, quem passava pelas praias da cidade, no fim da tarde e início da noite, não tirava os olhos do horizonte, à espera da Lua.

Os paulistanos foram até o Parque do Ibirapuera. Por lá, a Lua e Marte foram vistos a olho nu – o planeta vizinho estava muito mais próximo desta vez. Além disso, Júpiter, Saturno e Vênus também podiam ser vistos.
G1 acompanha o maior eclipse do século

Recife foi a cidade que começou mais cedo. Alguns internautas se assustaram com o tempo nublado, mas com o tempo foi melhorando. A Lua surgiu de sangue para quem esperava ansioso no Marco Zero, ponto turístico famoso na cidade pernambucana.

Veja fotos de outras cidades pelo mundo e no Brasil que presenciaram o eclipse lunar total:
Eclipse lunar visto de Boa Viagem, no Recife (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)
Eclipse lunar visto em Vitória (Foto: Staney Fernandes/VC no ESTV)
Lua de Sangue durante eclipse vista sobre o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro (Foto: Carl de Souza/AFP)
Sombra da Terra quase não encobre mais a lua em Belo Horizonte (Foto: Reprodução/TV Globo)
Lua vista durante o eclipse sobre a mesquita do Rei Abdullah, em Amã, na Jordânia (Foto: Muhammad Hamed/Reuters)
Lua cheia vista à partir do Monumento às Bandeiras, no Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo, durante o mais longo eclipse lunar do século 21, nesta sexta-feira, 27. (Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo)

AUTOR: G1

domingo, 22 de julho de 2018

ATENÇÃO!!! O MAIOR ECLIPSE LUNAR DO SÉCULO PODERÁ SER VISTO DO BRASIL, NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA 27/07

Na próxima sexta-feira, dia 27 de julho, o Brasil verá aquele que deve ser o mais longo eclipse lunar total deste século 21.

No país, o início da fase total do eclipse será às 16h30min e o final será às 18h13min, em hora de Brasília. O eclipse lunar vai durar cerca de uma hora e 40 minutos.

De acordo com o Observatório Nacional, a parte leste do Brasil verá o eclipse total - na parte oeste, o eclipse será visto somente como parcial.

O Observatório diz que, para ver a Lua ainda no eclipse total, as pessoas devem buscar um local onde seja possível ver o ceú perto do horizonte a leste.

A partir das 18h13min, a Lua vai começar a sair da sombra mais escura. Nesse momento começará o eclipse parcial, que vai até as 19h19min. Nesse instante a Lua começará a entrar na sombra mais clara, o que marca a fase penumbral do eclipse, que vai terminar às 20h29min.

O que é um eclipse

Um eclipse acontece quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham. Isso faz com que a Terra fique diretamente entre o Sol e a Lua, bloqueando a luz solar.
Eclipse visto de Houston, Texas NORAH MORAN – NASA – JOHNSON SPACE CENTER

O eclipse acontece porque a Lua entra na sombra criada pela Terra.

O que é a 'lua de sangue'?

Quando acontece um eclipse total, a Lua adquire uma cor avermelhada ou alaranjada, por isso algumas pessoas chamam o fenômeno de "lua de sangue".

De acordo com o Observatório Nacional, quando toda a Lua está mergulhada na sombra do Sol, nós vemos o satélite mesmo que ele não esteja recebendo luz direta do Sol. Isso porque luz solar atinge a superfície da Lua por meio da atmosfera da Terra. Algumas faixas de frequência da luz solar são, então, filtradas, criando esse efeito alaranjado, exatamente como acontece nos crepúsculos matutino e vespertino que estamos acostumados a ver antes do nascer e após o pôr do Sol.
Quando acontece um eclipse total, às vezes a Lua pode ficar com uma cor avermelhada ou alaranjada, por isso algumas pessoas chamam o fenômeno de "lua de sangue". GETTY IMAGES

Não é necessário usar um telescópio, mas um bom par de binóculos pode ajudar.

Por que é o eclipse mais longo?

Afinal, por que esse será o eclipse mais longo do século? A pesquisadora do Observatório Nacional Josina Nascimento diz que "é tudo uma questão de geometria: nesse eclipse a Lua vai passar bem no centro da sombra da Terra".

A pesquisadora diz que é fácil ver diversos planetas no céu em julho, principalmente Marte, que estará próximo da Lua no dia do eclipse. "Vários planetas estão visíveis a olho nu no céu: Vênus está visível a oeste após o pôr do Sol, Júpiter já está alto no céu quando o Sol se põe, Saturno está visível também no início da noite a leste e Marte que está em máxima brilhância, está visível a leste logo no início da noite."

Ela lembra que o próximo eclipse total da Lua será na noite de 20 para 21 de janeiro de 2019, quando, diz ela, "o Brasil inteiro verá o eclipse total da Lua do início ao fim".

AUTOR: BBC

ME SIGA NO TWITTER!