Travis Walton | O caso de abdução mais famoso da história - Pixabay/Pawel86
Na manhã de 5 de novembro de 1975, Travis Walton, Mike Rogers, Allen Dalis, John Goulette, Dwayne Smith, Kenneth Peterson e Steve Pierce foram até a Floresta Nacional de Sitgreaves, no Arizona (EUA), podar árvores para o Serviço Florestal. Era uma quarta-feira como outra qualquer, até que eles testemunharam uma aparição que mudaria suas vidas para sempre.
Naquele dia, o sol se pôs mais cedo, mas os homens continuaram a trabalhar até as 18h. Com as serras e os galões de combustível na traseira da picape, eles se acomodaram no veículo para voltar à cidade. No caminho, uma luz clara iluminava o céu escuro, vindo de trás de uma colina adiante na estrada. Seu brilho amarelado ofuscava a vista, enquanto os lenhadores se perguntavam o que poderia ser aquilo. Mike, ao volante, decidiu seguir a luz, até que ela finalmente se revelou. “Meu Deus, é um disco voador!”, gritou Allen.
Disco voador
Os homens estavam diante de um objeto em formato de disco de cerca de 2,5 metros de altura e 6 metros de comprimento, parado a poucos metros de altura do chão. Todos estavam paralisados, menos Travis Walton, que saiu da picape e disparou em direção à máquina. Ele não queria perder a chance de ver um disco voador de perto.
Admirado, ele se aproximou mais e mais para conseguir ver todos os detalhes do disco de metal. O que o lenhador não esperava é que, ao se aproximar, seria atingido por uma luz forte que o acertou como uma grande descarga elétrica. Aterrorizados, os outros seis homens deixaram Walton para trás e fugiram do local.
De volta à estrada, os homens dirigiam por suas vidas, com medo de que o objeto metálico estivesse perseguindo o carro. Depois de muita discussão, eles decidiram voltar. Mas já era tarde demais, nem o amigo ou a nave estavam mais lá.
Em busca de Travis Walton
Os amigos decidiram denunciar o caso às autoridades e não demorou para o boato se espalhar. Grandes buscas foram organizadas, a imprensa e ufólogos da região também apareceram para tentar entender o que estava acontecendo. Nesse meio tempo, a esperança de achá-lo ficava cada vez menor.
Até que, cinco dias depois do desaparecimento, o telefone de Alisson Walton, irmã de Travis Walton, toca no inicio da madrugada. Do outro lado da linha, Travis grita desesperado para que alguém fosse buscá-lo. Apesar da desconfiança, Grant Neff, marido de Alisson, vai em busca do cunhado e o encontra deitado no chão, ainda dentro da cabine telefônica. Ele estava desnorteado, em choque e só falava sobre seres de pele branca e olhos enormes.
Dentro da nave
Depois de ter sido atingido pela luz, Travis acordou deitado em uma maca dura e fria. No começo, imaginou que seus amigos o tinham levado a um hospital por causa da descarga elétrica, mas quando abriu os olhos, ele entrou em pânico.
Ele estava cercado por três figuras humanoides (com braços, pernas e mãos como de humanos), mas de pele extremamente branca e olhos enormes. Travis juntou forças e pulou da cama na esperança de se salvar. Ele saiu pela porta e correu por um longo corredor em busca de ajuda.
Na tentativa de achar a saída, ele trombou com outro tripulante da nave — um homem muito alto e forte, de aparência humana e que usava um capacete de astronauta. Enquanto Travis fazia perguntas e pedia ajuda, o homem não abriu a boca, e foi guiando o lenhador por um caminho de mais corredores e salas.
Em uma dessas alas, estavam mais dois homens e uma mulher, todos de aparência humana como o grandão. Apesar de continuar fazendo perguntas e resistindo ao toque daquelas figuras, Travis cedeu e se viu deitado de novo. A última coisa que ele lembra é de uma máscara cobrindo sua boca e seu nariz, antes de acordar no acostamento de uma estrada.
Realidade ou farsa?
A história de Travis Walton ficou conhecida como o caso de abdução mais bem documentado da história. Isso porque parte da experiência foi testemunhada por seis pessoas — que, inclusive, passaram pelo teste do polígrafo (ou detector de mentiras).
Além de participar de diversos programas de TV, Travis ainda eternizou sua abdução no livro “Fire In The Sky”, lançado em 1978. E apesar de os mais céticos garantirem que a história é oportunista e cheia de furos, comunidades de ufólogos de todo o mundo ainda consideram o ex-lenhador como a prova viva de que alienígenas existem mesmo.
Fonte: Travis Walton
AUTOR: MSN
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quinta-feira, 29 de agosto de 2019
NA ETIÓPIA, UM CRÂNIO DE AUSTRALOPITECO DE 3,8 MILHÕES DE ANOS É DESCOBERTO
Dale Omori/Cleveland Museum of Natural History/Handout via REUTERS
O crânio de um australopiteco (Australopithecus) de 3,8 milhões de anos, em estado "notavelmente completo", foi descoberto na Etiópia. A descoberta, revelada por estudos divulgados nesta quarta-feira (28), abala, mais uma vez, nossa visão da evolução da espécie.
"Este crânio é um dos mais completos fósseis de hominídeos de mais de 3 milhões de anos", disse Yohannes Haile-Selassie, do Museu de História Natural de Cleveland, nos Estados Unidos, coautor de dois estudos publicados na revista "Nature". Em um comentário no periódico, Fred Spoor, do Museu de História Natural de Londres, o estudioso completa que a descoberta pode "se tornar um novo ícone da evolução humana", ao lado dos célèbres "Toumaï", "Ardi" e "Lucy".
Comparativamente, o esqueleto Toumaï (um Sahelanthropus tchadensis), considerado por alguns paleontólogos como o primeiro representante da linhagem humana, tem cerca de 7 milhões de anos. Foi encontrado no Chade, em 2001.
Descoberto na Etiópia, Ardi (ou Ardipithecus ramidus, uma outra espécie de hominídeo) teria 4,5 milhões de anos, e Lucy, a Australopiteco mais conhecida, descoberta na Etiópia em 1974, tem 3,2 milhões de anos. Outros fósseis de Australopiteco, menos conhecidos, têm no mínimo 3,9 milhões de anos, mas apenas o maxilar e os dentes foram encontrados. Sem o crânio, nossa compreensão da evolução desses hominídeos extintos permanecia muito parcial.
Descoberto em fevereiro de 2016 no sítio de Woranso-Mille, na região de Afar, na Etiópia (a 55 quilômetros de onde estava Lucy), este novo fóssil, chamado MRD, pertencia a um dos primeiros Australopitecos, os Australopithecus anamensis.
Sonho que virou realidade
"Achávamos que o A. anamensis (MRD) se transformava progressivamente em A. afarensis (Lucy) com o tempo", explica Stephanie Melillo, do Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology, na Alemanha, coautor dos dois estudos. Mas esta última descoberta bagunça o tabuleiro do que se sabia até então, mostrando que as duas espécies teriam se cruzado nas savanas de Afar durante cerca de 100.000 anos.
“Isso muda nossa compreensão do processo de evolução e destaca novas questões: estavam em competição pelo alimento, ou pelo espaço?", pergunta Stephanie Melillo.
Ainda que bem pequeno, o crânio deve ser o de um adulto, do gênero masculino a priori. Reconstituições faciais feitas com base em características do fóssil revelam um hominídeo com as maçãs projetadas, maxilar proeminente, nariz largo e testa estreita.
Para surpresa dos pesquisadores, o crânio se apresenta como uma mistura de características próprias dos Sahelanthropus, como o Toumaï, e dos Ardipithecus, como o Ardi, mas também de outras espécies mais "recentes". "Até hoje, havia um grande abismo entre os ancestrais humanos mais antigos, que têm cerca de 6 milhões de anos, e de espécies como a Lucy, que têm três milhões de anos", relata Stephanie Melillo, para quem esta descoberta "reconecta o espaço morfológico entre estes dois grupos".
Em um primeiro momento, apenas seu maxilar era visível. "Não acreditei nos meus olhos quando vi o resto do crânio", lembra Yohannes Haile-Selassie, que descreve "um momento eureka", "um sonho que se tornou realidade".
AUTOR: MSN
O crânio de um australopiteco (Australopithecus) de 3,8 milhões de anos, em estado "notavelmente completo", foi descoberto na Etiópia. A descoberta, revelada por estudos divulgados nesta quarta-feira (28), abala, mais uma vez, nossa visão da evolução da espécie.
"Este crânio é um dos mais completos fósseis de hominídeos de mais de 3 milhões de anos", disse Yohannes Haile-Selassie, do Museu de História Natural de Cleveland, nos Estados Unidos, coautor de dois estudos publicados na revista "Nature". Em um comentário no periódico, Fred Spoor, do Museu de História Natural de Londres, o estudioso completa que a descoberta pode "se tornar um novo ícone da evolução humana", ao lado dos célèbres "Toumaï", "Ardi" e "Lucy".
Comparativamente, o esqueleto Toumaï (um Sahelanthropus tchadensis), considerado por alguns paleontólogos como o primeiro representante da linhagem humana, tem cerca de 7 milhões de anos. Foi encontrado no Chade, em 2001.
Descoberto na Etiópia, Ardi (ou Ardipithecus ramidus, uma outra espécie de hominídeo) teria 4,5 milhões de anos, e Lucy, a Australopiteco mais conhecida, descoberta na Etiópia em 1974, tem 3,2 milhões de anos. Outros fósseis de Australopiteco, menos conhecidos, têm no mínimo 3,9 milhões de anos, mas apenas o maxilar e os dentes foram encontrados. Sem o crânio, nossa compreensão da evolução desses hominídeos extintos permanecia muito parcial.
Descoberto em fevereiro de 2016 no sítio de Woranso-Mille, na região de Afar, na Etiópia (a 55 quilômetros de onde estava Lucy), este novo fóssil, chamado MRD, pertencia a um dos primeiros Australopitecos, os Australopithecus anamensis.
Sonho que virou realidade
"Achávamos que o A. anamensis (MRD) se transformava progressivamente em A. afarensis (Lucy) com o tempo", explica Stephanie Melillo, do Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology, na Alemanha, coautor dos dois estudos. Mas esta última descoberta bagunça o tabuleiro do que se sabia até então, mostrando que as duas espécies teriam se cruzado nas savanas de Afar durante cerca de 100.000 anos.
“Isso muda nossa compreensão do processo de evolução e destaca novas questões: estavam em competição pelo alimento, ou pelo espaço?", pergunta Stephanie Melillo.
Ainda que bem pequeno, o crânio deve ser o de um adulto, do gênero masculino a priori. Reconstituições faciais feitas com base em características do fóssil revelam um hominídeo com as maçãs projetadas, maxilar proeminente, nariz largo e testa estreita.
Para surpresa dos pesquisadores, o crânio se apresenta como uma mistura de características próprias dos Sahelanthropus, como o Toumaï, e dos Ardipithecus, como o Ardi, mas também de outras espécies mais "recentes". "Até hoje, havia um grande abismo entre os ancestrais humanos mais antigos, que têm cerca de 6 milhões de anos, e de espécies como a Lucy, que têm três milhões de anos", relata Stephanie Melillo, para quem esta descoberta "reconecta o espaço morfológico entre estes dois grupos".
Em um primeiro momento, apenas seu maxilar era visível. "Não acreditei nos meus olhos quando vi o resto do crânio", lembra Yohannes Haile-Selassie, que descreve "um momento eureka", "um sonho que se tornou realidade".
AUTOR: MSN
sexta-feira, 23 de agosto de 2019
CONHEÇA 6 CAUSAS DE MORTES BIZARRAS QUE OCORRERAM ATRAVÉS DA HISTÓRIA
Apesar de muitas pessoas decidirem não falar sobre isso, uma verdade é universal: a morte chegará para todos nós.
E, pensando nisso, é comum que maioria de nós prefira essa passagem pacificamente e de preferência em uma cama durante a velhice, após viver uma vida feliz.
Mas, infelizmente para alguns de nós, acidentes ou desventuras nos fazem encontrar um fim prematuro e mesmo que morrer não seja algo legal – já que é sempre trágico para quem vai e para quem fica – no decorrer da história existiram alguns finais realmente bizarros.
Algumas delas parecem muito mais lendas que fatos, inclusive. Conheça causas de morte bizarras que ocorreram através da história:
Apesar de muitas pessoas decidirem não falar sobre isso, uma verdade é universal: a morte chegará para todos nós.
E, pensando nisso, é comum que maioria de nós prefira essa passagem pacificamente e de preferência em uma cama durante a velhice, após viver uma vida feliz. Mas, infelizmente para alguns de nós, acidentes ou desventuras nos fazem encontrar um fim prematuro e mesmo que morrer não seja algo legal – já que é sempre trágico para quem vai e para quem fica – no decorrer da história existiram alguns finais realmente bizarros.
Algumas delas parecem muito mais lendas que fatos, inclusive. Conheça 6 causas de morte bizarras que ocorreram através da história:
6 – Morte pela queda de uma tartaruga

@Wikipedia
Diz a lenda que ele havia recebido uma profecia de que ele morreria por causa de um objeto em queda. A fim de se proteger, o escritor sempre trabalhava ao ar livre, já que assim nada poderia cair em sua cabeça
Porém um dia, Ésquilo morreu quando uma grande tartaruga “caiu do céu” em sua própria cabeça. A literatura através dos tempos sugere que uma águia passageira confundiu sua careca com uma pedra e, na tentativa de encontrar uma ferramenta adequada para abrir (e comer) sua presa, a águia jogou a tartaruga na cabeça de Aeschylus, matando-o instantaneamente.
Apesar de muitos pensarem que a tartaruga foi arremessada na cabeça dele = talvez por quem ditou a profecia em si – é válido lembrar que aves de rapina se alimentavam de tartarugas na região em que Ésquilo morreu e assim é até hoje.
[Britannica]
5 – Estrangulada por um cachecol

@Wikimedia Commons
Todavia, o mundo ficou chocado com sua morte por um acidente automobilístico bizarro em Nice, na França, em 1927: Isadora era passageira em um carro aberto quando seu longo cachecol ficou preso na roda do veículo. A estrela foi arrancada do carro em movimento pela peça presa, que então a jogou no chão e fez quebrar seu pescoço.
E, para piorar a situação, em uma trágica coincidência em 1913, um carro sendo conduzido pela babá de Duncan mergulhou no rio Sena, perto de Paris, matando seus dois filhos.
[LA Times]
4 – A maldição do Faraó

@Wikimedia Commons
A vítima, George Herbert, foi um filantropo que financiou a expedição arqueológica de Howard Carter ao túmulo de Tutancâmon, em 1922. Acontece que o 5º Conde de Carnarvon morreu no Egito sob circunstâncias bizarras apenas seis semanas após a abertura da câmara funerária.
Herbert foi picado por um mosquito enquanto se barbeava e a ferida foi infectada, sendo que ele morreu de envenenamento. Muitos ainda citam a morte de Herbert como evidência da maldição de Tutancâmon.
As notícias da época afirmavam que o corpo mumificado de Tutancâmon tinha uma picada de mosquito no mesmo local da ferida fatal de Herbert. Doze pessoas presentes na abertura do sarcófago morreram em poucos meses uma da outra em circunstâncias igualmente estranhas e até hoje estima-se que houve algum tipo de condição fatal ou mesmo inalações de gases para que essas mortes ocorressem. Todo caso, ainda é um mistério o que de fato aconteceu.
3 – Barba assassina

@Wikimedia Commons
E sim, existem provas disso: a igreja de St. Stephan em Braunau am Inn, que fica no que hoje é a fronteira germano-austríaca, tem um memorial para o ex-prefeito da cidade que morreu em circunstâncias bizarras.
Hans Steininger o burgomestre da cidade durante a década de 1560 e era conhecido como “o homem da barba longa”. Steininger, segundo relatos, nunca havia aparado sua barba na vida e ela chegava até os pés.
Entretanto, ao tentar fugir de um incêndio que eclodiu na cidade em 1567, ele tropeçou em sua barba prodigiosamente longa, quebrando o pescoço. A barba de 452 anos foi preservada para a posteridade no museu da cidade.
[Tourismus Braunau am Inn]
2 – Rir não é o melhor remédio

@Wikimedia Commons
Ele foi um cortesão do século 17, que serviu tanto o rei Charles I como Charles II antes de enfrentar a prisão na Torre de Londres e, eventualmente, ser exilado para a Europa. Estima-se que o jovem escocês um pouco excêntrico teria morrido de “risadas excessivas” quando ouviu a notícia de que Carlos II havia recuperado o trono, em 1660.
Parece estranho, mas por incrível que pareça, histórias de morte por riso não são totalmente desconhecidas: há relatos de que o rei Martin de Aragão e o filósofo grego Chrysippus relataram ter morrido nessas condições.
Acredita-se que, em tais casos, supondo que eles realmente tenham acontecido, o riso excessivo na verdade causou asfixia ou insuficiência cardíaca.
[Britannica]
1 – morto por um caixão

@The London Dead
Os presentes da cerimônia pediram aos carregadores do caixão que se virassem para que o caixão se aproximasse de cabeça, da maneira costumeira. E Henry Taylor foi a vítima disso, sendo morto pelo próprio caixão que carregava, já que durante a manobra para a nova posição acabou escorregando, fazendo com que o caixão caísse sobre si e o esmagasse até a morte.
[The London Dead]
AUTOR: MISTÉRIOS DO MUNDO
terça-feira, 6 de agosto de 2019
CONHEÇA CRIMES QUE CHOCARAM A HUMANIDADE E AINDA NÃO FORAM RESOLVIDOS
*(Foto meramente ilustrativa: reprodução Internet)
O assassinato misterioso
Um dos crimes mais assustadores e sem resposta da história foi o assassinato da atriz norte-americana Elizabeth Short. Em 1947, o corpo da Dália Negra - apelido por que era conhecida - foi encontrado num terreno baldio em Los Angeles (Estados Unidos).
O corpo da atriz estava mutilado e cortado ao meio da cintura para cima e os órgãos também foram retirados. Apesar de terem existido muitos suspeitos do homicídio, o crime nunca foi solucionado e até hoje permanece um mistério.
O Homem do Machado
Entre 1911 e 1919, um misterioso 'homem do machado' aterrorizou a cidade de Nova Orleães (Estados Unidos). A maioria das suas vítimas, maioritariamente mulheres, era morta de forma brutal e masoquista com um machado - a arma que utilizava sempre.
Muitas pessoas acabaram por morrer assassinadas por este misterioso homem, o qual nunca foi encontrado, sendo que a sua identidade permanece um mistério até aos dias de hoje. Outras teorias dizem que o Homem do Machado era um espécie de máfia constituída por vários assassinos.
Os Assassinatos de Keddie
Os Assassinatos de Keddie foram um quádruplo homicídio que ocorreu em Keddie, uma estância turística no Norte da Califórnia, Estados Unidos, em 1981.
As vítimas foram 4 membros da família Sharp que foram esfaqueados e espancados até à morte por um misterioso assassino. Até hoje, nunca foi encontrado o culpado e a cabana onde os crimes ocorreram foi demolida em 2004.
As crianças desaparecidas
Na Véspera de Natal, dia 24 de dezembro de 1945, um incêndio destruiu a casa da família Sodder em Fayetteville (Estados Unidos). Na altura, os habitantes da casa eram George Sodder, a sua esposa Jennie, e nove dos seus dez filhos.
Durante o incêndio, George, Jennie, e quatro dos nove filhos escaparam, mas os corpos das restantes cinco crianças - que ficaram presas na habitação - nunca mais foram encontrados. Os Sodder acreditavam que os seus filhos tinham sobrevivido devido a uma uma série de circunstâncias invulgares que ocorreram antes e durante o incêndio.
A morte misteriosa dos 9 esquiadores
Incidente do Passo Dyatlov foi um acontecimento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte dos Montes Urais (Rússia) na noite de 2 de fevereiro de 1959. A ausência de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores inspiraram intensas especulações.
Os investigadores da época determinaram que os esquiadores rasgaram as suas barracas de dentro para fora e fugiram a pé na tempestade de neve. Apesar de os corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas.
O caso Taman Shud
Um homem não identificado foi encontrado numa praia em Adelaide (Austrália) em dezembro 1948. No seu bolso tinha um papel com uma frase que dizia: 'Tamán shud' que significa 'terminado' na língua persa.
O homem desconhecido tinha veneno espalhado no seu corpo mas as autoridades nunca conseguiram identificar se foi suicídio, homicídio, ou a identidade da vítima. O caso permanece até hoje um mistério e foi alvo de várias especulações no país.
O assassinato na herdade de Hinterkaifeck
Em 1922 durante a noite, seis moradores da herdade de Hinterkaifeck situada na Alemanha, foram brutalmente assassinados com uma picareta.
O caso chocou o país e foram várias as tentativas falhas para tentar encontrar o culpado do crime. Até hoje permanece um mistério da identidade do assassino e também os motivos que o levaram a cometer o crime.
A estrada amaldiçoada
De 1969 a 2011, pelo menos 18 mulheres foram assassinadas ou desapareceram ao longo da Rodovia 16 na Colúmbia Britânica (Canadá) enquanto caminhavam. As mulheres desaparecidas foram encontradas mortas num trecho da estrada que os moradores apelidaram de Rodovia das Lágrimas.
Uma unidade especial formada pela Real Polícia Montada do Canadá ligou os 18 casos, a essa parte da estrada e duas vias secundárias. Outras mulheres desapareceram desde então, e ativistas comunitários e parentes das desaparecidas dizem acreditar que o total chega a perto de 50. Quase todos os casos continuam sem solução e sem respostas.
O assassinato de Kyllikki Saari
Uma menina de 17 anos de seu nome - Auli Kyllikki Saari - foi encontrada morta num descampado da Finlândia no ano de 1953. A menina estava a voltar para casa de bicicleta depois de uma reunião de orações quando foi atacada por uma pessoa não identificada.
Entre os suspeitos estão um padre da paróquia e um homem que passou muito tempo internado num hospício. Mas os verdadeiros culpados nunca foram apanhados e o crime permanece hoje um mistério.
O desaparecimento de Madeleine McCann
Em maio de 2007, a menina inglesa Madeleine McCann, de apenas 3 anos, desapareceu do seu quarto de hotel no Algarve (Portugal) enquanto os seus pais jantavam com amigos.
O caso foi considerado sequestro, até que um teste de DNA indicou que a menina terá morrido no quarto de hotel.
O caso de sequestro foi reaberto em 2008 e até hoje nunca se soube o que verdadeiramente aconteceu nessa fatídica noite. Os mistérios do desaparecimento e da morte de Madeleine McCann correram o mundo, mas mesmo assim muitas perguntas ficaram por ser respondidas.
O homicídio do Lago Bodom
No dia 4 de Junho de 1960, quatro jovens decidiram acampar no Lago Bodom, situado na Finlândia. Durante a noite, as duas adolescentes e um dos rapazes foram esfaqueados e espancados até à morte com pedras.
Anos mais tarde, em 2004, o único sobrevivente, Nils Gustafsson, foi acusado de matar os seus amigos devido ao facto de querer sexo com uma das garotas. No entanto, a justiça o considerou inocente e até hoje o trágico acontecimento continua um mistério.
O assassinato do presidente John F. Kennedy
O 35º presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, morreu assassinado no dia 22 de novembro de 1963, em Dallas, Texas.
Kennedy foi mortalmente ferido por disparos enquanto circulava no automóvel presidencial na Praça Dealey. Foi o quarto presidente dos Estados Unidos a ser assassinado e o oitavo que morreu no exercício do cargo.
Duas investigações oficiais concluíram que Lee Harvey Oswald, um empregado do armazém Texas School Book Depository foi o assassino. Uma delas indicava que Oswald atuou sozinho e outra sugeria que teve pelo menos um cúmplice. O assassinato esteve sempre sujeito a especulações e dúvidas e ainda hoje é alvo de um grande número de teorias da conspiração.
O perseguidor noturno
De 1979 até 1989, um homem até hoje não identificado assassinou pelo menos 10 pessoas e violou mais de 50 mulheres do sul da Califórnia (Estados Unidos).
O perseguidor noturno nunca foi preso e vários suspeitos foram excluídos por DNA, álibi, e outros meios e métodos de investigação. O crime continua ainda hoje com muitas perguntas sem resposta.
O assassino de Houston
Em 1965, as partes dos corpos de Fred e Edwina Rogers foram encontrados enrolados em prateleiras dentro do seu frigorífico.
A polícia acredita que o filho, Charles Rogers, cometeu o crime, uma vez que nunca mais foi visto desde o incidente. O crime continua, no entanto, sem provas evidentes e o mistério subsiste.
(Fonte: www.noticiasaominuto.com)
AUTOR: MUNDO REAL 21
O mundo em que vivemos é também palco de muitos crimes ao longo da história da humanidade. Apesar de muitos dos criminosos terem sido capturados pelas autoridades, ainda existem crimes sem solução e que até hoje permanecem sem respostas. Alguns culpados continuaram impunes.
Aqui mostramos alguns crimes macabros que contam vários mistérios.
Ao longo da história da humanidade, o mundo tem sido palco de muitos crimes que espalharam a morte por vários locais do mundo. Apesar de a justiça atuar em muitos casos, houve alguns criminosos que escaparam impunes depois de protagonizarem atos brutais. Até hoje, existem histórias 'mal contadas' e fatos por apurar.
Aqui mostramos os crimes que ocorreram e que continuam sem respostas e repletos de mistério.
Ao longo da história da humanidade, o mundo tem sido palco de muitos crimes que espalharam a morte por vários locais do mundo. Apesar de a justiça atuar em muitos casos, houve alguns criminosos que escaparam impunes depois de protagonizarem atos brutais. Até hoje, existem histórias 'mal contadas' e fatos por apurar.
Aqui mostramos os crimes que ocorreram e que continuam sem respostas e repletos de mistério.
O assassinato misterioso
Um dos crimes mais assustadores e sem resposta da história foi o assassinato da atriz norte-americana Elizabeth Short. Em 1947, o corpo da Dália Negra - apelido por que era conhecida - foi encontrado num terreno baldio em Los Angeles (Estados Unidos).
O corpo da atriz estava mutilado e cortado ao meio da cintura para cima e os órgãos também foram retirados. Apesar de terem existido muitos suspeitos do homicídio, o crime nunca foi solucionado e até hoje permanece um mistério.
O Homem do Machado
Entre 1911 e 1919, um misterioso 'homem do machado' aterrorizou a cidade de Nova Orleães (Estados Unidos). A maioria das suas vítimas, maioritariamente mulheres, era morta de forma brutal e masoquista com um machado - a arma que utilizava sempre.
Muitas pessoas acabaram por morrer assassinadas por este misterioso homem, o qual nunca foi encontrado, sendo que a sua identidade permanece um mistério até aos dias de hoje. Outras teorias dizem que o Homem do Machado era um espécie de máfia constituída por vários assassinos.
Os Assassinatos de Keddie
Os Assassinatos de Keddie foram um quádruplo homicídio que ocorreu em Keddie, uma estância turística no Norte da Califórnia, Estados Unidos, em 1981.
As vítimas foram 4 membros da família Sharp que foram esfaqueados e espancados até à morte por um misterioso assassino. Até hoje, nunca foi encontrado o culpado e a cabana onde os crimes ocorreram foi demolida em 2004.
As crianças desaparecidas
Na Véspera de Natal, dia 24 de dezembro de 1945, um incêndio destruiu a casa da família Sodder em Fayetteville (Estados Unidos). Na altura, os habitantes da casa eram George Sodder, a sua esposa Jennie, e nove dos seus dez filhos.
Durante o incêndio, George, Jennie, e quatro dos nove filhos escaparam, mas os corpos das restantes cinco crianças - que ficaram presas na habitação - nunca mais foram encontrados. Os Sodder acreditavam que os seus filhos tinham sobrevivido devido a uma uma série de circunstâncias invulgares que ocorreram antes e durante o incêndio.
A morte misteriosa dos 9 esquiadores
Incidente do Passo Dyatlov foi um acontecimento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte dos Montes Urais (Rússia) na noite de 2 de fevereiro de 1959. A ausência de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores inspiraram intensas especulações.
Os investigadores da época determinaram que os esquiadores rasgaram as suas barracas de dentro para fora e fugiram a pé na tempestade de neve. Apesar de os corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas.
O caso Taman Shud
Um homem não identificado foi encontrado numa praia em Adelaide (Austrália) em dezembro 1948. No seu bolso tinha um papel com uma frase que dizia: 'Tamán shud' que significa 'terminado' na língua persa.
O homem desconhecido tinha veneno espalhado no seu corpo mas as autoridades nunca conseguiram identificar se foi suicídio, homicídio, ou a identidade da vítima. O caso permanece até hoje um mistério e foi alvo de várias especulações no país.
O assassinato na herdade de Hinterkaifeck
Em 1922 durante a noite, seis moradores da herdade de Hinterkaifeck situada na Alemanha, foram brutalmente assassinados com uma picareta.
O caso chocou o país e foram várias as tentativas falhas para tentar encontrar o culpado do crime. Até hoje permanece um mistério da identidade do assassino e também os motivos que o levaram a cometer o crime.
A estrada amaldiçoada
De 1969 a 2011, pelo menos 18 mulheres foram assassinadas ou desapareceram ao longo da Rodovia 16 na Colúmbia Britânica (Canadá) enquanto caminhavam. As mulheres desaparecidas foram encontradas mortas num trecho da estrada que os moradores apelidaram de Rodovia das Lágrimas.
Uma unidade especial formada pela Real Polícia Montada do Canadá ligou os 18 casos, a essa parte da estrada e duas vias secundárias. Outras mulheres desapareceram desde então, e ativistas comunitários e parentes das desaparecidas dizem acreditar que o total chega a perto de 50. Quase todos os casos continuam sem solução e sem respostas.
O assassinato de Kyllikki Saari
Uma menina de 17 anos de seu nome - Auli Kyllikki Saari - foi encontrada morta num descampado da Finlândia no ano de 1953. A menina estava a voltar para casa de bicicleta depois de uma reunião de orações quando foi atacada por uma pessoa não identificada.
Entre os suspeitos estão um padre da paróquia e um homem que passou muito tempo internado num hospício. Mas os verdadeiros culpados nunca foram apanhados e o crime permanece hoje um mistério.
O desaparecimento de Madeleine McCann
Em maio de 2007, a menina inglesa Madeleine McCann, de apenas 3 anos, desapareceu do seu quarto de hotel no Algarve (Portugal) enquanto os seus pais jantavam com amigos.
O caso foi considerado sequestro, até que um teste de DNA indicou que a menina terá morrido no quarto de hotel.
O caso de sequestro foi reaberto em 2008 e até hoje nunca se soube o que verdadeiramente aconteceu nessa fatídica noite. Os mistérios do desaparecimento e da morte de Madeleine McCann correram o mundo, mas mesmo assim muitas perguntas ficaram por ser respondidas.
O homicídio do Lago Bodom
No dia 4 de Junho de 1960, quatro jovens decidiram acampar no Lago Bodom, situado na Finlândia. Durante a noite, as duas adolescentes e um dos rapazes foram esfaqueados e espancados até à morte com pedras.
Anos mais tarde, em 2004, o único sobrevivente, Nils Gustafsson, foi acusado de matar os seus amigos devido ao facto de querer sexo com uma das garotas. No entanto, a justiça o considerou inocente e até hoje o trágico acontecimento continua um mistério.
O assassinato do presidente John F. Kennedy
O 35º presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, morreu assassinado no dia 22 de novembro de 1963, em Dallas, Texas.
Kennedy foi mortalmente ferido por disparos enquanto circulava no automóvel presidencial na Praça Dealey. Foi o quarto presidente dos Estados Unidos a ser assassinado e o oitavo que morreu no exercício do cargo.
Duas investigações oficiais concluíram que Lee Harvey Oswald, um empregado do armazém Texas School Book Depository foi o assassino. Uma delas indicava que Oswald atuou sozinho e outra sugeria que teve pelo menos um cúmplice. O assassinato esteve sempre sujeito a especulações e dúvidas e ainda hoje é alvo de um grande número de teorias da conspiração.
O perseguidor noturno
De 1979 até 1989, um homem até hoje não identificado assassinou pelo menos 10 pessoas e violou mais de 50 mulheres do sul da Califórnia (Estados Unidos).
O perseguidor noturno nunca foi preso e vários suspeitos foram excluídos por DNA, álibi, e outros meios e métodos de investigação. O crime continua ainda hoje com muitas perguntas sem resposta.
O assassino de Houston
Em 1965, as partes dos corpos de Fred e Edwina Rogers foram encontrados enrolados em prateleiras dentro do seu frigorífico.
A polícia acredita que o filho, Charles Rogers, cometeu o crime, uma vez que nunca mais foi visto desde o incidente. O crime continua, no entanto, sem provas evidentes e o mistério subsiste.
(Fonte: www.noticiasaominuto.com)
AUTOR: MUNDO REAL 21
ASTEROIDE DE 570 METROS PASSARÁ BEM PERTO DA TERRA
No próximo 10 de agosto, o asteroide 2006 QQ23 passará a apenas 0,049 unidades astronômicas (cerca de 8 milhões de quilômetros) da Terra, viajando a 16.740 km/h. Isso pode não parecer próximo, mas está perto o suficiente para classificá-lo como um asteroide próximo da Terra. Além disso, está perto o suficiente para ser rotulado como potencialmente perigoso.
A rocha espacial mede cerca de 570 metros de diâmetro, o que é maior que a altura do famoso Empire State Building, que possui 443 metros. Agora, embora pareça desconcertante que um asteroide “potencialmente perigoso” do tamanho de um edifício esteja se aproximando da Terra (ou relativamente próximo dentro dos padrões cósmicos), não devemos nos preocupar com a queda desta rocha em nosso planeta.
A NASA rastreia cometas e asteroides que se aproximam da Terra, não por serem ameaças iminentes, mas por garantir que não se tornem ameaças. Todos os anos, cerca de seis objetos espaciais do tamanho do asteroide 2006 QQ23 passam pela Terra, quase se tornando um evento de rotina.
Enquanto a NASA não acredita que um asteroide colidirá com a Terra em breve, no entanto, a agência monitora objetos próximos da Terra e tanto a NASA quanto outras agências espaciais estão desenvolvendo esforços para desviar asteroides que possam um dia ameaçarem afetar nosso planeta.
Na verdade, a NASA está desenvolvendo o Teste de Redirecionamento de Asteroides Duplos, ou DART, que será uma espaçonave de defesa planetária. A agência planeja lançar a nave em asteroides que poderiam representar uma ameaça à Terra. Esta é a primeira missão de defesa planetária da NASA e a agência espera que o DART mantenha a Terra a salvo de asteroides que possam vir a colidir conosco. [LiveScience]
AUTOR: MISTÉRIOS DO ESPAÇO
A rocha espacial mede cerca de 570 metros de diâmetro, o que é maior que a altura do famoso Empire State Building, que possui 443 metros. Agora, embora pareça desconcertante que um asteroide “potencialmente perigoso” do tamanho de um edifício esteja se aproximando da Terra (ou relativamente próximo dentro dos padrões cósmicos), não devemos nos preocupar com a queda desta rocha em nosso planeta.
A NASA rastreia cometas e asteroides que se aproximam da Terra, não por serem ameaças iminentes, mas por garantir que não se tornem ameaças. Todos os anos, cerca de seis objetos espaciais do tamanho do asteroide 2006 QQ23 passam pela Terra, quase se tornando um evento de rotina.
Enquanto a NASA não acredita que um asteroide colidirá com a Terra em breve, no entanto, a agência monitora objetos próximos da Terra e tanto a NASA quanto outras agências espaciais estão desenvolvendo esforços para desviar asteroides que possam um dia ameaçarem afetar nosso planeta.
Na verdade, a NASA está desenvolvendo o Teste de Redirecionamento de Asteroides Duplos, ou DART, que será uma espaçonave de defesa planetária. A agência planeja lançar a nave em asteroides que poderiam representar uma ameaça à Terra. Esta é a primeira missão de defesa planetária da NASA e a agência espera que o DART mantenha a Terra a salvo de asteroides que possam vir a colidir conosco. [LiveScience]
AUTOR: MISTÉRIOS DO ESPAÇO
terça-feira, 30 de julho de 2019
3 NOVOS PLANETAS SÃO DESCOBERTOS FORA DO SISTEMA SOLAR POR CIENTISTAS, COM AJUDA DE SATÉLITE DA NASA
Satélite Tess, da Nasa, observa mais de 200 mil estrelas brilhantes em busca de planetas fora do sistema solar — Foto: Nasa
O satélite Tess, o "caçador de planetas" da agência espacial americana (Nasa), encontrou três novos planetas que estão entre os menores detectados fora do Sistema Solar. A descoberta foi publicada nesta segunda-feira (29) pela revista "Nature Astronomy".
O Tess (Transiting Exoplanet Survey Satellite, em inglês) foi desenvolvido pela Nasa em colaboração com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Ele observará uma área 20 vezes maior que o seu antecessor, o satélite Kepler. Segundo estimativas da missão, 20 mil novos exoplanetas – termo usado para os que estão fora do Sistema Solar – serão conhecidos e acompanhados por telescópios da Terra.
As novas descobertas mostram mundos com características parecidas com os encontrados no Sistema Solar.
Um dos três exoplanetas é como a Terra, um pouco maior e com uma superfície rochosa, e foi chamado de planeta b. Os outros dois, os planetas c e d, são gasosos e parecidos com Netuno, mas com cerca de metade do tamanho.
O satélite Tess, o "caçador de planetas" da agência espacial americana (Nasa), encontrou três novos planetas que estão entre os menores detectados fora do Sistema Solar. A descoberta foi publicada nesta segunda-feira (29) pela revista "Nature Astronomy".
O Tess (Transiting Exoplanet Survey Satellite, em inglês) foi desenvolvido pela Nasa em colaboração com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Ele observará uma área 20 vezes maior que o seu antecessor, o satélite Kepler. Segundo estimativas da missão, 20 mil novos exoplanetas – termo usado para os que estão fora do Sistema Solar – serão conhecidos e acompanhados por telescópios da Terra.
As novas descobertas mostram mundos com características parecidas com os encontrados no Sistema Solar.
Um dos três exoplanetas é como a Terra, um pouco maior e com uma superfície rochosa, e foi chamado de planeta b. Os outros dois, os planetas c e d, são gasosos e parecidos com Netuno, mas com cerca de metade do tamanho.
Eles estão localizados a 73 anos-luz de distância.
Satélite TESS foi lançado em uma parceria da Nasa com a SpaceX — Foto: Space X/Twitter
Sistema 'TOI-2070'
O novo trio está no sistema que recebeu o nome "TOI-2070". Planetas b, c e d têm aproximadamente o mesmo tamanho e, de acordo com os astrônomos do estudo, podem ser um "elo perdido" na formação de planetas, já que têm características da Terra e de Netuno. Eles orbitam uma estrela com erupções frequentes e com tempestades como o Sol.
Inicialmente, a descoberta do TOI-270 pelos cientistas causou uma expectativa grande, já que os planetas estão em uma zona com temperatura habitável, com chance de suportar água.
A descoberta de uma atmosfera muito espessa, com a criação de um forte efeito estufa, acabou desanimando a equipe. Há, ainda, a esperança de fazer novas descobertas mais "habitáveis".
"O TOI-270 é uma verdadeira Disneylândia para a ciência de exoplanetas e um dos principais sistemas já descobertos pelo Tess", diz Maximilian Günther, do Instituto Kavli de Astrofísica e Pesquisa Espacial do MIT.
AUTOR: G1
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Sistema 'TOI-2070'
O novo trio está no sistema que recebeu o nome "TOI-2070". Planetas b, c e d têm aproximadamente o mesmo tamanho e, de acordo com os astrônomos do estudo, podem ser um "elo perdido" na formação de planetas, já que têm características da Terra e de Netuno. Eles orbitam uma estrela com erupções frequentes e com tempestades como o Sol.
Inicialmente, a descoberta do TOI-270 pelos cientistas causou uma expectativa grande, já que os planetas estão em uma zona com temperatura habitável, com chance de suportar água.
A descoberta de uma atmosfera muito espessa, com a criação de um forte efeito estufa, acabou desanimando a equipe. Há, ainda, a esperança de fazer novas descobertas mais "habitáveis".
"O TOI-270 é uma verdadeira Disneylândia para a ciência de exoplanetas e um dos principais sistemas já descobertos pelo Tess", diz Maximilian Günther, do Instituto Kavli de Astrofísica e Pesquisa Espacial do MIT.
AUTOR: G1
segunda-feira, 29 de julho de 2019
SAIBA DE 4 MISTÉRIOS MACABROS DA INTERNET QUE PERMANECEM SEM SOLUÇÃO
Renan Hamann @renanham
A internet é berço de muito conhecimento. Nela podemos encontrar informações sobre os mais diversos assuntos, sendo necessário apenas um pouco de curiosidade e vontade de procurar. Mesmo assim, é preciso deixar bem claro que as histórias sem pé nem cabeça ainda são maioria na rede. Pois é... O que não falta são histórias mal contadas, mistérios sem solução e conteúdos malucos.
E é justamente sobre essa segunda parte que nós vamos falar hoje! Está curioso para conhecer cinco dos mistérios bizarros que surgiram na internet e que ainda permanecem não resolvidos? Então prepare a pipoca, sua lupa de detetive e seu copo de água com açúcar para conseguir se manter calmo com tantas coisas misteriosas.
1. Karin Catherine Waldegrave
Em 2011, uma mulher chamada Karin Catherine Waldegrave começou a agir de uma maneira muito estranha em seu perfil no Facebook. Sem alertas de qualquer desordem psicológica anterior, ela começou a dedicar cerca de 12 horas por dia para responder às mensagens que ela mesmo postava na rede social — havendo pouca ou nenhuma interação com outras pessoas.
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Por causa de sua formação (PHD na Univerdade de Toronto e domínio de vários idiomas), sugiram as suspeitas de que ela estaria tentando enviar mensagens codificadas. Além disso, também havia muitos posts que pareciam sem sentido e algumas menções a teorias de conspiração envolvendo CIA, FBI, homens de preto, nazistas e até a elite. Isso prosseguiu por um bom tempo, até que ela desapareceu completamente.
Hoje, a única pista que os amigos têm dela está em uma página no Facebook — clique aqui para acessar. Nesta página, postagens misteriosas de administradores desconhecidos revelam algumas afirmando que Karin ainda está viva, mas a última atualização ocorreu em janeiro de 2015. O que será que podemos pensar dessa história?
2. 62.10401554464931 24.459908986464143
Em agosto de 2014, um novo vídeo foi publicado no YouTube com o nome “62.10401554464931 24.459908986464143”. De acordo com um usuário do Reddit, ele teria descoberto o vídeo após fazer uma busca com caracteres randômicos e, assim, chegou ao material bizarro que você pode ver logo abaixo deste parágrafo.
Como você pode perceber, não parece haver muito sentido em nada do que está sendo mostrado. Isso gerou muitas suspeitas de que o vídeo seria apenas um hoax criado para tentar intrigar as pessoas — se foi isso, objetivo concluído. Por outro lado, foi descoberto que o “62.10401554464931 24.459908986464143” também serve como coordenadas para uma floresta na Finlândia. Será que existe alguma história macabra escondida por trás desse vídeo?
3. Katy Robinson
Essa história começou em 2008 e o palco principal foi o 4chan. Lá, uma suposta garota chamada Katy Robinson enviou uma foto dela mesma para um board no fórum — aparentemente, ela apenas errou o arquivo na hora de fazer o upload. Por causa de seu peso, ela sofreu muitos ataques de outros membros do serviço e logo ficou offline.
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Um dia depois, outra garota entrou no fórum dizendo que era irmã de Katy e que a primeira menina havia se suicidado por causa das ofensas. A história nunca foi confirmada, mas dias depois surgiu um novo perfil chamado Jeff the Killer e ele começou a fazer comentários e postagens. Para deixar tudo mais perturbador, era bem claro que a foto de perfil de Jeff era uma modificação da foto de Katy Robinson.
A partir desse momento, começaram a ser especuladas as probabilidades do caso. Seria Jeff the Killer um dos garotos que atacou Katy antes de ela se suicidar? Seria a própria Katy responsável pelos perfis falsos de sua irmã e do assassino? Talvez jamais saibamos a resposta.
4. Oct282011
O que você faria se chegasse até um site chamado “Oct282011”, que trazia uma contagem regressiva para o dia 28 de outubro de 2011? Certamente você ficaria curioso para saber o que aquela contagem significava. Mas você teria medo ou ficaria desconfortável se o site ainda trouxesse uma série de informações desconexas, imagens sem sentido e diagramas científicos?
AUTOR: TECMUNDO
A internet é berço de muito conhecimento. Nela podemos encontrar informações sobre os mais diversos assuntos, sendo necessário apenas um pouco de curiosidade e vontade de procurar. Mesmo assim, é preciso deixar bem claro que as histórias sem pé nem cabeça ainda são maioria na rede. Pois é... O que não falta são histórias mal contadas, mistérios sem solução e conteúdos malucos.
E é justamente sobre essa segunda parte que nós vamos falar hoje! Está curioso para conhecer cinco dos mistérios bizarros que surgiram na internet e que ainda permanecem não resolvidos? Então prepare a pipoca, sua lupa de detetive e seu copo de água com açúcar para conseguir se manter calmo com tantas coisas misteriosas.
1. Karin Catherine Waldegrave
Em 2011, uma mulher chamada Karin Catherine Waldegrave começou a agir de uma maneira muito estranha em seu perfil no Facebook. Sem alertas de qualquer desordem psicológica anterior, ela começou a dedicar cerca de 12 horas por dia para responder às mensagens que ela mesmo postava na rede social — havendo pouca ou nenhuma interação com outras pessoas.
Por causa de sua formação (PHD na Univerdade de Toronto e domínio de vários idiomas), sugiram as suspeitas de que ela estaria tentando enviar mensagens codificadas. Além disso, também havia muitos posts que pareciam sem sentido e algumas menções a teorias de conspiração envolvendo CIA, FBI, homens de preto, nazistas e até a elite. Isso prosseguiu por um bom tempo, até que ela desapareceu completamente.
Hoje, a única pista que os amigos têm dela está em uma página no Facebook — clique aqui para acessar. Nesta página, postagens misteriosas de administradores desconhecidos revelam algumas afirmando que Karin ainda está viva, mas a última atualização ocorreu em janeiro de 2015. O que será que podemos pensar dessa história?
2. 62.10401554464931 24.459908986464143
Em agosto de 2014, um novo vídeo foi publicado no YouTube com o nome “62.10401554464931 24.459908986464143”. De acordo com um usuário do Reddit, ele teria descoberto o vídeo após fazer uma busca com caracteres randômicos e, assim, chegou ao material bizarro que você pode ver logo abaixo deste parágrafo.
Como você pode perceber, não parece haver muito sentido em nada do que está sendo mostrado. Isso gerou muitas suspeitas de que o vídeo seria apenas um hoax criado para tentar intrigar as pessoas — se foi isso, objetivo concluído. Por outro lado, foi descoberto que o “62.10401554464931 24.459908986464143” também serve como coordenadas para uma floresta na Finlândia. Será que existe alguma história macabra escondida por trás desse vídeo?
3. Katy Robinson
Essa história começou em 2008 e o palco principal foi o 4chan. Lá, uma suposta garota chamada Katy Robinson enviou uma foto dela mesma para um board no fórum — aparentemente, ela apenas errou o arquivo na hora de fazer o upload. Por causa de seu peso, ela sofreu muitos ataques de outros membros do serviço e logo ficou offline.
Um dia depois, outra garota entrou no fórum dizendo que era irmã de Katy e que a primeira menina havia se suicidado por causa das ofensas. A história nunca foi confirmada, mas dias depois surgiu um novo perfil chamado Jeff the Killer e ele começou a fazer comentários e postagens. Para deixar tudo mais perturbador, era bem claro que a foto de perfil de Jeff era uma modificação da foto de Katy Robinson.
A partir desse momento, começaram a ser especuladas as probabilidades do caso. Seria Jeff the Killer um dos garotos que atacou Katy antes de ela se suicidar? Seria a própria Katy responsável pelos perfis falsos de sua irmã e do assassino? Talvez jamais saibamos a resposta.
4. Oct282011
O que você faria se chegasse até um site chamado “Oct282011”, que trazia uma contagem regressiva para o dia 28 de outubro de 2011? Certamente você ficaria curioso para saber o que aquela contagem significava. Mas você teria medo ou ficaria desconfortável se o site ainda trouxesse uma série de informações desconexas, imagens sem sentido e diagramas científicos?
AUTOR: TECMUNDO
sexta-feira, 5 de julho de 2019
ALERTA: ESTUDO DIZ, BRASIL TEM 50 MILHÕES DE HECTARES 'VAZIOS' PARA REPLANTAR ÁRVORES
Alta Floresta, em MT. — Foto: Rudimar Cipriani/ Divulgação
O Brasil tem 50 milhões de hectares disponíveis para o reflorestamento em locais que não estão cobertos nem por zonas urbanas, nem por florestas, nem pela agricultura.
O Brasil tem 50 milhões de hectares disponíveis para o reflorestamento em locais que não estão cobertos nem por zonas urbanas, nem por florestas, nem pela agricultura.
Essa área – semelhante ao tamanho de toda a Espanha – é formada por terras degradadas, seja devido ao desmatamento, ou pelo abandono após a agricultura, e poderia receber mudas de árvores para ajudar a mitigar o aquecimento global, segundo um estudo publicado na revista "Science" desta sexta-feira (5).
Em todo o mundo, a área disponível para o reflorestamento soma 0,9 bilhão de hectare. Neste espaço caberia 1,2 trilhão de novas mudas. Elas seriam capazes de absorver 205 gigatoneladas de carbono, segundo os pesquisadores – um pouco abaixo das 300 gigatoneladas já emitidas pela humanidade desde 1800.
Segundo a pesquisa, mais da metade da área disponível está concentrada em seis grandes países: Rússia, com 151 milhões de hectares para o reflorestamento; Estados Unidos (103 milhões); Canadá (78 milhões); Austrália (58 milhões), Brasil (50 milhões) e China (40 milhões).
Um dos autores do estudo, o geógrafo e ecólogo Jean-François Bastin, faz uma ressalva em relação à área do Brasil:
Em todo o mundo, a área disponível para o reflorestamento soma 0,9 bilhão de hectare. Neste espaço caberia 1,2 trilhão de novas mudas. Elas seriam capazes de absorver 205 gigatoneladas de carbono, segundo os pesquisadores – um pouco abaixo das 300 gigatoneladas já emitidas pela humanidade desde 1800.
Segundo a pesquisa, mais da metade da área disponível está concentrada em seis grandes países: Rússia, com 151 milhões de hectares para o reflorestamento; Estados Unidos (103 milhões); Canadá (78 milhões); Austrália (58 milhões), Brasil (50 milhões) e China (40 milhões).
Um dos autores do estudo, o geógrafo e ecólogo Jean-François Bastin, faz uma ressalva em relação à área do Brasil:
O estudo não eliminou as áreas de pastagem dedicadas aos rebanhos do país.
Imagem publicada no estudo mostra onde poderiam ser replantadas as novas árvores, excluindo áreas de floresta, áreas urbanas e terras agrícolas. A escala de cores vai do amarelo (0% de cobertura florestal) ao azul (100% de cobertura florestal) — Foto: J. Bastin/Science/Reprodução
Árvores contra o aquecimento
Os pesquisadores partiram da premissa de que o reflorestamento é uma das estratégias mais efetivas contra o aquecimento global, já que no processo de fotossíntese as árvores absorvem o CO2 emitido pela queima de combustíveis fósseis.
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Árvores contra o aquecimento
Os pesquisadores partiram da premissa de que o reflorestamento é uma das estratégias mais efetivas contra o aquecimento global, já que no processo de fotossíntese as árvores absorvem o CO2 emitido pela queima de combustíveis fósseis.
Eles queriam, então, descobrir onde havia área disponível para isso.
De acordo com o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), seria necessário 1 bilhão de novos hectares de floresta para o planeta restringir o aquecimento global a 1,5°C até 2050.
De acordo com o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), seria necessário 1 bilhão de novos hectares de floresta para o planeta restringir o aquecimento global a 1,5°C até 2050.
Caso nenhuma medida seja adotada, esta barreira climática deverá ser ultrapassada entre 2030 e 2052.
Os pesquisadores se basearam em imagens de satélite para mapear os locais onde já havia concentrações urbanas, agricultura e florestas. Excluindo estas áreas, chegaram aos locais com potencial de reflorestamento, de acordo com as características do solo e do clima.
"Este trabalho captura a magnitude do que as florestas podem fazer por nós", diz à revista "Science" o ecologista Greg Asner, da Universidade Estadual do Arizona, em Tempe, que não esteve envolvido na pesquisa.
Os pesquisadores se basearam em imagens de satélite para mapear os locais onde já havia concentrações urbanas, agricultura e florestas. Excluindo estas áreas, chegaram aos locais com potencial de reflorestamento, de acordo com as características do solo e do clima.
"Este trabalho captura a magnitude do que as florestas podem fazer por nós", diz à revista "Science" o ecologista Greg Asner, da Universidade Estadual do Arizona, em Tempe, que não esteve envolvido na pesquisa.
"Eles precisam desempenhar um papel se a humanidade quiser alcançar nossas metas de mitigação climática."
Além da captura de carbono, as florestas também trazem maior biodiversidade e redução da erosão.
Raios de sol passam por entre as árvores da floresta urbana de Eilenriede em Hannover, na Alemanha — Foto: Julian Stratenschulte/DPA/AP
AUTOR: G1
Além da captura de carbono, as florestas também trazem maior biodiversidade e redução da erosão.
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AUTOR: G1
terça-feira, 2 de julho de 2019
SAIBA DE 5 HISTÓRIAS MISTERIOSAS QUE DESAFIAM A LÓGICA
Se você é do tipo que vive se perguntando quem somos, de onde viemos e para onde vamos, talvez já tenha quebrado a cabeça na tentativa de desvendar alguns mistérios complicados: será que estamos sozinhos nesse mundo? Será que as pessoas que afirmam ter contato com seres do além estão dizendo a verdade? Será?
Até a mais cética das criaturas já deve ter se perguntado a respeito dessas questões, e se você é do tipo que gosta de conhecer algumas histórias bizarras, confira a lista abaixo, repleta de casos que não são assim tão simples de se explicar:
1 – O milagre da Capela de Loretto
Fonte da imagem: Reprodução/Listverse
Tudo começou com a construção da capela de Loretto, no Novo México. O arquiteto responsável pela obra foi assassinado com um tiro, e quando o projeto ficou, finalmente, completo, um problema veio à tona: não havia escada para que as freiras pudessem subir até o local destinado ao coral da igreja e que fica localizado um piso acima de todo o restante da estrutura.
Como se isso não bastasse, praticamente não havia espaço para a construção de uma escada de última hora. O que as freiras fizeram? Rezaram sem parar por nove dias até que um carpinteiro pobre e mal vestido se ofereceu para construir a tal escada. Dizem que ele só usou ferramentas primárias e dispensou até mesmo o uso de pregos!
O tal voluntário acabou construindo uma escada em formato espiral, deixando todos intrigados com o fato de que a estrutura não tinha um eixo central. Depois de terminar o trabalho, o homem simplesmente foi embora, sem pedir qualquer tipo de pagamento.
As freiras acreditam que o tal homem era, na verdade, São José, protetor dos carpinteiros. Os mais céticos defendem a ideia de que o carpinteiro era um francês chamado Fraçois-Jean Rochas. E aí, o que você acha disso? A escada hoje em dia é visitada por muitas pessoas.
2 – Os túmulos enjaulados
Fonte da imagem: Reprodução/Listverse
Esses túmulos estão localizados no cemitério Mt. Zion, de Catawissa, na Pensilvânia. São covas com grades de ferro sobre elas. Além das estruturas em si, é curioso reparar que os corpos “presos” são de mulheres que morreram em junho de 1852. Uma das sepulturas, pertencente a Rebecca Clayton, foi removida em 1930. O que se sabe é que Rebecca morreu poucas semanas antes da outra das duas mortas.
As três mulheres eram próximas, jovens e recém-casadas. Esses fatos levaram a população local a acreditar que elas eram vampiras – tudo isso na Pensilvânia, vale lembrar – e que as celas foram colocadas dessa maneira para impedir que elas saíssem de suas covas e corressem sedentas de sangue em direção ao próximo pescoço humano.
Outro fato interessante: no século XIX era comum que sepulturas fossem roubadas já que muitas pessoas eram enterradas com joias e itens valiosos. Além disso, muitos cadáveres roubados eram vendidos a escolas de Medicina para serem dissecados. Por mais mórbido que pareça, era assim que muita gente ganhava a vida nessa época. Então há suspeitas de que as celas serviam também para impedir esse tipo de roubo. Bizarro, não é mesmo?
Sobre as mortes terem sido próximas umas das outras, o que se imagina é que, já que as três mulheres eram próximas, talvez elas dividissem a mesma fonte de água. No século XIX as condições sanitárias eram péssimas e o surgimento de doenças devido à água contaminada era super comum.
3 – A maldição da família Lemp
Fonte da imagem: Reprodução/Listverse
A família Lemp era a responsável pela produção de cervejas em St. Louis, Missouri, nos EUA. Lá, eles eram conhecidos pela qualidade alemã das bebidas que faziam. William J. Lemp, um dos donos do negócio, empolgado com o sucesso das cervejas, comprou uma grande casa para criar seus filhos – ele tinha muitos, mas seu favorito era Frederick, com quem ele contava para futuramente tocar os negócios da família.
Infelizmente, Frederick teve problemas de saúde e morreu devido a uma parada cardíaca antes mesmo de completar seus 30 anos. O que se sabe é que depois dessa morte, muita coisa estranha aconteceu com a família Lemp, começando pelo próprio Frederick, que, segundo o que contam assombrava o próprio pai, que teve sua saúde deteriorada.
No dia 1º de janeiro de 1920, o melhor amigo de William, Frederick Pabst, morreu. Pouco mais de um mês depois, William deu um tiro na própria cabeça em sua mansão. Uma das filhas do cervejeiro, Elsa, que estava em profunda depressão devido a problemas em seu casamento, atirou contra seu próprio coração no dia 19 de março.
A desestruturação da família acabou com a cervejaria, que foi vendida em 1922 por muito menos do que valia. Cinco meses depois da venda outro filho de William, Billy, também atirou contra o próprio coração no escritório da mansão.
Alguns anos depois, Charles Lemp, outro filho de William, voltou para a casa da família, onde permaneceu completamente recluso até resolver – adivinha – dar um tiro em si mesmo no dia 10 de maio de 1949, quando tinha 77 anos. Em sua nota de suicídio, escreveu: “caso eu seja encontrado morto, culpem apenas a mim mesmo”.
A casa agora é um restaurante e sustenta também o título de um dos lugares mais mal-assombrados da América. Também pudera!
4 – Os Maero
Fonte da imagem: Reprodução/Listverse
Você já deve ter ouvido a respeito do povo Maori, da Nova Zelândia, conhecido por seus costumes peculiares, como os desenhos faciais e a prática do canibalismo. Por mais perigosos que pareçam, os Maori têm medo de outro povo, que eles chamam de Maero.
Segundo as descrições, os maeros são homens selvagens que vivem na floresta. Eles são cobertos com muito pelo e apresentam dedos compridos e “ossudos”, utilizados para comer carne crua. De acordo com os Maori, esses homens selvagens têm origens sobrenaturais.
Uma das histórias mais comuns contadas pelos Maori diz respeito a um homem chamado Tukoio, que foi atacado por um Maero. Tukoio lutou contra a criatura e a decapitou. Voltando para seu vilarejo, a cabeça que o Maori carregava começou a gritar: “meus filhos, eu estou sendo arrastado!”. Tukoio se assustou, jogou a cabeça ao chão e fugiu. Mais tarde, ele e outro homem de seu vilarejo descobriram que tanto o corpo quanto a cabeça do Maero haviam sumido e se unido, misteriosamente.
5 – A voz de Charles Dickens
Fonte da imagem: Reprodução/Listverse
O escritor morreu aos 58 anos enquanto trabalhava duro em um novo livro, que deveria ser chamado “O Mistério de Edwin Drood”. A história era a respeito de um assassinato misterioso, com a morte e o desaparecimento de Edwin. Infelizmente, Dickens morreu antes de o livro ficar pronto.
Em 1873 um homem chamado Thomas James terminou o livro inacabado de Dickens, afirmando que o próprio escritor havia contado para ele qual era o final da história. Teria Charles Dickens virado um fantasma? O fato é que James disse ter ido ao túmulo do escritor e ouvido o próprio narrar o final do livro.
A edição concluída por uma espécie de psicografia foi impressa e vendida (!), sendo mais bem recebida nos EUA do que no Reino Unido. Detalhe: Thomas James nunca escreveu outro livro, e viveu sua vida apenas com os lucros do arremate que deu à obra de Dickens. Aí tem coisa, hein!
AUTOR: MEGA CURIOSO
Até a mais cética das criaturas já deve ter se perguntado a respeito dessas questões, e se você é do tipo que gosta de conhecer algumas histórias bizarras, confira a lista abaixo, repleta de casos que não são assim tão simples de se explicar:
1 – O milagre da Capela de Loretto

Tudo começou com a construção da capela de Loretto, no Novo México. O arquiteto responsável pela obra foi assassinado com um tiro, e quando o projeto ficou, finalmente, completo, um problema veio à tona: não havia escada para que as freiras pudessem subir até o local destinado ao coral da igreja e que fica localizado um piso acima de todo o restante da estrutura.
Como se isso não bastasse, praticamente não havia espaço para a construção de uma escada de última hora. O que as freiras fizeram? Rezaram sem parar por nove dias até que um carpinteiro pobre e mal vestido se ofereceu para construir a tal escada. Dizem que ele só usou ferramentas primárias e dispensou até mesmo o uso de pregos!
O tal voluntário acabou construindo uma escada em formato espiral, deixando todos intrigados com o fato de que a estrutura não tinha um eixo central. Depois de terminar o trabalho, o homem simplesmente foi embora, sem pedir qualquer tipo de pagamento.
As freiras acreditam que o tal homem era, na verdade, São José, protetor dos carpinteiros. Os mais céticos defendem a ideia de que o carpinteiro era um francês chamado Fraçois-Jean Rochas. E aí, o que você acha disso? A escada hoje em dia é visitada por muitas pessoas.
2 – Os túmulos enjaulados

Esses túmulos estão localizados no cemitério Mt. Zion, de Catawissa, na Pensilvânia. São covas com grades de ferro sobre elas. Além das estruturas em si, é curioso reparar que os corpos “presos” são de mulheres que morreram em junho de 1852. Uma das sepulturas, pertencente a Rebecca Clayton, foi removida em 1930. O que se sabe é que Rebecca morreu poucas semanas antes da outra das duas mortas.
As três mulheres eram próximas, jovens e recém-casadas. Esses fatos levaram a população local a acreditar que elas eram vampiras – tudo isso na Pensilvânia, vale lembrar – e que as celas foram colocadas dessa maneira para impedir que elas saíssem de suas covas e corressem sedentas de sangue em direção ao próximo pescoço humano.
Outro fato interessante: no século XIX era comum que sepulturas fossem roubadas já que muitas pessoas eram enterradas com joias e itens valiosos. Além disso, muitos cadáveres roubados eram vendidos a escolas de Medicina para serem dissecados. Por mais mórbido que pareça, era assim que muita gente ganhava a vida nessa época. Então há suspeitas de que as celas serviam também para impedir esse tipo de roubo. Bizarro, não é mesmo?
Sobre as mortes terem sido próximas umas das outras, o que se imagina é que, já que as três mulheres eram próximas, talvez elas dividissem a mesma fonte de água. No século XIX as condições sanitárias eram péssimas e o surgimento de doenças devido à água contaminada era super comum.
3 – A maldição da família Lemp

A família Lemp era a responsável pela produção de cervejas em St. Louis, Missouri, nos EUA. Lá, eles eram conhecidos pela qualidade alemã das bebidas que faziam. William J. Lemp, um dos donos do negócio, empolgado com o sucesso das cervejas, comprou uma grande casa para criar seus filhos – ele tinha muitos, mas seu favorito era Frederick, com quem ele contava para futuramente tocar os negócios da família.
Infelizmente, Frederick teve problemas de saúde e morreu devido a uma parada cardíaca antes mesmo de completar seus 30 anos. O que se sabe é que depois dessa morte, muita coisa estranha aconteceu com a família Lemp, começando pelo próprio Frederick, que, segundo o que contam assombrava o próprio pai, que teve sua saúde deteriorada.
No dia 1º de janeiro de 1920, o melhor amigo de William, Frederick Pabst, morreu. Pouco mais de um mês depois, William deu um tiro na própria cabeça em sua mansão. Uma das filhas do cervejeiro, Elsa, que estava em profunda depressão devido a problemas em seu casamento, atirou contra seu próprio coração no dia 19 de março.
A desestruturação da família acabou com a cervejaria, que foi vendida em 1922 por muito menos do que valia. Cinco meses depois da venda outro filho de William, Billy, também atirou contra o próprio coração no escritório da mansão.
Alguns anos depois, Charles Lemp, outro filho de William, voltou para a casa da família, onde permaneceu completamente recluso até resolver – adivinha – dar um tiro em si mesmo no dia 10 de maio de 1949, quando tinha 77 anos. Em sua nota de suicídio, escreveu: “caso eu seja encontrado morto, culpem apenas a mim mesmo”.
A casa agora é um restaurante e sustenta também o título de um dos lugares mais mal-assombrados da América. Também pudera!
4 – Os Maero

Você já deve ter ouvido a respeito do povo Maori, da Nova Zelândia, conhecido por seus costumes peculiares, como os desenhos faciais e a prática do canibalismo. Por mais perigosos que pareçam, os Maori têm medo de outro povo, que eles chamam de Maero.
Segundo as descrições, os maeros são homens selvagens que vivem na floresta. Eles são cobertos com muito pelo e apresentam dedos compridos e “ossudos”, utilizados para comer carne crua. De acordo com os Maori, esses homens selvagens têm origens sobrenaturais.
Uma das histórias mais comuns contadas pelos Maori diz respeito a um homem chamado Tukoio, que foi atacado por um Maero. Tukoio lutou contra a criatura e a decapitou. Voltando para seu vilarejo, a cabeça que o Maori carregava começou a gritar: “meus filhos, eu estou sendo arrastado!”. Tukoio se assustou, jogou a cabeça ao chão e fugiu. Mais tarde, ele e outro homem de seu vilarejo descobriram que tanto o corpo quanto a cabeça do Maero haviam sumido e se unido, misteriosamente.
5 – A voz de Charles Dickens

O escritor morreu aos 58 anos enquanto trabalhava duro em um novo livro, que deveria ser chamado “O Mistério de Edwin Drood”. A história era a respeito de um assassinato misterioso, com a morte e o desaparecimento de Edwin. Infelizmente, Dickens morreu antes de o livro ficar pronto.
Em 1873 um homem chamado Thomas James terminou o livro inacabado de Dickens, afirmando que o próprio escritor havia contado para ele qual era o final da história. Teria Charles Dickens virado um fantasma? O fato é que James disse ter ido ao túmulo do escritor e ouvido o próprio narrar o final do livro.
A edição concluída por uma espécie de psicografia foi impressa e vendida (!), sendo mais bem recebida nos EUA do que no Reino Unido. Detalhe: Thomas James nunca escreveu outro livro, e viveu sua vida apenas com os lucros do arremate que deu à obra de Dickens. Aí tem coisa, hein!
AUTOR: MEGA CURIOSO
segunda-feira, 1 de julho de 2019
SAIBA COMO ACOMPANHAR O ECLIPSE SOLAR TOTAL, NO CHILE, AMANHÃ
Localização do Observatório La Silla, no Chile — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/G1
No pé do deserto do Atacama, o Observatório La Silla tem uma chance rara: estar localizado onde é possível assistir ao próximo eclipse solar total. O evento astronômico acontece nesta terça-feira (2), às 16h39 (17h39 do Brasil). Os telescópios ficam a uma altitude de 2,5 mil metros, longe da poluição visual das luzes da cidade.
VÍDEO explica eclipse solar de terça-feira
Os mitos por trás dos eclipses
Administrado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), o La Silla é o primeiro fundado pela instituição e existe desde 1960. São cerca de 300 artigos científicos publicados por ano, com pesquisas sobre planetas fora do Sistema Solar e revelação de supernovas. Para comemorar seus 50 anos, irá receber 1 mil convidados no momento do eclipse.
Aeroporto lotado
O G1 viajou de São Paulo até La Serena neste domingo (30). No caminho, os aeroportos estavam lotados principalmente de americanos depois dos 40 anos. Um desses viajantes, Lenny Clack, se apaixonou pelos eclipses depois de assistir a uma versão solar total nos Estados Unidos, em 2017. Ele é enfermeiro em Los Angeles, mas tem um novo passatempo: fotografar fenômenos astronômicos.
Ao chegar em La Serena, uma cidade de 250 mil habitantes cercada pelas montanhas e pelo mar, o céu estava laranja no horizonte. A orla é uma das principais avenidas. A região tem uma arquitetura meio praiana, meio histórica.
Aeroporto lotado em La Serena, no Chile — Foto: Carolina Dantas/G1
Mesmo assim, Clack, assim como o G1, não irá assistir ao eclipse na cidade. A maior parte dos turistas deve dormir apenas um dia nos hotéis e depois seguir para escolher um lugar o mais perto possível do deserto, onde a chance de o sol ser encoberto pelas nuvens é menor. A previsão é de sol e tempo seco na terça-feira (2).
Rara coincidência
É raro a sombra coincidir com a localização de um observatório com grandes telescópios. Segundo o ESO, nos últimos 50 anos foram apenas duas vezes: uma em 1961, no L'Observatoire de Haute-Provence, na França; e em 1991, no Mauna Kea, no Havaí.
Por isso, o La Silla pretende fazer algumas experiências e aproveitar as ferramentas disponíveis. Os cientistas vão repetir o experimento científico feito em 1919 em Sobral, no Ceará. Com fotos do céu antes e depois, os pesquisadores que estiveram no Ceará conseguiram imagens que provaram que a força da gravidade do sol altera até o caminho da luz percorrida por outras estrelas até a Terra. Foi o passo decisivo para comprovar a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.
Outros estudos também serão feitos durante o eclipse. O momento ajuda na observação da coroa solar. O Sol, inclusive, tem alguns mistérios que estão em pesquisa pelas agências espaciais: saber mais sobre os ventos solares e entender os motivos de atmosfera externa ser mais quente do que a superfície.
Missões espaciais, duas neste ano (PUNCH e TRACERS) e uma em 2018 (Parker Solar Probe), foram lançadas em busca de novas descobertas. No entanto, o momento do eclipse é ótimo para fazer imagens da coroa, a atmosfera externa, e buscar informações. Isso ocorrerá também em 2 de julho.
O eclipse
Em algumas áreas do Brasil, o fenômeno ocorre de forma parcial, já que a maior parte do país está fora da área que será abraçada pela sombra resultante do alinhamento entre Sol, Lua e Terra. Quem estiver dentro desta faixa dos países vizinhos vai experimentar um privilégio visual: a Lua vai bloquear os raios e, por quase 2 minutos, só será possível ver a coroa do Sol.
Veja mais fotos do Observatório:
Panorâmica com por do sol no Observatório — Foto: B. Tafreshi/ESO
Previsão de como será a visualização do eclipse no Observatório La Silla, no Chile — Foto: ESO
O brilho da Via Láctea atrás do Observatório La Silla — Foto: B. Tafreshi /ESO
AUTOR: G1
No pé do deserto do Atacama, o Observatório La Silla tem uma chance rara: estar localizado onde é possível assistir ao próximo eclipse solar total. O evento astronômico acontece nesta terça-feira (2), às 16h39 (17h39 do Brasil). Os telescópios ficam a uma altitude de 2,5 mil metros, longe da poluição visual das luzes da cidade.
VÍDEO explica eclipse solar de terça-feira
Os mitos por trás dos eclipses
Administrado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), o La Silla é o primeiro fundado pela instituição e existe desde 1960. São cerca de 300 artigos científicos publicados por ano, com pesquisas sobre planetas fora do Sistema Solar e revelação de supernovas. Para comemorar seus 50 anos, irá receber 1 mil convidados no momento do eclipse.
Aeroporto lotado
O G1 viajou de São Paulo até La Serena neste domingo (30). No caminho, os aeroportos estavam lotados principalmente de americanos depois dos 40 anos. Um desses viajantes, Lenny Clack, se apaixonou pelos eclipses depois de assistir a uma versão solar total nos Estados Unidos, em 2017. Ele é enfermeiro em Los Angeles, mas tem um novo passatempo: fotografar fenômenos astronômicos.
Ao chegar em La Serena, uma cidade de 250 mil habitantes cercada pelas montanhas e pelo mar, o céu estava laranja no horizonte. A orla é uma das principais avenidas. A região tem uma arquitetura meio praiana, meio histórica.
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Mesmo assim, Clack, assim como o G1, não irá assistir ao eclipse na cidade. A maior parte dos turistas deve dormir apenas um dia nos hotéis e depois seguir para escolher um lugar o mais perto possível do deserto, onde a chance de o sol ser encoberto pelas nuvens é menor. A previsão é de sol e tempo seco na terça-feira (2).
Rara coincidência
É raro a sombra coincidir com a localização de um observatório com grandes telescópios. Segundo o ESO, nos últimos 50 anos foram apenas duas vezes: uma em 1961, no L'Observatoire de Haute-Provence, na França; e em 1991, no Mauna Kea, no Havaí.
Por isso, o La Silla pretende fazer algumas experiências e aproveitar as ferramentas disponíveis. Os cientistas vão repetir o experimento científico feito em 1919 em Sobral, no Ceará. Com fotos do céu antes e depois, os pesquisadores que estiveram no Ceará conseguiram imagens que provaram que a força da gravidade do sol altera até o caminho da luz percorrida por outras estrelas até a Terra. Foi o passo decisivo para comprovar a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.
Outros estudos também serão feitos durante o eclipse. O momento ajuda na observação da coroa solar. O Sol, inclusive, tem alguns mistérios que estão em pesquisa pelas agências espaciais: saber mais sobre os ventos solares e entender os motivos de atmosfera externa ser mais quente do que a superfície.
Missões espaciais, duas neste ano (PUNCH e TRACERS) e uma em 2018 (Parker Solar Probe), foram lançadas em busca de novas descobertas. No entanto, o momento do eclipse é ótimo para fazer imagens da coroa, a atmosfera externa, e buscar informações. Isso ocorrerá também em 2 de julho.
O eclipse
Em algumas áreas do Brasil, o fenômeno ocorre de forma parcial, já que a maior parte do país está fora da área que será abraçada pela sombra resultante do alinhamento entre Sol, Lua e Terra. Quem estiver dentro desta faixa dos países vizinhos vai experimentar um privilégio visual: a Lua vai bloquear os raios e, por quase 2 minutos, só será possível ver a coroa do Sol.
Veja mais fotos do Observatório:
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AUTOR: G1
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