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segunda-feira, 11 de julho de 2016

5 SERIAL KILLERS ARREPIANTES (QUE AINDA ESTÃO À SOLTA)

Um Serial Killer, para aqueles que não sabem, é um assassino em série. A grande maioria desses podem ser pessoas psicopatas e/ou sociopatas. Por vezes, essas pessoas estão muito mais próximas do que imaginamos, e acabamos por nos envolver com elas, sem nem fazer ideia de com o que estamos lidando. Para que isso não aconteça, ou se repita, dê uma olhada nessa matéria aqui no MUNDO REAL 21 sobre Como detectar um psicopata.

Agora, existem as chances de você ser um psicopata/sociopata e também não sabe. Será que existe essa possibilidade? Ficou em dúvida? Ou só está com uma “vontadezinha” de descobrir? Nesses links você pode descobrir algumas coisinhas sobre sua própria personalidade. 

Bem, focando um pouco nos fatos históricos temos alguns clássicos da literatura e cinema que são representações notáveis de Serial Killers. Como por exemplo Jack Estripador, Hannibal Lecter, Norman Bates (do filme Psicose), Jigsaw (de Jogos Mortais), Freddy Krueger, Ghostface (da cinessérie Pânico), Patrick Bateman (de Psicopata Americano), Dexter Morgan, entre tantos outros. Sendo que, alguns deles são baseados em histórias reais.

Pensando em todos esses casos, achei válido falar mais um pouco sobre o assunto. Nessa matéria selecioneis uma listinha com 5 serial killers arrepiantes (que ainda estão à solta). É muito importante lembrarmos que não estou aqui para criticar, julgar, nem impor verdades absolutas. Meu objetivo é único e exclusivo de informar e entreter.

1 – O assassino da máquina de refrigerantes
Em 1985, no Japão, se iniciou uma onda de vítimas por envenenamento. Trinta e cinco pessoas foram hospitalizadas e doze morreram, por conta de um veneno chamado Herbicida Paraquat. No começo a polícia não conseguiu detectar de onde vinha o veneno, até que descobriram uma única coisa em comum entre os casos, todas as vítimas haviam consumido bebidas máquinas de refrigerantes, embora não tivessem bebidos, todos, o mesmo tipo de líquido. O problema é que no Japão existem em torno de cinco máquinas dessas por metro quadrado. Depois de muitos exames.

Quando a polícia conseguiu detectar quais e onde ficavam essas máquinas, os fabricantes foram alertados e estes começaram a colocar avisos, dizendo que se algo estranho fosse encontrado na bebida, ou a qualquer mínimo sintoma que as pessoas fossem imediatamente para o hospital. Claro que, de uma maneira que não fizesse com que as pessoas parassem de consumir as bebidas.

Infelizmente, esse é um caso sem solução. Os envenenamentos pararam na mesma noite, mas não fora encontrado nem sequer um suspeito. Provavelmente o assassino está por aí, tomando um refrigerante e procurando uma nova maneira de matar pessoas sem ser descoberto, se é que já não encontrou.

2 – O assassino de Emonton

Desde 1975, os corpos de, pelo menos, 30 mulheres foram encontrados jogados em campos perto de Edmonton, Alberta, Canadá. Alguns foram queimados até a morte. Infelizmente, para as famílias e amigos, muitas dessas pessoas eram profissionais do sexo e, outras, indígenas, fatores que significam que a polícia sempre dará mais atenção à chamados como “evasões escolares” e “gatos presos em árvores”.

Só que, depois de quarenta anos e dezenas de vítimas, a polícia canadense se viu forçada a concluir que existe um serial killer à solta. Isso ou vários assassinos possuem o mesmo “modo operandi”. Porém, a polícia conseguiu descobrir basicamente nada sobre o assassino.

Tudo que se conseguiu foi que ele utilizava algum tipo de veículo de carga, se sentia confortável em lugares rurais e praticava atividades ao ar livre, o que leva às semelhanças com 80% da população masculina canadense. mas, isso não quer dizer que a polícia não venha fazendo alguma coisa.

Em 2003 fora iniciado o Projeto KARE, uma força-tarefa dedicada à luta contra os assassinatos em série. Com o intuito primordial de manter um banco de dados com amostras de DNA dos trabalhadores locais. Para que os corpos pudessem ser identificados. Um detalhe interessante é que a polícia conseguiu uma gravação, de 2010, de uma ligação que uma das vítimas, Amber Tuccaro, fez ao seu irmão quando pegava carona com um homem.

Que, muito provavelmente, é o assassino procurado. A polícia esperou dois anos para que a gravação fosse liberada, após isso, pelo menos três mulheres disseram saber de quem se trata essa pessoa. Sendo assim, acredita-se que uma prisão de tamanha importância pode acontecer a qualquer momento.

3 – Assassino I-70
É um serial killer que matou seis pessoas em quatro estados ao longo da rodovia Interstate 70, em 1992. O assassino tinha critérios muito definidos para suas vítimas, que precisavam ser jovens, mulheres, que trabalham em lojas ou boutiques (sozinhas!) dentro de um determinado perímetro da I-70.

Por uma única vez ele quebrou seu padrão e matou um homem, Michael McCown, a polícia acredita que na verdade o assassino o confundiu com uma mulher, por causa de seus cabelos longos. Esse assassino começou sua “farra” assassinando Robin Fuldauer, a gerente de uma loja de sapatos.

Suas segunda e terceira vítimas foram as “Patricias” Smith e Magers, donas de uma loja de noivas, assassinadas na mesma. Acredita-se que isso aconteceu porque o assassino não sabia que havia mais de uma pessoa no local. Enquanto isso, McCown estava ao lado, morto, em sua loja de cerâmica. Em seguida houveram mais dois assassinatos, Nancy Kitzmiller, também em uma loja de sapatos e Sarah Blessing, em sua loja de presentes.

E, então, os assassinatos pararam. O “I-70” não foi exatamente um Hannibal Lecter da vida ou melhor, da morte, pelo contrário, ele foi bastante desleixado, matando as vítimas em plena luz do dia, com uma quantidade tão grande de testemunhas que é possível montar um “clube do livro”. Depois de ele ter matado as “Patricias”, uma testemunha o viu tão claramente que foi possível fornecer um retrato falado.

Outra testemunha o viu entrar e sair da cena de seu último crime e correr em direção à Interstate 70. E, mesmo apesar de seu retrato falado ter sido mudado por algumas vezes, ao longo dos últimos vinte e poucos anos, nenhum suspeito foi identificado.

4 – Maníaco “Arco-Íris”
Ganhou esse nome por ter assassinado treze homens gays, em público; e, claramente, os assassinatos foram motivados por esse motivo. No período de 2007 e 2009, a cidade de Carapicuíba, em São Paulo, foi aterrorizada pelo Maníaco “Arco-Íris”. O Parque Paturis era muito utilizado pela comunidade gay que buscava sexo.

Só que, ao longo de vários meses, treze homens foram encontrados mortos, nos mais variados níveis de nudez. A maioria com um tiro na cabeça, um deles fora espancado até a morte, enquanto outro fora baleado por doze vezes. Mesmo que os assassinatos tenham ocorrido em público, tudo o que a polícia conseguiu ao longo de dois anos foi saber que o assassino “não gostava de homossexuais”.

Um suspeito foi o policial aposentado Jairo Francisco Franco, que foi indiciado com base na declaração de uma vítima, que alegava que ele havia atirado doze vezes em uma das vítimas. O ex-policial foi à julgamento e, depois de dois anos e meio de processo, foi considerado inocente.

E, mesmo que tivesse sido ele a atirar doze vezes, nesse caso, saía completamente do perfil do serial killer. Porque não cumpriu o ritual de dar um tiro na cabeça, que significa execução. De qualquer maneira, nenhuma outra prisão fora feita. Pelo menos, os assassinatos também pararam. Pode-se dizer que isso prova que Franco era o assassino mas, também pode significar que sua prisão serviu de “lição” para o verdadeiro assassino.

5 – Bible John
Foi visto por dezenas de testemunhas (várias vezes!) e ainda assim não foi pego. No final dos anos 1960, mulheres começaram a desaparecer de Barrowlands, uma boate em Glasgow, na Escócia. Entre 1968 e 1969, Patrícia Docker, 25, Jemima McDonald, 32, e Helen Puttock, 29, foram assassinadas depois de terem passado a noite na Barrowland. As três foram estranguladas com suas próprias meias e as bolsas, de todas, desapareceram, provavelmente utilizadas como “prêmios”.

Ao longo dos anos, essas mortes tem sido parte de uma das maiores investigações da história escocesa. Mesmo com o fato de várias testemunhas o terem visto e saberem exatamente como ele aparenta ser e como sua voz é. A conexão foi feita por causa da boate e todas as vítimas tinham amigos que viram com quem elas estavam indo para casa, pelo menos em um dos casos um amigo compartilhou um táxi com eles.

O assassino se identificou para as vítimas (e amigos) como John, e constantemente citava partes da bíblia. Foi daí que veio seu nome “John Bible” (John da Bíblia). A probabilidade de ele ter usado uma “máscara” para ir a essa boate é muito grande, pelo fato de nunca ter sido reconhecido em lugar nenhum.

Apesar de saber muito sobre a bíblia, John parecia ser capaz de modificar seu rosto, porque mesmo com cartazes com seu retrato-falado e policiais à paisana na porta da boate, ele nunca fora encontrado. Um suspeito, John McInnes, fora identificado em 1996, que infelizmente não poderia responder qualquer pergunta pelo fato de que estava morto já há 16 anos.

Depois do corpo ter sido exumado, a polícia finalmente provou que ele não era o responsável pelas mortes e pediu desculpas à família de McInnes por tê-lo chamado de Serial Killer. Desde então, o caso ficou mais seco que os ossos de John McInnes e, hoje, a probabilidade de John Bible ser encontrado é praticamente nula.

E, se ainda estiver vivo, deve estar em alguma casa de repouso, de qualquer maneira todas as boates do mundo devem estar à sua procura. Talvez tenha sido preso há algumas décadas por outros crimes. Talvez, sua última vítima tenha conseguido matá-lo em auto-defesa e ninguém o encontrou. Enfim, o mistério permanece.

E aí pessoal, vocês já conheciam esses casos? Será que já cruzaram com algum desses assassinos pelo mundo afora? O que acham? Conhecem algum outro Serial Killer que nunca foi encontrado e pode estar à solta? Sugestões, dúvidas, correções? Não se esqueçam de comentar com a gente!

AUTOR (ES): Rolling Stone, Cracked
IMAGENS: Miembras, Black Powder, Cracked, Skittles Page, Xbox

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