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domingo, 2 de abril de 2017

DESCOBERTA DE VIDA FORA DA TERRA É QUESTÃO DE TEMPO

No último mês de fevereiro, a Nasa anunciou a descoberta de um novo sistema solar com sete planetas similares à Terra, sendo que três deles estão em "área habitável", com possibilidade de haver vida DIVULGAÇÃO/NASA

Para alguns cientistas, a descoberta de vida mais simples em outros sistemas é questão de tempo. Contudo, mesmo entre os astrônomos mais otimistas, é considerada pouco provável a existência de seres vivos em outros planetas com formas semelhantes à humana. Enquanto uma ou outra hipótese não é comprovada, pesquisadores se mantêm cautelosos e buscam identificar vida numa área praticamente desconhecida, que carece de avanços.

Desde que o satélite Sputnik 1, enviado pelos soviéticos, foi lançado ao espaço há 60 anos, ou mesmo a Voyager 1, lançada em 1977 e sendo atualmente o objeto produzido pelo homem mais distante da Terra — a sonda percorre o espaço interestelar — nenhum equipamento enviado ao espaço identificou qualquer sinal de vida no Universo.

"Tem que procurar em planetas fora do Sistema Solar. Isso é difícil. Tem que ser um planeta pequeno e estar perto da estrela para receber calor"

Segundo Augusto Damineli, professor titular do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAGUSP), seres visíveis a olho nu são extremamente raros. “De toda a árvore da vida, só dois ramos têm esse tipo de ser. Tem muito mais bactéria e seres microscópios”, disse. A busca é por seres unicelulares e, mesmo que existam organismos mais complexos, não serão percebidos pelos equipamentos espaciais. “A vida microscópica é muito mais abundante, muito mais antiga, tem muito mais indivíduos e espécies. A macroscópica acabou de aparecer, ainda é muito frágil. Para esse estudo é completamente irrelevante”, definiu.

Conforme o professor, são necessários anos de aperfeiçoamento tecnológico para que a humanidade chegue à confirmação de existência ou não de vida. “O fato de a gente não conhecer outras (formas de vida) é porque somos muito pequenos, vivemos num mundinho muito pequeno, ainda não temos instrumentos para olhar a grande distância. É uma coisa que certamente será um dos grandes avanços desse século 21: a descoberta da vida fora da Terra”.

Busca pela vida

Para Damineli, o sistema solar é um local pouco propício, já que a zona de maior probabilidade é próxima à Terra. “Tem que procurar em planetas fora do Sistema Solar. Isso é difícil. Tem que ser um planeta pequeno e estar perto da estrela para receber calor. Para isso, vai precisar de uma nova geração de telescópios, que são chamados de Extremamente Grandes”, comentou.

Atualmente, o Brasil é sócio, através da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da construção de um desses telescópios. A previsão é de que as atividades de pesquisa comecem até 2021. Os instrumentos devem identificar planetas pequenos, rochosos e escuros, mesmo muito distante do sistema solar. A busca será por camadas de ozônio e metano. Esses materiais sinalizam atividade biológica recente. (Igor Cavalcante)

AUTOR: O POVO

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