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domingo, 27 de março de 2016

SERÁ QUE EXISTE VIDA APÓS A MORTE? QUAIS PROVAS TEMOS DISSO?

O que você sabe sobre vida após a morte? Bom, isto provavelmente vai depender da sua religião, e da forma como você encara a vida na Terra. 

A Bíblia diz “O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece… Morrendo o homem, porventura tornará a viver” (Jó 14:1-2,14). Da mesma forma que Jó, todos nós já fomos, em algum momento, desafiados por esta pergunta, que ainda hoje (e talvez para sempre) intriga a Ciência. Mas e quanto às provas?

Bom, existem algumas. Claro, o tema é polêmico, e qualquer evidência (seja contra ou a favor) sempre irá render pontos contrários. Ainda assim, já é um começo. Pesquisadores da Universidade de Southampton já afirmaram que a primeira prova concreta de que existe vida após a morte foi encontrada. A descoberta diz respeito a um suposto estado de consciência após cessarem as funções do cérebro. A pesquisa pode mudar todas as certezas que o ser humano costumava ter sobre a misteriosa passagem para a morte. 

O estudo, realizado em 2014, foi o maior já realizado sobre o tema.
Durante quatro anos, os cientistas analisaram 2.060 pessoas que sofreram ataques cardíacos em 15 hospitais da Grã-Bretanha, Estados Unidos e Áustria. Entre os 330 que sobreviveram, 140 foram entrevistados, e 55 foram capazes de relatar alguma percepção ou lembrança do período em que estavam “mortos”. Dois deles relataram lembranças precisas sobre suas experiências de quase morte, como um homem de 57 anos.

Ele relatou ter visto os médicos reanimarem seu corpo enquanto ele próprio estava, de alguma forma, fora dele. Alguns depoimentos descreveram uma consciência de até três minutos depois de o coração parar, enquanto o cérebro costuma morrer após 20 ou 30 segundos. A maior parte dos entrevistados não foi capaz de se lembrar de tantos detalhes, mas cerca de 20% relataram uma intensa sensação de paz, enquanto 27% disseram que sentiram o tempo acelerar ou desacelerar.

Também foram relatadas sensações de medo, afogamento ou, ainda, uma espécie de sucção em águas profundas. 13% se sentiram separados de seu corpo, enquanto 8% disseram ter encontrado alguma presença mística ou voz identificável. Alguns até relataram a presença de espíritos ou pessoas mortas. Mas, claro, a pesquisa possuí seus limites. Os próprios pesquisadores não são capazes de afirmar com certeza se os relatos condiziam com a realidade. 

Além disto, existe a questão de que a memória pode ser alterada pelo processo de reanimação, ou mesmo pelo uso de sedativos pesados.
Mas e quanto às outras pesquisas? Bom, são muitas. Já faz um bom tempo que aCiência procura encontrar uma resposta. A mediunidade de Chico Xavier foi estudada em 1991 pelo Dr. Paulo Rossi. O médium ficou conhecido pelo trabalho gratuito, em que publicou cerca de 400 livros através de mais de 600 autores espirituais – isto sem citar as milhares de cartas de pessoas já falecidas. O estudo de Rossi confirmou que 93,3% das pessoas que visitaram Chico Xavier nem sequer o conheciam; 62,2% das mensagens escritas mostravam mais de seis fatos reais cada; e 71,1% continham informações detalhadas sobre as pessoas falecidas, que foram confirmadas como verdadeiras pela família. A conclusão? Rossi afirmou que a informação revelada por Chico Xavier de fato provém de espíritos, e não é resultado de fraude.

Em Londres, no King’s College, está acontecendo uma revolução na área da tanatologia– o estudo científico sobre a morte. O pesquisador e médico Peter Fenwick está fazendo experimentos detalhados sobre um fenômeno que acontece entre as 24 e 48 horas antes e depois da morte. Dr. Fenwick estuda as visões de pessoas que estão internadas e que, supostamente, falam com parentes já mortos em experiências de quase morte. “Esses acontecimentos ocorrem com muita frequência e em grande porcentagem dos casos e afirma que a consciência é diferente do cérebro”, conclui ele.

Na Universidade de Connecticut, o Dr. Kenneth Ring, em parceria com a Dra. Sharon Cooper, da Universidade de Nova York, fizeram um estudo de dois anos sobre as experiências de quase-morte em deficientes visuais, com resultados chocantes. De acordo com o estudo, publicado no livro Mindisight (1999), 31 pessoas cegas de nascença descreveram a experiência de enxergar pela primeira vez em suas vidas, dando detalhes precisos dos procedimentos médicos.

Atualmente, outros numerosos estudos estão sendo conduzidos na área de espiritualidade e vida após a morte, em que os cientistas estão utilizando tecnologias de ponta e métodos científicos. Estão são apenas algumas constatações que já foram feitas, tornando a vida após a morte algo nem tão impossível assim. E você, o que acha?

AUTOR (ES): BBC, AHAU

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